A Última Trombeta

Jesus está voltando!

Criadores de games utilizam RV e RA para tornar jogos de terror mais aterrorizantes

“Este é o julgamento: a luz veio ao mundo, mas os homens amaram as trevas, e não a luz, porque as suas obras eram más” João 3:19

“Mas o caminho dos ímpios é como densas trevas; nem sequer sabem em que tropeçam” Provérbios 4:19

“Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem mal; que fazem das trevas luz, e da luz trevas; e fazem do amargo doce, e do doce amargo” Isaías 5:20

Não porei coisa má diante dos meus olhos. Odeio a obra daqueles que se desviam; não se me pegará a mim” Salmos 101:3


Os desenvolvedores de games agora estão apostando em uma nova modalidade de jogos que tem ganhado espaço no meio dos jovens: os jogos de terror.

Até aí já estaria ruim se não estivesse acrescentado a isso a novas tecnologias conhecida como realidade virtual e realidade aumentada. Para quem não conhece essas tecnologias, talvez ouviram falar de um joguinho que a Nintendo lançou chamado Pokémon Go e que foi febre no mundo todo.

Esse tipo de realidade literalmente é capaz de misturar o mundo virtual com o mundo real, usando o mapeamento do lugar onde o jogador se encontra essa tecnologia é capaz de “acrescentar” criaturas virtuais pela tela do celular ou tablet no mundo real, utilizando a câmera fotográfica dos mesmos. Não precisa nem lembrar aqui de alguns relatos de tragédias sofridas pelos gamers e aparições de Pokémons (monstrinhos virtuais) nos locais mais sinistros como cemitérios, o museu do holocausto e outros mais, quando o primeiro jogo com a realidade aumentada que a Nintendo criou foi lançado a nível global.

Com o experimento e o aparente “sucesso” do jogo (Pokémon) usando essa nova tecnologia, alguns desenvolvedores de jogos vem investindo na criação de jogos de terror, e a intenção deles é evoluírem esses jogos para o mais próximo da realidade a fim de diminuir a barreira entre o virtual do real.

E qual é o grande problema nisso, olhando por uma ótica cristã?

Esse tipo de modalidade de jogos tende a deixar a nossa e a próxima geração de jovens e adolescentes apaixonados pelo ocultismo e pelas criaturas das trevas. E uma vez que eles normalizarem essas coisas, então a aproximação e a admiração pelas as coisas das trevas será maior.

Como se já não bastasse alguns malefícios que o vídeo game em si traz para os que usam excessivamente e não de forma moderada [leia aqui], agora o mercado dos games querem trazer para a mente desses indivíduos que estão em formação a aproximação com as coisas das trevas.

Leia aqui esse artigo do site: http://iq.intel.com.br

“A realidade virtual e a realidade aumentada trazem novas possibilidades para o desenvolvimento do gênero, tornando os games de terror ainda mais assustadores”

Com toda a expectativa envolvendo a chegada de novas tecnologias de imersão nos games, como a Realidade Virtual (VR) e a Realidade Aumentada (AR), títulos de horror têm recebido uma atenção especial, já que a melhora da experiência imersiva favorece o gênero. Os games que exploram essas inovações ainda estão dando seus primeiros passos, mas já é possível ter uma ideia do que podemos esperar para os próximos anos.

Um exemplo é “Night Terrors”, projeto em desenvolvimento que ganhou bastante visibilidade com a comoção em torno de “Pokémon Go”. Assim como a caçada aos monstrinhos que ganhou o mundo em julho de 2016, “Night Terrors” é um jogo para smartphones que usa a Realidade Aumentada para colocar elementos do game no cenário cotidiano do jogador. Porém, em vez de coletar criaturinhas com habilidades de luta, o objetivo do jogo é capturar fantasmas que se revelam para a câmera do smartphone. Só é possível jogar durante a noite, e com as luzes apagadas. O game também tem um foco especial no áudio, que é binaural e precisa de fones de ouvido para ser totalmente aproveitado. Outro diferencial em relação à Pokémon Go é que “Night Terrors” precisa ser jogado em um ambiente fechado.

A razão para isso é que o jogo usa um sistema de mapeamento do espaço através das imagens captadas pela câmera do smartphone para que as inserções de fantasmas fiquem mais realistas, interagindo por exemplo com paredes e portas. O mapeamento elimina problemas comuns em “Pokémon Go”, como pokémons que aparecem “flutuando” no ambiente captado pela câmera ou em lugares onde não seria possível que eles estivessem.

Além da melhora do realismo do jogo ao inserir personagens e elementos de acordo com o ambiente em que o jogador se encontra, outra possibilidade interessante do mapeamento de ambientes via câmera é a integração com a localização e os mapas colaborativos, que podem criar experiências de jogo únicas associadas à locais específicos. Esse recurso ainda não está disponível em “Night Terrors”, mas poderá ser explorado futuramente em games de terror com uso de AR. O jogo ainda está em desenvolvimento, com uma demo disponibilizada para iOS.

O potencial do VR para amedrontar os gamers também já está sendo explorado por alguns desenvolvedores, em títulos como “Here They Lie“, “Paranormal Activity: The Lost Soul“, “Emily wants to play” e “Until Dawn: Rush Of Blood“. Esses games usam a tecnologia de imersão para eliminar o distanciamento entre jogadores e jogo, tornando a experiência de horror ainda mais intensa. O VR (Realidade Virtual) permitiu aos criadores aprofundarem ainda mais o uso de recursos já tradicionalmente explorados no gênero horror, como o design de sons.

“É o conceito de espaço pessoal. Assistindo alguma coisa na televisão, sempre há a distância entre você e a coisa que você está vendo. No VR, a coisa não só está com você, como está também quebrando essa barreira do espaço pessoal” explica Simon Harris, desenvolvedor do estúdio Supermassive Games em entrevista ao site Glixel. O estúdio britânico é responsável pelo game em VR “Until Dawn: Rush Of Blood”, uma viagem de montanha russa cheia de adrenalina em que o jogador deve afastar monstros que o atacam enquanto o carrinho corre pelos trilhos.

Cena do jogo Until Dawn: Rush Of Blood.

Essa proximidade possibilitada pelo VR tem bons resultados no primeiro momento, já que a invasão do espaço pessoal do jogador realmente é um recurso eficiente para gerar medo. Porém, alguns jogos em realidade virtual têm recebido algumas críticas negativas, como o abuso de jump scares (aqueles que sons que dão sustos de pular), gráficos abaixo do esperado, jogabilidade monótona e movimentação que provoca náuseas nos jogadores. Esse tipo de limitação não é surpreendente em uma primeira geração de games do tipo, e o amadurecimento dos recursos de VR por parte dos desenvolvedores pode vir a saná-la nos próximos títulos.

Por outro lado, é possível perceber tendências interessantes no VR que podem ser exploradas melhor futuramente. Uma delas é um terror mais focado na construção da ambientação que nos sustos em si, como em “Here They Lie”, que impressiona com seu cenário onírico e perturbador, ou em “Emily wants to play”, que apesar dos sustos e das clássicas criaturas macabras de terror como palhaços assassinos, possui uma boa jogabilidade que constrói a atmosfera de medo através da exploração de um cenário cotidiano e banal: uma casa.

O som também tem recebido atenção especial em games VR, e tem muito a ganhar com a popularização do recurso. Os gadgets de realidade virtual permitem a exploração da profundidade dos sons como elemento de jogabilidade, o que contribui tanto com a tensão em jogo quanto com a qualidade dos games em si.

Sabendo disso é valido lembrar de que devemos estar em constante vigilância sobre o que nossos filhos estão jogando e colocando os olhos. E oremos por nossas gerações e pelas futuras porque o mal está investindo pesado.

A Última Trombeta

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

Informação

Publicado às 25 de março de 2017 por em Notícias relevantes e marcado , , .

Postagens no Instagram

“Para fazer frente a esta geração ávida pelo #pecado só uma igreja ávida por #oração” Leonard Ravenhil Pela graça! Não sou tudo noque devo ser, mas pela graça chegarei lá “E os teus ouvidos ouvirão a #palavra que está por detrás de ti, dizendo: Este é o #caminho; #andai nele, sem vos desviardes nem para a direita nem para a esquerda.”
‭‭Isaías‬ ‭30:21‬ ‭

#Jesus #Bíblia #DefesaDoEvangelho #Evangelho #Deus #Jesus #Fé #Bíblia
"Sabei, pois, que o Senhor separou para si aquele que é piedoso; o Senhor ouvirá quando eu clamar a ele." (Salmos 4:3) Esse é o Deus gentil e amoroso a quem servimos

Visitantes

Map

Digite seu endereço de email para acompanhar esse blog e receber notificações de novos posts por email.

Junte-se a 95.117 outros seguidores

Follow A Última Trombeta on WordPress.com

Estatísticas do blog

  • 2,489,365 cliques

Siga-me no Twitter

%d blogueiros gostam disto: