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Jesus está voltando!

Série Profetas Menores – Estudo sobre o livro de Sofonias

SOFONIAS: Deus não tardará o seu juízo

“Pois então darei lábios puros aos povos, para que todos invoquem o nome do Senhor.”

Julgamento e esperança é uma temática constante nos profetas. Julgamento sobre as nações, mas também a começar “pela casa de Deus”, ou seja, pelo seu povo. Deus não protege. Israel só pelo fato de ser seu povo, mas manter-se fiel. Se o povo é infiel, sofre os mesmos castigos que vêm sobre as nações.

Deus não tardará  para trazer o juízo sobre o pecado dos homens.

 

O PROFETA E SEU TEMPO

Sofonias era tetraneto de Ezequias (1.1) e profetizou durante o reinado de Josias sobre Judá (640-609 a.C.) Provavelmente começou por volta de 625 a.C. porque ele critica severamente a idolatria que Josias vai abolir, quando o Livro da Lei é encontrado no templo de Jerusalém, provocando uma reforma religiosa de grande reflexo na vida nacional, mas que não foi suficiente para cancelar o que Deus dissera acerca do exílio do povo. Sofonias é contemporâneo de Jeremias (Jr 1.2) e está na mesma linha profética de Joel ao condenar severamente Judá, proclamando que o julgamento de Deus viria sobre o povo.

 

TEOLOGIA

Sofonias crê que Deus é soberano sobre todas as nações e que seu poder e justiça punirá os pecadores e vindicará a justiça daqueles que crêem e que confiam nele. Ele pode julgar as noções porque tem direito sobre elas como Criador de todas as coisas. Deus abençoa todo aquele que confessa, se arrepende e confia nele. O constante apelo a justiça e a misericórdia de Deus vem de sua própria natureza. Ele é gracioso para com que se arrepende, mas é justo juiz naquele que continua na rebeldia. O povo de Deus precisa aprender a levar a sério o que Deus diz sobre o pecado.

 

CONTEÚDO

  • Deus avisa sobre um julgamento mundial (1.1-3.8). Esta parte está dividida em duas. A primeira é  a manifestação da ira que vem sobre Judá (1.1-2.3) e a segunda é sobre a ira que vem sobre as nações (2.4-3.8).

A ira sobre Juá vem por causa principalmente da idolatria que imperava antes da reforma de Josias. O povo começava por abandonar a Deus, esquecendo dos seus feitos e de sua mão poderosa na condução do seu povo. Esse esquecimento levou a substituição de Deus por outros “deuses”, ou melhor, por “nada”, porque os deuses pagãos eram chamados de ídolos e esta palavra  tem o significado de “nada”. A idolatria é substituir Deus por nada. Que escolha estranha é ser idólatra!

Muitos povos são mencionados em 2.4 a 3.8. O interessante é a mensagem de que os inimigos seriam sujeitados ao povo escolhido. Quando Deus diz, em 3.1-8, que o castigo vem tanto sobre as nações como sobre Israel, é para mostrar que ele é imparcial. Ser escolhido de Deus não é estar imune ao pecado e ao castigo consequentemente deste. O crente também peca e, se permanecer no pecado não confessado, sofre as consequências. Deus é justo para como todos e não “protege” ninguém só porque é filho dele. Israel se mantinha na rebeldia e por isso o castigo viria com certeza.

  • Deus promete formar um novo povo (3.9-20). O alvo de Deus é: “Naquele tempo, vos trarei, naquele tempo vos recolherei, porque farei vós um nome e um louvor entre todos os povos da terra, quando eu tornar o vosso cativeiro diante dos vossos olhos, diz  Senhor.” (3.20).

Nem todos iriam manter sua lealdade a Deus, mas ele está disposto a formar um novo povo ( não no sentido nacional), um remanescente fiel e justo, a partir do qual possa dar continuidade aos seus propósitos de redenção e humanidade. A promessa feita a Abraão de que nele todas as famílias seriam abençoadas, ainda estava firme e Deus não se esqueceu. Por isso é que repetidas vezes se fala de restauração. O povo de Deus tem mais que uma vocação nacionalista, de reestruturação política. A sua vocação é para o mundo inteiro. É preciso ajuntar para depois sair na missão. O ensino sobre remanescente que trará o Messias é muito firme no Antigo Testamento. Foi dele que veio o Messias, Jesus Cristo.

O Castigo do desterro, do exílio, não era para destruir, mas para educar e curar o povo da doença da idolatria. Só depois dessa purificação é que estaria pronto para voltar. A benção e a alegria viriam pelo sofrimento.

 

ESTRUTURA

DEUS AVISA SOBRE UM JULGAMENTO MUDIAL (1.1-3.8)

DEUS PROMETE FORMAR UM NOVO POVO (3.9-20)

 

RELEVÂNCIA PARA HOJE

          Deus é ofendido quando cometemos nossos pecados, sejam morais ou espirituais. Não apenas naquele tempo ele se ofendia, mas também agora. Não devemos tratar o pecado como se fosse qualquer coisa, mas como algo sério que nos separa de Deus.

Deus não visita só a maldade dos não-crentes, mas também dos crentes. Pedro disse que o juízo deve começar pela casa de Deus. Se os crentes não conseguem escapar do juízo de Deus, como os homens que não têm Cristo poderão escapar? Deus pune também os crentes pelos pecados que cometem.

Somos livres para escolhermos o pecado, mas somos livres para escolhermos as consequências. O castigo é inevitável.

A pressão da maioria é muito grande e parece indicar que os mantém a fidelidade não têm vantagem nenhuma. O ímpio prospera, mas é ilusória a sua prosperidade. A fé tem recompensa segura.

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Um comentário em “Série Profetas Menores – Estudo sobre o livro de Sofonias

  1. Fernando
    11 de fevereiro de 2018

    Les agradecería si fuera traducido al español. Bendiciones

    Curtir

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Publicado às 11 de fevereiro de 2018 por em Estudos e mensagens e marcado , .

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ESTRATÉGIA DO DIABO: Dividir a nação para poder reinar SOLUÇÃO 1: II CRONICAS 7:14-15 então, se o meu povo se humilhar e orar, e me procurar, e se arrepender e mudar sua maneira errada de viver, eu ouvirei do céu as suas orações, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra. Estarei com os olhos e ouvidos abertos para atender a todas as orações que forem feitas neste lugar. SITUAÇÃO: NÃO DEIS LUGAR AO DIABO! A nação brasileira esta dividida, e muitos estão caindo na estratégia do diabo e lutam contra seus irmãos, ataques verbais que poderá levar a ataques de fato instalando o caos num pais sofrido pela violência, criminalidade, corrupção, falta de saúde, educação, acentuando ainda mais a divisão. Nenhum pais divido subsiste... SOLUÇÃO 2: A Igreja do Senhor Jesus Cristo tem a obrigação de defender os valores pétreos: DEUS, FAMÍLIA E PÁTRIA É hora de toda a igreja brasileira fazer cair as divisões, barreiras, diferenças e se unir para salvar a nação. CLAMOR, INTERCESSÃO até o dia 28 de Outubro de 2018 Igreja unida por um propósito: SALVAR A NAÇÃO, Impedir a operação do erro, proteger a família, proteger a Igreja, proteger a pátria. É HORA DE MUDANÇAS! ESPALHEM ESSA MENSAGEM, vamos mudar o Brasil através da Oração da Igreja! COPIE E COLE NAS SUAS REDES SOCIAIS #PalavradeDeus, #volteaoevangelho, #evangelho, #igrejaverdadeira, #igrejacrista, #autoridadedocrente, #temordoSenhor, #verdadeirospastores, #servosdeDeus, #lidereseclesiasticos, #lideranca, #lider, #falsosmestres, #falsosapostolos, #falsosprofetas, #obediencia, #rebeldes, #rebeliao, #desobediencia, #opiniao, #pesquise, #pergunte, #pense, #reflita, #inteligenciaespiritual, #cuidado, #Faith, #god, #christian @Regran_ed from @andandonagraca -
- Muitos pastores que ajudaram a eleger Donald Trump nos Estados Unidos, em 2016, estão vendo com entusiasmo a possibilidade de Jair Bolsonaro (PSL) ser eleito presidente do Brasil. Um dos pontos que atraem os líderes que fazem parte do Conselho Executivo Evangélico da Casa Branca está na política de Bolsonaro em relação à Israel. “Entendo que se Jair Bolsonaro ganhar a eleição, como presidente ele vai tomar essa decisão de transferir a embaixada de Tel Aviv para Jerusalém”, disse o pastor americano Mario Bramnick, de Miami, em entrevista por telefone ao jornal Valor Econômico. O senador Magno Malta, um dos aliados da campanha de Bolsonaro, revelou em entrevista ao Guiame que o candidato do PSL pretende reconhecer Jerusalém como capital de Israel e transferir a Embaixada do Brasil de Tel Aviv para a cidade, assim que for eleito. O movimento que reconhece a soberania de Jerusalém foi iniciado por Trump no fim de 2017, quando os EUA passavam a reconhecer a cidade como capital israelense. Em maio, a transferência da Embaixada americana foi concluída. A medida foi criticada na ONU por 128 países, incluindo o Brasil, porque os palestinos reivindicam parte de Jerusalém como capital de seu futuro Estado. Por outro lado, Trump recebeu um forte apoio das igrejas evangélicas americanas. Para o pastor, além do caráter religioso, essa iniciativa teria um efeito diplomático. “Obviamente, o presidente Trump está olhando que países estão seguindo o exemplo dos EUA na transferência da Embaixada. Isso vai ser um ponto que ajudará nas relações entre EUA e Brasil e, claro, entre Brasil e Israel.” Continue lendo: guiame.com.br #portalguiame - #regrann @Regran_ed from @guiame_oficial
Nem precisa legenda... mas já nos emsinava no princípio, o SENHOR — "Não ande como #mexeriqueiro no meio do seu povo, nem #atente #contra a vida do seu próximo. Eu sou o Senhor." Levítico 19:16 #Fofoca é igual #AtentadoContraVida
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