MÊS DE ELUL: O REI ESTÁ NO CAMPO

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E Isaque saíra a orar no campo, à tarde; e levantou os seus olhos, e olhou, e eis que os camelos vinham. Rebeca também levantou seus olhos, e viu a Isaque, e desceu do camelo” Gênesis 24:63-64

ELUL: O REI ESTÁ NO CAMPO

O mês de Elul, último mês do ano calendário hebraico, é um momento auspicioso para o arrependimento, oração e introspecção. Estes são dias especiais da misericórdia divina, e a própria essência desses dias evidenciam a necessidade humana básica de proximidade com o Santo, bendito seja … e Sua resposta imediata e inequívoca.

Elul tem uma história de ser um momento preparado para o perdão:

Após o episódio do bezerro de ouro e posterior perdão de D’us ao povo, Moisés subiu ao Monte Sinai novamente no primeiro dia do mês de Elul e permaneceu lá por 40 dias. Ele desceu no dia 10 de Tishrei – Yom Kippur, o Dia da Expiação – com o segundo conjunto de tábuas e a promessa de redenção e perdão. Todos os anos, este período de 40 dias é repetido e traz com ele a oportunidade – e o desafio – para preparar-nos para a experiência incrível da rápida aproximação do Grande Dia Santo, quando todos os descendentes de Adão – todos e cada ser humano, cada nação, serão julgados.

A palavra Elul em hebraico é uma sigla, uma abreviação das palavras hebraicas “Ani L’Dodi v’dodi li:” Eu sou do meu amado e meu amado é meu “(Cântico dos Cânticos 6: 3). Estas palavras de Cântico dos cânticos são realmente o tema deste mês muito especial: percebendo o quão amado somos por D’us, e quão precioso nosso relacionamento com Ele. Elul nos lembra que Deus constantemente nos conclama a voltar para Ele durante este mês, buscamos melhorar nosso relacionamento com D’us e com o outro.

Uma pessoa pode se arrepender qualquer época do ano, mas os dias de Elul são dias de misericórdia divina especial, por isso é um momento que é especialmente propício ao arrependimento e fazer as pazes: “Buscai ao Senhor enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está próximo“(Isaías 55: 6). Elul é o momento, quando Ele está próximo. Nossos grandes sábios chamam Elul de o momento em que “o rei está no campo”. A analogia é de um grande e poderoso rei que faz uma visita surpresa para seus súditos, enquanto eles estão no trabalho em seus campos. Para o homem comum, o rei é tão inacessível; afastado em seu palácio, distante e removido. Ele (a) nunca sonha que vai realmente ver o rei, muito menos falar com ele. Então, de repente, um dia, enquanto este homem está inclinado sobre seu trabalho braçal no campo, ele sente um toque suave no ombro dele … ele se vira e para sua surpresa, é o próprio grande rei que está em pé sobre ele; ele veio para visitar, explicando que ele queria estar perto de seus súditos leais, para investigar a sua situação e dar-lhes a oportunidade de perguntar sobre as suas necessidades. Este é o verdadeiro significado de Elul … este é o momento para chamar a Ele!

A visão única  bíblica também relaciona a este conceito diretamente para o lugar do Templo Sagrado, com base neste versículo: “E Isaac saiu para orar no campo para a noite, e ele levantou os olhos e viu, e eis que vinham camelos! E Rebecca ergueu os olhos e viu Isaac … “(Gn 24: 63-64). Segundo a tradição, o patriarca Isaac estabeleceu o serviço diário da tarde da oração e do “campo” em que Isaac foi orar não era outro senão o Monte Moriá, o local escolhido por D’us desde o início do tempo para o Templo Sagrado.

Elul é um bom tempo para o arrependimento de toda sorte … em um nível individual, a nível nacional, e um nível global. E a ciência – ou melhor, a arte – de teshuva, ‘arrependimento’, não é apenas sobre estar se afastando de ‘pecado’, a partir de ações negativas. O verdadeiro arrependimento é o crescimento espiritual constante, diário. Dentro do coração de toda a criação, um sentimento de gratidão e humildade está batendo em uníssono, em temor constante e maravilha da grandeza do Criador. O arrependimento de Elul se manifesta pelo desejo de aprofundar o reconhecimento do nosso relacionamento com D’us; a crescer para mais perto Dele todos os dias.

Fonte: https://www.templeinstitute.org/

*Nota A Última Trombeta: O mês de Elul nesse ano de 2016 começou em 04 de setembro e finda (o dia 29 de Elul) no dia 02 de outubro, onde segundo a tradição judaica é a transição para um novo ano (Rosh Hashana) que começa no dia 03 de outubro. Então do dia 04 de setembro a 02 de outubro é um tempo em que os judeus estão fazendo um “balanço” do ano antes que chegue Rosh Hashana (03 de outubro de 2016), nesse dia (03/10) começa o Yom Teruah (Dia do toque da trombeta ou shofar – Levítico 23:24) que conclama toda a raça humana ao arrependimento diante do Eterno, por causa das transgressões que cometeram no ano que se passou, e para começar uma nova etapa diante dEle. Sabemos que o perdão dos nossos pecados está em Cristo, o nosso Moisés através de Seu precioso sangue (Hebreus 9:6-15), e ao lembrarmos desse sacrifício nesse período e nos contristarmos por causa da nosso proceder, estaremos mostrando a D’us que nós valorizamos o que Ele fez por nós, e com isso mostraremos que nos arrependemos diante dEle por levar uma vida pífia em detrimento à Sua grande graça demonstrada a nós pecadores. Com isso pedimos (aos que assim desejarem) que nesse período até o dia 03 de outubro possamos fazer um balanço de nossas vidas como cristãos, e então convido cada um a fazer Teshuva (arrependimento) perante D’us e através de Cristo; pelos próprios pecados e pela idolatria do bezerro de ouro que tem imperado no meio das congregações cristãs da atualidade. Então a partir do dia 03 de outubro até o dia 12 de outubro pedimos que vocês possam estar nos ajudando a tocar a trombeta para que a igreja de D’us se volte para Ele (não apenas nesses dias, mas que seja o começo) para que alcancemos o Seu favor, porque verdadeiramente temos transgredido contra a Sua Aliança constantemente. Aproveite também esses dias do mês de Elul (04 de setembro – 02 de outubro) para se aproximar em súplicas diante do Grande Rei. Shalom!!!!!

​EVIDÊNCIA TALMÚDICA PARA O MESSIAS EM 30 d.C.


Nos séculos seguintes à destruição do Templo de Jerusalém (70 dC), o povo judeu começou a escrever duas versões do pensamento judaico, história religiosa e comentário. Um foi escrito na Judéia e ficou conhecido como o Talmud de Jerusalém (Yerushalmi). A outra foi escrito na Babilônia e era conhecido como o Talmud babilônico (ou Bavli).
Lemos no Talmud de Jerusalém:

“Quarenta anos antes da destruição do Templo, a luz central (da Menorah) se apagou, a fita vermelha permaneceu vermelha, e o sorteio para o Senhor sempre aparecia na mão esquerda. Eles fechavam as portas do Templo à noite e ao levantarem-se de manhã as encontravam bem abertas “(Jacob Neusner, The Yerushalmi, p.156-157). [O Templo foi destruído em 70 dC].
Uma passagem semelhante é declarada no Talmude Babilônico:
“Nossos rabinos ensinaram: Durante os últimos quarenta anos antes da destruição do Templo, o sorteio [ ‘Para o Senhor’] não veio mais para a mão direita; nem a fita vermelha se tornou branca; nem a luz central (da Menorah) brilhou, e as portas do Hekel [Templo] se abririam por si mesmas “(versão Soncino, Yoma 39b).
O que essas passagens estão falando? Uma vez que ambos Talmuds recontam a mesma informação, isso indica que o conhecimento desses eventos foi aceito por toda a comunidade judaica.
O Milagre do “SORTEIO”:

O primeiro desses milagres diz respeito a uma escolha aleatória, um “SORTEIO”, que era lançado no Dia da Expiação (Yom Kippur). “o Sorteado” escolhido determinaria qual das duas cabras seria “para o Senhor” e que cabra seria para “Azazel” ou “bode expiatório”. Durante os duzentos anos antes de 30 d.C, quando o Sumo Sacerdote pegava uma das duas pedras, mais uma vez esta seleção era guiada pelo “acaso”, e a cada ano, a sorte lançada deveria fornecer para o sacerdote uma pedra negra com a mesma frequência com que forneceria uma pedra branca. Mas por quarenta anos consecutivos, a partir de 30 dC, esta sorte lançada fazia com que o Sumo Sacerdote pegasse consecutivamente a pedra negra (nunca mais conseguiu pegar a pedra branca!!)! As chances de isso acontecer são astronômica (2 elevado à potência 40). Em outras palavras, as chances de isso acontecer é de 1 em cerca de 5.479.548.800 ou cerca de 5,5 bilhões para um! Em comparação, as suas chances de ganhar na loteria seriam muito mais favoráveis!
A sorte para Azazel, a pedra negra, ao contrário de todas as leis do acaso, surgiu 40 vezes seguidas e ininterruptas desde 30 dC até 70 dC! Isto foi considerado um evento terrível e indício de que algo significativo havia mudado fundamentalmente neste ritual de Yom Kippur. Este lançamento de sortes também é acompanhado por um outro milagre que é descrito a seguir.
O Milagre da Faixa Vermelha:

O segundo milagre refere-se à faixa vermelha ou pano amarrado ao bode para Azazel. Uma porção deste pano vermelho era também retirada do bode e ligada à porta do Templo. A cada ano o pano vermelho na porta do templo ficava branco, como que para significar a expiação de outro Yom Kippur era aceitável ao Senhor. Este evento anual aconteceu ininterruptamente até este mesmo ano 30 dC, quando o pano, em seguida, manteve-se vermelho a cada ano até  o tempo da destruição do Templo, quarenta anos depois. Isto, sem dúvida, causou muita agitação e consternação entre os judeus. Esta prática tradicional está ligada a Israel confessando seus pecados e cerimonialmente colocando o pecado desta nação sobre o bode para Azazel. O pecado era então removido pela morte de um dos bodes e o outro era lançado no deserto. O pecado era representado pela cor vermelha do pano (a cor do sangue). Mas o pano permaneceu vermelho isto é, os pecados de Israel não estavam sendo perdoados e “embranquecidos”.
Como Deus disse a Israel pelo profeta Isaías:

”Vem, vamos raciocinar juntos, diz o Senhor: ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata [vermelho], eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a [branco] lã ” (Isaías 1:18).
A indicação clara destes fenômenos é que toda a comunidade tinha perdido a atenção do Senhor em relação a algo que ocorreu em neste mesmo e misterioso ano de 30 dC. A expiação anual alcançada através da típica observância de Yom Kippur não estava sendo realizada como esperado. 
A Expiação aparentemente estava sendo adquirida de alguma outra forma. Quem ou o que proporcionaria a expiação por mais um ano?
Em relação à faixa vermelha, embora não seja mencionada nas Escrituras, e muito antes de 30 dC. durante os 40 anos em que Simão o Justo era Sumo Sacerdote, uma fita vermelha que era associada com a sua pessoa, sempre ficava branca quando ele entrava no mais interior do Santo dos Santos do Templo. As pessoas notaram isso. Além disso, eles observaram que “o sorteio do Senhor” (a pedra branca) sempre aparecia por 40 anos consecutivos durante o sacerdócio de Simon. Eles notaram que a “sorte” escolhida pelos sacerdotes após Simon, às vezes, eram pretas, e às vezes brancas, e que a fita vermelha, às vezes, ficavam brancas, e às vezes não. Os judeus passaram a acreditar que, se o traço vermelho tivesse se tornado branco, então Deus teria aprovado os rituais do Dia da Expiação e que Israel poderia ter certeza de que Deus perdoou seus pecados. Mas depois de 30 dC, a fita vermelha não ficou branca novamente durante os próximos 40 anos, até a destruição do Templo e a cessação de todos os rituais do Templo!
O que a liderança da nação judaica fez em 30 dC para merecer tal mudança no Yom Kippur? Segundo alguns relatos, em 5 de Abril, de 30 dC (isto é, no dia 14 de Nisan, o dia do sacrifício da Pessach), o Messias, Yeshua, foi cortado de Israel, o próprio sendo condenado à morte como um sacrifício pelo pecado. A partir deste evento há uma transferência da expiação, e esta já não era alcançada através dos dois bodes como oferecidos no Yom Kippur. Como um cordeiro de Pessach inocente, o Messias foi condenado à morte, embora nenhuma falha foi encontrada nele, conforme predisseram as profecias! Mas ao contrário dos sacrifícios do Templo ou dos eventos em Yom Kipur (conforme detalhado acima) onde o pecado era cobertos apenas ao longo de um tempo (um ano), o sacrifício do Messias vem com a promessa de perdão dos pecados através da misericórdia de Deus para aqueles que aceitam um relacionamento pessoal com Ele, o Eterno, através do Messias. Este é essencialmente um evento único para toda a vida de cada pessoa e não uma série contínua de sacrifícios de animais. O mecanismo de fornecimento de perdão do pecado mudou em 30 dC.
O Milagre das Portas do Templo

O próximo milagre, que as autoridades judaicas reconheceram, foi que as portas do Templo se abriram todas as noites e por sua própria vontade. Isso também ocorreu durante quarenta anos, com início em 30 dC. A autoridade judaica líder desse tempo, Yohanan ben Zakkai, declarou que isso era um sinal de morte iminente, que o próprio Templo seria destruído.
O Talmud de Jerusalem relata:

“Disse Rabban Yohanan ben Zakkai ao Templo, ‘Ó Templo, por que você nos assusta? Nós sabemos que você vai acabar destruído. Por isso foi dito,’ abram suas portas, ó Líbano, para que o fogo possa tragar seus cedros’ “(Zacarias 11: 1)’ (Sota 6: 3).
Yohanan ben Zakkai era o líder da comunidade judaica durante o tempo após a destruição do Templo em 70 dC, quando o governo judeu foi transferido para Jâmnia, umas trinta milhas a oeste de Jerusalém.
As portas podem ter sido abertas para significar também que todos agora podem entrar no Templo, através da intermediação do sacrifício do Messias, e que até mesmo em suas seções santas mais íntimas estavam disponíveis para aqueles que foram santificados por esta expiação. Este mesmo evento das portas está relacionado com o gigantesco Véu do Templo que foi rasgado naquele mesmo dia. O véu de separação fora rasgado, por iniciativa divina, indicando que um novo caminho de acesso ao Eterno havia sido consagrado através da morte expiatória do Messias. A evidência apoiada pelos milagres descritos acima sugere que a presença do Senhor se tinha retirado daquele Templo físico. Este não era mais apenas um lugar para os Sumo Sacerdotes apenas, mas as portas se abriram para que todos possam entrar na casa de culto do Eterno.
O Milagre da Menorah do Templo

O quarto milagre foi que a lâmpada mais importante da Menorah (candelabro de sete lâmpadas) no Templo, brilhou com a intensidade de um dia claro durante meia hora e depois se apagou para sempre para nunca mais brilhar. Durante todas as noites pelos próximos 40 anos (mais de 12.500 noites seguidas) a lâmpada principal do candelabro do Templo (Menorah) se apagou por sua própria vontade, e não importa o quanto se tentasse reacendê-la e nem nenhuma outra precaução que os sacerdotes tomassem para se proteger contra este evento! Eles jamais conseguiram reacendê-la.
Earnest Martin afirma:

“Na verdade, é-nos dito no Talmud que ao anoitecer as lâmpadas que estavam apagadas durante o dia (as quatro lâmpadas centrais permaneciam apagadas, enquanto as duas lâmpadas da direita normalmente permaneciam acesas durante o dia) precisavam ser reacendidas a partir das chamas da lâmpada central (que era uma lâmpada que deveria permanecer acesa o tempo todo era como a chama “eterna” que vemos hoje em alguns monumentos nacionais, e simbolizava a luz do Messias)…
“Esta “luz central” era para ser mantida acesa em todos os momentos. Por essa razão, os sacerdotes mantinham reservatórios extras de azeite e outros ingredientes sempre à mão, com pronta entrega, para se certificar de que a “luz central”(em todas as circunstâncias) iria ficar acesa. Mas o que aconteceu durante os quarenta anos desde o ano em que o Messias disse que o templo físico seria destruído? Toda noite durante estes quarenta anos a lâmpada central ficava APAGADA, e isto apesar dos sacerdotes todas as noites prepararem de tudo para tentar acender esta lâmpada central de uma maneira especial, de forma que ela pudesse se manter constantemente em chamas durante toda a noite! ” (O significado do Ano CE 30, Ernest Martin, Research Update, Abril de 1994, p.4).
Mais uma vez, as probabilidades contra a lâmpada se manter apagada continuamente durante estes 40 anos são astronômicas! Algo fora do comum estava acontecendo! A “luz” da Menorah  que representa o contato com Deus, Seu Espírito, e sua presença agora foi removida. Esta demonstração especial ocorreu a partir deste mesmo ano 30 dC, com a crucificação do Messias!
Deve ficar claro para qualquer mente razoável de que não há nenhuma maneira natural para explicar todos estes quatro sinais relacionados com o ano 30 dC. A única explicação possível tem de ser sobrenatural.
Depois de 30 dC, após morte do Messias Yeshua, grandes tribulações e impressionantes julgamentos começaram a descer sobre a nação judaica. Segundo os rabinos, após a morte de Mashiach Ben Yosef, Sua morte seria seguida por um período de grandes calamidades e tribulações para Israel (Chevlei Mashiach – Sanhedrin 97b). O mais curioso é que até mesmo Yeshua predisse isso. Quando Ele foi levado para ser crucificado, Yeshua advertiu as mulheres de Jerusalém:
“Mas Yeshua, voltando-se para elas, disse: “Filhas de Jerusalém, não choreis por mim, chorai antes por vós e por vossos filhos. Porque, na verdade vêm os dias em que se dirá:” Felizes as estéreis, ventres que não trouxe e os peitos que não amamentaram! ‘ Então começarão `a dizer aos montes:” Caí sobre nós! “, E às colinas:” Cobri-nos! “” “Para se fazer essas coisas na madeira verde, o que será feito no seco?” ( Lucas 23: 28-31).
Quando tomamos um olhar objetivo sobre os acontecimentos de 30 dC, quem pode duvidar de que era realmente o verdadeiro ano da crucificação e ressurreição do verdadeiro Messias enviado por Deus para Israel? Quem pode negar que Ele é o único e verdadeiro Messias? Quem mais tem cumprido todas as profecias da Tanach (Bìblia) – incluindo a incrível profecia de Daniel 9 e as ”70 semanas” que aconteceram exatamente no mesmo ano previsto para que o Messias aparecesse?
Mas tudo isso foi uma rejeição do Eterno ao povo judeu? DE FORMA NENHUMA! O Eterno repreende seu povo amado, que é a menina de seus olhos, para que o bem maior possa vir para a própria redenção futura de Israel e de todas as nações! Mas quando o Eterno completar esta redenção, Israel será restaurado plenamente e terá um posto acima de todas as nações da Terra, como uma verdadeira e redimida Nação Sacerdotal, já plenamente alinhada aos planos do Eterno e de seu Messias! E assim, quando o Messias voltar, um reino eterno se estabelecerá na terra, um Reino messiânico que jamais se acabará, (junto com Israel e a Igreja)!
(por Nicholas Federoff e editado por Dr. T. Peterson.)

Você pode dormir com o vento?

Quem ouve estas minhas palavras e as pratica é como um homem prudente que construiu a sua casa sobre a rocha. Caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram contra aquela casa, e ela não caiu, porque tinha seus alicerces na rocha. (Mateus 7:24, 25)

De acordo com uma história que li, o proprietário de um grande pedaço de terra ao longo da costa do Atlântico frequentemente fazia anúncios requisitando mão de obra, mas não conseguia. As pessoas temiam trabalhar naquela região por causa das terríveis tempestades que assolavam a área. Finalmente, um homem baixo e magro, meia-idade, candidatou-se ao emprego. “Você é um trabalhador responsável?”, perguntou o fazendeiro ao entrevistá-lo. “Bem, eu posso dormir quando o vento sopra”, respondeu o homenzinho. Embora intrigado pela resposta, o desesperado fazendeiro o contratou.

O homem trabalhou duro, para deleite do fazendeiro. Uma noite, o vento soprou forte na costa, sinalizando a aproximação de uma monstruosa tempestade. Pulando da cama, o fazendeiro pegou uma lanterna e correu para o abrigo onde o empregado dormia. “Levante-se!”, ele ordenou. “Está vindo uma tempestade!” O homem rolou na cama e respondeu firmemente: “Não, senhor! Eu lhe disse que posso dor­mir quando o vento sopra.”
Furioso, o fazendeiro foi tentado a demiti-lo na hora. Em vez disso, saiu apressado na tentativa de se preparar para a tempestade. Contudo, ele logo constatou que o feno estava coberto com lonas, as vacas descansavam no rancho, as aves dormiam no galinheiro, as máquinas estavam guardadas e as portas se encontravam aferrolhadas. Nada poderia ser espalhado pela tempestade. Então o fazendeiro entendeu o que o homem queria dizer. Ele também voltou a dormir enquanto o vento soprava.

O preparo para as tempestades da vida começa antes de o vento soprar. Se você quer administrar o estresse com eficácia, inicie uma preparação antecipada em todas as áreas da vida: mental, emocional, física e espiritual. Quando você ê diligente nas providências, não teme as consequências. A tranqüilidade quando o vento sopra não é resultado da inação irresponsável, mas da ação responsável.
Ao arrematar o Sermão do Monte, Jesus enfatizou que a pessoa sábia constrói a casa da existência sobre a rocha para que os vendavais não a derrubem. A iniciativa de preparar uma estrutura à prova de tempestades é tomada antes que os ventos soprem.
O segredo para dormir tranquilo quando as intempéries se aproximam é o gerenciamento preventivo das crises. Praticar o que Deus diz é uma apólice de segurança. Você pode dormir com o vento?

30 dias de clamor pelo Brasil – Região Nordeste – Piauí

🙏30 dias de Clamor pelo Brasil🙏
::Região Nordeste – Piauí – 224 municípios
Senhor dos Exércitos Celestiais, Adonai Tzevaôt é o Teu nome; Deus e Governador dos céus e terra. A Ti é devido o temor e o assombro, assim como Te é devido a adoração, a gratidão e admiração pela grande obra realizada por Cristo Jesus naquela cruz.
Como nos demais dias em que estamos aqui diante de Ti, onde apresentamos os estados dessa abençoada terra chamada Brasil, viemos aqui cada um no seu lugar, mas ligados pelo mesmo Espírito, viemos apresentar-Lhe o estado do Piauí.
Deus essa terra que muitas das vezes é desprezada por nossos governantes e por outros estados, essa também é uma terra sedenta pela verdade; portanto Deus, apresenta-lhes o Manancial das Águas Vivas e aniquila a sede de buscar em outras fontes, praticando assim através da idolatria e crendices iniquidade contra Ti.
Senhor Soberano, que eles abandonem as festividades pagãs como o Bumba-meu- boi, Cangada, Samba de Cumbucada de São Gonçalo, Reisado e outras mais, e que passem a voltar a adoração somente a Ti Pai. Pai, Santo, onde estiver um coração contrito e entregue a Ti, vá de encontro a este.
Deus lembre-se do sofrimento dos habitantes do Piauí e traga-os para a verdade.
Levante homens e mulheres comprometidos com o teu evangelho e com a tua santa palavra; e Senhor, age na sinceridade de corações arrependidos, e assim abençoe o povo piauense no Santo e Amoroso nome do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Amém!!!!
Irmãos, vamos orar pelo estado do #Piaui? Deixe nos comentários o seu pedido de oração!
#oração #EstadosBrasileiros #Brasil #Evangelho #30diasClamor #Jejum #DeusSalveoBrasil

Piauí

PESQUISAS CIENTÍFICAS COM ANIMAIS HÍBRIDOS. ATÉ ONDE ISSO É UMA AFRONTA A DEUS?

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Irmãos (ãs) esse texto é uma contribuição de um irmão que nos enviou, e por se tratar de um assunto complexo, mas porém verdadeiro, porque há muitas confirmações de testes realizados com pesquisas e estudos nesse campo de animais híbridos, e alguns até mesmo sendo feitos entre o cruzamento de D.N.A’s humanos com de animais. Então achamos interessante compartilhar com os irmãos (ãs) aqui da página, mas antes pedimos aos amados (as) que orem a Deus e peçam a Ele que protejam a suas mentes de todo o engano, e então se acharem lícito lerem prossigam com a leitura abaixo:

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O TERCEIRO TEMPLO NO MÊS QUE VEM?

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O Rabino Matityahu Glazerson: Deus informará ao mundo no dia 15 de Agosto sobre a construção do Terceiro Templo para o Messias, de acordo com o Código da Bíblia

Fonte

Veremos Progresso do Terceiro Templo no Mês que Vem?

Sim, a esses os levarei ao meu santo monte, e os alegrarei na minha casa de oração; os seus holocaustos e os seus sacrifícios serão aceitos no meu altar; porque a minha casa será chamada casa de oração para todos os povos. Isaías 56:7

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Desde o início do mês de julho de 2016, Israel parece estar experimentando uma nova energia ao redor do Monte do Templo.

O funeral de uma criança de 13 anos de idade, Hallel Ariel, que foi esfaqueada enquanto dormia em sua cama na cidade israelense de Kiryat Arba, não muito distante da cidade bíblica de Hebron, aconteceu no dia 1 de julho. Hallel é filha de Rina…

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Presente Diário: Lágrimas de gratidão

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✏ Leitura Bíblica: Leia:  1 Coríntios 11:23-32
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…anunciais a morte do Senhor, até que ele venha. —1 Coríntios 11:26

No culto de ceia ao qual minha esposa e eu fomos, a congregação foi convidada para ir à frente para receber o pão e o cálice de um dos pastores ou diáconos. Eles falaram a cada um sobre o sacrifício de Jesus por nós. Foi uma experiência comovente durante o que frequentemente pode se tornar apenas rotina. Após voltarmos aos nossos lugares, assisti a outros que lenta e silenciosamente retornavam a seus assentos. Foi surpreendente ver quantos deles tinham lágrimas em seus olhos. No meu caso, e no de outros com quem conversei depois, eram lágrimas de gratidão.

O motivo das lágrimas de gratidão se encontra na própria razão da mesa da ceia. Paulo, após instruir a igreja em Corinto sobre o significado de uma ceia memorial, pontuou seus comentários com as seguintes palavras poderosas: “Porque, todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha” (1 Coríntios 11:26). Com os elementos da ceia destacando diretamente para a cruz e para o sacrifício de Cristo em nosso favor, aquele culto se tratava de muito mais do que de um ritual — tratava-se de Cristo. Seu amor. Seu sacrifício. Sua cruz. Por nós.

Como palavras são inadequadas para transmitir o extraordinário valor de Cristo! Às vezes, lágrimas de gratidão comunicam o que palavras não podem expressar por completo.

O amor de Cristo demonstrado por nós na cruz é maior do que palavras jamais poderiam expressar.

Presente Diário: Cardiologia

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Leitura Bíblica: Salmo 119.111-114

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Bem-aventurados os puros de coração, pois verão a Deus (Mt 5.8).

Precisamos cuidar bem do coração, pois ele é um órgão de máxima importância. Ele bombeia o sangue de nosso corpo. Para evitarmos problemas no coração precisamos deixar principalmente o que causa mal a ele. Os três principais causadores de mal são: sedentarismo, estresse e má alimentação. Mas, ao contrário do que se pensava, os problemas cardíacos podem atingir pessoas de qualquer idade, inclusive adolescentes. É justamente por isso que todas as pessoas, de qualquer idade, devem realizar periodicamente exames de avaliação cardíaca.
O coração é um órgão tão importante que a palavra coração em um sentido figurado, é sinônimo de intelecto, sentimento, vontade, consciência. Neste sentido a Bíblia diz que devemos cuidar bem do nosso coração, pois dele procedem as fontes de vida. Do coração também procedem os adultérios, furtos, blasfêmias. Ele pode nos enganar e se tornar endurecido e corrupto se não for cuidado por Deus.
Em nosso texto o salmista diz que se dispôs a cumprir até o fim os decretos de Deus. Ele fez dos caminhos do Senhor a alegria de seu coração.
Podemos viver como ele quando buscamos a Deus e nos entregamos nas suas mãos. O cuidado de Deus para com a nossa vida é tão grande que ele faz um transplante de coração em nós. Ele nos dá um novo coração. Ele tira o coração de pedra, coração endurecido somente disposto a fazer o que é mal, e coloca um coração de carne, que aprende temer o seu nome, a amá-lo e andar nos seus caminhos. Um coração disposto a obedecer.
A única forma de se tratar o coração é através Palavra de Deus. O médico é Deus.O remédio e alimento, sua Palavra. O exercício constante é meditar e praticar os seus mandamentos.
Sem tratamento caminhamos para morte. Mas Deus é capaz de transformar nosso coração, basta nos entregarmos nas suas mãos em confissão e arrependimento. Ele é quem nos diz: Filho meu, dá-me o teu coração.

Como está a saúde do seu coração?

Presente Diário: IDENTIDADE CONFUNDIDA

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Leitura Bíblica: MATEUS 16:13-20
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Mas vós, continuou ele, quem dizeis que eu sou? —Mateus 16:15

Meu irmão mais novo nasceu quando eu estava no último ano do Ensino Médio. Esta diferença de idade criou uma situação interessante quando ele chegou à juventude. Em sua primeira visita ao campus da universidade, nossa mãe e eu o acompanhamos. Quando chegamos, as pessoas pensaram que eu era o pai de meu irmão e que a nossa mãe era a avó dele. Finalmente, acabamos desistindo de corrigi-los. Independentemente do que disséssemos ou fizéssemos, o nosso verdadeiro grau de parentesco era suplantado por este caso cômico de troca de identidade.

Jesus questionou os fariseus sobre a Sua identidade: “Que pensais vós do Cristo? De quem é filho?…” Eles responderam, “…de Davi.” (Mateus 22:42). A identidade de Messias era decisiva, e a resposta deles estava correta, mas incompleta. As Escrituras haviam afirmado que o Messias viria e reinaria no trono de Seu pai Davi. Mas Jesus os lembrou de que apesar de Davi ser Seu ascendente, Jesus Cristo seria mais — Davi referiu-se a Ele como “Senhor”.

Diante de uma questão semelhante, Pedro respondeu corretamente, “…Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo” (Mateus 16:16). Ainda hoje, a questão da identidade de Jesus surge com mais importância que o restante dos questionamentos — e é eternamente importante que não cometamos erros ao entender quem Ele é. Nosso Criador, Defensor, Redentor e Amigo.

Nenhum erro é mais perigoso do que enganar-se com relação à identidade de Jesus.

Presente Diário: DETERMINAÇÃO

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Leitura Bíblica: RUTE 1:6,11-18)
…o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus. —Rute 1:16

 

Durante uma reportagem sobre a condição dos refugiados deslocados de um país destruído pela guerra, fiquei chocado com as palavras de uma menina de 10 anos. Apesar de haver pouca possibilidade de retorno à terra natal, ela demonstrou um espírito resiliente: “Quando voltarmos, vou visitar meus vizinhos; vou brincar com meus amigos,” disse com determinação pacífica. “Meu pai diz que não temos nossa casa, e eu lhe disse que vamos consertá-la.”

Há lugar para a tenacidade na vida, especialmente quando ela está enraizada em nossa fé em Deus e no amor pelos outros. O livro de Rute começa com três mulheres unidas por uma tragédia. Após o marido de Noemi e seus dois filhos morrerem, ela decidiu retornar à sua casa em Belém e incentivou suas noras viúvas a permanecerem em seu país, a terra de Moabe. Orfa permaneceu, mas Rute jurou ir com Noemi, dizendo: “…o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus” (Rute 1:16). Quando Noemi viu que Rute “…estava resolvida a ir com ela…” (v.18), as duas começaram sua jornada juntas.

Às vezes, a teimosia é algo que está enraizado no orgulho, mas o comprometimento nasce do amor. Quando Jesus foi à cruz, “…manifestou, no semblante, a intrépida resolução de ir para Jerusalém” (Lucas 9:51). Por Sua determinação de morrer por nós, encontramos a força que nos orienta a viver por Ele.

O amor exige o comprometimento.