Brasil volta a apoiar Israel

Sob orientação do Ministro José Serra, o Itamaraty começa e desfazer as besteiras aprovadas nos Governos Lula e Dilma.

José Serra e Shimon Peres
José Serra e o então Presidente de Israel Shimon Peres em 2009: amizade retomada.

Representantes da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) estão indignados com a postura do atual governo brasileiro, que resolveu revisar o voto dado contra Israel numa proposta condenatória apresentada na 199ª Sessão do Conselho Executivo da instituição.

A indignação acontece por conta do anúncio feito na noite desta quinta-feira, 9, pelo Ministro das Relações Exteriores, José Serra, informando que o país voltará atrás no voto dado pelo governo anterior numa condenação ao Estado de Israel.

Na votação, que aconteceu no dia 14 de Abril, o Brasil, juntamente com 32 outros países, votou contra Israel numa questão apresentada pelas representações árabes da Argélia, Egito, Líbano, Marrocos, Omã, Catar e Sudão.

O documento da Unesco, ao qual NOTÍCIAS DE SIÃO teve acesso, fala da “salvaguarda do patrimônio cultural da Palestina (sic) e do carácter distintivo de Jerusalém Oriental” usando um linguajar fortemente agressivo a Israel.

Ao longo de 40 tópicos, a Unesco condena até mesmo escavações arqueológicas, algo que é aceito com naturalidade em qualquer região histórica do mundo.

O tópico 5 do documento diz que a Unesco “lamenta profundamente o fracasso de Israel, a potência ocupante, a cessar as persistentes escavações em Jerusalém Oriental, particularmente em torno da Cidade Velha, e reitera o seu pedido a Israel, a potência ocupante, de proibir todas essas obras”.

Há décadas que os arqueólogos são proibidos de realizar escavações em certas regiões históricas da capital do Estado hebreu, pois a cada uma que acontece emergem evidências históricas da presença judaica em Jerusalém, algo que os árabes procuram, de todas as formas, negar.

O texto, aprovado pela diplomacia brasileira na época do Governo Dilma Rousseff, mais parece um panfleto antissionista do que um documento de uma agência internacional que, em tese, deveria zelar pela Educação, pela Ciência e pela Cultura de um povo.

O item 8, por exemplo, “condena firmemente as agressões israelenses e medidas ilegais contra a liberdade de culto e de acesso dos muçulmanos ao seu santo lugar, Al-Aqsa / Al-Haram Al Sharif” e solicita “que Israel, a potência ocupante, respeite o estatuto histórico [da área] e pare [com] estas medidas.”

Israeli boy and palestinian boy
Numa rua de Jerusalém, um jovem judeu respeita a livre manifestação palestina. Enquanto isso um jovem palestino, que visitou livremente o Muro das Lamentações, usa as redes sociais para debochar de Israel. Segundo a Unesco o intolerante é o judeu.

Ora, qualquer pessoa que conhece o mínimo que seja da realidade da Terra Santa sabe que em Israel “quase” todas as pessoas de “quase” todas as crenças podem visitar livremente os locais sagrados das suas religiões. Destacamos o “quase” porque, paradoxalmente, apenas os judeus não têm liberdade para visitar seus locais sagrados. E os não muçulmanos, sejam eles judeus, cristãos ou budistas, não têm liberdade alguma para visitar os locais sagrados islâmicos.

Qualquer homem ou mulher, adeptos de qualquer religião do mundo, podem aproximar-se do Muro das Lamentações e fazerem as rezas que quiserem, da forma que quiserem. Até mesmo uma muçulmana vestida com uma burca pode aproximar-se do Muro das Lamentações.

Ao defender esta liberdade, um velho judeu disse que, afinal, é a própria Bíblia quem ordena, pois em Isaías 56:6 o Senhor disse: “Porque a minha casa será chamada casa de oração para todos os povos.”

Muslim girls at Kotel
Jovens muçulmanas caminham livremente diante do Muro das Lamentações

ÁRABES PODEM, JUDEUS NÃO, MAS A UNESCO CONDENA ISRAEL.

A realidade é completamente diferente nos locais sob controle da Autoridade Palestina. Os judeus não podem visitar livremente certas áreas, como o Monte do Templo ou o Túmulo dos Patriarcas. Para isso, a eles são reservadas apenas algumas datas no ano e as visitas são feitas sob severa vigilância.

Quando são autorizados a visitar o Monte do Templo, os judeus estão proibidos de realizar qualquer prece naquele que é considerado o local mais sagrado para o judaísmo. Um simples mover de lábios pode causar severas convulsões.

Turistas podem visitar a área, mas são proibidos de entrar no local portando Bíblias ou qualquer adereço que estampe a bandeira de Israel. O acesso é extremamente restrito e vigiado.

O acesso à mesquita é completamente vetado aos não muçulmanos e nem mesmo abrigar-se do sol sob uma cobertura que existe próximo da dela é possível. O turista que, inadvertidamente, ousar fazê-lo será repreendido aos gritos por seguranças extremamente grosseiros.

Muslim with gun near Mosque
No Monte do Templo a criança palestina carrega arma. Cristãos não podem levar nem Bíblias e símbolos judaicos ou a bandeira de Israel são terminantemente proibidos.

Ignorando completamente a realidade – que é de pleno conhecimento da Unesco – o item 9 do documento assinado pelo Governo Dilma Rousseff, acusa o Estado de Israel de “abusos provocativas que violam a santidade e a integridade” dos locais sagrados islâmico. E no item 10, a Unesco “exorta a potência ocupante a acabar com agressões e abusos que inflamam a tensão entre as religiões.”

Foi contra tudo isso que a atual diplomacia brasileira, sob comando do Ministro José Serra, resolveu revogar o apoio e o Itamaraty alterará o voto anteriormente dado.

De acordo com o Itamaraty, a decisão foi parcial: “O fato de que a decisão não faça referência expressa aos vínculos históricos do povo judeu com Jerusalém, particularmente o Muro Ocidental, santuário mais sagrado do judaísmo, é um erro, que torna o texto parcial e desequilibrado. O governo brasileiro reitera seu pleno reconhecimento desses vínculos e sua posição a favor do livre acesso dos fiéis das três religiões, cristianismo, islamismo e judaísmo, aos lugares santos da Cidade Velha de Jerusalém, bem como seu apoio aos acordos vigentes entre Israel e Jordânia para sua administração”.

O Brasil não é o primeiro país a voltar atrás neste voto, a França também o fez.

Por ocasião da votação, apenas 6 países defenderam Israel: Estados Unidos, Alemanha, Reino Unido, Holanda, Lituânia e Estônia.

Agora, o Brasil e a França juntam-se a este seleto e diminuto grupo.

Fonte: NOTÍCIAS DE SIÃO

9 comentários em “Brasil volta a apoiar Israel

  1. Israel, será sempre a grande fonte de inspiração religiosa, pois o Messias viveu e ensinou lá sua eterna mensagem de PAZ, AMOR E PERDÃO, numa época em que essas virtudes eram consideradas fora do contexto viril e predominatemente violento!! Por isso, José Serra, está de PARABÉNS, ao corrigir os erros do governo de Dilma.

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  2. ISRAEL AGE SEMPRE BUSCANDO SUA DEFESA TERRITORIAL, ENQUANTO O MUNDO NÃO PERCEBE QUE O ISLAM QUER CONQUISTAR TODA TERRA PARA SI.. SE UM DIA HIPOTETICAMENTE ISRAEL FOSSE CONQUISTADA, EM POUCOS DIAS DEIXARIA DE SER ESSE PAIS TAO SÉRIO E JUSTO, E SE TORNARIA UMA BAGUNÇA COMO GAZA E OUTROS PAÍSES ISLÂMICOS.O SÃO.

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  3. Não se animem muito com esta noticia. Israel precisa se voltar a Jesus Cristo e só.
    Serra é maçom assim como Shimom Peres. Enquanto Israel estiver rodeada de maçons e sionistas continuará afastada de Deus. O Islã com seu falso deus representa um mal para Israel , mas representa um mal maior para eles próprios islamicos , pois não conhecem o Deus verdadeiro.

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