Identificado o reino da Besta e o Anticristo

Estudantes das profecias bíblicas sempre identificaram a besta do Apocalipse, capítulo 13, com o Império Romano em sua forma renascida. De acordo com este ponto de vista, a União Europeia seria o império profetizado do Anticristo. Depois de ler tantos livros proféticos escritos por autores com uma mentalidade ocidental, passei a acreditar que o Apocalipse, capítulo 13, de fato previa a ascensão de Roma no fim dos tempos, como a União Europeia e até escrevi sobre isso no meu artigo intitulado “A Grande Tribulação” até que um dia fiquei impressionado com o versículo que diz: “e a besta que vi era semelhante ao leopardo, e os seus pés como os pés de um urso, e a sua boca como a de um leão …” (Apocalipse 13:2a).

Imediatamente, após este versículo quase pular para fora da página e me dar um tapa no rosto, percebi que este versículo não estava prevendo o renascimento de Roma, mas o renascimento dos antigos impérios grego, persa e babilônio, combinados em uma aliança geopolítica que vai ser a base do Anticristo. A besta do Apocalipse, capítulo 13, é uma besta composta e foi o quarto animal que Daniel viu e que não poderia descrever. Daniel, capítulo 7, nos fala sobre os reinos que surgiriam para governar o mundo e estes reinos são representados por quatro animais. O texto diz: “No primeiro ano de Belsazar, rei da Babilônia, teve Daniel um sonho e visões ante seus olhos, quando estava no seu leito; escreveu logo o sonho e relatou a suma de todas as coisas. Falou Daniel e disse:Eu estava olhando, durante a minha visão da noite, e eis que os quatro ventos do céu agitavam o mar Grande. Quatro animais, grandes, diferentes uns dos outros, subiam do mar. O primeiro era como leão e tinha asas de águia; enquanto eu olhava, foram- lhe arrancadas as asas, foi levantado da terra e posto em dois pés, como homem; e lhe foi dada mente de homem. Continuei olhando, e eis aqui o segundo animal, semelhante a um urso, o qual se levantou sobre um dos seus lados; na boca, entre os dentes, trazia três costelas; e lhe diziam:Levanta- te, devora muita carne. Depois disto, continuei olhando, e eis aqui outro, semelhante a um leopardo, e tinha nas costas quatro asas de ave; tinha também este animal quatro cabeças, e foi- lhe dado domínio. Depois disto, eu continuava olhando nas visões da noite, e eis aqui o quarto animal, terrível, espantoso e sobremodo forte, o qual tinha grandes dentes de ferro; ele devorava, e fazia em pedaços, e pisava aos pés o que sobejava; era diferente de todos os animais que apareceram antes dele e tinha dez chifres.” (Daniel 7: 1-7).

Então o anjo explica a Daniel a interpretação da visão: “Cheguei- me a um dos que estavam perto e lhe pedi a verdade acerca de tudo isto. Assim, ele me disse e me fez saber a interpretação das coisas: Estes grandes animais, que são quatro, são quatro reis que se levantarão da terra. Mas os santos do Altíssimo receberão o reino e o possuirão para todo o sempre, de eternidade em eternidade. Então, tive desejo de conhecer a verdade a respeito do quarto animal, que era diferente de todos os outros, muito terrível, cujos dentes eram de ferro, cujas unhas eram de bronze, que devorava, fazia em pedaços e pisava aos pés o que sobejava; e também a respeito dos dez chifres que tinha na cabeça e do outro que subiu, diante do qual caíram três, daquele chifre que tinha olhos e uma boca que falava com insolência e parecia mais robusto do que os seus companheiros.” (Daniel 7:16-20).

O anjo diz a Daniel que os quatro animais representam quatro reinos que surgiriam na terra. Todos os estudiosos conservadores identificam as primeiras três feras da seguinte forma: Primeiro besta: Um leão – Império Babilônico de 586 aC a 539 aC, Segunda besta: Um urso – Império Medo-Persa de 539 aC a 331 aC, Terceira besta: Um leopardo – Império Grego de 331 aC a 63 aC.

A quarta besta era tão terrível que Daniel era incapaz de descrevê-la. Tudo o que Daniel foi capaz de descrever eram os 10 chifres que tinha sobre a besta. Quando chegamos ao Apocalipse, capítulo 13, vemos que o animal visto pelo Apóstolo João também tinha 10 chifres: “Vi emergir do mar uma besta que tinha dez chifres e sete cabeças …” (Apocalipse 13:1).

Observe que a besta sobe do mar, assim como em Daniel 7: “Quatro animais, grandes, diferentes uns dos outros, subiam do mar.” (Daniel 7: 3).

O mar é uma referência ao mar Mediterrâneo e é simbolicamente usado para representar as nações dos gentios daquela região. O que João viu em Apocalipse, capítulo 13, foi o quarto animal visto por Daniel, que ele só poderia descrever como terrível e com 10 chifres. A maioria dos estudiosos das profecias identificam o quarto animal de Daniel com o Império Romano. Os 10 chifres do animal, representam 10 reis, o que crêem a maioria dos estudiosos é que eles serão 10 nações que sairão do Império Romano no fim dos tempos e muitos vêem a União Europeia como a base para estas 10 nações. A União Europeia tem atualmente 27 países membros e alguns estudiosos acreditam que pela profecia este número será reduzido para 10 que são os 10 reis da quarta besta.

O estudioso de profecias, Mark Hitchcock, escreve: “A Bíblia prevê que no fim dos tempos, o Império Romano reunificado será governado por um ‘grupo de dez’ líderes, ou uma oligarquia governante, muito parecido com o atual Conselho Europeu ou a Comissão Europeia. Curiosamente, a Comissão Europeia acaba de ser podada de 27 para 17 assentos. Isto poderia facilmente ser ainda mais reduzida para 10 assentos e o palco estaria definido para o Grupo dos Dez, previsto em Daniel, capítulos 2 e 7, e Apocalipse, capítulo 17. além disso, a nova presidência da UE (União Européia), com o seu prazo de até cinco anos, poderia facilmente definir o cenário para a ascensão de um homem para assumir a UE (União Européia) e usar esta plataforma para forjar alianças fundamentais e dominar o mundo, – exatamente como a Bíblia prediz“. [1]

Quando prestamos muita atenção para o corpo da besta em Apocalipse, capítulo 13, vemos que ele não representa o Império Romano apenas. O Império Romano pode ser representado por uma das sete cabeças da besta, mas o corpo da besta nos mostra que esta besta é uma combinação dos três primeiros animais de Daniel, que se tornou o quarto animal de Daniel, capítulo 7, e a besta do Apocalipse, capítulo 13. Se tomarmos o texto literalmente, descobrimos que a besta representa uma aliança entre os impérios grego, persa e da Babilônia. Em termos de hoje, isso seria uma aliança política entre a Síria, Irã e Iraque.

O Império Grego foi dividido em quatro grandes potências regionais, que são representados pelas quatro asas do leopardo e pelos quatro chifres que saíram do bode em Daniel, capítulo 8. Mais tarde, na história destas quatro potências regionais foram reduzidas a dois poderes regionais que dão origem a dinastia selêucida da Síria e a dinastia ptolomaica no Egito. Em Daniel, capítulo 11, lemos sobre as lutas entre o rei do Norte (a Síria) e o rei do Sul (o Egito), como os reis selêucidas pelejaram com os reis de Ptolomeu. Daniel, capítulo 11, passa a prever o surgimento de Antiouchus Epifânio que saiu da dinastia selêucida na Síria para vir contra os judeus e tentar destruir a religião judaica. Daniel 11:40-45, fala sobre o fim dos tempos e menciona o rei do Norte (a Síria) e o rei do Sul (o Egito) participando de batalhas, pouco antes de os dias de tribulação como visto em Daniel, capítulo 12.

Com base neste desenvolvimento de Daniel, capítulo 11, que menciona a Síria, o qual saiu do império grego como um dos principais jogadores no fim dos tempos, podemos concluir que o leopardo em Apocalipse 13:2 representa a Síria. Poderia incluir o Egito, desde que o Egito saiu da dinastia ptolomaica do Império Grego e é um dos reis a ser conquistado pelo Anticristo de acordo com Daniel 11:42. O império persa, representado pelo urso em Apocalipse 13:2, pode ser claramente visto hoje como o Irã, que apenas 73 anos atrás ainda era chamado de Pérsia. O leão em Apocalipse 13:2, que representou o império babilônico em Daniel, capítulo 7, foi reduzido para o que nós conhecemos hoje como geograficamente o Iraque. É interessante notar que a Babilônia (Iraque) torna-se o centro político e econômico do Oriente Médio e da capital do reino do Anticristo de acordo com Apocalipse 18. Ele é chamado de o rei de Babilônia, em Isaías 14:4 e de os assírios, em Isaías 14:25 e Miquéias 5:5-6. Estas passagens se referem a ele como sendo uma figura política a surgir na região da antiga Assíria e Babilônia. Isso aponta para o fato de que o Anticristo virá do Oriente Médio e não da União Europeia, como muitos esperam.

Mark Hitchcock escreve:

O mundo é meu, e eu sou Deus”: Um líder toma o poder através da união das potências militares e econômicas do Ocidente – declarando-se governante do mundo.

Um novo ditador mundial vai primeiro revelar-se no papel de um pacificador no Oriente Médio. Este evento terá lugar durante a primeira fase do Império Romano renascido, o quarto império mundial descrito por Daniel. Simbolicamente o novo líder mundial é descrito como “um outro pequeno chifre” que vai surgir a partir das dez oligarquias líderes que controlam o poder político e militar do Ocidente (Daniel 7:8).

Expositores da Bíblia concluíram que este governante que emerge, primeiramente irá subjugar três dos dez líderes originais e, em seguida, assumirá o controle de toda a coligação. Os líderes vão ceder o controle da nova União Europeia a este novo homem forte do momento. [2] (grifo meu)

Vemos claramente que Mark Hitchcock, que é considerado um dos principais estudiosos de profecia na América, acredita que o Anticristo virá do Ocidente a partir de dentro da União Europeia.

O Pastor Joseph Chambers do Ministério Paw Creek, escreveu um livro em 1996, intitulado: Um Palácio para o Anticristo. Neste livro, o Pastor Chambers escreve sobre a ascensão da Babilônia, no Iraque como a capital política do Anticristo. No capítulo 8 de seu livro intitulado “A Assíria e o Oriente Médio“, o Pastor Chambers escreve: “a sede do Anticristo, o Oriente Médio, é o centro de toda a terra, a Babilônia é o trono de Satanás; Jerusalém é o centro espiritual da revelação judaico-Cristã e será a sede do reino de Cristo. O Iraque é justamente chamado de o berço da civilização, pois o Jardim do Éden era no seu extremo sul, onde os rios Tigre e Eufrates se encontram pouco antes de entrarem no Golfo Pérsico. Procurar as atividades finais de Satanás em qualquer outra área que não o Oriente Médio é olhar em vão e em erro“.

O Pastor Chambers passa a explicar porque o Anticristo é um assírio. Na última página do capítulo, o Pastor Chambers escreve: “O Oriente Médio possui todos os elementos da preparação do Anticristo. Não há nenhuma outra área geográfica, no planeta Terra, onde o Anticristo possa aparecer que não seja o Oriente Médio. Aqueles que continuam a olhar apenas para o Mercado Comum Europeu como o movimento primário em direção ao Anticristo em breve serão desapontados“. [3]

Eu concordo totalmente com o Pastor Chambers de que o Anticristo tem que vir do Oriente Médio, não do Ocidente (Europa), como Mark Hitchcock e muitos outros acreditam.

Como vimos, a Síria, o Irã e o Iraque serão a base principal do império do Anticristo. É interessante notar que, em Daniel, capítulo 7, lemos que três dos dez chifres que representam reis de nações, serão conquistados pelo Anticristo durante sua ascensão ao poder. Daniel escreve: “Estando eu a observar os chifres, eis que entre eles subiu outro pequeno, diante do qual três dos primeiros chifres foram arrancados; … e também a respeito dos dez chifres que tinha na cabeça e do outro que subiu, diante do qual caíram três, daquele chifre que tinha olhos e uma boca que falava com insolência e parecia mais robusto do que os seus companheiros.” (Daniel 7:8,20).

O Anticristo, que é o chifre pequeno, aparece na cena política no Oriente Médio e conquista três dos primeiros chifres (reis). Será que estes três reis são os reis da Síria, Irã e Iraque já que estes são os três reinos que formam o corpo da besta em Apocalipse 13:2? Eu acredito que este é um cenário muito possível porque a atual evolução no Oriente Médio aponta para a Síria, o Irã e o Iraque como os principais jogadores no futuro do Oriente Médio. A Síria e o Irã estão se tornando aliados políticos e militares. O Iraque não está longe de tornar-se uma nação estável na região e o Irã se propõe a ajudar o Iraque a ter mais influência na região depois que os EUA retirarem suas tropas da nação.

o-dragao-a-besta-que-emerge-do-mar-e-a-besta-de-emerge-da-terraAté agora, temos coberto a Síria, o Irã e o Iraque, como os reinos que formam o corpo da besta em Apocalipse 13:2. Estamos indo agora para expandir-se no fato de que o Anticristo virá do Oriente Médio e descobrir de onde no Oriente Médio, ele virá com base no texto bíblico. Em Apocalipse, capítulo 13, João descreve outra característica física da besta que Daniel não foi capaz de descrever. João escreve: “Vi emergir do mar uma besta que tinha dez chifres e sete cabeças e, sobre os chifres, dez diademas e, sobre as cabeças, nomes de blasfêmia.” (Apocalipse 13:1). A besta tem sete cabeças. Em Apocalipse, capítulo 17, nos é dito que as sete cabeças representam: “Aqui está o sentido, que tem sabedoria:as sete cabeças são sete montes, nos quais a mulher está sentada. São também sete reis, dos quais caíram cinco, um existe, e o outro ainda não chegou; e, quando chegar, tem de durar pouco.” (Apocalipse 17:9-10).

As sete cabeças da besta representam sete montanhas e sete reis ou reinos. Em Jeremias, lemos: “Pagarei, ante os vossos próprios olhos, à Babilônia e a todos os moradores da Caldéia toda a maldade que fizeram em Sião, diz o SENHOR. Eis que sou contra ti, ó monte que destróis, diz o SENHOR, que destróis toda a terra; estenderei a mão contra ti, e te revolverei das rochas, e farei de ti um monte em chamas.” (Jeremias 51: 24-25).

Nesta passagem, o Império Babilônico é comparada a uma montanha. Os sete reinos da montanha que João vê como as cabeças da besta são:

1 Egito
2 Assíria
3 Babylon
4 Medo – Pérsia
5 Grécia

Estes são os cinco que tinham caído quando o anjo estava explicando o significado das sete cabeças para João.

6 Roma

Isso é o que era (é), quando João estava recebendo a visão.

7 Otomano

Este é o que tinha de continuar por um curto período de tempo. A divisão do império romano em duas seções conhecidas como, Oriente e Ocidente. O Império Romano do Ocidente durou até 476 dC. O Império Romano do Oriente durou até cerca de 1453 dC, quando ele finalmente caiu pelo Califado Islâmico dos turcos otomanos. O sétimo reino que iria continuar por um curto espaço seria o império otomano. O Império Otomano caiu com a Primeira Guerra Mundial, com a assinatura do Armistício de Mudros, em 30 de outubro de 1918. Este foi seguido, 13 dias mais tarde, com a ocupação de Istambul. Sob os termos do Tratado de Sèvres, o Império Otomano perdeu seus territórios do Oriente Médio, que se tornaram mandatos da Grã-Bretanha e da França.

Com exceção da parte ocidental dos impérios grego e romano, o Oriente Médio foi a principal região geográfica que estava sob o domínio dos outros cinco reinos, acima mencionados. Baseado neste fato, concluímos que o Anticristo virá do Oriente Médio, não da Europa Ocidental, como muitos ensinam. Em Apocalipse, capítulo 13, também lemos: “Então, vi uma de suas cabeças como golpeada de morte, mas essa ferida mortal foi curada; e toda a terra se maravilhou, seguindo a besta;” (Apocalipse 13:3).

Uma das cabeças da besta, que representa um reino do passado, parece sofrer um ferimento fatal, a ponto de morte, mas essa ferida fatal fica curada perto do período da Tribulação fazendo com que o mundo inteiro se maravilhe, seguindo a besta. O único dos sete reinos mencionados acima, que foi ferido de morte foi a Assíria. Os outros seis reinos ainda existem hoje na forma de nações como se segue:

Império egípcio como o Egito
Império babilônico como o Iraque
Império Medo-Persa como o Irã e o Curdistão
Império grego como a Macedônia, a Síria e outros setores do Oriente Médio da dinastia selêucida
Império Romano como a Europa, na maior parte
Império Otomano como a Turquia

O fato de que a ferida mortal fica curada sugere que a Assíria vai voltar no futuro, como um reino que irá trazer o Anticristo. Isto é interessante porque em Apocalipse, capítulo 17, lemos: “E a besta, que era e não é, também é ele, o oitavo rei, e procede dos sete, e caminha para a destruição.” (Apocalipse 17:11).

O animal era um dos sete reinos, não foi durante o tempo em que João estava escrevendo e se torna o oitavo reino para ir para a destruição durante a Tribulação. Como a Assíria está curada da ferida mortal, ele terá uma dupla existência fazendo com que seja um dos sete e será o oitavo. Temos que tomar conhecimento do fato de que a palavra ‘besta‘ refere-se principalmente a um reino, e não à uma pessoa. Este fato pode ser visto em Daniel, capítulo 7, como os quatro animais que se erguem do mar representam quatro reinos ou impérios, não quatro pessoas. Mas pode um império bestial levantar dos mortos: Isto é o que diz o Apocalipse a respeito de uma besta (reino) levantar dos mortos: “Quando tiverem, então, concluído o testemunho que devem dar, a besta quesurge do abismo pelejará contra elas, e as vencerá, e matará,” (Apocalipse 11:7).

a besta que viste, era e não é, está para emergir do abismo e caminha para a destruição.” (Apocalipse 17: 8).

Os dois versículos acima dizem que a besta vai subir do abismo. A palavra grega traduzida comopoço sem fundo é a palavra abussos e se refere a um poço muito profundo ou abismo nas partes mais baixas da terra usada como o receptáculo comum dos mortos e, especialmente, como a morada dos demônios, de acordo com a definição da Strong. Em Lucas, capítulo 8, lemos: “Perguntou- lhe Jesus:Qual é o teu nome? Respondeu ele:Legião, porque tinham entrado nele muitos demônios. Rogavam- lhe que não os mandasse sair para o abismo.” (Lucas 8:30-31).

Nesta passagem Jesus está expulsando os demônios de um homem. Os demônios pedem a Jesus para não enviá-los para o abismo. A palavra grega traduzida como abismo nesta passagem é a mesma palavra grega traduzida como abismo no Apocalipse. Não estariam as passagens do Apocalipse parecerem estar se referindo a um demônio subindo do abismo e não ao reino da Assíria, desde que abussos é a morada de demônios? É muito comum nas Escrituras encontrar um demônio como a força por trás de um reino. Em Daniel lemos que ambos os reinos da Grécia e da Pérsia tinham uma entidade demoníaca por trás deles: “Então, me disse:Não temas, Daniel, porque, desde o primeiro dia em que aplicaste o coração a compreender e a humilhar- te perante o teu Deus, foram ouvidas as tuas palavras; e, por causa das tuas palavras, é que eu vim. Mas o príncipe do reino da Pérsia me resistiu por vinte e um dias; porém Miguel, um dos primeiros príncipes, veio para ajudar- me, e eu obtive vitória sobre os reis da Pérsia. … E ele disse:Sabes por que eu vim a ti? Eu tornarei a pelejar contra o príncipe dos persas; e, saindo eu, eis que virá o príncipe da Grécia. Mas eu te declararei o que está expresso na escritura da verdade; e ninguém há que esteja ao meu lado contra aqueles, a não ser Miguel, vosso príncipe.” (Daniel 10:12-13,20-21).

Nesta passagem, lemos sobre um ser celestial que veio para dizer a Daniel que suas orações seriam respondidas. Então o ser celeste passa a explicar que ele levou 21 dias para chegar até Daniel porque uma entidade demoníaca chamada de “o príncipe do reino da Pérsia” tinha-lhe resistido ao ponto de ter que o Arcanjo Miguel vir e ajudá-lo a enfrentar o príncipe demoníaco da Pérsia. Até o final do versículo 21, o ser celestial diz a Daniel que ele ainda tem que lutar contra a vinda do príncipe demoníaco da Grécia. Esta passagem nos mostra que os reinos dos homens têm forças demoníacas que operam nos bastidores e as passagens do Apocalipse, de fato, podem estar se referindo ao poder demoníaco que estava por trás do império assírio, como ascendendo a partir do poço sem fundo, para mais uma vez ser o poder por trás do ressuscitado reino assírio.

Sueño-Nabucodonosor-DanielComo a Assíria deixou de existir como um reino por volta de 2600 anos atrás, o seu príncipe demoníaco foi confinado ao abismo, mas como a Assíria levanta dos mortos, a entidade demoníaca que foi a força motriz por trás da Assíria nos tempos antigos subirá do abismo para ser a força motriz por trás da Assíria novamente, no fim dos tempos. Lemos que o poço do abismo será aberto em Apocalipse, capítulo 9, liberando muitas criaturas demoníacas sobre a terra. A entidade demoníaca que era a força por trás da antiga Assíria pode ser lançada na época para dar apoio sobrenatural para a uma nova nação chamada de Assíria. Isso não quer dizer que o próprio Anticristo será o anjo caído que sobe do abismo, como alguns têm ensinado. O Anticristo será um homem, pois ele é chamado de: o homem do pecado (2 Ts 2:3). Assim como os reis da Pérsia e da Grécia eram homens que tinham o apoio de criaturas demoníacas, o Anticristo também será um homem que terá o apoio da entidade demoníaca que foi e será a força motriz da Assíria.

Nós, que estudamos as profecias sabemos que, com exceção do estado eterno mencionado em Apocalipse, capítulos 21 e 22, não há nada de novo no livro de Apocalipse que não foi mencionado pelos profetas do Antigo Testamento. Se o livro de Apocalipse aponta para um reino assírio no fim dos tempos como a nação do Oriente Médio, de onde o Anticristo virá, os profetas do Antigo Testamento devem ter tido algo a dizer sobre a conexão assíria no final dos tempos. De fato, os profetas Isaías e Miquéias tinham um monte de informações para darem sobre o Anticristo, como o assírio, e vamos dar uma olhada mais de perto nessas passagens.

Antes de examinar o texto bíblico a respeito do Anticristo como que vindo da Assíria, deixe-me primeiro apontar que muitos bons estudiosos das profecias acreditam que o termoassíriopode não estar se referindo a uma nação assíria literal para vir a se tornar um Estado independente no futuro, mas para a área geral dominada pelo império assírio. As nações modernas que ocupam a área geográfica do antigo império assírio incluem: Turquia, Líbano, Síria, Jordânia, Iraque e Irã Ocidental.

De acordo com este ponto de vista, o anticristo poderia ser de qualquer um desses países mencionados acima. Aqueles que acreditam que o Anticristo virá de um ponto da Turquia, apontam para Ezequiel, capítulo 38, que menciona Gog da terra de Magogue, príncipe e chefe de Meseque e de Tubal. Eles conectam Gog com o Anticristo e dizem que a palavra Gog vem da palavra Giges em Lydia e refere-se ao oeste da Ásia Menor, a Turquia. A visão mais popular sobre Ezequiel, capítulo 38, é a de que Gog é um título, assim como Faraó, César, ou Czar e que, Gog, é o líder da terra de Magog, que foi chamado Scythia pelos gregos de acordo com Josephus. Scythia era uma nação localizada ao norte dos mares Negro e Cáspio e é geograficamente conhecido hoje como o sul da Rússia.

Aqueles que acreditam que o Anticristo virá do Líbano, apontam para Ezequiel, capítulo 28, onde lemos sobre o juízo de Deus sobre o príncipe de Tiro para fazer a si mesmo como Deus. A figura histórica referida em Ezequiel, capítulo 28, é Ethbaal que era o príncipe de Tiro durante o tempo de Ezequiel e alguns acreditam que ele era um tipo do Anticristo, porque ele também irá anunciar ser Deus (2 Tessalonicenses 2:4).

Alguns acreditam que o Anticristo virá da Jordânia, pois a área da Jordânia moderna estava sob o domínio assírio, embora não haja referências bíblicas que apontem para um Anticristo Jordaniano. De fato, vemos o oposto em Daniel 11:40-45, onde lemos que Edom, Moabe e os filhos de Amom, que foram localizados na região da atual Jordânia escaparam da mão do Anticristo durante sua conquista militar do Oriente Médio.

Aqueles que acreditam que o Anticristo virá da Síria dizem que ele é o rei do norte de Daniel 11:40. O rei do norte em Daniel, capítulo 11, é sempre uma referência para a Síria. A visão mais popular é que o rei do norte não é o Anticristo, mas o rei da Síria, que luta contra o Anticristo juntamente com o Egito, o rei do sul durante a sua conquista militar do Oriente Médio. Eu prefiro o último ponto de vista, porque, como vimos acima, a Síria pode ser um dos três reis a serem conquistados por ele durante sua ascensão ao poder e, em seguida, passa a fazer parte da descrição física da besta em Apocalipse 13:2, como simbolizado pela leopardo.

Aqueles que, como eu, acreditam que ele virá do Iraque, apontam para Isaías 14:4, onde o Anticristo é chamado de “o rei da Babilônia” e Isaías 10:12, onde ele é chamado de “o rei da Assíria”. No que diz respeito a questão do Irã, não encontramos nenhuma referência bíblica que aponte para um Anticristo Iraniano. Eu, pessoalmente, acredito que quando a Bíblia chama de Anticristo “a Assíria”, ele está se referindo a ele como sendo de uma nação assíria literalmente renascida no futuro e vou explicar o porquê.

Em Miquéias, lemos: “E tu, Belém- Efrata, pequena demais para figurar como grupo de milhares de Judá, de ti me sairá o que há de reinar em Israel, e cujas origens são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade. Portanto, o SENHOR os entregará até ao tempo em que a que está em dores tiver dado à luz; então, o restante de seus irmãos voltará aos filhos de Israel. Ele se manterá firme e apascentará o povo na força do SENHOR, na majestade do nome do SENHOR, seu Deus; e eles habitarão seguros, porque, agora, será ele engrandecido até aos confins da terra. Este será a nossa paz. Quando a Assíria vier à nossa terra e quando passar sobre os nossos palácios, levantaremos contra ela sete pastores e oito príncipes dentre os homens. Estes consumirão a terra da Assíria à espada e a terra de Ninrode, dentro de suas próprias portas. Assim, nos livrará da Assíria, quando esta vier à nossa terra e pisar os nossos limites.” (Miquéias 5:2-6).

No versículo 2, lemos sobre o nascimento de Jesus em Belém. No versículo 5, lemos que este homem, Jesus, que nasceu em Belém será a paz dos judeus, quando a Assíria invadir Israel. No final do versículo 5 e no início do versículo 6, lemos que Israel vai levantar sete pastores e oito príncipes dentre os homens, provavelmente uma referência para os líderes políticos e militares israelenses que vão consumir a terra da Assíria à espada (poder militar), e a terra de Ninrode. Veja Zacarias 12:6. Então, no final do versículo 6, lemos que ele (o homem nascido em Belém) vai libertar Israel da Assíria, quando ele entra nas fronteiras israelenses.

Observe que Jesus vai libertar Israel da Assíria, que vem da terra de Nimrod. A terra de Nimrod era estabelecida na terra de Sinar. Em Gênesis, lemos: “Cuxe gerou a Ninrode, o qual começou a ser poderoso na terra. Foi valente caçador diante do SENHOR; daí dizer- se:Como Ninrode, poderoso caçador diante do SENHOR. O princípio do seu reino foi Babel, Ereque, Acade e Calné, na terra de Sinar. Daquela terra saiu ele para a Assíria e edificou Nínive, Reobote- Ir e Calá. E, entre Nínive e Calá, a grande cidade de Resém.” (Gênesis 10: 8-12).

Note-se que o início do reino de Nimrod foi Babel, Ereque, Acade e Calné, na terra de Sinar. Então, da terra saiu Assur (hebraico para Assíria) e edificou Nínive, a cidade Reobote e Calá, e Resém entre Nínive e Calá. Todas essas cidades foram estabelecidos na terra de Sinar, também conhecida como o país da Babilônia que é a área geral do atual Iraque. Nínive, que mais tarde tornou-se a capital da Assíria ainda hoje existe e está localizado perto da cidade de Mosul, no norte do Iraque. Micah saiu do seu caminho para nos informar que o Anticristo será, etnicamente, um assírio que vai surgir na região da antiga Assíria e Babilônia, também chamado de terra de Sinar, hoje conhecida como o Iraque. É interessante notar que 8% da população do Norte do Iraque é Assíria e eles estão trabalhando muito duro em direção de terem um estado independente assírio no Iraque.

Se a Assíria se tornar uma nação independente no futuro, ela poderia muito bem se encaixar na descrição do chifre pequeno de Daniel 7:20-24. É interessante notar que o próprio Deus menciona a Assíria como uma nação existente durante o Milênio: “Naquele dia, haverá estrada do Egito até à Assíria, os assírios irão ao Egito, e os egípcios, à Assíria; e os egípcios adorarão com os assírios. Naquele dia, Israel será o terceiro com os egípcios e os assírios, uma bênção no meio da terra; porque o SENHOR dos Exércitos os abençoará, dizendo:Bendito seja o Egito, meu povo, e a Assíria, obra de minhas mãos, e Israel, minha herança.” (Isaías 19:23-25).

Para a Assíria entrar no Milênio como uma nação, primeiro ela deve renascer, antes do início do Milênio.

Ele começa a fazer sentido para mim quando Isaías chama o Anticristo de “o rei de Babilônia” em Isaías 14:4 e de “o assírio” em Isaías 14:25. Ele será um assírio que se levanta de um estado recém-renascido, chamado Assíria, no Iraque e, eventualmente, torna-se o rei de Babilônia quando ele conquista o Iraque como um dos três reis que caem diante dele, que então se torna uma das nações que são descritas na descrição física da besta em Apocalipse 13:2. O Iraque é a Babilônia, que é simbolizada pelo leão na descrição da besta. Mas o que acontece com o título de “príncipe de Tiro”? Isso não faz dele um libanês? Se Ezequiel estava realmente referindo-se ao Anticristo, como o príncipe de Tiro, a única explicação plausível que posso dar é esta: O Anticristo vai se tornar ambos, tanto o rei da Babilônia quanto o rei de Tiro, quando ele conquista o Iraque e o Líbano e torna a capital comercial destas nações, parte do seu reino, mas o que não o exclui de ser etnicamente um assírio que sobe de uma nação renascida recém-assíria no Oriente Médio, o que provavelmente irá ter lugar dentro da região do Iraque.

Isaías também se referiu a ele como o assírio. Em Isaías 30, lemos algo muito interessante: “O SENHOR fará ouvir a sua voz majestosa e fará ver o golpe do seu braço, que desce com indignação de ira, no meio de chamas devoradoras, de chuvas torrenciais, de tempestades e de pedra de saraiva. Porque com a voz do SENHOR será apavorada a Assíria, quando ele a fere com a vara.” (Isaías 30:30-31).

Este versículo diz que o assírio será destruído pela voz do Senhor. Poderia ser isso o que Paulo tinha em mente quando escreveu? “Ninguém, de nenhum modo, vos engane, porque isto não acontecerá sem que primeiro venha a apostasia e seja revelado o homem da iniqüidade, o filho da perdição, o qual se opõe e se levanta contra tudo que se chama Deus ou é objeto de culto, a ponto de assentar-se no santuário de Deus, ostentando-se como se fosse o próprio Deus. … então, será, de fato, revelado o iníquo, a quem o Senhor Jesus matará com o sopro de sua boca e o destruirá pela manifestação de sua vinda.” (2 Tessalonicenses 2:3-4,8).

Aqui, Paulo diz que o Anticristo será destruído pelo sopro da boca do Senhor, assim como Isaías escreveu que pela voz do Senhor será o assírio destruído. Embora Paulo e Isaías usem termos diferentes, a idéia é a mesma.

Em Daniel, lemos: “e também a respeito dos dez chifres que tinha na cabeça e do outro que subiu, diante do qual caíram três, daquele chifre que tinha olhos e uma boca que falava com insolência e parecia mais robusto do que os seus companheiros.” (Daniel 7:20).

E em Isaías lemos: “Por isso, acontecerá que, havendo o Senhor acabado toda a sua obra no monte Sião e em Jerusalém, então, castigará a arrogância do coração do rei da Assíria e a desmedida altivez dos seus olhos; porquanto o rei disse:Com o poder da minha mão, fiz isto, e com a minha sabedoria, porque sou inteligente; removi os limites dos povos, e roubei os seus tesouros, e como valente abati os que se assentavam em tronos.” (Isaías 10:12-13).

Este rei da Assíria fala arrogantemente, tem uma desmedida altivez dos seus olhos e é muito intrépido (se sente muito bem sobre si mesmo) como a figura mencionada em Daniel. Aqueles que pensam que Isaías, capítulo 10, estava se referindo da volta do rei da Assíria, dos tempos de Isaías, sugiro a leitura de Isaías, capítulos 10 e 11, sem olhar para divisão de capítulo. Irá notar que ambos os capítulos estão conectados, terminando com o reino milenar de Cristo e da salvação de Israel pela mão do Senhor.

Alguns podem objetar a visão de que o Anticristo será de origem assíria por causa de um verso encontrado em Daniel 9: “e o povo de um príncipe que há de vir destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será num dilúvio, e até ao fim haverá guerra; desolações são determinadas.” (Dan 9:26b).

O povo do príncipe que há de vir, que destruiu a cidade (Jerusalém) e o santuário (O Segundo Templo) foram os romanos. Com base neste versículo, muitos concluem que o príncipe (o Anticristo) será de origem romana. Alguns até acreditam que ele será um italiano, mas a opinião geral é de que ele virá do Ocidente. O problema é que Roma nos tempos antigos era um império, e não apenas uma cidade. Na verdade, algumas das legiões romanas estavam localizadas em áreas conhecidas hoje como a Síria, o Líbano, a Jordânia e o Iraque, por isso, é plausível concluir que os soldados romanos que estavam envolvidos na destruição do Segundo Templo eram de ascendência árabe e assíria.

Conclusão

Muitos bons estudantes de profecias ao longo dos séculos ensinaram que a besta do Apocalipse, capítulo 13, refere-se a um império romano restaurado nos últimos dias e que a União Europeia seria o reino profetizado do Anticristo. Muitos bons estudantes de profecias ainda ensinam isso hoje e confesso que eu também acreditava na mesma coisa há algum tempo. Mas, quando vamos olhar mais de perto a descrição física da besta do Apocalipse, capítulo 13, vemos que os animais descritos apontam para os antigos reinos do Oriente Médio que seriam ressuscitados na forma de nações para tornarem-se a base política do Anticristo. Estes animais descritos no Apocalipse não podem estar apontando para um anticristo Europeu se vamos tomar o texto bíblico, literalmente, quando estamos a comparar a visão de Daniel dos animais com a visão de João da besta final.

Deus te abençoe!

** { Nota do Tradutor: também recomendo a leitura do material criado pelo Moacir R. S. Junior que apresenta parte do que é abordado aqui de maneira gráfica, o link desse material está aqui. }

Fonte: DVCcorp

5 comentários em “Identificado o reino da Besta e o Anticristo

  1. é a Meca a Babilônia, o anticristo virá da Turquia, procurem saber mais dessa ótica, pois eles, o oriente médio é o cenário onde tudo acontece, e Israel o centro, a menina dos olhos de Deus. Nós somos o novo mundo, os confins da terra, a igreja e os gentios. Nós somos afetados por tudo isso q acontece lá, mas não somos o centro dessa história.

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  2. é a meca a cidade Babilônia, ela está na posição q a profecia descreve e o anticristo virá da Turquia. eu tomei conhecimento disso num estudo muito interessante e que me deu outra ótica, pois tudo q acontece é visto de lá para cá, Israel é o centro, a região q traduz muitas profecias são a região deles, não a nossa, o oriente é o local de tudo q tem pra acontecer, nós somos o novo mundo e acompanhamos tudo isso, é claro q somos afetados sim, mas procurem sabe mais sobre isso e verão q é assim.

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  3. Texto meio fora do contexto. A primeira besta de apocalipse, aquela que subiu do mar, é o sistema papal, ap 17 dá até a localização. A segunda besta, aquela que emerge da terra, é os EUA.
    [Besta = poder]

    O anticristo, ou seja, aquele que é contra Cristo, e que blasfema contra Cristo, que quer parecer ser o Salvador, é o chifre pequeno, sistema papal.

    Daniel 7:25 fala que o chifre pequeno magoaria os santos e mudaria a Lei de Deus. O que foi que a igreja católica fez?

    Constantino, a 7 de março de 321 d.C., promulgou o seguinte decreto:
    “Que todos os juízes, e todos os habitantes da cidade, e todos os mercadores e artífices descansem no venerável dia do Sol. Não obstante, atendam os lavradores com plena liberdade ao cultivo dos campos, visto acontecer amiúde que nenhum outro dia é tão adequado à semeadura do grão ou ao plantio da vinha; daí o não se dever deixar passar o tempo favorável concedido pelo Céu”.

    364 d.C., o Concílio de Laodicéia resolveu promulgar o seguinte edito: “Os cristãos não devem descansar no sábado, mas sim trabalhar neste dia; porém, ao domingo honrar de maneira especial, como cristãos. Se, entretanto, forem encontrados descansando no sábado, sejam então excomungados (amaldiçoados) por Cristo.”

    Catecismo Romano:
    “A Igreja de Deus porém, as achou conveniente transferir para o domingo a solene celebração do Sábado… em virtude da ressurreição de nosso Salvador.”
    Catecismo Romano, edição 1566, pág. 440, parág. 5:18.

    Cardeal James Gibbons:
    “A Igreja Católica… em virtude de sua divina missão, mudou o dia de Sábado para o domingo.”
    Catholic Mirror , órgão oficial do Cardeal Gibbons, de 23 de Setembro de 1893.

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