Homem clama pelo nome de Jesus e salva mulher de incêndio

Um homem salvou a vida de uma mulher que estava presa em um carro em chamas. “Em nome de Jesus“, disse ele no momento em que se lançava para resgatar a mulher.

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Scot Love, chamado pela imprensa local como “bom samaritano”, não pensou duas vezes quando viu Mishelle, 22 anos, que não podia sair de seu carro que estava em chamas em uma estrada em San Antonio, Texas.

Scot ouviu um barulho, e ao sair para ver o que era, encontrou um carro tragado pelo fogo. Ele ficou surpreso quando viu uma mulher que tenta sair do interior do carro, então ele imediatamente correu para ajudar.

“A frente do veículo estava totalmente envolvida pelas chamas e o combustível foi pulverizado em todo o carro. Então eu não podia abrir a porta do motorista“, disse Love.

“Toda vez que eu tentei abrir a porta foi impossível, se podia ouvir a menina gritando de dentro”.

Em meio a todas as chamas, ela conseguiu abrir a porta do carro, mais mesmo assim não conseguia sair. Então Scot rapidamente tomou a decisão de entrar no veículo e resgata-la.

“Ela estava gritando, ‘Você não pode me deixar, eu estou queimando, estou queimando!”. Naquele tempo as minhas palavras exatas, apenas saíram de minha boca, e não no pensamento: ‘Em nome de Jesus’, eu disse uma segunda vez: ‘Em nome de Jesus’, no momento em que eu disse pela segunda vez, ela gritou: “Minhas pernas estão livres”, então aproximei e agarrei-a pelos braços e ela deslizou para fora do carro, como a manteiga “, disse ele.

Scot disse que falou com o pai da menina, e disse que ela está se recuperando do acidente. O “herói” agora está de volta ao trabalho, em uma organização sem fins lucrativos, “Glasses for Missions” na Carolina do Norte e pretende conhecer a família da menina próxima vez que estiver em San Antonio para vender fogos de artifício para o feriado de  04 de julho, conforme publicou

Fonte: Ksat News.

Uma Estranha Santidade

UMA ESTRANHA SANTIDADE
[Por Markus DaSilva, Th.D. (Semeadores da Palavra)]

Vivemos em cavernas. Sim, essa é a acusação que frequentemente recebemos dos inimigos da santidade. Segundo eles, os perdidos não podem ouvir de nós o evangelho porque vivemos separados do mundo. Falam que os descrentes fogem da nossa presença porque somos diferentes. Acreditam que um ministério, para ser eficaz, precisa consistir de pessoas que vivem entre os mundanos, fazendo aquilo que eles fazem. Acreditam que os ímpios precisam se identificar com os cristãos, se sentir à vontade na casa de Deus.

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É exatamente baseado nesta filosofia que cada vez mais se torna impossível distinguir os filhos da luz dos filhos das trevas (Mt 13:24-30). Possuem um linguajar semelhante, um vestuário semelhante; participam dos mesmos entretenimentos, dos mesmos prazeres; seguem em uma mesma direção, sonham os mesmos sonhos (Ef 4:17-18). É pensando assim, que em muitas igrejas, alguém que não está acostumado pode ficar na dúvida se entrou em uma casa de oração ou em um salão de festas.

Mas a quem estes cristãos estão enganando? Certamente que não a Deus! Enganam a si mesmos, mas não é um engano sem malícia, pois, conhecem a Palavra (Jo 9:41). Conhecem, mas não obedecem. Para justificar o amor que têm por este mundo, criaram uma estranha versão de santidade. Falam de santidade, escrevem nas camisetas, choram, levantam as mãos e cantam louvores falando dela, mas não a vivem (Mt 7:21). Defendem uma santidade sem separação: um paradoxo.

Qualquer estudante da bíblia sabe que ser santo significa ser separado, colocado à parte, consagrado (2Co 6:17). Quando se aproximava o dia que Jesus ia nos deixar fisicamente, ele orou ao Pai por mim e por você. Preocupou-se com a nossa situação neste mundo contaminado pelo mal. Gostaria que estivéssemos com ele no céu, mas reconheceu que, assim como ele, o nosso tempo neste mundo deve ser cumprido: “Não peço que os tires do mundo, mas que os livres do mal” (Jo 17:15). Aí está a cruz do verdadeiro seguidor de Cristo: viver no mundo, sem fazer parte dele (Jo 17:16). Como isso é possível? Como podemos nos manter distantes daquilo que tanto nos atrai? Através da verdade: “Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade” (Jo 17:17). Somos santificados, ou separados do mundo, pela verdade que encontramos na Palavra de Deus; verdade não apenas lida, mas obedecida (Tg 1:22). Quem não está disposto a obedecer à palavra de Cristo não o ama e não conhece a genuína santidade.

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Antes que alguém o diga, deixe-me esclarecer um ponto: sim, Jesus visitou e comeu com os pecadores, mas nunca ensinou os seus discípulos a serem como eles. Os pecadores não eram atraídos a Cristo porque se identificavam com ele, como se Jesus fosse igual a eles, mas sim porque viam nele o caminho da restauração. Procuravam alívio; desejavam descanso. A diferença, e não a semelhança, os fascinava (Mt 7:28-29; Jo 7:46). Espero te ver no céu. —Markus DaSilva.

Florida, USA. January, 2017
© Copyright 2012-2017 US Library of Congress by Markus DaSilva – All rights reserved worldwide.

O que aprendemos de lições com a Igreja Perseguida?

29-india-memorialDoze lições que aprendemos com a Igreja Perseguida
“Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

Lição 1: A perseguição acelera o crescimento da igreja
Cristãos norte-coreanos afirmaram que Deus está presente mesmo no vale da sombra da morte. Do país que lidera há mais de uma década, no topo da Lista Mundial da Perseguição, chegam os mais incríveis relatos de verdadeiro cristianismo.

Lição 2: Nossas orações ultrapassam fronteiras
Infelizmente, nem todos os cristãos que são raptados por grupos extremistas islâmicos são resgatados ou encontrados com vida. Mas há alguns casos excepcionais onde a maioria consegue escapar. Esses cristãos perseguidos atribuem a liberdade como resposta de muitas orações.

Lição 3: Orar “com” alguém é mais eficaz do que orar “por” alguém
Essa afirmação veio de uma jovem síria que foi entrevistada por um colaborador da Portas Abertas que atua no país: “Não orem por nós, orem conosco, pois é isso o que nos dá força. Orem pela paz em nosso país e orem com muita fé, pois temos esperança de que tudo vai melhorar”. A jovem finalizou com essas palavras de fé “Eu sei que Deus não vai falhar”. Continuar lendo

O QUE É PECADO?

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“Quem pode discernir os próprios erros? Purifica-me tu dos que me são ocultos” Salmos 19:12

“De que se queixa, pois, o homem vivente? Queixe-se cada um dos seus pecados. Esquadrinhemos os nossos caminhos, e provemo-los, e voltemos para Adonai” Lamentações 3:39-40

O termo pecado no novo testamento está relacionado com a palavra grega “Hamartía” (άμαρτία) e significa “errar o alvo” ou ainda, “erro trágico causador da queda”. No hebraico e no antigo testamento está relacionado com a palavra Ãwon (אָוֶן) e significa iniquidade. Ou seja, essa atribuição é dada a pessoa que vive sem lei, contrário à equidade, contrário ao padrão de moral (de D’us), que possui um caráter daquele que se torna transgressor (infrator) da Lei de D’us. Quando Adão e Eva transgridem o mandamento de YHWH de não comer da árvore do conhecimento do bem e do mal, ele automaticamente colocou todos os seus descendentes em um caminho de morte e inferno, contrário ao caminho da vida eterna. Desde então todos os descendentes de Adão seguem o caminho da morte eterna e inferno, a menos que haja uma genuína “conversão de caminho”. Continuar lendo

Jesus e a cidadania

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“Tendo eles chegado a Cafarnaum, dirigiram-se a Pedro os que cobravam o imposto das duas dracmas e perguntaram: Não paga o vosso Mestre as duas dracmas?”  (Mt 17:24)

Querido irmão, como cidadão, qual foi o comportamento de Jesus diante desta pergunta? – e qual seria o seu?

Jesus em seu tempo se viu envolvido com a necessidade de exercer sua cidadania, tendo em vista que cidadania é o exercício de direitos e deveres civis e políticos de um cidadão. Ou seja, de alguém habitante de um lugar e participante de seus deveres para com o Estado.

A cidade é administrada com recursos provindos de impostos e contribuições diversas, arrecadadas com o fim de preservação e desenvolvimento local.

Uma sociedade é formada por pessoas de diversas camadas sociais com maturidade cristã e não cristã.

JESUS  E O EXERCÍCIO DA CIDADANIA

Jesus, mesmo como autoridade divina, demonstrou senso político civilmente consciente de sua participação no cenário em que vivia. “Daí a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus”(Mt 22:21)  –  Creio que na época de Jesus, sua cidade enfrentava os mesmos problemas que enfrentamos hoje; tais como: deficiência em moradia, falta de segurança, falta de saneamento básico, doenças terminais, criminalidade, alcoolismo, prostituição e analfabetismo, dentre outros.

Vale lembrar que desafios de uma melhor condição de vida, afetam tanto a população crente quanto descrente; talvez seja por este motivo que Jesus reconheceu a validade do imposto cobrado; “dirigiram-se a Pedro os que cobravam o imposto das duas dracmas e perguntaram: Não paga o vosso Mestre as duas dracmas?”  … ainda que Ele mesmo não tivesse obrigação de pagá-lo. (Mt 17:26)

Os cristãos precisam exercer a sua cidadania de modo digno do evangelho. A obra de Deus é marcada pela ordem e pela harmonia que implica também em responsabilidade social. (I Corintios 14:40)

O contexto social político democrático em que vivemos não nos isenta de responsabilidade sobre a necessidade de participação com uma mentalidade cristã; seja na contribuição de impostos ou no voto.

O fato de estarmos voltados à prática da obediência a Deus nos imputa a responsabilidade cívica, com maior consciência que aqueles que não  O conhecem.

Jesus pagou imposto! – e não somente pagou imposto, mas demonstrou claramente que em relação às questões humanas de administração e política no devido exercício de sua autoridade, o cristão deve ter participação consciente, objetiva e decisiva. “Não sabeis que havemos de julgar os próprios anjos? Quanto mais as coisas desta vida!” (I Corintios 6:3)

Ao crente não cabe votar por mera simpatia, troca de favores ou preconceitos. – como cristão deve ser uma  pessoa bem informada e participante, procurando cumprir seu papel, em conformidade com a vontade de Deus, e desde que seu coração deseje agradar a Deus, deve influenciar a sociedade com seus valores, convicções e projetos. – ao votar, o crente institui pessoas que representarão autoridade sobre si.

A bíblia diz que toda autoridade humana é constituída por Deus. “Todo homem esteja sujeito às autoridades superiores; porque não há autoridade que não proceda de Deus; e as autoridades que existem foram por ele instituídas.” (Rm 13:1)

Jesus reconheceu a autoridade de Pilatos como vinda de Deus. -Assim, o voto nos responsabiliza  a uma ação consciente.

Se Jesus estivesse de corpo presente como esteve na época dos evangelhos, há 2000 anos atrás, vivendo este cenário político, consciente de sua obrigação civil, em quem poderíamos pensar que ele votaria? – quais seriam seus critérios, e críticas?  Seu voto seria em  branco ou não?  –

Portanto, devemos participar oportunamente e conscientemente usando o voto não somente como  instrumento de cidadania, mas também de responsabilidade como filhos de Deus no estabelecimento das autoridades que nos representarão na administração terrena dos recursos públicos  e sociais.

Jesus cumpriu seus deveres de cidadão sem abrir mão de seu caráter. Não se vendeu, não mentiu, não se corrompeu. – você também pode fazer o mesmo.

É importante frisar que nenhum candidato é um “Messias” – salvador da pátria! – seja ele crente ou não.

E SENDO CRENTE, é um frágil líder humano, com virtudes e defeitos, e somente fará alguma diferença se puder contar com o respaldo de uma comunidade participativa, … além do mais, é um irmão na fé! – neste contexto, vale as palavras de Paulo: – “Por isso, enquanto tivermos oportunidade, façamos o bem a todos, mas principalmente  aos  da  família da fé.” (Gál. 6:10)

COMO PROCEDER COM RELAÇÃO À CIDADANIA CRISTÃ?

* Não comprometa votos de sua família em troca de benefícios. Você poderá  se arrepender depois!

* Se prometeu votar em alguém, cumpra!  Mesmo que ele não seja cristão. Não minta para seus candidatos. A mentira não combina com o cristão e desqualifica o crente diante de Deus.

* Não faça campanhas em troca de benefícios materiais, mas sim por causa do caráter  do candidato.

* Procure conhecer cada candidato antes de criticá-lo ou apóia-lo. Se tiver algo negativo contra ele, fale pessoalmente com sua pessoa, nunca na ausência. Se não o conhece, não fale nada sobre ele; e se falar, fale somente o BEM, nunca  fale MAL.

* Procure INDICADORES na vida do candidato. Não vote em promessas. Candidatos que prometem muito, fazem pouco! Procure conhecer os feitos passados do candidato. Eles são os melhores indicadores do que farão se forem eleitos.

* Priorize candidatos Cristãos, a principio quem tem a mente de Cristo, vota em quem tem a mente de Cristo, “e … nós temos a mente de Cristo!” (I Cor. 2:16),

 * Acima de tudo, com oração e discernimento, como cidadãos cristãos, poderemos melhorar  a pátria terrena de modo digno do evangelho.  – Jesus então, respondeu a Pedro: “Para que não os escandalizemos, vai… toma o estáter e paga-lhes por mim e por ti.” (Mt 17:27)

De igual modo, para que não  escandalizemos, exerça sua cidadania  de modo digno do evangelho. Vote com consciência genuinamente cristã.

No amor de Cristo Jesus nosso Senhor.

Fonte: Familia Positiva

QUAL É A FORMA CERTA DE ALCANÇAR OS RECURSOS FÍSICOS DAS MÃOS DE DEUS?

Amados (as) em uma época em que o evangelho tem se deteriorado, e que muitos por talvez falta de fé, desconhecimento ou na pior das hipóteses por torpe ganância tem diminuído a virtude e a glória do evangelho de Cristo e reduzido (aos olhos dos homens) a eficácia do poder de Adonai Jireh (o D’us da provisão). A muito se instaurou na igreja contemporânea uma visão de que o D’us de Israel não pode prover o sustento para o seu povo, como se Ele não fosse o dono da obra. Infelizmente a igreja resolveu adotar um padrão de estratagemas e projetos para angariar fundos para realizar seus projetos pessoais, seus objetivos próprios e até as vezes por uma “boa intenção” procuram meios de conseguir recursos para “fazerem a obra de D’us”.

Quer seja por “boa vontade” de realizar coisas boas para a igreja e seus membros (as vezes para a sociedade) ou por perspicácia de muitos ao tentar um enriquecimento de maneira mais fácil, podemos ver que em ambos as vertentes se inseriu um grande erro na igreja atual – o de buscar recursos financeiros por meios próprios, por campanhas e “sacrifícios”, votos e outras coisas mais, sem esperar que o próprio D’us envie tais recursos para as despesas (Se isso estiver dentro da pureza do evangelho em amá-Lo acima de todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos e resultar na glória do Reino dos céus) – Não quero me delongar nisso, então deixo essa biografia de um verdadeiro homem de D’us que viveu no século XIX  como um cristão genuíno; para que vocês possam ler, refletir, aprender e procurar imitá-lo na fé; e que o Espírito de D’us possa despertá-los (as) ao verdadeiro evangelho. 

Jorge Müller – Apóstolo da fé (1805-1898)jorge-muller

“Pela fé, Abel… Pela fé, Noé… Pela fé, Abraão…” As­sim é que o Espírito Santo conta as incríveis proezas que Deus fez por intermédio dos homens que ousavam confiar unicamente nele. Foi no século XIX que Deus acrescentou o seguinte a essa lista: “Pela fé, Jorge Müller levantou or­fanatos, alimentou milhares de órfãos, pregou a milhões de ouvintes em redor do globo e ganhou multidões de almas para Cristo”.

Jorge Müller nasceu em 1805, de pais que não conhe­ciam a Deus. Com a idade de dez anos, foi enviado a uma universidade, a fim de preparar-se para pregar o Evange­lho, não, porém, com o alvo de servir a Deus, mas para ter uma vida cômoda. Gastou esses primeiros anos de estudo nos mais desenfreados vícios, chegando, certa vez, a ser preso por vinte e quatro dias. Jorge, uma vez solto, esfor­çava-se nos estudos, levantando-se às quatro da manhã e estudando o dia inteiro até as dez da noite. Tudo isso, po­rém, ele fazia para alcançar uma vida descansada de pre­gador.

Aos vinte anos de idade, contudo, houve uma completa transformação na vida desse moço. Assistiu a um culto onde os crentes, de joelhos, pediam que Deus fizesse cair sua bênção sobre a reunião. Nunca se esqueceu desse cul­to, em que viu, pela primeira vez, crentes orando ajoelha­dos; ficou profundamente comovido com o ambiente espi­ritual a ponto de buscar também a presença de Deus, cos­tume esse que não abandonou durante o resto da vida. Continuar lendo

Jesus foi a melhor coisa da minha vida”, diz ex-muçulmano antes de morrer

baptism2Poucos dias antes de ser executado no Irã, um cristão reafirmou sua crença na vitória de Jesus sobre o diabo e pregou aos que estavam com ele no presídio. Ex-muçulmano, ele afirmou a todos que não se importava em morrer e que conhecer a Cristo foi “melhor experiência” de sua breve vida.

Alireza Asadi era uma das 12 pessoas executadas na prisão Gohardasht, em Karaj perto da capital Teerã. Dois dias antes de morrer, dia 27 de agosto, conseguiu falar com seu irmão, Mohsen. Seu testemunho foi compartilhado no Facebook e ganhou notoriedade após ser reproduzido pelo pastor Saeed Abedini, que ficou preso por 3 anos no Irã por pregar o evangelho.

“Mohsen, eu realmente acredito que há uma nova etapa começando para mim. Esta nova etapa é muito, muito mais agradável que a vida mundana. É isto o que eu realmente acredito”, disse Asadi em um vídeo enviado ao irmão. “Finalmente posso estar em paz. Não tenho nenhuma preocupação nem sentimentos ruins. Tudo vai bem comigo”, sublinhou.

Asadi compartilhou abertamente o Evangelho com os homens que estavam presos com ele, a maioria também condenados à morte, mas por crimes comuns. “Para muitos de vocês que perguntavam se eu sou um cristão ou não, agora posso dizer que sou. Tenho apenas mais um ou dois dias de vida… Eu quero dizer a todos que a melhor experiência que eu tive foi conhecer Jesus. Eu não quero forçar, mas os convido a conhecê-lo também. Se você ler duas frases da Bíblia, nunca mais vai querer deixá-lo”, testemunhou.

Embora não tenha revelado o motivo pelo qual foi preso, Asadi relatou que foi na penitenciária que ele conheceu a Deus de verdade. “Eu queria que Deus se revelasse a mim”, lembrou.

“Eu precisava de paz e Ele estava aqui. Quando mandei o diabo embora da minha vida, percebi que o mal não se atreveu a chegar perto de mim. Pude sentir e ver que o nome de Cristo é o nome acima de todos os nomes e que o inimigo não tem nenhuma autoridade sobre mim”.

Corajoso, Asadi mandou um recado aos líderes muçulmanos: “O julgamento de Deus sobre eles em breve virá e eles precisam temer a Deus (e se arrepender)”. Concluiu dizendo ao irmão: “Eu vou estar com Senhor, que é amor. Eu vou abraçá-lo e ele vai me abraçar também, sei disso. Seja feliz por mim”.

O pastor Saeed Abedini, que sofreu torturas e foi ameaçado de morte várias vezes enquanto esteve preso no Irã, aproveitou o testemunho de Asadi para pedir aos cristãos de todo o mundo que orem para que Deus amoleça os corações dos líderes muçulmanos no Oriente Médio.

“Regozijamo-nos com Asadi, porque sabemos que ele está com o Senhor Jesus Cristo hoje. Também sabemos que o Senhor punirá os maus. Oremos para que o Senhor os perdoe dos seus maus caminhos e os salve”, clamou. Com informações de Gospel Herald

É CERTO AFIRMAR A NECESSIDADE DE ARREPENDIMENTO PARA ESSA GERAÇÃO?

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Lembra-te, pois, de onde caíste, e arrepende-te, e pratica as primeiras obras; quando não, brevemente a ti virei, e tirarei do seu lugar o teu castiçal, se não te arrependeres.” Apocalipse 2:5

Para iniciarmos o nosso assunto, precisamos expor algo muito importante que não veio de agora (dessa última hora), mas de uma ordem expressa de Cristo à totalidade da sua fiel igreja, a qual Ele comprou com o Seu precioso sangue. E essa ordem permeia desde que a Sua revelação e a Sua verdade foi entregue e eternizada no livro de Apocalipse por seu amado amigo Yohanan (יוֹחָנָן), ou simplesmente apóstolo João (o apóstolo que mais tinha intimidade com o nosso Senhor e Salvador); do qual podemos perceber que com o passar das décadas veio se extingüindo paulatinamente, em decorrência da sonolência que atingiu a noiva (Mateus 25:1-5), uma sonolência decorrente do evangelho utópico que tenta minimizar os danos causados pelo pecado que tem feito com que haja uma separação entre Deus e a sua criação (Isaías 59:1-4) e por se extinguir o Espírito Santo na vida de muitos irmãos (ãs), justamente no momento em que não podia-se extinguir (1 Tessalonicenses 5:19-20; 2 Timóteo 1:14). Esse é um tempo difícil, em que as trevas cobrem as nações, um tempo profético (Isaías 60:2; 2 Timóteo 3:1-8), um tempo em que vemos muitos mergulhados em pecados e iniquidades (dentro e fora das igrejas), mas contudo são incapazes de sentirem suas misérias para que o Senhor dos Exércitos os perdoe e os cure (Tiago 4:4-10); continuam na sua cegueira atroz, ávidos (as) pelas mazelas do reino desse mundo e pelo pecado, mesmo quando o próprio Deus afirma qual seria a forma correta de não continuarem na inimizade com  Ele, mesmo após alguns terem recebido a Cristo na sua vida desfazendo no primeiro momento a inimizade que o (a) separava de Deus (2 Coríntios 5:19; Efésios 2:15-16) por causa do pecado que faz separação entre Deus e os homens, como vimos acima. Ainda assim alguns preferem voltar ao estado de inimizade aliançando-se com o mundo e com o pecado, tornando o seu último estado pior do que o primeiro (2 Pedro 2:20-22), pois no primeiro estado ainda estavam no tempo da ignorância (sem conhecimento) e necessitavam, ou necessitam de se arrependerem (Atos 17:30-31). Continuar lendo