A nação sob o governo de Deus

“Bem-aventurada é a nação cujo Deus é o Senhor, e o povo ao qual escolheu para sua herança.” Salmos 33:12.
Para entendermos este assunto, vamos voltar la atrás na nação Israel. Israel estava sobre um governo opressor; o governo do Egito. Em certo momento, não suportando a situação do domínio de um governo opressor, clamaram ao Seu Deus para pedir auxílio, pois se lembraram da promessa que Deus fez a Abraão, que seria uma grande nação. Ao se lembrar de Deus e ao clamar a Ele, Deus prepara para o povo um líder (Moisés) para guiá-los até a terra da promessa, que seria incumbido de repassar as informações que o Senhor entregaria a ele. A única condição que Deus propôs para este povo era que o próprio Deus seria o Seu governante, pois se assim fora, todos os povos que se opusessem ao povo de Israel, Deus iria se opor a estes povos e daria a vitória. Israel seria uma grande nação prospera, integra, respeitada por todos os povos da terra, se de coração inteiro se voltasse para o Seu Deus.

Enquanto as outras nações haviam seus próprios governantes, seus próprios deuses e seguiam suas leis corruptas e injustas. Israel teve a oportunidade de ter a sua frente um governo incorruptível e justo em todos os seus sentidos. Então, através de ordenanças Deus propôs como seria a conduta do povo para com Ele. A condição para essa comunicação entre o povo de Israel com Deus seria a purificação e a santidade, pois se o Seu governante era a fonte da pureza e da santidade, o seu povo também deveria seguir a Sua conduta. Por alguns anos o povo de Israel tentou andar embaixo dessa condição. Enquanto cumpria, seus termos eram ampliados, conseguiam grandes vitórias, grandes conquistas, foi prospera em todo o tempo em que consentiu em seu coração a estar debaixo do governo de Deus. No decorrer dos anos, Deus nomeou homens para conduzir o povo, segundo a palavra do Senhor.

O governo de Deus-721683
Em um certo período da história, escolheram abandonar e rejeitar o governo de Deus, para se sujeitar ao governo de homens. Então escolhem para si Saul, como nos afirma em 1 Samuel 12:13 “Agora, pois, vedes aí o rei que elegestes e que pedistes; e eis que o Senhor tem posto sobre vós um rei.” Alí começou o declínio de Israel, pois voluntariamente negaram o governo do Senhor para se sujeitarem ao jugo de homens.
É bem verdade que houve grandes reis como David, Salomão, Uzias; mas por outro lado também houve reis ímpios que levaram a nação ao cativeiro, ao declínio e ao desprezo.

Vamos citar o caso do rei Roboão que deixando os mandamentos do Senhor e fazendo o povo deixar os caminhos de Deus; Deus levanta contra o povo a Sisaque, rei do Egito, que i a nação e deixa o povo com os ânimos abatidos e sem esperanças. Então veio a palavra do Senhor ao profeta: “Vendo, pois, o Senhor que se humilhavam, veio a palavra do Senhor a Semaías, dizendo: Humilharam-se, não os destruirei; antes em breve lhes darei algum socorro, para que o meu furor não se derrame sobre Jerusalém, por mão de Sisaque. Porém serão seus servos; para que conheçam a diferença da minha servidão e da servidão dos reinos da terra. 2 Crônicas 12:7-8.
Mas qual a relação da história de Israel com nós hoje nos dias atuais? Colocarei alguns pontos para compararmos a razão do declínio da nação brasileira, tanto em âmbitos espirituais, físicos, intelectuais, etc.
Estamos chegando na época das eleições e da escolha daquele ou daquela que irá reger esta nação por mais quatro anos.

Podemos ver que a nação está sem uma âncora, sem esperança para escolher os candidatos para governar o nosso país. Há tantas manipulações, tantas fraudes, tantos padrões invertidos. As pessoas não sabem em quem acreditar, ante a tantos candidatos que não expressam confiança alguma. Enquanto alguns depositavam a confiança de mudança, aconteceu aquela tragédia com um candidato a presidência, que aparentemente era um homem de princípios e talvez com uma certa dignidade (mas não afirmo nada, pois não conhecia a sua conduta). Essa tragédia fez uma grande parte de brasileiros estarem com o coração apertado e amargurado, pois, segundo as declarações de muitos que vi e ouvi foi que, a única esperança de alguma mudança positiva do país foi enterrado com esse candidato. A causa disso, digo mais uma vez; o Brasil está afastando cada vez mais Deus dessa nação, guiados segundo as suas concupiscência, segundo as trevas do seus corações. Dizem que estamos passando por um “avivamento” cristão na nação, mas na verdade, estão inserindo um movimento gospel (lembrando, não é a totalidade) cheio de ganâncias próprias, escolhendo assim, por si só excluir as boas práticas e a maneira correta de andarmos descritos na Bíblia. Como podemos estar passando por avivamento, se não há arrependimentos, se não há mudança de conduta, não há acréscimo de no mínimo coisas agradáveis a Deus (digo isso para nossa própria vergonha). Se formos ver, o avivamento que ocorreu com a igreja primitiva citada no livro de Atos e em algumas cartas de Paulo, consistia em uma nova postura de vida, um novo entendimento, pelo qual preferiam entregar seus corpos nas arenas, nas fogueiras; homens e mulheres notáveis que eram testemunhas de uma grande operação do evangelho, do poder de Cristo e do Seu Santo Espírito. Hoje há um sincretismo, relativismo, alianças com a carne e com o pecado. Como pode isso ser chamado de avivamento? Casos de luxuria, lascivias, prazeres carnais, feitiçarias em nome do dinheiro, adultérios e muitas outras coisas que da até nojo de falar. Não podemos servir a dois senhores (Mateus 6:24), não há aliança entre Deus e baal (ou mamon, ou dagon, ou astarote), não há comunhão entre luz e trevas. Por que então a igreja que se intitula “de Cristo” pode cometer tais atos? Por outro lado a sociedade apoia alguns grupos que relutam em implantar leis que vão contra as Sagradas Escrituras, pois esta diz que Deus fez homem e mulher desde o princípio. Temos uma grande parte da sociedade apoiando esses grupos que estão dentro do congresso e da câmara, e não só isso, leis que vão contra a vida, contra a família, contra a decência, debaixo do domínio das trevas, pois está havendo concordância entre a sociedade e o governo de homens (ou mulheres) malignos e com as práticas das trevas, indo contra a luz e o governo de Deus, pois o mundo jaz no maligno, podemos ver isso até na conduta das crianças da nossa nação.

Com isso, exclui a Deus, pois a vontade de Deus está expressa na Bíblia e se andarmos em confronto com o que está escrito na Bíblia, como podemos viver em concordância com Deus. O povo que foi separado por Deus não pode se conformar com esse tipo de governo. Vivemos como o povo de Israel crendo na promessa da terra prometida. Uma terra que estaremos embaixo do governo de Deus, onde não haverá mais pranto, nem clamor, nem morte e nem clamor. Nessa pátria estaremos embaixo do total governo de Deus como nos afirma Apocalipse 21:3 “E ouvi uma grande voz do céu, que dizia: Eis aqui o tabernáculo de Deus com os homens, pois com eles habitará, e eles serão o seu povo, e o mesmo Deus estará com eles, e será o seu Deus.” Mas enquanto não alcançamos essa promessa, temos obrigações como cidadãos e devemos conduzir a nossa vida de forma tal que não teremos com o que se envergonhar, pois somos representantes de um reino celestial; e isso só será possível a partir de orações, buscas doutrinárias e diárias, busca de santificação, mudança de conduta e de pensamento; pois aquele que não nascer de novo não poderá herdar o reino eterno.

Voltemos ao arrependimento e a boa pratica!!!!

Irmão Sandro Oliveira – via nossa Fanpage Facebook 

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