Os gays e a profecia do Talmud

 

imageFaz bom tempo que eu não assisto a nada da Rede Globo, por razões óbvias: como eu poderia ter prazer em algo que é abominável aos olhos de YHWH? Se Yeshua nos chamou para abandonarmos o mundo, como poderia viver na imundície?

Prefiro estudar as Escrituras a contaminar-me com aquilo que é mundano, sujo, desprezível e abominável. Não é possível que a luz tenha comunhão com as trevas!

Escrevo estas palavras iniciais para dizer que não vi o famoso “beijo gay” na novela da Globo. Todavia, muitos crentes, fãs e ardorosos espectadores da Globo, viram o beijo, e agora se lamentam escandalizados. Não sei por que tanto reclamam. Afinal, pessoas carnais gostam de coisas carnais! Porém, um fenômeno interessante ocorreu: até mesmo os crentes que assistem cotidianamente à programação bitolada da Globo dizem: “o mundo vai acabar”. A sensação do “fim do mundo” tomou conta do inconsciente coletivo.

Será que um “beijo gay” pode gerar o fim do mundo?

Resposta: sim!

Vejamos o porquê. No dia 5 de maio de 2011, o Supremo Tribunal Federal reconheceu a união estável entre pessoas do mesmo sexo, abrindo as portas para que muitos casais homossexuais procurassem os Cartórios de Registro Civil para converter a união em “casamento gay”.

O beijo entre homossexuais exibido pela Globo é tão somente o ápice da exaltação da política gayzista, outrora chancelada pelo Pretório Excelso. E o que isto tem a ver com o fim do mundo?

Há 1.500 anos, afirmou o Talmud que Elohim adiou executar severo juízo contra os gentios pois eles guardavam pelo menos três mandamentos:

“Disse Rabbi Yehudá: Estes são os trinta homens justos dentre as nações do mundo, em virtude dos quais as nações do mundo continuam a existir.

Ulla disse: Estes são os trinta mandamentos que os filhos de Noach (Noé) tomaram para si, mas eles observam três deles, a saber: (i) eles não elaboram um documento de ketubá (contrato de casamento) de homens; (ii) eles não vendem carne de mortos no mercado e (iii) eles respeitam a Torá” (m. Chulin 92b).

Na passagem acima, assevera o Talmud que YHWH retém o julgamento das nações dos gentios porque eles não permitem o casamento homossexual (“contrato de casamento de homens”), não vendem carne humana nos mercados e têm respeito pela Torá, ainda que não a guardem.

Ora, tendo em vista que atualmente há a possibilidade de casamento gay no Brasil e em diversos países do mundo, então, não existe mais razão para o ETERNO adiar o juízo sobre a humanidade. Ou seja, o fim do mundo realmente está próximo!!!

Que possamos nos lembrar das lições de Yeshua HaMashiach (Jesus o Messias): “Cuidado! Estejam alerta e orem! Pois vocês não sabem quando chegará o tempo.

Será como um homem que fez uma viagem, deixando sua casa, e deu autoridade a seus servos, e a cada homem o seu trabalho. E ordenou ao porteiro que vigiasse. Fiquem atentos, pois vocês não sabem quando o senhor da casa voltará: à noite, ou no meio da noite, ou no canto do galo, ou de manhã, para que, vindo no silêncio, não os encontre enquanto vocês dormem.

Porém, a coisa que eu digo, eu digo o mesmo a todos: Estejam acordados!”.

(Yochanan Marcus 13:33-37, tradução direta do aramaico).

Com a aprovação do casamento homossexual e a divulgação pública do beijo gay em horário nobre, as peças do quebra-cabeça se encaixam: o mundo brevemente chegará ao fim. Enquanto isso, faça a sua parte: Desligue a Globo! Desligue seu ídolo!

“Aquele que testifica isto diz: Verdadeiramente, eu venho logo.

Amen! Vem, YHWH YESHUA” (Guilyana/Apocalipse 22:20)

Fonte: Judaismo Nazareno

Dias de Ló: mais um passo rumo ao cumprimento profético

10996962_1618596348425454_5611334784262548819_nA suprema corte dos Estados Unidos acabou de aprovar o casamento de pessoas do mesmo sexo em todos os cinquenta estados americanos. A prática já era aceita na maioria dos estados, porém, treze estados (onde há mais evangélicos conservadores) ainda proibiam a prática. Agora, com a decisão da suprema corte, todos os cinquenta estados americanos são obrigados a aceitar o casamento de pessoas do mesmo sexo.

Essa sem dúvida é uma decisão emblemática, tratando-se do país mais “evangélico” do mundo. Se lembrarmos que há apenas dez anos, a grande maioria dos estados americanos repudiava o casamento de pessoas do mesmo sexo, a comemoração dos ativistas pró LGBT diante da suprema corte americana mostra que a virada de jogo foi mesmo surpreendente.

Meu ponto aqui não é tratar de “direitos civis”. É preciso reconhecer que, perante a Lei, todas as pessoas têm os mesmos direitos. E que, se alguém pretende “casar-se” com quem quer que seja, em tese, essa pessoa tem o “direito” de fazer isso, desde que não prejudique outra pessoa no caso. Ao mesmo tempo, e isso ainda parece ser realidade nos Estados Unidos, as pessoas e instituições religiosas que discordam continuam tendo o direito de discordar, e, provavelmente, as igrejas não serão obrigadas a realizarem esse tipo de casamento tão cedo.

Porém, o que me chama atenção nesse caso é justamente a rápida mudança no pensamento mundial acerca desse assunto, e a consolidação disso na maior democracia cristã do mundo. Quando a maioria da população em uma democracia é favorável a uma prática, a tendência é que essa prática venha a ser institucionalizada. Foi o caso aqui. E isso mostra que os poderosos ventos de mudança que começaram a soprar mais fortemente no mundo desde o final do século 20, com a queda do muro de Berlim por exemplo, estão se intensificando cada vez, removendo com facilidade marcos antigos, em prol de uma unificação do paganismo na terra. A era cristã está terminando. E, tudo isso parece ter sido minuciosamente planejado.

Talvez seja exatamente isso o que as pessoas estejam comemorando diante da suprema corte americana. Um cartaz no meio da multidão dizia: “a constituição é nosso escudo contra a Bíblia da intolerância e preconceito”. Esse é o ponto mais crucial me parece. Aqui está o verdadeiro motivo da disputa, o qual subjaz por detrás de todos os demais discursos.

Mas o que, como cristãos, podemos dizer disso tudo? Reclamar e exclamar horrorizados expressões como: “é o fim dos tempos”? Talvez seja mesmo, e nesse caso, não deveríamos estar horrorizados, mas com a certeza indirimível de que tudo está acontecendo como tinha que ser. Sim, a era cristã precisa terminar, pois se ela não terminar, Jesus não voltará. O Apóstolo Paulo disse que antes que Cristo volte “primeiro” precisa “vir” a apostasia (2Ts 2.3). E o próprio Cristo disse que os dias que antecederiam sua volta recapitulariam dois importantes momentos da história bíblica. Um dos exemplos evocados por Cristo foi justamente os “dias de Noé”, quando as pessoas “comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento” (Lc 17.26-27). Questões em relação ao casamento, portanto, estariam no centro da agenda do mundo mais uma vez, antes da volta de Cristo. Em Gênesis 6 temos a descrição de padrões de casamento inaceitáveis por Deus, e isso resultou diretamente no dilúvio. É interessante que o arco-íris que estaria nas nuvens como prova da aliança divina, agora esteja numa bandeira que contraria aquilo que o próprio Deus ordenou, porém institucionalizado na forma da lei. Mas, talvez isso faça Deus se lembrar mais uma vez… Mas, o segundo momento evocado por Cristo é ainda mais emblemático: “O mesmo aconteceu nos dias de Ló: comiam, bebiam, compravam, vendiam, plantavam e edificavam; mas, no dia em que Ló saiu de Sodoma, choveu do céu fogo e enxofre e destruiu a todos. Assim será no dia em que o Filho do Homem se manifestar” (Lc 17.28-30). Em Sodoma e Gomorra, um dos maiores pecados, que resultou na destruição das cidades, foi o relacionamento entre pessoas do mesmo sexo!

Tudo isso aponta para uma inquietante realidade e, ao final, para uma surpreendente esperança. Todas as ações malignas no mundo, e que estão a todo vapor como podemos ver, trabalhando para a implantação do paganismo como sistema, apesar disso, estão debaixo dos desígnios daquele que anunciou o fim desde o começo. Todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito (Rm 8.28). Fica, entretanto, o alerta do Senhor: “Aquele, porém, que perseverar até o fim, esse será salvo” (Mt 24.13).

Fonte: Leandro Lima