Os furacões também são sinais proféticos?

nurianimatedgifO furacão Katrina foi o desastre natural mais caro que os Estados Unidos já tinham experimentado. No entanto, em alguns aspectos, o furacão Sandy teve um impacto ainda maior. Por quê que os Estados Unidos têm enfrentado grandes catástrofes nacionais, sejam naturais ou infligidas pelos inimigos, como os ataques de 11 de setembro de 2001? Será que a Bíblia tem essas respostas?

O fim de Outubro de 2012 viu uma tempestade diferente de qualquer outra. Um furacão úmido do Caribe se arrastou em direção ao norte para se fundir com uma corrente de jato fria que se estendia até o sul da Flórida, e em seguida, colidir com um poderoso vento de nordeste, tudo convergindo para a área mais densamente povoada do nordeste dos Estados Unidos, Nova Jérsei e Nova Iorque.

A maior tempestade já registrada no Atlântico, o furacão Sandy tirou a vida de quase duzentas pessoas em sete países e afetou 24 estados dos Estados Unidos desde a Flórida até Maine, e foi tanto para o interior até ao estado de Wisconsin. A cidade de Nova Iorque foi particularmente mais afetada, onde ondas de 10 metros no porto de Nova Iorque inundaram túneis, ruas e metrôs e houve corte de energia para milhões de pessoas.

Os danos foram tão graves e generalizados que será difícil de calcular uma contagem final, mas as estimativas de custos atuais giram em torno de 50 bilhões de dólares em danos materiais, perda de negócios e gastos extras com milhões de pessoas afetadas pela tempestade. As companhias de seguros esperam pagar entre 10 a 20 bilhões de dólares.

Não foi há muito tempo que o mundo testemunhou a devastação do furacão Katrina em Nova Orleans e na costa do Golfo, resultando na perda de mais de mil vidas e mais de cem bilhões de dólares em danos materiais. Os furacões são muitas vezes enormemente destrutivos. Nova Orleans ainda é uma cidade norte-americana muito importante, mas a maior megalópole, Nova Iorque, continua sendo o coração econômico e financeiro da nação. Depois de quase se recuperar dos efeitos do ataque de nove de setembro Nova Iorque e seus arredores sofreram ainda outra grande catástrofe.

O noticiário Bloomberg Businessweek relatou as seguintes estatísticas em meados de novembro: “Pelo menos quarenta mortes nos Estados Unidos. As perdas econômicas devem subir para 50 bilhões de dólares. Oito milhões de casas ficaram sem energia elétrica. Centenas de milhares de pessoas foram evacuadas de seus lares. Mais de 15.000 voos foram cancelados. Fábricas, lojas e hospitais foram fechados. O subúrbio de Manhattan ficou escuro, silencioso e submerso” (Paul Barrett, 11 de novembro de 2012). É claro, a recuperação já começou, e felizmente o número de  mortos e os danos econômicos, embora péssimos, não vão chegar perto do que causou o Katrina.

Mas o que sobre o que pode vir a seguir — ou o outro depois? O que está acontecendo com o tempo? Devemos considerar que o Deus Criador nos disse em Sua Palavra, a Bíblia, que veríamos um aumento de tais eventos, com a aproximação do final desta era.

Os desastres naturais estão se intensificando?

Quais são os efeitos dos desastres naturais? A edição de 16 de setembro de 2005, da revista Science relatou as pesquisas dos cientistas do Instituto de Tecnologia da Geórgia e do Centro Nacional de Pesquisa Atmosférica em Boulder, Colorado. Naquela época, os pesquisadores concluíram que, embora o número total de furacões e ciclones não havia aumentado, o número “de ciclones tropicais de categoria 4 e 5, as tempestades mais intensas que causam a maior parte do danos em terra firme, têm aumentado acentuadamente durante os últimos 35 anos” (Richard Kerr, “Katrina É Um Prenúncio De Furacões Ainda Mais Poderosos?” pág. 1.807).

Mais especificamente, estes cientistas descobriram que a frequência dessas mais perigosas e prejudiciais tempestades — as de categoria classificadas como 4 e 5 — tem aumentado de 80 por cento a partir de 1970 até a última década.

As tempestades destrutivas não são os únicos tipos de desastres naturais que parecem estar em ascensão. Por exemplo, o terremoto de dezembro de 2004 na Indonésia foi o mais poderoso em décadas, desencadeando um enorme tsunami que levou cerca de trezentas mil vidas, o maior número de vítimas de um terremoto em mais de quinhentos anos.

Mas, como diz o artigo do noticiário Bloomberg Businessweek acima referido, um número excessivo de catástrofes meteorológicas estão golpeando os Estados Unidos. O artigo relata: “Em 17 de outubro [de 2012] a imensa companhia alemã de seguros, a Munich Re, emitiu um relatório premonitório intitulado O Rigor do Tempo na América do Norte. Globalmente, a taxa de eventos climáticos extremos está aumentando, e ‘em nenhum lugar do mundo o aumento do número de catástrofes naturais tem sido mais evidente do que na América do Norte’”.

E ainda explica: “De 1980 a 2011, os desastres climáticos causaram perdas no total de 1,06 trilhões de dólares. A empresa Munich Re encontrou “um número quase quintuplicado de eventos de danos relacionados com o clima na América do Norte nas últimas três décadas.” Por outro lado, houve “um fator de 4 de aumento na Ásia,  2,5 na África, 2 na Europa e 1,5 no América do Sul” (ênfase adicionada em todo texto).

Uma importante profecia de Jesus Cristo

Será que a profecia bíblica pode lançar alguma luz sobre este e outros desastres? Considere a profecia do Monte das Oliveiras, que Jesus Cristo entregou a Seus discípulos mais íntimos há quase dois mil anos (chamada assim porque Ele estava falando com eles no Monte das Oliveiras, no lado leste de Jerusalém). “Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino”, assim Ele disse ao descrever as tendências globais no período que antecederia a Sua volta. “E haverá fomes, e pestes [epidemias de doenças] eterremotos, em vários lugares” (Mateus 24:7).

O termo terremotos merece uma análise muito mais cuidadosa. A palavra grega éseismos, de onde derivam os termos, na língua portuguesa, “sísmico” e “sismologia” — referindo-se à atividade sísmica e o estudo dos terremotos. O Léxico de Strong define como “um abalo, isto é, uma tempestade (do ar), um tremor (do solo)— terremoto, tempestade” (Strong, número 4578).

Então seismos engloba um significado mais amplo que apenas um tremor de terra. Por exemplo, Mateus 8:23-27 registra que uma violenta tempestade no Mar da Galileia acometeu a Seus discípulos, enquanto Jesus estava dormindo no barco. Ele acordou e “repreendeu os ventos e o mar, e seguiu-se uma grande bonança”. A palavra usada no versículo 24 para esta tempestade repentina e poderosa é seismos, aqui traduzida como “grande tempestade”. O relato do evangelho paralelo em Marcos 4:37 chama de “grande temporal”.

Está claro que a palavra seismos também pode se referir a violentas tempestades que envolvem tanto vento como água. Este termo não pode ser limitado apenas a terremotos, como poderíamos supor. Ademais, pode se aplicar a furacões, tufões e tornados, assim como a terremotos.

A natureza descontrolada

A Profecia do Monte das Oliveiras (encontrado em Mateus 24, Marcos 13 e Lucas 21) continua sendo um dos discursos proféticos mais importantes da Bíblia. A cadeia de eventos que ela descreve culmina na segunda vinda de Cristo. Jesus falou de condições muito perturbadoras no mundo, que antecedem e acompanham Seu retorno à terra: “E haverá sinais no sol, e na lua, e nas estrelas, e, na terra, angústia das nações, em perplexidade pelo bramido do mar e das ondas” (Lucas 21:25).

Na verdade as condições se tornarão tão ameaçadoras que, se Cristo não voltasse para a terra e impedisse que a humanidade se autodestruísse, nenhuma vida humana iria sobreviver: “Porque haverá, então, grande aflição, como nunca houve desde o princípio do mundo até agora, nem tampouco haverá jamais. E, se aqueles dias não fossem abreviados, nenhuma carne se salvaria; mas, por causa dos escolhidos, serão abreviados aqueles dias” (Mateus 24:21-22).

Mas por quê que a própria natureza tem se tornado cada vez mais fora de controle? A resposta pode ser surpreendente para aqueles que não estão familiarizados com a Bíblia. Estes desastres vão continuar aumentando porque os pecados das pessoas têm piorado e está sendo cada vez mais difundido. Tanto é assim que o nosso Salvador declarou: “E, por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos se esfriará” (Mateus 24:12)

O profeta Isaías disse: “Porque o SENHOR Deus virá da sua morada, no céu, a fim de castigar os moradores da terra por causa dos seus pecados” (Isaías 26:21, Nova Tradução na Linguagem de Hoje). O “SENHOR” é Jesus Cristo, que, juntamente com Deus, o Pai, também é Deus (ver João 1:1-3, 14; Hebreus 1:1-3, 8). Um aspecto importante da Sua volta e os acontecimentos em torno dela é o julgamento sobre a humanidade rebelde.

No entanto, durante este tempo de caos mundial, aqueles que se arrependerem humildemente de seus pecados e se converterem serão protegidos: “Vai, pois, povo meu, entra nos teus quartos e fecha as tuas portas sobre ti; esconde-te só por um momento, até que passe a ira” (Isaías 26:20).

Deus faz distinção entre aqueles que Lhe obedecem e aqueles que não são desobedientes. Ele sempre faz isso! No entanto, uma palavra acerca da qualificação: É verdade que alguns cristãos serão marcados para o martírio — assegurando assim seu futuro glorioso no Reino de Deus. Cristo nos disse para não temer os que matam o corpo, pois isso é tudo o que eles podem fazer (Mateus 10:28).

E agora, o que você vai fazer?

Muitos norte-americanos tomaram conhecimento do sofrimento causado pelo furacão Sandy. Houve uma onda de solidariedade, e pessoas de todo o país tentaram ajudar ou fazer doações. Algumas pessoas, focada na calamidade, provavelmente deixaram de suas típicas preocupações triviais, ou até mesmo dolosas, por um tempo, como muitas vezes acontece em grandes catástrofes. No entanto, um dos profetas hebreus nos diz que a bondade seria como o orvalho sobre a relva (Oséias 6:4). Que logo se dissiparia.

Agora o furacão Sandy está longe das manchetes, fora de vista e longe do coração. O futebol, o basquete e os jogos de hóquei vão continuar tendo a atenção e o apoio dos fãs a seus times favoritos. Novos filmes continuarão a chegar aos cinemas, e as pessoas vão seguir desfrutando de sua dieta habitual de entretenimento e escapismo. Para a maioria de todo o mundo, a vida vai continuar sem perda de tempo.

Mas não se enganem: A nossa preocupação com o materialismo está longe de ser a marca dos padrões bíblicos que Deus requer. Pouco antes de o Dilúvio afogar o mundo e o fogo do céu devorar ​​a cidade de Sodoma, as pessoas estavam seguindo o cotidiano de suas vidas, como se nada de ruim poderia vir a acontecer (Lucas 17:26-30). E também tudo isso é verdade hoje em dia!

Noé era um pregador da justiça (2 Pedro 2:5), mas o mundo de sua época não acreditou nele. E, embora, Ló, aparentemente, lamentasse e chorasse pelos pecados de Sodoma, ninguém dali lhe pediu ajuda para superar os efeitos inevitáveis ​​da vida doentia que prevalecia naquela cidade condenada (versículos 7-8). Nem mesmo dez pessoas justas poderiam ser encontradas lá.

Nós, editores de A Boa Nova, pedimos a todos os nossos leitores para não apenas estudar a Bíblia, mas para fazer o mais importante: agir conforme suas verdades. Nossos muitos livros gratuitos, o nosso Curso Bíblico gratuito, nossos sites e nossos escritórios ao redor do mundo estão todos disponíveis para ajudar nossos leitores a compreenderem a verdade de Deus revelada em Sua Palavra.

Como nós gostaríamos que você respondesse ao evangelho do Reino de Deus? Nós sinceramente esperamos que você, como um leitor de A Boa Nova venha imitar os bereanos dos dias de Paulo: “Ora, estes foram mais nobres do que os que estavam em Tessalônica, porque de bom grado receberam a palavra, examinando cada dia nas Escrituras se estas coisas eram assim” (Atos 17:11). E então agir em conformidade — vivendo como a Bíblia ensina.

Não importa o que faça a nação, você pessoalmente pode nadar contra a correnteza e, com a ajuda de Deus, mudar seu estilo de vida para se dedicar à justiça de Deus (Salmo 119:172). Essa é a nossa fervorosa esperança!

Caixa: Quando os Estados Unidos ficarão sem recursos?

Mesmo antes do furacão Sandy os Estados Unidos já estava sofrendo com uma enorme crise da dívida interna, medida na casa dos trilhões de dólares. O furacão Sandy acrescentou mais cinquenta bilhões de dólares a essa conta assustadora.

Logo após os ataques de nove de setembro, os Estados Unidos agiram rapidamente em uma dispendiosa e imensa guerra ao terror. Até mesmo após a primeira campanha militar no Iraque ter sido concluída, Washington viu-se na obrigação de financiar um custoso projeto de reconstrução da nação destinado a criar um estado pacífico e democrático, uma missão cujo desfecho final continua longe do almejado. O Afeganistão está seguindo um padrão semelhante.

Os Estados Unidos despejaram milhões de dólares em nações devastadas pelo tsunami do Oceano Índico há vários anos. Os norte-americanos têm uma longa história de generosidade quando outras nações são atingidas por um desastre natural de grandes proporções. No entanto, pode chegar um momento em que os próprios recursos da nação sejam exauridos a ponto de não poder ajudar mais. E o que dizer sobre a perspectiva de ocorrer mais um megadesastre semelhante? Os Estados Unidos ainda tem recursos para resgatar, reconstruir e manter as suas próprias infraestruturas?

Em algum ponto no futuro, o estilo de vida dos norte-americanos rebeldes vai começar a se virar muito fortemente contra eles. Estes problemas nacionais são cumulativos. Claramente Levítico 26 e Deuteronômio 28 (os capítulos da Bíblia sobre as bênçãos e as maldições) aplicam-se à situação dos Estados Unidos hoje. A obediência a Deus traz bênçãos abundantes e recursos naturais: “Bendito o fruto do teu ventre [filhos saudáveis​​], e o fruto da tua terra, e o fruto dos teus animais, e a criação das tuas vacas, e os rebanhos das tuas ovelhas… O SENHOR mandará que a bênção esteja contigo nos teus celeiros e em tudo que puseres a tua mão” (Deuteronômio 28:4, 8).

Desde a sua criação, os Estados Unidos da América tem sido abençoado por Deus muito além dos sonhos da geração dos pioneiros. Ainda hoje novos métodos de extração de petróleo e gás (particularmente em Dakota do Norte e Sul do Texas) estão ajudando a aliviar os problemas de energia do país.

No entanto, em longo prazo, a desobediência persistente a Deus vai derrubar essa nação. “Maldito o teu cesto e a tua amassadeira. Maldito o fruto do teu ventre, e o fruto da tua terra, e a criação das tuas vacas, e os rebanhos das tuas ovelhas… Maldito serás ao entrares e maldito serás ao saíres. O SENHOR mandará sobre ti a maldição, a turbação e a perdição em tudo que puseres a tua mão para fazer, até que sejas destruído e até que repentinamente pereças, por causa da maldade das tuas obras, com que me deixaste” (Deuteronômio 28:17-20).

Que possamos ter a sabedoria de ver onde nossas ações estão nos levando  termos a coragem de mudar de rumo antes que seja tarde demais!

—John Ross Schroeder

Caixa: Um Ciclo de Sete Anos de Tempestades: Coincidência?

Um blogueiro do Forbes.com relacionou alguns pontos interessantes em 28 de outubro de 2012: “No início deste ano o furacão Isaque atingiu Nova Orleans exatamente sete anos ao dia [desde o dia] que o furacão Katrina devastou a Costa do Golfo em 2005. Agora o furacão Sandy vai assolar a Costa Leste dos Estados Unidos 21 anos (três ciclos de sete anos) exatamente ao dia do aniversário da tempestade perfeita de 1991. Seriam duas grandes coincidências num ano? Quais são as chances de que duas grandes tempestades atingirem exatamente nos aniversários de duas épicas tempestades anteriores, e interromper a política dos Estados Unidos num ano de eleição presidencial?” (Troy Onink, “O Ciclo de Sete anos de Tempestades: Katrina, Isaque, o furacão Sandy e a Tempestade Perfeita”). Em um nível espiritual, às vezes os sinais seguem o que Deus tem feito (Marcos 16:17).

Dois apresentadores do nosso programa de TV Beyond Today [Além de Hoje] (Darris McNeely e Steve Myers) analisaram o significado mais amplo dessa história em nosso vídeo blog diário. Eles concluíram que, talvez, não seja uma coincidência já que estamos entrando em um período muito crítico no curso da história dos Estados Unidos. Mas, o mais importante é que eles discutiram a aplicação moderna do que Jesus Cristo disse à sua própria geração (e profeticamente para nossos):

“E dizia também à multidão [os cidadãos comuns]: Quando vedes a nuvem que vem do ocidente, logo dizeis: Lá vem chuva; e assim sucede. E, quando assopra o vento sul, dizeis: Haverá calma; e assim sucede. Hipócritas, sabeis discernir a face da terra e do céu; como não sabeis, então, discernir este tempo?” (Lucas 12:54-59).

Hoje estamos testemunhando os sinais dos tempos. Testemunhamos a devastação provocada por poderosos tornados, secas, furacões e inundações. Um tempo de julgamento pode já estar diante de nós. Nós podemos prever com precisão quando grandes furacões vão atingir nossos países, mas não podemos discernir o significado do que Deus Todo-Poderoso pode estar fazendo? Ele tem permitido uma série de tragédias nacionais para nos alertar e corrigir a nossa conduta desobediente antes de cruzar o ponto onde não se pode retornar (2 Pedro 3:9)?

Jesus Cristo corrige os membros de Sua Igreja, porque Ele é muito misericordioso. Ele disse uma vez a uma congregação morna: “Eu repreendo e castigo a todos quantos amo; sê, pois, zeloso e arrepende-te” (Apocalipse 3:19; comparar Hebreus 12:5-13). Que o mundo em geral também possa prestar atenção às palavras de Cristo!

Fonte: Bill Bradford – A boa Nova

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