A CAUSA DO ESFRIAMENTO DO AMOR PARA O TEMPO DO FIM

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“Aparecerão vários falsos profetas e enganarão muitas pessoas; e o amor de muitos esfriará por causa do crescente distanciamento da Torah Mattityahu ² [Mateus] 24:11-12

“Queridos amigos, não confiem em qualquer espírito. Pelo contrário, testem os espíritos para ver se procedem de Deus; porque muitos falsos profetas têm saído pelo mundoquem não ama não conhece a Deus, porque Deus é amor” 1 Yochanan ² [1 João] 4:1-8

“Mas eu tenho isto contra você; você abandonou seu amor inicial. Portanto, lembre-se de onde estava antes de cair, afaste-se deste pecado e faça o que praticava antes! Caso isso não aconteça, virei a você e tirarei sua menorah ¹ do lugar dela – se você não se voltar do seu pecado … Os que tem ouvidos ouçam o que o Espírito diz às comunidades messiânicas. Ao que vencer, darei o direito de comer da Árvore da Vida que está no Gan-Eden de Deus” Revelação [Apocalipse] 2:4-7 Continuar lendo

O BELO EXEMPLO DO HOMEM QUE ENTENDEU O QUE É SE DOAR – LEIA ESSA BELA HISTÓRIA

“Eis que os filhos são herança do Senhor, e o fruto do ventre o seu galardão. Como flechas na mão de um homem poderoso, assim são os filhos da mocidade. Bem-aventurado o homem que enche deles a sua aljava; não serão confundidos, mas falarão com os seus inimigos à porta” Salmos 127:3-5

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Em uma era em que o direito à vida está sendo desprezado, e o direito da criança em ter uma chance de nascer é represado, em um mundo com os valores distorcidos e desvalorização da benção de se ter um filho; leiam a história desse homem vietnamita e a sua bela e valorosa atitude de amor e valor por seus semelhantes, porque isso também é bíblico, pois a fé sem obras é morta e quem pratica a bondade está em conformidade com a vontade do Pai (Tiago 2:18-23; Provérbios 3:27-28; Efésios 5:9-10):

Tong Phuoc Phuc é um vietnamita que passou mais de 15 anos dando um enterro apropriado para todos os bebês abortados em uma clínica da sua cidade. E tudo começou em 2001 quando ele foi para o hospital com a esposa grávida, alguns dias antes do filho nascer. Ele reparou que muitas gestantes entravam na sala de parto e saiam de lá sem os bebês.

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O meu amado é para mim um saquitel de mirra

Versículo: “O meu amado é para mim um saquitel de mirra.” (Cântico dos Cânticos 1.13)

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A mirra pode muito bem ter sido escolhida como uma figura do Senhor Jesus por causa de sua preciosidade, seu perfume, sua agradabilidade, suas capacidades de cura, preservação e desinfecção, bem como sua ligação com os sacrifícios. Então, por que o Senhor Jesus é comparado a um “saquitel” de mirra? Primeiramente, por causa da plenitude. O Senhor Jesus não é uma pequena quantidade de mirra; é uma arca repleta desse tesouro. Ele não é um ramo ou uma flor de mirra, e sim todo um feixe de mirra. Em Cristo, existe o suficiente para todas as minhas necessidades; que eu não seja lento para valer-me dele. Nosso amado é comparado a um feixe, também por conta de sua variedade: pois em Cristo há não somente uma coisa necessária, mas “Nele, habita, corporalmente, toda a plenitude da Divindade” (Colossenses 2.9). Tudo o que é necessário se encontra em Jesus. Considere os diferentes aspectos do caráter de Jesus e você perceberá uma diversidade maravilhosa – Profeta, Sacerdote, Rei, Esposo, Amigo, Pastor. Considere a vida dele, sua morte, ressurreição, ascensão e segundo advento. Veja-O em suas virtudes – gentileza, coragem, renúncia, amor, fidelidade, verdade, justiça. Tudo isso é saquitel de mirra.

O Senhor Jesus também é “um saquitel de mirra” por causa da preservação. Ele não é mirra desperdiçada, esparramada pelo chão, para ser pisoteada; é mirra atada em feixes, para ser guardada em uma arca de tesouro. Temos de valorizar o Senhor Jesus como o nosso melhor tesouro. Devemos manter os pensamentos sobre Ele e o conhecimento dele guardados “a sete chaves” para que o diabo não nos roube.

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Além disso, o Senhor Jesus é um saquitel de mirra por causa da especialidade. A figura da mirra sugere uma graça que discrimina e distingue. Desde antes da fundação do mundo, o Senhor Jesus foi separado para seu povo. Exala o seu perfume somente para aqueles que sabem como ter comunhão com Ele e desfrutar de um relacionamento íntimo com Ele. Feliz é aquele que pode dizer: “O meu amado é para mim um saquitel de mirra”.

Charles H. Spurgeon

Presente Diário: DETERMINAÇÃO

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Leitura Bíblica: RUTE 1:6,11-18
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…o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus. —Rute 1:16

 

Durante uma reportagem sobre a condição dos refugiados deslocados de um país destruído pela guerra, fiquei chocado com as palavras de uma menina de 10 anos. Apesar de haver pouca possibilidade de retorno à terra natal, ela demonstrou um espírito resiliente: “Quando voltarmos, vou visitar meus vizinhos; vou brincar com meus amigos,” disse com determinação pacífica. “Meu pai diz que não temos nossa casa, e eu lhe disse que vamos consertá-la.”

Há lugar para a tenacidade na vida, especialmente quando ela está enraizada em nossa fé em Deus e no amor pelos outros. O livro de Rute começa com três mulheres unidas por uma tragédia. Após o marido de Noemi e seus dois filhos morrerem, ela decidiu retornar à sua casa em Belém e incentivou suas noras viúvas a permanecerem em seu país, a terra de Moabe. Orfa permaneceu, mas Rute jurou ir com Noemi, dizendo: “…o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus” (Rute 1:16). Quando Noemi viu que Rute “…estava resolvida a ir com ela…” (v.18), as duas começaram sua jornada juntas.

Às vezes, a teimosia é algo que está enraizado no orgulho, mas o comprometimento nasce do amor. Quando Jesus foi à cruz, “…manifestou, no semblante, a intrépida resolução de ir para Jerusalém” (Lucas 9:51). Por Sua determinação de morrer por nós, encontramos a força que nos orienta a viver por Ele.

O amor exige o comprometimento.

Presente Diário: DETERMINAÇÃO

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Leitura Bíblica: RUTE 1:6,11-18)
…o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus. —Rute 1:16

 

Durante uma reportagem sobre a condição dos refugiados deslocados de um país destruído pela guerra, fiquei chocado com as palavras de uma menina de 10 anos. Apesar de haver pouca possibilidade de retorno à terra natal, ela demonstrou um espírito resiliente: “Quando voltarmos, vou visitar meus vizinhos; vou brincar com meus amigos,” disse com determinação pacífica. “Meu pai diz que não temos nossa casa, e eu lhe disse que vamos consertá-la.”

Há lugar para a tenacidade na vida, especialmente quando ela está enraizada em nossa fé em Deus e no amor pelos outros. O livro de Rute começa com três mulheres unidas por uma tragédia. Após o marido de Noemi e seus dois filhos morrerem, ela decidiu retornar à sua casa em Belém e incentivou suas noras viúvas a permanecerem em seu país, a terra de Moabe. Orfa permaneceu, mas Rute jurou ir com Noemi, dizendo: “…o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus” (Rute 1:16). Quando Noemi viu que Rute “…estava resolvida a ir com ela…” (v.18), as duas começaram sua jornada juntas.

Às vezes, a teimosia é algo que está enraizado no orgulho, mas o comprometimento nasce do amor. Quando Jesus foi à cruz, “…manifestou, no semblante, a intrépida resolução de ir para Jerusalém” (Lucas 9:51). Por Sua determinação de morrer por nós, encontramos a força que nos orienta a viver por Ele.

O amor exige o comprometimento.

Presente Diário: Amado para amar

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✏ Leitura Bíblica:Deuteronômio 10:12-22

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Amai, pois, o estrangeiro, porque fostes estrangeiros na terra do Egito. —Deuteronômio 10:19

A vida de Dietrich Bonhoeffer estava em risco todos os dias em que permaneceu na Alemanha de Hitler, mas ele ficou mesmo assim. Imagino que ele compartilhava da visão do apóstolo Paulo de que estar no céu era o desejo de seu coração, mas ficar onde precisavam dele era o propósito de Deus para o momento (Filipenses 1:21). Ele ficou; como pastor, ofereceu cultos clandestinos de adoração e resistiu ao cruel regime de Hitler.

Apesar do perigo diário, Bonhoeffer escreveu Vida em Comunhão — um livro sobre a hospitalidade como ministério. Ele colocou este princípio em prática ao viver e trabalhar num monastério e quando esteve preso. Bonhoeffer ensinava que toda refeição, tarefa e conversa eram uma oportunidade para mostrar Cristo aos outros, mesmo sob grande estresse ou pressão.

Lemos no livro de Deuteronômio que, assim como Deus ministrou aos israelitas que estavam deixando o Egito, Ele os instruiu a imitá-lo amando e recebendo os estrangeiros e viúvas (10:18-19; Êxodo 22:21-22). Nós também somos amados por Deus e capacitados por Seu Espírito para servi-lo. Fazemos isso servindo a outros diariamente de inúmeros modos, por meio de palavras e atitudes gentis.

Alguém em nossa jornada diária parece estar sozinho ou perdido? Podemos confiar que o Senhor nos capacitará a levar esperança e compaixão até estas pessoas conforme vivemos e trabalhamos juntos para Ele.

Quanto mais entendemos o amor de Deus por nós, mais demonstraremos amor os outros.

Presente Diário: MEU FILHO

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✏ Leitura Bíblica: Atos 2.37-41

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Oro também para que os olhos do coração de vocês sejam iluminados, a fim de que vocês conheçam a esperança para a qual ele os chamou, as riquezas da gloriosa herança dele nos santos (Ef 1.18).

Li uma história interessante que contava o seguinte: Um certo senhor estava dentro da sua tenda quando entrou um garoto adolescente. Logo em seguida, várias pessoas chegaram com armas querendo matar o menino. O senhor disse que não iria entregá-lo. Eles disseram: Você quer perdoá-lo porque não sabe o que ele fez e nem quem ele matou. O senhor disse: Não importa, eu quero perdoá-lo. Os homens então disseram: Ele matou seu filho. O senhor triste, enxugando as lágrimas, disse: Eu o perdoarei e vou criá-lo como se fosse o meu filho.
Através desta história podemos ter uma noção de como foi grande o amor de Deus por nós.
Deus fez mais do que salvar o assassino de seu filho, ele salvou a muitos assassinos de seu filho. Através da pregação de Pedro, no dia de Pentecostes, muitos foram salvos por Jesus, inclusive aqueles que o tinham perseguido até a morte. Pedro disse: Este Jesus, a quem vocês crucificaram, Deus o fez Senhor e Cristo (At 2.36). Pedro mostra àqueles homens que eles haviam matado o Senhor Jesus, mas se eles se arrependessem poderiam ser perdoados dos seus pecados e alcançar a salvação. Ser salvos por quem haviam assassinado. Pensar que se Deus perdoou aqueles assassinos de seu filho, pode perdoar quem ele desejar. Pedro disse que essa promessa era para eles, seus filhos, e para todos quantos o Senhor chamar.
Por mais afastado de Deus que alguém se encontre, pode ser alcançado pelo amor de Deus e seu chamado. Ele quer salvar o homem do caminho da perdição. Pedro fala isso dizendo: “Salvem-se desta geração corrompida” (At 2.39). Jesus salvou naquele dia mais de três mil pessoas que aceitaram a sua mensagem. É preciso crer em sua promessa de salvação. Perceber o quanto ele te ama. Reconhecer que você é pecador, ouvir e praticar a sua palavra.

ઇઉ  É tempo de ouvir e aceitar a mensagem de Jesus.

Uma vida com propósitos: Dia 19

Dia 19 – CULTIVANDO A COMUNIDADE

✍ “Cada um de vocês é parte do corpo de Cristo, e vocês foram escolhidos para viver juntos em paz.”
Colossenses 3.15; CEV

✍ “Como é bom e agradável que o povo de Deus viva unido como se todos fossem irmãos!”
Salmos 133.1; NTLH 

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Comunidade exige comprometimento

Somente o Espírito Santo pode criar uma verdadeira comunhão entre crentes, mas ele processa isso através das escolhas e compromissos que fazemos. Paulo trata dessa dupla responsabilidade: Vocês estão unidos na paz por meio do Espírito. Esforcem-se, portanto, para continuar unidos desse modo.(Efésios 4.3; NCV.) É necessário tanto o poder de Deus quanto o nosso esforço para produzir uma comunidade cristã amorosa.
Infelizmente, muitas pessoas crescem em famílias com relacionamentos perniciosos, então carecem das habilidades relacionais necessárias à verdadeira comunhão. Elas devem ser ensinadas a lidar e se relacionar com as outras pessoas na família de Deus. Felizmente, o Novo Testamento é repleto de instruções sobre como partilhar uma vida. Paulo escreveu: Escrevo-lhe estas coisas, [para que] saiba como viver na família de Deus. Essa família é a igreja.(1Timóteo 3.14,15; NCV)
Se você está cansado de comunhão fajuta e gostaria de cultivar uma comunidade amorosa com uma comunhão verdadeira em seu grupo pequeno, classe de escola dominical ou igreja, será necessário fazer algumas escolhas difíceis e assumir alguns riscos.

Formar uma comunidade exige sinceridade

Você deverá ter uma grande dedicação a falar a verdade de forma carinhosa, mesmo quando preferir passar por cima de um problema ou desconsiderar um assunto. Embora seja muito mais fácil permanecer em silêncio enquanto os outros à sua volta prejudicam a si próprios e aos outros com alguma prática pecaminosa, essa não é a atitude de amor a ser tomada. Poucas pessoas podem contar com alguém que as ame o suficiente para dizer-lhes a verdade (mesmo quando a verdade machuca), então continuam em caminhos de autodestruição. Nós freqüentemente sabemos o que precisa ser dito a alguém, mas nossos temores nos impedem de dizer. Muitas comunidades são sabotadas pelo medo: ninguém tem coragem de falar em meio ao grupo, enquanto a vida de um membro desmorona.
A Bíblia nos manda falar a verdade em amor,(Efésios 4.15) porque não podemos ter uma comunidade sem sinceridade. Salomão disse: A resposta sincera é sinal de uma amizade verdadeira.(Provérbios 24.26; NTLH) Algumas vezes, isso significa importar-se a ponto de carinhosamente questionar aquele que estiver pecando ou sendo tentado a pecar. Paulo diz: Irmãos, se alguém for surpreendido em algum pecado, vocês, que são espirituais, deverão restaurá-lo com mansidão.(Gálatas 6.1,2; NCV)

Muitas comunidades e grupos pequenos permanecem superficiais por terem receio de conflitos. Toda vez que uma questão vem à tona e pode causar tensão ou desconforto, é imediatamente encoberta, a fim de preservar uma falsa sensação de paz. O Sr. Panos Quentes intervém e tenta aplacar os ânimos. O assunto nunca é resolvido, e todos vivem com uma frustração dissimulada. Todos sabem do problema, mas ninguém fala sobre ele abertamente. Isso cria um ambiente doentio de segredos, onde floresce a fofoca. A solução de Paulo era direta: Chega de mentiras, chega de fingimento. Fale a verdade ao seu próximo. Afinal, no corpo de Cristo, estamos todos ligados uns aos outros. Quando você mente para os outros, você acaba mentindo para si mesmo.(Efésios 4.3; Msg.)
A verdadeira comunhão, seja no casamento, seja na amizade, seja na sua igreja, depende da franqueza. Na verdade, o túnel do conflito é a travessia para a intimidade em qualquer relacionamento. Até que vocês se importem o suficiente para confrontar e solucionar os obstáculos encobertos, jamais ficarão íntimos uns dos outros. Quando um conflito é tratado corretamente, crescemos em intimidade uns com os outros ao enfrentar e resolver nossas diferenças. A Bíblia diz: No final, as pessoas valorizam a sinceridade mais que a bajulação.(Provérbios 28.23; NLT)
Franqueza não é uma licença para dizer o que você quer, onde quiser e sempre que quiser. Não é grosseria. A Bíblia diz que existe um tempo certo e um modo certo de fazer cada coisa.(Eclesiastes 8.6; NTLH) Palavras impensadas deixam feridas permanentes. Deus nos manda falar uns aos outros na igreja como carinhosos membros da mesma família: Não repreenda asperamente o homem idoso, mas exorte-o como se ele fosse seu pai; trate os jovens como a irmãos, as mulheres idosas como a mães, e as moças como a irmãs.(1Timóteo 5.1,2; GWT)

Lamentavelmente, milhares de comunidades foram destruídas por falta de honestidade. Paulo teve de repreender a igreja de Corinto pelo seu código de silêncio passivo, ao permitir a imoralidade em sua comunidade. Visto que ninguém tinha coragem de enfrentar o problema, ele disse: Vocês não podem simplesmente virar para o outro lado e esperar que isso vá embora por si mesmo. Exponham a situação e lidem com ela […] melhor a desolação e o constrangimento do que a condenação […] Vocês deixam isso passar como sendo algo pequeno, mas é tudo, menos pequeno […] Não deveriam agir como se tudo estivesse tranqüilo, quando um de seus companheiros cristãos é promíscuo ou delinqüente, é impertinente com Deus ou indelicado com os amigos, quando se embebeda ou se torna ganancioso e voraz. Vocês não podem simplesmente concordar com isso, agindo como se fosse um comportamento aceitável. Não sou responsável pelo que fazem os de fora, mas não teríamos alguma responsabilidade por aqueles de dentro de nossa comunidade?(1Coríntios 5.3-12; Msg.)

Formar uma comunidade exige humildade

A presunção, o convencimento e o orgulho obstinado destroem a comunhão mais rápido que qualquer outra coisa. O orgulho ergue muros entre as pessoas; a humildade ergue pontes. A humildade é o ungüento que acalma e suaviza as relações. É por isso que a Bíblia diz: Sejam todos humildes uns para com os outros.(1Pedro 5.5b; NVI) A vestimenta adequada à comunhão é a postura humilde. O resto do último versículo diz:… porque Deus se opõe aos orgulhosos, mas concede graça aos humildes.(1Pedro 5.5a; NVI) Essa é a outra razão pela qual precisamos ser humildes: o orgulho obstrui a graça de Deus em nossa vida, a qual devemos ter para crescer, nos transformar, ser sarados e ajudar os outros. Recebemos a graça de Deus ao admitir humildemente que precisamos dela. A Bíblia diz que, no momento em que somos arrogantes, vivemos em oposição a Deus! Essa é uma maneira tola e perigosa de viver. Você pode desenvolver a humildade de várias maneiras práticas: admitindo suas fraquezas, sendo paciente com as fraquezas dos outros, estando aberto para admoestações e pondo os outros em evidência. Paulo orientou: Tenham a mesma atitude uns para com os outros. Não sejam orgulhosos, mas estejam dispostos a associar-se a pessoas de posição inferior. Não sejam sábios aos seus próprios olhos.(Romanos 12.16; NLT) Aos cristãos em Filipos ele escreveu: Humildemente considerem os outros superiores a si mesmos. Cada um cuide, não somente dos seus interesses, mas também dos interesses dos outros.(Filipenses 2.3,4; NCV) Humildade não é pensar menos de si mesmo, mas pensar menos em si mesmo; humildade é pensar mais nos outros. Os humildes concentram-se de tal forma em servir os outros, que não pensam em si.

Formar uma comunidade exige cortesia

Somos corteses quando respeitamos nossas diferenças e somos cuidadosos com os sentimentos uns dos outros e pacientes com as pessoas que nos irritam. A Bíblia diz: É preciso carregar o fardo de termos consideração para com as dúvidas e temores de outras pessoas — daqueles que sentem que essas coisas estão erradas. Agrademos ao outro, e não a nós próprios, e façamos aquilo que é para o seu bem e assim o edificaremos no Senhor.(Romanos 15.2; BV) Paulo disse a Tito: O povo de Deus deve ser generoso e cortês.(Tito 3.2; Msg) Em toda igreja e em todo pequeno grupo, há sempre pelo menos uma pessoa difícil, e normalmente mais que uma. Essas pessoas podem ter carências emocionais, insegurança profunda, maneirismos irritantes e escassas habilidades sociais. Você deve chamá-las de pessoas NTE (Necessária Tolerância Extra). Deus pôs essas pessoas em nosso meio tanto para benefício delas quanto nosso. Elas são uma oportunidade para crescermos e um teste para a comunhão. Será que conseguiremos amá-las como irmãos e irmãs, tratando-as com dignidade?

Em uma família, a aceitação não se baseia em quanto você é esperto, bonito ou talentoso. Baseia-se no fato de pertencermos uns aos outros. Defendemos e protegemos a família. Um membro da família pode ser um pouco pateta, mas ainda assim é um de nós. Da mesma forma, a Bíblia diz: Sejam dedicados uns aos outros como uma família afetuosa. Aprimorem-se em demonstrar respeito uns para com os outros.(Romanos 12.10; GWT) A verdade é que todos temos excentricidades e traços de temperamento irritantes, mas comunidade não tem nada que ver com compatibilidade. O fundamento para termos comunhão é nosso relacionamento com Deus: somos uma família. Um segredo para a cortesia é saber de onde as pessoas estão vindo. Descubra o histórico delas. Quando você souber por que coisas passaram, certamente será mais compreensivo. Em vez de pensar na distância que elas ainda têm a percorrer, pense na distância que já percorreram apesar da dor que carregam. Outra parte da cortesia é não subestimar as dúvidas das outras pessoas. O fato de você não temer alguma coisa não torna esse sentimento inválido. A verdadeira comunidade se forma quando as pessoas sabem que é seguro partilhar seus medos e suas dúvidas sem serem julgadas.

Formar uma comunidade exige sigilo

Somente em um ambiente seguro, onde houver um acolhimento carinhoso e sigilo confiável, as pessoas se abrirão e compartilharão suas maiores mágoas, necessidades e erros. Sigilo não significa ficar em silêncio enquanto seu irmão ou irmã peca, e sim saber que aquilo que for comentado no grupo ficará restrito ao grupo. O grupo precisa conviver com isso e evitar a fofoca. Deus detesta a fofoca; principalmente quando é maldosamente disfarçada como pedido de oração a favor de alguém. Deus diz: Os maus provocam discussões, e quem fala mal dos outros separa os maiores amigos.(Provérbios 16.28; NTLH) A fofoca sempre causa mágoa e discórdia, e isso destrói amizades. Deus é claro quando nos orienta a advertir os que causam dissensão entre cristãos.(Tito 3.10; NVI) Eles podem se enfurecer e deixar seu grupo ou igreja ao serem enfrentados por causa de suas ações que semeiam a discórdia; mas a comunhão da igreja é mais importante que qualquer indivíduo.

Formar uma comunidade exige constância

Você deve manter um contato constante e regular com seu grupo, a fim de desenvolver a verdadeira comunhão. Relacionamentos exigem tempo. A Bíblia nos diz: Não abandonemos, como alguns estão fazendo, o costume de assistir às nossas reuniões. Pelo contrário, animemos uns aos outros.(Hebreus 10.25; NTLH) Devemos desenvolver o hábito de nos reunir. Hábito é algo que você faz com freqüência, e não uma vez ou outra. Você tem de passar tempo com as pessoas — muito tempo — para estabelecer relacionamentos íntimos. É por isso que a comunhão é tão superficial em muitas igrejas; não passamos tempo suficiente juntos, e o tempo que passamos é usado normalmente para ouvir uma única pessoa falar. Uma comunidade não é formada de acordo com nossa conveniência (Vamos nos reunir quando eu tiver vontade), mas na convicção de que ela é necessária para nossa saúde espiritual. Se você quiser cultivar uma comunhão verdadeira, isso significará reunir-se mesmo quando você não tenha vontade, porque você acredita que é importante. Os primeiros cristãos se reuniam todos os dias! Regularmente eles adoravam juntos no templo todos os dias, reuniam-se em grupos pequenos nas casas para a Comunhão, e participavam das suas refeições com grande alegria e gratidão.(Atos 2.46; BV) Viver em comunhão requer investimento de tempo.

Se você é membro de um grupo pequeno ou de uma classe de escola dominical, recomendo que se faça um pacto entre todos, o qual inclua as nove características da comunhão bíblica: Partilharemos nossos verdadeiros sentimentos (autenticidade), incentivaremos uns aos outros (reciprocidade), apoiaremos uns aos outros (compaixão), perdoaremos uns aos outros (misericórdia), falaremos a verdade com amor (sinceridade), admitiremos nossas fraquezas (humildade), respeitaremos nossas diferenças (cortesia), não fofocaremos (sigilo) e faremos do grupo uma prioridade (constância). Quando você olha a lista de características, torna-se evidente o motivo por que comunhão é tão rara. Ela significa desistir de nosso individualismo e independência para nos tornar interdependentes. Mas os benefícios de dividir a vida com os outros suplanta largamente os custos e nos prepara para o céu.

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DÉCIMO NONO DIA
PENSANDO SOBRE MEU PROPÓSITO

Um tema para reflexão: Comunidade exige comprometimento.

Um versículo para memorizar: Nós compreendemos o que é o amor quando descobrimos que Cristo deu sua vida por nós. Significa que temos de dar nossa vida pelos outros crentes (1 João 3.16; GWT).

Uma pergunta para meditar: Como posso hoje ajudar a criar as características de uma comunidade verdadeira em meu grupo pequeno e em minha igreja?

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Presente Diário: O PODER DO AMOR

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✏ Leitura Bíblica: 1 João 4:7-10

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Nisto consiste o amor: […] em que ele nos amou e enviou o seu Filho como propiciação pelos nossos pecados. —1 João 4:10

Os livros sobre liderança geralmente aparecem nas listas dos mais vendidos. A maioria deles fala sobre como tornar-se um líder influente e eficaz. Mas o livro de Henri Nouwen O perfil do líder cristão do século XXI é escrito sob uma perspectiva diferente. O ex-professor universitário que investiu muitos anos servindo em uma comunidade de adultos mentalmente incapazes diz: “A questão não é: Quantas pessoas levam você a sério? Quanto você vai realizar? Você consegue mostrar resultados? Mas sim: Você ama o Senhor Jesus? […] Em nosso mundo de solidão e desespero, há uma necessidade enorme de homens e mulheres que tenham intimidade com Deus, que tem um coração que perdoa, que se importa, que quer se aproximar e curar.”

João escreveu: “Nisto se manifestou o amor de Deus em nós: em haver Deus enviado o seu Filho unigênito ao mundo, para vivermos por meio dele. Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou e enviou o seu Filho como propiciação pelos nossos pecados” (1 João 4:9-10).

“O líder cristão do futuro,” Nouwen escreve: “é aquele que realmente tem intimidade com Deus que se tornou encarnado… em Jesus.” Nele, descobrimos e experimentamos o amor incondicional e ilimitado de Deus.

ઇઉ O amor de Deus em nós, nos dá um coração voltado para os outros.