O discurso mais chocante do candidato a Anticristo

Em que nós consideramos serem as gravações de vídeos mais chocantes da Turquia, Recep Tayyip Erdoğan, em dois discursos em Istambul revela a prova incrível sobre o que o site Shoebat tem dito há mais de uma década: o espírito, a meta e o objetivo do Anticristo muçulmano que parece em tudo se manifestar no “líder estrela” da Turquia. Erdogan expressou seu desejo de catapultar a Turquia em um império islâmico decorrente de Istambul e cobrindo todo o mundo muçulmano em apoio ao sonho do mapa de um Califado de uma confederação de 10 Estados muçulmanos.

Em dois notáveis espantosos discursos registrados, pode-se resumir a definição do Anticristo, que é um tipo de figura de Hitler, exceto que este príncipe decorre não ser originário da Alemanha, da Europa, mas da Turquia (1). O Sultão turco querendo ser o califa, Hitler-Erdogan, que está começando a “preencher todos os requisitos necessários”, como ele mostrou em suas tiradas demoníacas e alucinações, proclamando os muçulmanos como um povo especial, indo tão longe quanto propor a “teoria da linguagem original”, em que descreveu como a língua turca foi a língua original do mundo a partir da qual todas as outras foram derivadas, como na Babel inicial. Ele alegou que os muçulmanos descobriram a América antes de Colombo e que, quando Cuba foi descoberta pela primeira vez, havia uma mesquita em uma colina e, assim, uma mesquita deve ser construída lá.

 Erdogan, intencionalmente, estava realmente reiterando o Alcorão, em que declarou que “a Terra pertence a Alá” e que a Turquia introduzirá o Príncipe dos Fiéis, aquele que será o Califa, o guardião do mundo muçulmano de Alá. Os dignitários que assistiam estavam exultantes com o mito no qual eles tiveram o prazer em acreditar. Analisando-se a tirania é que ela depende de um “enorme sistema organizado de mentiras” para manter “os seus seguidores fora do contato com a realidade”, dessa forma Erdogan e Hitler têm muito em comum, mesmo Hitler da mesma forma como é em Erdogan, admirava o Islã e queria isso para a Alemanha ao invés do que ele chamou de “cristianismo flácido”, quando Hitler declarou: “Você vê, tem sido a nossa infelicidade de termos a religião errada. Por que nós não temos a religião dos japoneses, que consideram o sacrifício pela Pátria como o bem maior? A religião muçulmana também teria sido muito mais compatível para nós do que o Cristianismo. Por que tem que ser o Cristianismo com a sua mansidão e flacidez …. “(Citado das memórias de Albert Speer).

E, em outra gravação ainda de um discurso mais significativo, as declarações de Erdogan tem uma semelhança bastante marcante para alguns das propagandas que são provenientes do ISIS, quando o presidente turco criticou o acordo Sykes-Picot, um acordo secreto que dividiu o Oriente Médio depois da I Guerra Mundial entre as esferas da influência britânica e francesa, que mostram uma séria convergência dos pontos de vista entre o ISIS e Erdoğan. (2) Neste discurso extraordinário Erdogan diz tudo:

Em 13 de outubro de 2014 no discurso proferido na Universidade de Marmara, o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan denunciou o que ele dizia serem os constantes esforços das potências ocidentais para dividirem o Oriente Médio. Ele afirmou que as esperanças dos povos da região encontram-se, mais uma vez, com a Turquia, assim como foi durante os dias do Império Otomano“.

 Erdogan disse: “esta guerra [Primeira Guerra Mundial] moldou o Oriente Médio de hoje. E, mais importante, ela provocou toda a crise e conflitos”.

Ele, então, afia na necessidade de um plano neo-Otomanista, queixando-se de uma divisão sectária causada entre sunitas e xiitas ocidental e que uma política agressiva ocidental está em andamento, o qual visa dominar a região, enfatizando a necessidade de reviver o legado do Império Otomano, que no seu auge, dominou, de acordo com Erdogan, “o Oriente Médio, o Sudeste da Europa, no Cáucaso, e o Norte da África”; que durante séculos estava sob o domínio do islamismo sunita antes de seu colapso em 1918, no final da Primeira Guerra Mundial. Erdogan está dizendo que esta região foi estabelecida a partir da soberania otomana e que, em sua opinião, deve ser restabelecida:

Isto é muito importante. Cerca de 100 anos atrás, a partir da Bósnia-Herzegovina para o Iêmen, da Geórgia para a Líbia, uma grande região do mundo era governada a partir daqui, a partir de Istambul estavam onde estamos hoje“.

Erdogan promete remover “os ziguezagues” (as fronteiras), dizendo: “Eu não vou entrar em detalhes”.

Uma vez que se coloquem todas as peças do seu discurso, Erdogan está falando do próprio mapa do ISIS. No que ele chamou de “soluços de Churchill”, referindo-se a Churchill como um bêbado que em seu soluço dividiu o território muçulmano. O ISIS está explicitamente apagando as fronteiras que Sykes-Picot estabeleceu na maior parte do Oriente Médio moderno, com a intenção de remover as fronteiras, a fim de estabelecer a própria liga de 10 Estados muçulmanos, o qual eles atualmente proclamaram como 13 Estados, ou seja, depois de recuperarem a Espanha, a Europa Oriental e a Etiópia.

 

A ferida mortal e o homem doente da Europa (os otomanos) foram imputados ao Ocidente e Erdogan não quer apenas curá-lo, mas o reviver da sua ferida mortal:

O Estado otomano foi capaz de manter toda a região em unidade e harmonia. Agora todos nós precisamos aceitar isso acima de tudo“.

O mundo, de acordo com Erdogan, precisa aceitar a soberania otomana para governar todo o mundo muçulmano e muito mais, não só a Europa, mas até mesmo as Américas foram descobertas pelos muçulmanos, por isso, também pertencem ao Islã. Como o site Shoebat.comrevelou no passado, Erdogan agora diz que ele quer fazer uma unidade de xiitas e sunitas:

Por exemplo, os xiitas na região foram divididos entre três países. Da mesma forma, os turcomenos foram divididos em países separados. Os drusos do Líbano que eram muito poucos na época, foram divididos entre três países. Os curdos também foram divididos entre três países diferentes, a ponto de algumas aldeias serem divididas bem ao meio. Países como a Síria, Iraque, Jordânia e Líbano, foram criados após a Primeira Guerra Mundial e eram em grande parte, desconhecidos antes“.

Erdoğan está falando de uma unificação entre sunitas e xiitas em todo o mundo, o que irá incluir o Irã xiita. É fundamental compreender que os líderes revolucionários iranianos são igualmente turcos azeris e têm parentesco com os otomanos. Os turcos também não possuem a mesma animosidade para com a ideologia xiita, como o fazem os árabes sunitas.

O Irã não pode se permitir de perder sua relação com a Turquia. A Turquia e o Irã têm um interesse comum na prevenção de uma nação curda independente. Quanto mais os Estados Unidos apoiarem os curdos iraquianos, haverá um maior perigo de uma aliança Irã-Turquia, que é o que nós projetamos que irá acontecer.

O Irã e a Turquia estão fechados em uma aliança. Erdoğan até mesmo sacrificou Fethullah Gülen no altar da unidade iraniana-turca e ainda entrou em choque com Israel sobre várias questões como a Flotilha de Gaza e o Ministro das Relações Exteriores de Erdogan, Ahmet Davutoglu, fez muito esforço para melhorar as relações com o Irã. Nós temos abordado a Turquia por duas décadas, bem antes de quando a Turquia era um aliado de Israel; nós já dizíamos que os dois se tornariam inimigos mortais.

 

 

O programa de Ezequiel 38 está em curso. Gog é o líder da Turquia que se une com a Pérsia (Irã), a Líbia e o Egito na “liga” muçulmana (Ezequiel 30: 8). Erdogan, um sunita, declarou abertamente agora que ele está interessado em um grande sonho: unir xiitas e sunitas, curdos e drusos, sírios e turcos sob uma única bandeira, com as massas atrás dele carregando as bandeiras “vermelho fogo, de jacinto e de enxofre” (Apocalipse 9:17) ao lado da bandeira do dragão vermelho com os dois chifres crescentes do Islã, até mesmo visando a sua atenção sobre a mulher vestida do sol, Israel, a quem através da Igreja e do Messias designado de Deus irão esmagar este crescente sob os pés da mulher. O parceiro de Erdogan, o Primeiro-Ministro Ahmet Davutoglu, já está clamando não apenas por Jerusalém, mas pela soberania sobre o que era o Templo Santo de Deus:

Nada vai deter a Turquia de proteger Jerusalém e a Mesquita al-Aqsa [Monte do Templo]“.

Ele também afirmou, reiterando as suas advertências à Israel, dizendo em 11 de novembro:

Daqui, eu mais uma vez apelo à Israel e aos seus governantes brutais: Não se atrevam a considerar em retomar esses ataques contra a al-Quds [Jerusalém] e à Mesquita al-Aqsa [Monte do Templo], a respeito … a turbulência interna e a tensão no mundo islâmico como uma oportunidade. Mesmo que todo mundo fique em silêncio, o governo da República da Turquia não ficará em silêncio“.

A situação é de dois deuses, um diz “Eu não vou ficar em silêncio” quando se trata de Al-Quds [Jerusalém], tentando imitar o antigo Deus dos hebreus: “Por amor de Sião não me calarei, por amor de Jerusalém não vou permanecer em silêncio, até que sua reivindicação brilhe como a aurora, e a sua salvação como uma tocha acesa” (Isaías 62: 1). Erdogan disse para a OIC (Organização dos Conselho Islâmico) que “Jerusalém é a menina dos olhos de todo muçulmano”, imitando Deus: “quem tocar em vós toca na menina dos seus olhos”. (Zacarias 2: 7-8)

Nós afirmamos em julho: “É crucial notar que a Turquia é o melhor candidato para fazer a paz entre xiitas e sunitas, porque eles são muçulmanos sufis”, agora Erdogan aborda a questão, assim como prevíamos:

Quando se trata do Iraque, por que existem tais conflitos sangrentos entre xiitas e sunitas?“.

E assim como nós prevíamos o tempo todo, Erdogan culpou o acordo Sykes-Picot:

Sykes Picot não foi apenas uma intenção de delinear fronteiras, mas desenhar fronteiras de divisão na mente“.

Erdogan garante:

Se Alá quiser, vamos remover todas as fronteiras nos corações e mentes que foram criadas a partir da Primeira Guerra Mundial … confie em mim, muitas pessoas vão seguir as nossas crenças“.

Erdogan está culpando o Ocidente de fomentar toda a violência, esquecendo que foi o imperialismo dos otomanos que criaram a perseguição em massa de cristãos, por séculos, antes da Primeira Guerra Mundial. Enquanto Erdogan afirma que ele não quer interferir nos assuntos de cada nação, ele enfatizou:

Eu sou um ardente defensor da necessidade absoluta e definitiva, para abrir as fronteiras nos corações e mentes das pessoas. Se você não pode levantar as fronteiras nos corações e mentes das pessoas, nunca vai ser possível encontrar soluções para os conflitos que abriram a região nos últimos 100 anos“.

Ele pede uma questão muito crucial:

Tomando os árabes, curdos e os turcomanos, apesar do fato de que eles aderem às mesmas crenças, valores e cultura, por que são um estado contínuo de conflito?“.

Erdogan está chamando para estabelecerem uma aliança de “tratado de paz com muitos”, afirmando que a Turquia é o único que pode fazer isso:

A Turquia, está tomando as medidas corretas, é o único país que pode garantir a paz e estabilidade na região“.

Ele quer trazer todo o mundo muçulmano à mesa para darem sua fidelidade aos otomanos que, em sua opinião, está trazendo-os para estabelecerem um tratado de paz que unirá todo o mundo muçulmano.

Se um anticristo está se levantando, Erdogan ou Davutoğlu são os dois melhores candidatos, seja um deles ou não, estes verdadeiramente manifestam alguns sinais. Estávamos corretos esse tempo todo, Erdogan, a partir da visão profética, para predizer a conspiração em auxílio ao ISIS contra as potências ocidentais. Enquanto o Ocidente está ajudando aos curdos, Erdogan diz claramente que ele é contra:

Você acha que aqueles que gastam centenas de milhões de dólares para bombardearem a região, trouxeram esses aviões e mísseis para o bem da paz? Absolutamente não“.

Erdogan quer culpar o Ocidente enquanto proclama-se o homem a inaugurar a verdadeira paz do Islã para os muçulmanos.

Chocantemente, Erdogan então aguça a prostituta, a Arábia:

Cem anos atrás, havia espiões no deserto da Arábia com o objetivo de destruir o Império Otomano, e eles ainda existem hoje“.

Observe: os “espiões” são os árabes aliados com a coalizão ocidental que, há um século, deram o golpe final e esmagador nos Otomanos, e agora ainda são os espiões atuais através da coalizão liderada pelos EUA.

É uma ferida de 1 século de idade e, como dissemos, a vontade de vingança muçulmana, mesmo que demore cem anos depois – já dissemos isso inúmeras vezes – o Irã e a Turquia querem vingança, e isso significa até se fartar do sangue da prostituta árabe, o deserto, que emanou a religião bebedora de sangue – o Islã, Meca, e ela vai pagar o preço por meio da destruição. A Arábia Saudita, a nação que deu vida a esse “bicho-papão islâmico”, será como a aranha-mãe que é devorada por sua prole.

E quantas vezes nós discutimos “Lawrence da Arábia” e sobre como a Turquia detém uma memória histórica de longo tempo contra a ajuda da Arábia Saudita para expulsarem os otomanos durante a revolta Sharif Hussein (1916-1918), quando os turcos bombardearam Meca e esmagaram a Pedra Negra (Caaba), o próprio paralelo ao que está por vir no futuro, quando o Irã e a Turquia destroem a prostituta (ver Isaías 21).

E esta semana, em uma polêmica anti-ocidental furiosa, o presidente turco comparou a ingerência estrangeira na região agora, ao papel do oficial do exército britânico de renome, designado durante a Revolta Árabe contra os otomanos durante a Primeira Guerra Mundial – Lawrence da Arábia – e falou sobre a traição da Arábia Saudita.

A caçada aos “espiões” não era brincadeira. Erdogan acusou os jornalistas ocidentais de serem espiões que ficaram encantados com os apoiadores de Erdogan, quando o governo turco foi à caça. No sul da Turquia, algumas autoridades locais de seu ‘Partido de Justiça e Desenvolvimento’ (AKP), até mesmo expressaram simpatia pelo ISIS. Erdoğan, no estilo gestapo, até mesmo argumentou que existem “Lawrences dos tempos modernos” na Turquia agora, “disfarçados de jornalistas, religiosos, escritores e terroristas”, para apenas terem ‘espiões’ (jornalistas) presos pela polícia anti-terrorista, três deles alemães, depois que eles foram levados a um tribunal para uma audiência preliminar na Turquia, no sudeste de Diyarbakir.

Erdogan realmente acredita em seus planos grandiosos para a Turquia de se tornar a força organizadora do Oriente Médio. Os Sultões Otomanos, afinal, foram os últimos Califas, governando sobre o território desse Estado Islâmico que quer reconstruir uma paródia grotesca dos antigos Califados.

O discurso de Erdogan marca o aniversário de 100 anos da I Guerra Mundial, que viu o colapso dos 700 anos do Império Turco Otomano – e é por isso que na sexta-feira (14/11), o primeiro-ministro Davotuglu falou dos territórios otomanos coloniais da Turquia como se ainda lhes pertencessem, argumentando que Jerusalém tem sido confiada para os turcos pelo Califa muçulmano Omar Bin Al-Khattab, quando ele a invadiu removendo as cruzes de todos os lugares santos e as substituiu com as luas crescentes.

Fonte: DVC Blog

4 comentários em “O discurso mais chocante do candidato a Anticristo

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