HÁ ALGUM PARALELO ENTRE EZEQUIEL 16 E APOCALIPSE 17?

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“Eis que todo o que usa de provérbios usará contra ti este provérbio, dizendo: Tal mãe, tal filha” Ezequiel 16:44

Antes de iniciarmos, peço que os irmãos (ãs) coloquem agora diante do altar de Adonai as vossas vidas e peça a Ele que abra os seus olhos para que consigam enxergar o próprio erro, ao invés de terceiriza-lo a outrem; porque cada um comparecerá individualmente ante o tribunal de Cristo um dia para receber segundo a suas próprias ações. Então façamos diante do que É 3x santo a mesma oração que fez Davi: “Quem pode entender os seus erros? Expurga-me tu dos que me são ocultos. Também da soberba guarda o teu servo, para que se não assenhoreie de mim. Então serei sincero, e ficarei limpo de grande transgressão” Salmos 19:12-13.

Meus amados (as) é uma verdade inquestionável de que não gostamos de ouvir sobre os nossos próprios pecados, mas é imprescindível tratarmos desse assunto enquanto há fôlego de vida em nossas narinas, porque depois que não houver mais vida física em nós, ou depois que Cristo voltar não será mais possível tratarmos desse assunto novamente, ao contrário como diz as sagradas escrituras, após dormirmos aguardaremos o julgamento para receber segundo as suas ações em vida: “E muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para vida eterna, e outros para vergonha e desprezo eterno” Daniel 12:2. “E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo” Hebreus 9:27.

Da mesma forma os que estiverem vivos na volta do glorioso Messias, aguardarão para serem julgados segundo as suas obras, segundo o que está escrito nos livros e o julgamento será tanto para os vivos, quanto para os que já morreram ou morrerão (Daniel 12:1; Malaquias 3:16-18; 2 Coríntios 5:10 e Apocalipse 20:11-15) e isso não é uma doutrina nova ou uma doutrina da antiga aliança (Antigo testamento), mas é uma doutrina, ou melhor, uma verdade eterna dita pelo El Olam (Deus Eterno).

Então meus queridos (as) irmãos (ãs) não se desespere quanto a essa questão, porque antes de transmitir essa mensagem para vocês, o próprio D-us tratou primeiramente com o mensageiro, no entanto quando reconhecemos o nosso próprio erro e pecado por obra do Espírito Santo (João 16:8) e nos arrependemos por causa de nossas transgressões, então nos é revelado um pouco mais da virtude e da essência do nosso Pai e Senhor; e em resposta a isso Ele nos dá o escape e o conselho para sermos salvos. Continuar lendo

O REINO DOS CÉUS SEGUNDO A LEI DA SEMEADURA E DA COLHEITA

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O Reino dos céus está intrinsecamente ligado à lei da Colheita e à apresentação do fruto dos justos a Adonai, no grande dia em que Seu Filho aparecerá na nuvem dos céus. Todo o evangelho está contido nesses princípios, princípios que foram revelados como mistério ao povo hebreu em Êxodo 23, e para muitos (de todas as nações permanecem oculto, porque se fizeram tardios e duros para entender os mistérios celestes). Em Êxodo 23 está contido o mistério da salvação de toda a humanidade e de todas as eras, desde que Adonai revelou o Seu plano no 3° dia da criação [ver Gênesis 1:11-13] e depois somente no 6º dia foi criado o homem [ver Gênesis 1:26-31]. Porém o que se deve atentar é que as sementes só foram brotar depois do homem haver sido criado [ver Gênesis 2:2-9], então o que o Criador poderia estar nos ensinando com isso? É que as árvores e as plantas foram criadas, além de produzir alimentos, para ensinar o ser humano a lição de que, assim como Elohim criou as árvores para que o ser humano se alimentassem através da apresentação dos seus frutos (e tem sido assim desde a criação, pois o Criador mantém a Sua parte enviando chuva sobre a terra para que as árvores apresentem os seus renovos); assim também espera o Amado Filho de D’us o dia em que sua noiva O apresentará os frutos que um dia Ele plantou aqui neste mundo [ver Cantares 7:10-13].

E quais são os frutos que Ele espera encontrar? Falaremos disso um pouco mais tarde. Mas a princípio é importante entendermos sobre a videira de quem ela trata, e esse é um assunto muito complexo e contém mistérios celestes profundos.

A videira é o próprio Filho de Deus (João 15:1) onde o caráter e os princípios do Pai estão guardados, e essa mesma possui na sua essência o vinho (o Espírito Santo de Deus), por isso Ele teve que ser moído e esmagado [ver Isaías 53:5] para trazer para a humanidade o perfeito vinho, tal como o fruto da vinha é esmagado para trazer o vinho. Continuar lendo

PORQUE DEVEMOS TEMER A DEUS

20151112_juizO temor à D’us, do hebraico Yirat Adonai (פחדתי אדונים) é o princípio da sabedoria (Provérbios 9:10). Não há como obtermos a sabedoria verdadeira, e nem chegarmos ao conhecimento de nossa natureza e nem tão pouco da natureza do Eterno apenas por meio de estudos, se nós excluirmos o temor que é devido a Ele. Por isso aqueles que conhecem a D’us apenas pelo atributo do amor (ainda que Ele seja amor de uma forma que ultrapassa o entendimento da mente humana) não O pode conhecer de maneira mais profunda. Nem tão pouco aqueles que procuram dimensioná-Lo por mera filosofia ou teologia.

Nenhum estudo ou grau de conhecimento que podemos obter em qualquer assunto da nossa vida passageira é válido se no decorrer dos nossos anos não aprendermos a temer à santidade de um D’us Todo Poderoso.

Por isso Salomão, o homem mais sábio que pisou na face da terra escreveu em Eclesiastes: “E, demais disto, filho meu, atenta: não há limite para fazer livros, e o muito estudar é enfado da carne. De tudo o que se tem ouvido, a suma é: Teme a Deus, e guarda os seus mandamentos; porque isto é o dever de todo o homem. Porque Deus há de trazer a juízo toda a obra, e até tudo o que está encoberto, quer seja bom, quer seja mau.” Eclesiastes 12:12-14

A palavra Yirat (temor) tem um alcance muito mais elevado nas Escrituras Sagradas, às vezes refere-se ao medo que nos sentimos em antecipação de algum perigo ou de sofrimento, mas também pode indicar admiração ou reverência. Nesse último sentido, a palavra Yirat inclui a idéia de maravilha, espanto, mistério, admiração, gratidão, e até mesmo adoração (igual a um sentimento que começa quando nós admiramos algo maravilhoso), tal qual Davi expressou: “Eu te louvarei, porque de um modo assombroso, e tão maravilhoso fui feito; maravilhosas são as tuas obras, e a minha alma o sabe muito bem” (Salmos 139:14). Continuar lendo