Último filme do Sr. Spock foi sobre o milagre de Israel

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O mundo chorou há poucos dias atrás a partida de um dos actores de cinema mais legendários, o judeu Leonard Nimoy, mais conhecido pelo papel que representou como“Sr. Spock” na série épica de TV “Star Trek – Jornada nas Estrelas.”
O que muitos não sabem é que este grande actor nutria um profundo amor por Israel. Não só pela sua ascendência judaica – afirmava ser descendente dos “Cohen”, a tribo dos levitas – mas também pela grande admiração que ele nutria pela nação e povo de Israel, que ele definiu como “milagre.”
 
Pouco antes de morrer, e já com a saúde debilitada, Nimoy produziu e narrou uma filme-documentário entitulado “O Milagre de Israel”, em que o cineasta-actor liga os eventos estranhos e aparentemente sobrenaturais à volta da fundação e sobrevivência do estado judaico ao longo destes 67 anos.
O documentário “O Milagre de Israel” relata a história da única nação do mundo que, apesar de ter vivido sem uma terra, tem conseguido manter uma identidade nacional ao longo de séculos.
Neste documentário, Nimoy explora 4 pontos essenciais no cumprimento profético do estabelecimento do moderno estado de Israel:
– O estabelecimento do estado de Israel em 1948
– O reagrupamento em Israel das tribos perdidas judaicas
– A reconstrução do Templo em Jerusalém
– As reivindicações da vinda do Messias judeu
Segundo os produtores do filme, os quatro milagres destacados no filme não são meros fios tecidos no pano da História da sobrevivência e restauração do povo judeu, mas a prova do cumprimento profético que tem e continuará a causar impacto no mundo, à medida que ele se encaminha para os “últimos dias.”
Segundo a narrativa do filme já visto por milhões de americanos, o nascimento de Israel como nação em 1948 foi mais do que um mero cumprimento de um sonho vivido ao longo de 1.900 anos. Foi o cumprimento moderno das antigas profecias bíblicas. O filme lembra que a Bíblia promete que, embora Deus fosse expulsar o povo judeu da sua terra por causa da sua desobediência, Ele iria trazê-los de volta nos “últimos dias” e restabelece-los na sua terra.
Para o povo judeu, um desejo de regresso à Terra que durou quase 2 mil anos foi realizado através de um voto que durou uns meros 3 minutos. Ainda que milagroso, tal não aconteceu sem conflitos, conflitos que duram até aos dias de hoje.
A História de Israel não pode ser contada independentemente do milagre moderno do reajuntamento do povo de Deus espalhado pelos quatro cantos da terra. Este reagrupamento iniciou-se já no século 19, quando colonos judeus, impelidos pela sua fé e convicção, voltaram à Terra dos seus Pais. Eles limparam os pântanos e fizeram reviver a língua hebraica.
No período anterior e imediatamente posterior ao Holocausto, e até durante o mesmo, muitos judeus europeus tentaram imigrar para Israel para escaparem à morte, mas, infelizmente, os britânicos que governavam a Palestina até 1948 mandaram-nos de volta. Muitos regressaram à Europa, onde foram mortos, enquanto outros acabaram em campos de internamento, nunca conseguindo chegar à Terra Prometida.
Contudo, depois de 1948, o ano do estabelecimento do estado moderno de Israel, os portões abriram-se, e milhões de judeus têm regressado à sua Terra. Antigas comunidades judaicas, talvez até aquelas cujos membros podem descender das “tribos perdidas” de Israel têm feito aliyah (a palavra hebraica que significa“retorno a Israel”) desde locais tão longínquos como a China, Índia e Etiópia. Um fenómeno recente tem sido o interesse súbito entre muitos latinos em recuperar a sua identidade judaica perdida. Muitos acreditam ser descendentes de judeus expulsos de Espanha e mais tarde de Portugal durante a Inquisição Católica do século 15. Os avanços recentes na ciência do ADN podem confirmar se a pessoa é de facto descendente de famílias judaicas.
A RECONSTRUÇÃO DO TEMPLO
O primeiro Templo de Jerusalém foi construído por Salomão, filho de David, cerca do ano 950 a.C. Foi erigido segundo o padrão do tabernáculo no deserto dado a Moisés para alojar a Arca da Aliança.
Segundo os arqueólogos, historiadores e peritos, o Templo foi construído sobre o Monte Moriá, o sítio onde Abraão ofereceu o seu filho Isaque em sacrifício. Foi mais tarde destruído pelos babilónios no ano 586 a.C. e eventualmente reconstruído pelos remanescentes que retornaram do cativeiro 70 anos depois.
Conhecido como Segundo Templo, foi posteriormente ampliado e embelezado por Herodes o Grande, no final do século 1 antes de Cristo. A construção era tão grandiosa, que se tornou numa das grandes maravilhas do mundo antigo. O Templo acabou por ser destruído pelos romanos no ano 70 d.C., quando arrasaram e queimaram a cidade de Jerusalém.
Durante o 7º século d.C., quando Jerusalém já estava sob o domínio dos muçulmanos, foi construída uma mesquita sobre o local que se julga ser o “Santo dos Santos.” Esse domo – “Domo da Rocha” – permanece até aos dias de hoje.
O Monte do Templo é ferozmente disputado, sendo provavelmente o espaço terreno mais disputado de todo o planeta. Surgiu recentemente um movimento para reconstruir novamente o Templo, e esse movimento está a ganhar um espaço cada vez maior.
Este filme-documentário produzido por Nimoy apresenta a perspectiva bíblica, não só sobre o regresso do povo judeu à Terra, mas também da sua restauração espiritual.
Fonte: Shalom Israel

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