A Última Trombeta

Jesus está voltando!

OFERTAS PACÍFICAS

O Sacrifício Pacífico era uma oferta de comunhão. A palavra hebraica traduzida por “oferta pacífica” vem de raiz de uma palavra que significa “completar, suprir o que está faltando, pagar uma recompensa”. Denota um estado em que os mal-entendidos foram esclarecidos e os erros, corrigidos, e em que prevalecem os bons sentimentos. As ofertas pacíficas eram suadas em qualquer ocasião que apelasse à gratidão e regozijo, e também para fazer um voto. Eram ofertas de cheiro suave, como holocausto de manjares. Eram uma expressão, da parte do ofertante, de sua paz com Deus e gratidão a Ele por Suas muitas bênçãos.

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Ao escolher uma oferta pacífica, o ofertante não era limitado na escolha. Podia usar um bezerro, uma ovelha, um cordeiro ou uma cabra, macho ou fêmea. Comumente, o sacrifício tinha de ser “sem mancha”. Lev. 22:21; 3:1-17. Quando, porém, a oferta pacífica era apresentada como oferta voluntária, não precisava ser perfeita. Podia ser usada mesmo que fosse “boi, ou gado miúdo, comprido ou curto de membros”. Lev. 22:23. Como no caso do holocausto, o ofertante devia pôr as mãos sobre a cabeça do sacrifício e degola-lo à porta do tabernáculo. O sangue era então espargido sobre o altar, em roda, pelo sacerdote. Lev. 3:2. Depois, a gordura era queimada: “Manjar é da oferta queimada ao Senhor”. Vers. 11. “Toda a gordura será do Senhor. Estatuto perpétuo será nas vossas gerações, em todas as vossas habitações: nenhuma gordura nem sangue algum comereis”. Vers. 16 e 17.

As ofertas pacíficas eram de três espécies: ofertas de gratidão, ofertas por um voto e ofertas voluntárias. Dessas, a oferta de gratidão ou de louvor era a que mais se destacava. Oferecia-se em ocasiões de regozijo, de gratidão por algum livramento especial, ou bênção recebida. Era oferecida de um coração cheio de louvor a Deus e transbordante de alegria.

As ofertas por pecados e ofensas suplicavam favores a Deus. Rogavam o perdão. As ofertas queimadas eram oferecidas como dedicação e consagração da parte do ofertante. Nas ofertas de manjares, a pessoa reconhecia sua dependência de Deus, em todas as necessidades temporais, e sua aceitação da responsabilidade da mordomia. As ofertas pacíficas eram de louvor por graças recebidas, ofertas de gratidão pelas bênçãos desfrutadas, ofertas voluntárias, de um coração transbordante. Não suplicavam nenhum favor; tributavam louvor a Deus pelo que Ele havia feito, e exaltavam o Seu nome por Sua bondade e misericórdia para com os filhos dos homens.

As ofertas do Antigo Testamento incluíam orações. Combinavam a fé e as obras, a oração e a fé. Em sua totalidade, expressavam a completa relação do homem para com Deus e sua necessidade dEle. As ofertas pacíficas eram ofertas de comunhão. Os holocaustos eram totalmente queimados sobre o altar; as ofertas pelo pecado, ou eram queimadas fora do arraial ou comidas pelo sacerdote, mas as ofertas pacíficas não eram simplesmente divididas entre Deus e o sacerdote; uma parte, a maior, era dada ao ofertante e sua família. A parte de Deus era queimada sobre o altar. Lev. 3:14-17. O sacerdote recebia o peito movido e a espádua alçada. Lev.7:33 e 34. O resto pertencia ao ofertante, que podia convidar a qualquer pessoa purificada para com ele participar disso. Podia ser comido no mesmo dia, ou, em alguns casos, no dia seguinte, mas não mais tarde. Lev. 7:16-21.

PAO-SEM-FERMENTO

Os bolos asmos amassados com azeite, e fritos, eram parte das ofertas. A isso se acrescentava pão levedado. Uma parte era apresentada ao Senhor, como oferta alçada, e depois dada ao sacerdote, como sua porção. Lev. 7:11-13.

Toda a cerimônia constituía uma espécie de serviço de comunhão, em que o sacerdote e o povo participavam, com o Senhor, da Sua mesa; uma ocasião de regozijo, em que todos se uniam em gratidão e louvor a Deus, por Sua misericórdia.

É significativo o uso de fermento na oferta pacífica. Em geral, o fermento não era permitido em qualquer sacrifício. Numa ocasião em que ele era usado – na oferta de manjares das primícias (Lev. 2:12) – não era permitido que subisse ao altar. Nessa ocasião, era apresentado ao Senhor como oferta alçada e depois dado ao sacerdote que havia espargido o sangue. Lev. 7:13 e 14.

No caso da oferta de manjares das primícias o fermento representava o homem levando a Deus sua oferta pela primeira colheita. Devia ofertar conforme o que possuía. Mas devia faze-lo somente uma vez. Na oferta pacífica, o pão levedado e o não levedado são ordenados. Não pode ser que, como isso é um manjar comum, de que Deus, o sacerdote e o ofertante participam, o pão não levedado represente Aquele que é sem pecado e é nossa paz, e que o fermento represente a imperfeição do homem, que e, não obstante, aceito por Deus? Efés. 2:13. A isso é feita referência em Amós 4:5.

oferta pacifica

“A carne do sacrifício de louvores da sua oferta pacífica se comerá no dia do seu oferecimento”. Lev. 7:15. Conquanto isto fosse, em parte, uma medida higiênica, não era esta a única razão; pois nos casos em que a oferta pacífica era um voto ou um a oferta voluntária, também podia ser comida no dia seguinte. Vers. 16. Era manifestamente impossível a um homem consumir sua oferta, caso esta fosse um novilho ou um bode, ou um cordeiro, em um dia só. Era-lhe portanto permitido, e mesmo ordenado pedir a outros que compartilhassem da refeição. “Nas tuas portas não poderás comer… nenhum dos teus votos, que houveres votado, nem as tuas ofertas voluntárias, nem a oferta alçada da tua mão; mas o comerás perante o Senhor teu Deus, no lugar que escolher o Senhor teu Deus, tu, e teu filho, e a tua filha, e o teu servo, e a tua serva, e o levita que está dentro das tuas portas: perante o Senhor teu Deus te alegrarás em tudo em que puseres a tua mão. Guarda-te, que não desampares ao levita todos os teus dias na terra”. Deut. 12:17-19.

Este era um traço que distinguia a oferta pacífica. Devia ser comida no mesmo dia, e ser compartilhada; devia ser comida “perante o Senhor”, e “te alegrarás”. Era uma refeição de regozijo, em comum, e a esse respeito diferia de todas as outras ofertas.

Por vezes as ofertas pacíficas eram ofertas votivas. Por uma ou por outra razão, talvez por alguma bênção especial desejada, o ofertante fazia um voto ao Senhor. Ele podia consagrar-se a si mesmo a Deus, ou a esposa ou os filhos, ou gado, casa, terras. Lev. 27. Foi assim que Samuel foi consagrado ao Senhor. I Sam.1:11.

No caso de pessoas, um voto podia ser resgatado mediante determinada avaliação, ajustada pelos sacerdotes no caso de pessoas muito pobres. Lev. 27:1-8. Se o voto dizia respeito a algum dos animais apropriados para sacrifício, não podia ser resgatado. Caso um homem tentasse trocá-lo por outro, ambos os animais deviam ser ofertados. Vers. 9 e 10. Em caso de ser um animal imundo, o sacerdote devia fazer a avaliação do mesmo. Podia ser resgatado, acrescentando-se um quinto ao valor calculado. Vers. 11-13.

Três coisas se mencionam como não estando sujeitas à lei do voto: todos os primogênitos (vers. 26 e 27); qualquer coisa consagrada a Deus (vers. 28 e 29); o dízimo (vers. 30-34). Estas, como já pertencentes a Deus, não podiam ser votadas.

Há pessoas que não olham com agrado os votos. Todavia Deus providenciou quanto a eles. Conquanto seja melhor não votar, do que faze-lo e não pagar. (Ecles. 5:5), os votos são às vezes justos e aceitáveis diante de Deus. “Abstendo-te de votos, não haverá pecado em ti”. (Deut. 23:22); mas se uma pessoa faz um voto, “não tardará em pagá-lo”. Vers. 21. O fazer um voto é coisa optativa. O homem pode ou não fazer um voto, mas se o faz, “não violará a sua palavra: segundo tudo o que saiu da sua boca, fará”. Num. 30:2.

Deus quer que seu povo seja honesto e digno de confiança. Quer que cumpra suas promessas. Homem algum está cumprindo seus deveres cristãos se não se puder confiar nele nas transações comerciais. Homem algum pode violar sua palavra e reter o favor de Deus. Ninguém pode “se esquecer” de pagar suas contas – ou mesmo ser negligente a esse respeito, e ser reputado honesto aos olhos do céu. O cristão mais que todos, deve ser um homem de palavra. Não precisa apenas ser reto; deve ser pontual.

Na época em que vivemos, muitos consideram sua palavra como de pouca monta, e pouco respeito têm por seus compromissos. Conquanto se possa esperar isto do mundo, não pode haver desculpa quanto a qualquer que usa o nome de Cristo em repudiar sua promessa.

Todavia, quantos compromissos por pagar existem, quantos votos violados! O violar a fé é comum, a desconsideração da responsabilidade, quase geral. O próprio Cristo cogitava se encontraria fé na terra quando voltasse. Lucas 18:8. Em meio de toda essa confusão, deve haver um povo em quem Deus possa confiar, em cuja boca não se encontre engano, fiel à sua palavra. A pergunta feita em Salmo 15, é também aí respondida. Pergunta: “Senhor, quem habitará no Teu tabernáculo? Quem morará no Teu santo monte?”. A resposta: “Aquele que anda em sinceridade, e pratica a justiça, e fala verazmente, segundo o seu coração. Aquele que não difama com a sua língua, nem faz mal a seu próximo, nem aceita nenhuma afronta contra seu próximo; aquele a cujos olhos o réprobo é desprezado; mas honra os que temem ao Senhor; aquele que, mesmo que jure com dano seu, não muda. Aquele que não empresta o seu dinheiro com usura, nem recebe peitas contra o inocente; quem faz isto nunca será abalado”.

Uma das condições aqui mencionadas para habitar no tabernáculo de Deus, é jurar “com dano seu” e não mudar. Um homem pode combinar vender ou comprar alguma propriedade, e, depois de feito o acordo, receber uma oferta mais vantajosa. Ficará firme no negócio mesmo com prejuízo seu? Fa-lo-á, se é cristão.

Respeito pela própria palavra, eis uma clamorosa necessidade! Dela necessitam as nações, para que seus acordos não fiquem sem significação. Os negociantes dela precisam, para que não venham em resultado confusão e ruína. Os indivíduos têm dela necessidade para que não pereça na terra a fé. Acima de tudo, os cristãos precisam dela, para que não percam os homens sua visão e esperança, e o desespero se apodere da humanidade.

Esta é a hora e oportunidade supremas da igreja. O mundo é credor de uma demonstração de que há um povo que permanece fiel em meio de uma infiel geração; que respeita própria palavra, bem como respeita a palavra de Deus; que é fiel à fé uma vez entregue aos santos. Está atrasada a manifestação dos filhos de Deus. Rom. 8:19.

Porque a ardente expectação da criatura espera a manifestação dos filhos de Deus.
Romanos 8:19

Esta revelação dos filhos de Deus, não é somente “a ardente expectação da criatura”, mas “toda a criação geme e está juntamente com dores de parto” por ela. Vers. 22. E esta manifestação revelará um povo que tem o selo da aprovação de Deus. Guarda os mandamentos. Tem a fé de Jesus. Sua palavra é sim, sim, e não, não. São irrepreensíveis diante do trono de Deus. Apoc. 14:12 e 5; Tiago 5:12.

0_comunhao_1Como antes foi declarado, a oferta pacífica era uma oferta de comunhão em que tomavam parte Deus, o sacerdote e a pessoa. Era uma refeição em comum, tomada no recinto do templo, em que predominavam a alegria e o contentamento, e os sacerdotes e o povo entretinham conversa. Não era uma ocasião em que se efetuava a paz, antes uma festa de regozijo pela posse da mesma. Era geralmente precedida de uma oferta pelo pecado ou uma oferta queimada. Fizera-se expiação, espargira-se o sangue, o perdão havia sido concedido e assegurada a justificação. Para isto celebrar, o ofertante convidava seus parentes chegados e seus servos, bem como os levitas, para comerem com ele. “Nas tuas portas não poderás comer”, era o mandamento, mas só “no lugar que escolher o Senhor teu Deus”. Deut. 12:17 e18.E assim se reunia toda a família dentro das portas do templo para celebrar de maneira festiva a paz que se estabelecera entre Deus e o homem, e entre o homem e homem.

“Sendo pois justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo”. Rom. 5:1. “Ele é a nossa paz”. Efés. 2:14. O Israel de outrora era convidado a celebrar sua paz com Deus, o perdão de seus pecados, e o ser-lhes restituído o favor divino. Esta celebração incluía filho e filha, servo e serva, bem como o levita. Todos se sentavam à mesa do Senhor e se regozijavam juntos “na esperança da glória de Deus”. Da mesma maneira nos devemos gloriar em “Deus por nosso Senhor Jesus Cristo, pelo qual agora alcançamos a reconciliação”. Rom. 5:2 e 11.

Poucos a apreciam ou se regozijam na paz de Deus como deviam. Embora a razão seja, em muitos casos, falta de apreciação do que Deus tem feito por elas, já muitas vezes almas queridas que deixam de compreender que lhes assiste o direito e o privilégio de se sentirem contentes em sua religião. Vivem à sombra da cruz, em lugar de viver aos seus gloriosos raios.

Acham que há qualquer coisa errada na felicidade, que é impróprio sorrir, e que mesmo o inocente riso é coisa sacrílega. Carregam aos ombros o fardo do mundo, e sentem que passar qualquer tempo numa recreação é, não somente um desperdício de tempo, mas positivamente irreligioso. São bons cristãos, não são felizes, porém. Caso vivessem nos dias de Cristo e O seguissem, poriam em dúvida a conveniência de ir às bodas de Cana da Galiléia. Ficariam mesmo perplexos por ver Cristo comer e beber com pecadores. Juntamente com os discípulos de João, estariam jejuando e orando. Lucas 5:29-35.

Isto é escrito com inteira consideração dos tempos em que vivemos. Se jamais houve um período em que a seriedade e a sobriedade devessem caracterizar nossa obra, este é aquele em que vivemos. Em face da crise a aproximar-se, que espécie de homens nos convém ser, em toda a santa conversação e piedade! Toda frivolidade e leviandade deve ser posta de lado, tomando a solenidade posse de todo elemento terreno. Grandes e momentosos acontecimentos aproximam-se a passos rápidos. Não é tempo de frivolidades e insignificâncias. O Rei está às portas!

Estas condições, no entanto, não nos deviam fazer perder de vista o fato de sermos filhos do Rei, de estarem perdoados os nossos pecados, e de que temos direito a estar contentes e nos regozijar. A obra deve ser finalizada, e cumpre-nos ter nela uma parte; mas afinal de contas é Deus que deve concluí-la. Muitos falam e agem como se fossem eles que devessem terminar a obra, como se tudo deles dependesse. Parecem pensar que têm a responsabilidade da obra sobre si, e que, conquanto Deus possa ajudar, a eles pertence na verdade o fazer o trabalho. Mesmo em suas orações, lembram muitas vezes a Deus do que Ele deve fazer, temerosos de que esqueça algumas coisas que têm no coração. São boas almas, ansiosas de fazer o que é justo em todo tempo, mas não aprenderam a lançar o seu cuidado sobre o Senhor. Estão fazendo tudo ao seu alcance para levar o fardo e, conquanto gemendo sob o mesmo, estão decididos a não desistir. Lutam para a frente, e estão conseguindo fazer muito. São valiosos obreiros, e o Senhor os ama ternamente.

Estão faltando, porém, em alguns importantes elementos, e não fruem muito regozijo de seu cristianismo. São Martas que labutam e mourejam, mas deixam fora aquela coisa que é necessária. Olham com desaprovação às Marias que não estão fazendo como fazem elas, e levam sua queixa ao Senhor. Não podem compreender como Cristo pode tomar a parte de Maria, quando, a seu ver, ela devia ser censurada. Trabalham, mas não se sentem muito contentes com isso. Pensam que outros não estão fazendo o que lhes cumpre. Lucas 10:38-42.

É a mesma lição salientada na história do filho pródigo. O filho mais velho nunca tinha feito qualquer coisa muito reprovável.

Sempre trabalhara arduamente , e nunca desperdiçara tempo em festas e bebedices. E agora que o filho mais novo estava de volta à casa, depois de malgastar sua porção em vida dissoluta, “ele se indignou, e não queria entrar” para a festa feita em honra do irmão que voltara. Não adiantou o pai sair e instar com ele. Antes o censurou, acusando-o de que vindo “este teu filho, que desperdiçou a tua fazenda com as meretrizes, mataste-lhe o bezerro cevado”. Lucas 15:30. Bondosamente lhe torna o pai: “Era justo alegrarmo-nos e folgarmos, porque este teu irmão estava morto, e reviveu; e tinha-se perdido, e achou-se”. Vers. 32. Não nos é contado o resto da história. Entrou o filho? Prevaleceu o amor do pai? Não sabemos. A história não diz. O último quadro que nos é apresentado, é do filho mais velho do lado de fora, indignado. É de esperar que se arrependesse e entrasse, mas não sabemos.

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Os cristãos devem ser um povo feliz, mesmo em meio dos mais solenes acontecimentos. E por que não haviam de sê-lo? Seus pecados estão perdoados. Têm paz com Deus. Estão justificados, santificados, salvos. Deus lhes tem posto nos lábios um novo canto. São filhos do Altíssimo. Estão andando com Deus. São felizes no Seu amor.

Poucos cristãos têm no coração a paz de Deus como deviam. Parecem esquecer sua herança. Disse Cristo: “Deixo-vos a paz, a Minha paz vos dou: não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize”. João 14:27.

Todavia o coração de muitos se perturba. Têm temor. Andam ansiosos. Algum querido está fora do rebanho, e eles estão buscando “pô-lo para dentro”.

Dia e noite labutam e oram. Não deixam nenhuma pedra por revolver em seu esforço de pôr cerco a sua salvação. Se alguém pode ser salvo pelo trabalho de outro, estão decididos a assim fazer. E não deixam a Deus fora do plano. Oram. Rogam. Oram como se Deus necessitasse ser despertado. E afinal o querido volta para Deus. Como se sentem felizes! Agora, podem descansar. Sua obra está feita, a tarefa realizada!

Acaso ocorre alguma vez a essas almas que Deus está tão interessado na conversão daquele ente amado como o estão eles próprios, ou antes, mais do que eles podem estar? Acode-lhes porventura que, muito tempo antes de começarem a orar esforçar-se, Deus já planejou e operou pela salvação daquele ser querido; que está fazendo e tem feito tudo quanto é possível fazer? Que, em lugar de tomarem a obra do Senhor e Lhe suplicarem que os ajude, seria melhor se reconhecessem essa obra como pertencendo a Deus, e com Ele cooperassem? Desde o momento em que esta compreensão invade uma alma, dela se apodera a paz. Isto não faz uma pessoa orar ou trabalhar menos, mas leva-a a aliviar a sua responsabilidade. Começará a orar com fé. Se cremos que Deus está realmente operando, se acreditamos que tem interesse na salvação dos homens, oraremos mais que nunca, mas a responsabilidade deixaremos com Ele.

Alma e coração encher-se-ão de paz. Não mais haverá lugar para a ansiedade e a aflição. Paz, doce paz, sossego, descanso, felicidade e alegria serão nossa diária porção. A vida e sua perspectiva se mudam inteiramente. Aprendemos a sentar-nos aos pés de Jesus. Enquanto Marta continua a trabalhar – e a queixar-se baixinho – Maria está escutando as palavras de vida. Encontrou a “uma só” coisa necessária. Compreende a palavra de Cristo: “A obra de Deus é esta: Que creiais”. João 6:29. E ela crê e descansa.

Não há mais alta bem-aventurança possível do que possuir no coração a paz de Deus. É o legado que nos deixou Cristo. “Deixo-vos a paz”, diz Ele. Maravilhosas palavras! “A Minha paz vos dou”. João 14:27.

Tradução e impressão pertencentes à: CASA PUBLICADORA BRASILEIRA Santo André, E. F. S. J., São Paulo

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