França antisemita convoca 70 países para “Conferência de Paz no Oriente Médio”

A França comunicou através do seu ministro para os Negócios Estrangeiros estar a convocar 70 países para a realização de uma “Conferência para a paz no Médio Oriente” em Paris, para o próximo dia 15 de Janeiro.
Segundo as informações partilhadas, os líderes israelitas e palestinianos serão convidados a se encontrarem separadamente no final desta conferência.
A França tem constantemente andado durante este ano a tentar soprar ar fresco para este processo de paz, conduzindo até uma conferência preliminar no passado mês de Junho em que representantes das Nações Unidas, da União Europeia, dos Estados Unidos e de alguns países árabes se reuniram para discutir propostas, contudo sem a presença de Israel e dos palestinianos.lieberman-hoje

REAÇÃO ISRAELITA

O ministro israelita da Defesa, Avigdor Lieberman, criticou duramente esta conferência de Paris, que considera ser não uma “conferência para a paz”, mas antes “um tribunal contra Israel.”
Comparando o evento com o julgamento anti-semita do oficial judeu Alfred Dreyfus em 1894, em Paris, Lieberman condenou o timing do evento promovido por Paris para 5 dias antes da tomada de posse do presidente Donald Trump e 3 meses antes das eleições em França.
“Não é uma conferência para a paz, mas um tribunal contra Israel com a intenção de prejudicar Israel e o seu bom nome” – criticou Lieberman, acrescentando: “Não será apenas um julgamento contra Israel, mas um moderno julgamento Dreyfus. Veja-se como a França tem andado a votar contra nós. Sabemos qual o sentido e intenção da conferência. É mais um acréscimo ao sentimento anti-judaico actualmente vivido na França.”
E, aproveitando para lembrar alguns dos recentes incidentes anti-semitas ocorridos na França, o ministro incitou mais uma vez os judeus franceses a partirem para Israel: “É tempo de partir.”

Fonte: Shalom Israel

Putin: Rússia já reconhece ‘Palestina’ e não tolerará esquemas israelenses

A Rússia reinseriu-se no processo de “paz” israelense-palestiniano de uma forma importante esta semana com uma visita altamente divulgada pelo presidente Vladimir Putin.

Enquanto se reúne com o líder da Autoridade Palestina Mahmoud Abbas na terça-feira, Putin disse que a Rússia não tinha nenhum problema em reconhecer um estado palestino independet, observando que Moscou já tinha feito isso durante os dias da União Soviética.

“Nós [reconhecemos a Palestina] há 25 anos, e nossa posição não mudou”, disse Putin.

Putin agradeceu a Abbas por sua liderança “responsável”, ignorando ou rejeitando o fato de que mesmo a Administração Obama agora considera a intolerância e insistência de Abbas nas pré-condições como o principal obstáculo para reiniciar as negociações de paz.

“A liderança palestina eo presidente pessoalmente têm se comportado de forma responsável para alcançar a paz com base na solução de dois Estados,

Rússia apoia a Autoridade Palestiniana, bem como a reconciliação palestina
leitura e não vamos tolerar Esquemas de Israel de anexar terras da Cisjordânia “, disse Putin.

Putin também jogou seu peso nos esforços de Abbas para se reconciliar com o Hamas e forjar um governo de unidade nacional com os grupos terroristas, apesar do fato de que o Hamas permanece abertamente dedicado à destruição de Israel.

Os palestinos saudaram a visita de Putin como “histórica” e nomearam uma rua em Belém após o líder russo, o que era algo de um falso pas, considerando que os europeus normalmente só dão nome às ruas depois de pessoas falecidas.

O gabinete de Abbas disse estar disposto a realizar a próxima cúpula da paz no Oriente Médio em Moscou, onde os palestinos acham que sua posição será mais favorecida do que em Washington ou outras capitais ocidentais.

Putin se reuniu no início da semana com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, e o presidente Shimon Peres, mas essas conversas se concentraram mais no Irã e na Síria do que no conflito com os palestinos.

1482428854e072f012-4f07-4bda-94c5-9beb96f774c7_mw1024_n_sPutin advertiu Israel contra um ataque preventivo contra as instalações nucleares do Irã, insistindo que tal empreendimento seria “contraproducente”. Ele também exortou o Ocidente, presumivelmente incluindo Israel, a manter seu nariz fora dos assuntos da Síria. A Rússia está cautelosamente apoiando o regime de Bashar Assad novamente contra uma insurgência apoiada pelo Ocidente.

Fonte: AWDnews

Obama pode dividir a terra de Israel na ONU antes de sair da presidência

barack-obama-at-the-un-security-council-public-domain-460x306Barack Obama prestes a fazer o mais catastrófica decisão de toda a sua presidência? O ex-embaixador na ONU, John Bolton está avisando que há “muita especulação” sobre na sede da ONU agora sobre “resoluções que reconhecem um Estado palestino ou que tentame definir um limite para Israel com base nos 1967 cessar-fogo linhas “. De claro que isso tem que acontecer antes da posse de Donald Trump em 20 de janeiro , porque Trump já deixou bem claro que ele não vai apoiar qualquer resolução de tal natureza ONU. Sabendo que Trump está prestes a assumir o cargo, defensores da “solução de dois estados” estão colocando uma imensa quantidade de pressão sobre Obama para apoiar uma resolução do Conselho de Segurança da ONU que iria dividir permanentemente a terra de Israel, enquanto ele ainda está na Casa Branca, e neste momento não sabemos o que a decisão final do Barack Obama será.

A maioria dos americanos não tem idéia do que este drama se desenrola nos bastidores, mas aqueles que a conhecem estão muito conscientes do que está acontecendo. O Wall Street Journal publicou recentemente um artigo intitulado ” Israel surpresa de Obama? “, Que discutiu a possibilidade de Obama a apoiar uma resolução do Conselho de Segurança da ONU que iria dividir permanentemente a terra de Israel, e do conselho editorial do New York Times foi formalmente aprovado tal resolução. Continuar lendo

MENORAH E ÓLEO PARA O TERCEIRO TEMPLO ESTÃO PRONTOS

Seguindo as especificações dadas por Deus ao povo hebreu em Sh’mot [Exôdo] 30: 23-31, está sendo preparado em Israel, o azeite segundo cada especificação na Torá, para ser utilizado na festa de Hanukkah (Festa das Luzes) que terá início após o pôr do sol do 24° dia do mês de Kislev do ano judaico 5777 (24 de Dezembro de 2016) percorrendo oito dias de festividades.

Esse acontecimento é de um significado muito impactante, pois demostra estar-se cada vez mais próximo a concretização da construção do terceiro templo, e tem um impacto muito profundo tanto para os judeus, como para nós cristãos. Porque através da aproximação da construção do terceiro cresce-se e avoluma a esperança da volta do nosso Glorioso Senhor Jesus (Yeshua Ha’Mashiach)

Então leia criteriosamente o artigo abaixo:

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Menorah de ouro em Jerusalém [Castiçal com 07 braços]

Um azeite especial, ritualmente puro, foi cuidadosamente preparado pelo Sinédrio para que o os sacerdotes possam acender a menorá – candelabro de 7 braços – caso o governo lhes dê permissão.

“O azeite está pronto, então se o governo permitir, estamos prontos para subir ao Monte do Templo e acender a menorá”, afirmou rabino Yaakov Savir, nomeado pelo Sinédrio para supervisionar o complexo processo de produção.

Ele explicou ao Breaking Israel News que a iluminação da menorah é considerada uma oferta ritual a Deus: “O azeite é queimado tal como um sacrifício de animais, sendo considerado uma das ofertas diárias do Templo”. Continuar lendo

Sinédrio pede a Trump e Putin a reconstrução do Templo

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Confesso que quando há uma hora atrás li esta notícia (de fonte segura), não acreditei. Pensei tratar-se de uma brincadeira relacionada com a recente eleição de Donald Trump. Só que a coisa é mais séria do que eu pensava, o que não quer dizer que se venha a concretizar já. Mas que é um sinal dos tempos que se aproximam, sem dúvida que é…
O “Sinédrio Nascente” lançou um apelo ao presidente russo Vladmir Putin e ao agora eleito presidente norte-americano Donald Trump para que juntem forças e cumpram os seus mandatos bíblicos de reconstruir o Templo de Jerusalém.
 
O porta-voz do Sinédrio, o rabi Hillel Weiss, contactou o site “Breaking Israel News”para anunciar que a eleição de Trump – que prometeu reconhecer Jerusalém como capital de Israel, a par do desejo expresso de Putin para a construção do Templo – levou a corte judaica a enviar uma carta aos dois líderes, oferecendo-lhes a oportunidade de se tornarem nos modernos “Ciros”:  Ciro foi o rei não judeu que reconheceu a importância de Jerusalém e do Templo.
Ciro o Grande, rei da Pérsia no 6º século a.C., anunciou no primeiro ano do seu reinado ter sido escolhido por Deus para fazer um decreto através do qual o Templo de Jerusalém teria de ser reconstruído:
“Assim diz Ciro, rei da Pérsia: o Senhor Deus dos céus me deu todos os reinos da terra, e me encarregou de Lhe edificar uma casa em Jerusalém, que está em Judá” – Esdras 1:2.
Ciro enviou de volta para Jerusalém os judeus que estavam sob o seu domínio, com uma considerável soma de dinheiro, com o qual deveriam reconstruir o Templo. O actual Sinédrio planeia agora apelar aos dois líderes mundiais para que tomem posse deste antigo decreto bíblico e apoiem o povo judeu na sua sagrada missão.
O rabi Weiss explicou que as eleições nos EUA tornaram o eterno sonho judaico numa possibilidade muito real.

rabi-weiss“Estamos preparados para construir o Templo. As condições políticas actuais, nas quais os dois mais importantes líderes mundiais apoiam o direito dos judeus a Jerusalém como sua herança espiritual, não tem precedentes históricos”
– afirmou Weiss.
RAZÕES PARA A VITÓRIA INESPERADA DE TRUMP
A carta do Sinédrio assinala que a inesperada vitória de Trump deveu-se ao seu apoio a Jerusalém, e lembra Trump da sua promessa eleitoral de deslocar a embaixada dos EUA de Tel Aviv para Jerusalém, reconhecendo assim efectivamente a cidade como a capital de Israel.
O “Acto da Embaixada de Jerusalém”, votado pelo congresso norte-americano em 1995, iniciou o processo de deslocação da embaixada, mas tem desde então sido vetado por todos os presidentes norte-americanos em exercício. O Sinédrio apela agora a Trump para que anule o veto assim que tomar posse como presidente.
 
O PAPEL CRUCIAL DE PUTIN
O Sinédrio recordou também na carta a ligação de Putin ao Templo. Durante a sua terceira visita a Jerusalém em 2012, Putin fez uma visita nocturna ao Kotel (Muro Ocidental). Quando chegou ao lugar sagrado para os judeus, o líder russo ficou em silêncio durante vários minutos, fazendo uma oração pessoal, tendo depois feito uma leitura dos Salmos a partir de um livro de orações em russo e hebraico.
Um transeunte israelita que ali se encontrava clamou em voz alta: “Bem vindo, presidente Putin!” O presidente russo aproximou-se então do homem, que lhe explicou a importância do Monte do Templo e do Templo judaico. O site de notícias judeu ortodoxo “Chadrei Charedim” relatou que Putin teria respondido: “É exactamente a razão por que vim aqui: orar para que o Templo volte a ser construído.”
Ainda que Putin não tenha respondido na altura ao apelo feito pelos judeus, o Sinédrio acredita que chegou a altura do presidente russo tomar um papel activo na reconstrução do Templo.
TRATADO DE SAN REMO
Para além dos pedidos relacionados com o Templo, o Sinédrio está também apelando a Putin e a Trump para que renovem a resolução da “Liga das Nações” feita em 1920, conhecida como “Tratado de San Remo”, que, na sua essência, possibilitou a criação de um estado judaico através da divisão do império otomano. O tratado incorporou a “Declaração de Balfour”, emitida pela Grã-Bretanha em 1917, e que deu o reconhecimento oficial e apoio para o estabelecimento do estado de Israel.
O presidente norte-americano Calvin Coolidge ratificou em 1925 o “Tratado de San Remo”, legalizando assim o reconhecimento de um estado judaico pelas leis americanas. O Sinédrio enfatizou que é agora imperativo fortalecer o compromisso histórico norte-americano com o estado de Israel, adoptando o documento, numa altura em que a “Autoridade Palestiniana” tenta reescrever a História mundial através de uma ridícula campanha contra a “Declaração de Balfour.”
O rabi Weiss enfatizou que o apoio à reivindicação judaica de Jerusalém traria benefícios à Rússia, aos EUA e até mesmo ao resto do mundo.
“Os líderes da Rússia e da América podem conduzir as nações do mundo à paz global através da construção do Templo, a fonte da paz” – explicou o rabi, acrescentando: “Isto anulará as pérfidas resoluções da UNESCO, que são a causa de raiz do aumento do terrorismo e da violência.”
Tudo se encaminha a passos largos para o cumprimento do GRANDE SINAL, que dará início aos últimos 7 anos antes da Vinda do Messias Jesus: o acordo do Anti-Cristo com a nação de Israel e “com muitos”, um falso acordo de paz, que será rompido pelo Anti-Cristo a meio dessa “semana profética”, e que incluirá a construção de um Templo para os judeus…
Pode estar mais próximo do que imaginamos…!
Fonte: Shalom, Israel

Irã demonstra força junto com abertura econômica como parte do plano maligno

26set2016-missil-ghadr-f-e-exibido-ao-lado-de-foto-do-lider-supremo-do-ira-o-aiatola-ali-khamenei-em-teera-no-ira-1477510521403_615x470Assim como opositores conservadores do acordo nuclear feito com o Irã avisaram, Teerã parece estar se movimentando agressivamente para expandir sua influência regional enquanto trabalha para conter os interesses americanos em todo o Oriente Médio.

No entanto, assim como os proponentes do acordo prometeram, o Irã também está se abrindo aos poucos, fechando contratos com empresas ocidentais, criando conexões de telefone com os Estados Unidos, aumentando a velocidade da internet, dando boas-vindas às hordas de turistas europeus e afrouxando algumas restrições sociais para seu próprio povo.

O que pareceria uma bizarra contradição é na verdade uma política Continuar lendo

HÁ ALGUM PARALELO ENTRE EZEQUIEL 16 E APOCALIPSE 17?

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“Eis que todo o que usa de provérbios usará contra ti este provérbio, dizendo: Tal mãe, tal filha” Ezequiel 16:44

Antes de iniciarmos, peço que os irmãos (ãs) coloquem agora diante do altar de Adonai as vossas vidas e peça a Ele que abra os seus olhos para que consigam enxergar o próprio erro, ao invés de terceiriza-lo a outrem; porque cada um comparecerá individualmente ante o tribunal de Cristo um dia para receber segundo a suas próprias ações. Então façamos diante do que É 3x santo a mesma oração que fez Davi: “Quem pode entender os seus erros? Expurga-me tu dos que me são ocultos. Também da soberba guarda o teu servo, para que se não assenhoreie de mim. Então serei sincero, e ficarei limpo de grande transgressão” Salmos 19:12-13.

Meus amados (as) é uma verdade inquestionável de que não gostamos de ouvir sobre os nossos próprios pecados, mas é imprescindível tratarmos desse assunto enquanto há fôlego de vida em nossas narinas, porque depois que não houver mais vida física em nós, ou depois que Cristo voltar não será mais possível tratarmos desse assunto novamente, ao contrário como diz as sagradas escrituras, após dormirmos aguardaremos o julgamento para receber segundo as suas ações em vida: “E muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para vida eterna, e outros para vergonha e desprezo eterno” Daniel 12:2. “E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo” Hebreus 9:27.

Da mesma forma os que estiverem vivos na volta do glorioso Messias, aguardarão para serem julgados segundo as suas obras, segundo o que está escrito nos livros e o julgamento será tanto para os vivos, quanto para os que já morreram ou morrerão (Daniel 12:1; Malaquias 3:16-18; 2 Coríntios 5:10 e Apocalipse 20:11-15) e isso não é uma doutrina nova ou uma doutrina da antiga aliança (Antigo testamento), mas é uma doutrina, ou melhor, uma verdade eterna dita pelo El Olam (Deus Eterno).

Então meus queridos (as) irmãos (ãs) não se desespere quanto a essa questão, porque antes de transmitir essa mensagem para vocês, o próprio D-us tratou primeiramente com o mensageiro, no entanto quando reconhecemos o nosso próprio erro e pecado por obra do Espírito Santo (João 16:8) e nos arrependemos por causa de nossas transgressões, então nos é revelado um pouco mais da virtude e da essência do nosso Pai e Senhor; e em resposta a isso Ele nos dá o escape e o conselho para sermos salvos. Continuar lendo

​EVIDÊNCIA TALMÚDICA PARA O MESSIAS EM 30 d.C.


Nos séculos seguintes à destruição do Templo de Jerusalém (70 dC), o povo judeu começou a escrever duas versões do pensamento judaico, história religiosa e comentário. Um foi escrito na Judéia e ficou conhecido como o Talmud de Jerusalém (Yerushalmi). A outra foi escrito na Babilônia e era conhecido como o Talmud babilônico (ou Bavli).
Lemos no Talmud de Jerusalém:

“Quarenta anos antes da destruição do Templo, a luz central (da Menorah) se apagou, a fita vermelha permaneceu vermelha, e o sorteio para o Senhor sempre aparecia na mão esquerda. Eles fechavam as portas do Templo à noite e ao levantarem-se de manhã as encontravam bem abertas “(Jacob Neusner, The Yerushalmi, p.156-157). [O Templo foi destruído em 70 dC].
Uma passagem semelhante é declarada no Talmude Babilônico:
“Nossos rabinos ensinaram: Durante os últimos quarenta anos antes da destruição do Templo, o sorteio [ ‘Para o Senhor’] não veio mais para a mão direita; nem a fita vermelha se tornou branca; nem a luz central (da Menorah) brilhou, e as portas do Hekel [Templo] se abririam por si mesmas “(versão Soncino, Yoma 39b).
O que essas passagens estão falando? Uma vez que ambos Talmuds recontam a mesma informação, isso indica que o conhecimento desses eventos foi aceito por toda a comunidade judaica.
O Milagre do “SORTEIO”:

O primeiro desses milagres diz respeito a uma escolha aleatória, um “SORTEIO”, que era lançado no Dia da Expiação (Yom Kippur). “o Sorteado” escolhido determinaria qual das duas cabras seria “para o Senhor” e que cabra seria para “Azazel” ou “bode expiatório”. Durante os duzentos anos antes de 30 d.C, quando o Sumo Sacerdote pegava uma das duas pedras, mais uma vez esta seleção era guiada pelo “acaso”, e a cada ano, a sorte lançada deveria fornecer para o sacerdote uma pedra negra com a mesma frequência com que forneceria uma pedra branca. Mas por quarenta anos consecutivos, a partir de 30 dC, esta sorte lançada fazia com que o Sumo Sacerdote pegasse consecutivamente a pedra negra (nunca mais conseguiu pegar a pedra branca!!)! As chances de isso acontecer são astronômica (2 elevado à potência 40). Em outras palavras, as chances de isso acontecer é de 1 em cerca de 5.479.548.800 ou cerca de 5,5 bilhões para um! Em comparação, as suas chances de ganhar na loteria seriam muito mais favoráveis!
A sorte para Azazel, a pedra negra, ao contrário de todas as leis do acaso, surgiu 40 vezes seguidas e ininterruptas desde 30 dC até 70 dC! Isto foi considerado um evento terrível e indício de que algo significativo havia mudado fundamentalmente neste ritual de Yom Kippur. Este lançamento de sortes também é acompanhado por um outro milagre que é descrito a seguir.
O Milagre da Faixa Vermelha:

O segundo milagre refere-se à faixa vermelha ou pano amarrado ao bode para Azazel. Uma porção deste pano vermelho era também retirada do bode e ligada à porta do Templo. A cada ano o pano vermelho na porta do templo ficava branco, como que para significar a expiação de outro Yom Kippur era aceitável ao Senhor. Este evento anual aconteceu ininterruptamente até este mesmo ano 30 dC, quando o pano, em seguida, manteve-se vermelho a cada ano até  o tempo da destruição do Templo, quarenta anos depois. Isto, sem dúvida, causou muita agitação e consternação entre os judeus. Esta prática tradicional está ligada a Israel confessando seus pecados e cerimonialmente colocando o pecado desta nação sobre o bode para Azazel. O pecado era então removido pela morte de um dos bodes e o outro era lançado no deserto. O pecado era representado pela cor vermelha do pano (a cor do sangue). Mas o pano permaneceu vermelho isto é, os pecados de Israel não estavam sendo perdoados e “embranquecidos”.
Como Deus disse a Israel pelo profeta Isaías:

”Vem, vamos raciocinar juntos, diz o Senhor: ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata [vermelho], eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a [branco] lã ” (Isaías 1:18).
A indicação clara destes fenômenos é que toda a comunidade tinha perdido a atenção do Senhor em relação a algo que ocorreu em neste mesmo e misterioso ano de 30 dC. A expiação anual alcançada através da típica observância de Yom Kippur não estava sendo realizada como esperado. 
A Expiação aparentemente estava sendo adquirida de alguma outra forma. Quem ou o que proporcionaria a expiação por mais um ano?
Em relação à faixa vermelha, embora não seja mencionada nas Escrituras, e muito antes de 30 dC. durante os 40 anos em que Simão o Justo era Sumo Sacerdote, uma fita vermelha que era associada com a sua pessoa, sempre ficava branca quando ele entrava no mais interior do Santo dos Santos do Templo. As pessoas notaram isso. Além disso, eles observaram que “o sorteio do Senhor” (a pedra branca) sempre aparecia por 40 anos consecutivos durante o sacerdócio de Simon. Eles notaram que a “sorte” escolhida pelos sacerdotes após Simon, às vezes, eram pretas, e às vezes brancas, e que a fita vermelha, às vezes, ficavam brancas, e às vezes não. Os judeus passaram a acreditar que, se o traço vermelho tivesse se tornado branco, então Deus teria aprovado os rituais do Dia da Expiação e que Israel poderia ter certeza de que Deus perdoou seus pecados. Mas depois de 30 dC, a fita vermelha não ficou branca novamente durante os próximos 40 anos, até a destruição do Templo e a cessação de todos os rituais do Templo!
O que a liderança da nação judaica fez em 30 dC para merecer tal mudança no Yom Kippur? Segundo alguns relatos, em 5 de Abril, de 30 dC (isto é, no dia 14 de Nisan, o dia do sacrifício da Pessach), o Messias, Yeshua, foi cortado de Israel, o próprio sendo condenado à morte como um sacrifício pelo pecado. A partir deste evento há uma transferência da expiação, e esta já não era alcançada através dos dois bodes como oferecidos no Yom Kippur. Como um cordeiro de Pessach inocente, o Messias foi condenado à morte, embora nenhuma falha foi encontrada nele, conforme predisseram as profecias! Mas ao contrário dos sacrifícios do Templo ou dos eventos em Yom Kipur (conforme detalhado acima) onde o pecado era cobertos apenas ao longo de um tempo (um ano), o sacrifício do Messias vem com a promessa de perdão dos pecados através da misericórdia de Deus para aqueles que aceitam um relacionamento pessoal com Ele, o Eterno, através do Messias. Este é essencialmente um evento único para toda a vida de cada pessoa e não uma série contínua de sacrifícios de animais. O mecanismo de fornecimento de perdão do pecado mudou em 30 dC.
O Milagre das Portas do Templo

O próximo milagre, que as autoridades judaicas reconheceram, foi que as portas do Templo se abriram todas as noites e por sua própria vontade. Isso também ocorreu durante quarenta anos, com início em 30 dC. A autoridade judaica líder desse tempo, Yohanan ben Zakkai, declarou que isso era um sinal de morte iminente, que o próprio Templo seria destruído.
O Talmud de Jerusalem relata:

“Disse Rabban Yohanan ben Zakkai ao Templo, ‘Ó Templo, por que você nos assusta? Nós sabemos que você vai acabar destruído. Por isso foi dito,’ abram suas portas, ó Líbano, para que o fogo possa tragar seus cedros’ “(Zacarias 11: 1)’ (Sota 6: 3).
Yohanan ben Zakkai era o líder da comunidade judaica durante o tempo após a destruição do Templo em 70 dC, quando o governo judeu foi transferido para Jâmnia, umas trinta milhas a oeste de Jerusalém.
As portas podem ter sido abertas para significar também que todos agora podem entrar no Templo, através da intermediação do sacrifício do Messias, e que até mesmo em suas seções santas mais íntimas estavam disponíveis para aqueles que foram santificados por esta expiação. Este mesmo evento das portas está relacionado com o gigantesco Véu do Templo que foi rasgado naquele mesmo dia. O véu de separação fora rasgado, por iniciativa divina, indicando que um novo caminho de acesso ao Eterno havia sido consagrado através da morte expiatória do Messias. A evidência apoiada pelos milagres descritos acima sugere que a presença do Senhor se tinha retirado daquele Templo físico. Este não era mais apenas um lugar para os Sumo Sacerdotes apenas, mas as portas se abriram para que todos possam entrar na casa de culto do Eterno.
O Milagre da Menorah do Templo

O quarto milagre foi que a lâmpada mais importante da Menorah (candelabro de sete lâmpadas) no Templo, brilhou com a intensidade de um dia claro durante meia hora e depois se apagou para sempre para nunca mais brilhar. Durante todas as noites pelos próximos 40 anos (mais de 12.500 noites seguidas) a lâmpada principal do candelabro do Templo (Menorah) se apagou por sua própria vontade, e não importa o quanto se tentasse reacendê-la e nem nenhuma outra precaução que os sacerdotes tomassem para se proteger contra este evento! Eles jamais conseguiram reacendê-la.
Earnest Martin afirma:

“Na verdade, é-nos dito no Talmud que ao anoitecer as lâmpadas que estavam apagadas durante o dia (as quatro lâmpadas centrais permaneciam apagadas, enquanto as duas lâmpadas da direita normalmente permaneciam acesas durante o dia) precisavam ser reacendidas a partir das chamas da lâmpada central (que era uma lâmpada que deveria permanecer acesa o tempo todo era como a chama “eterna” que vemos hoje em alguns monumentos nacionais, e simbolizava a luz do Messias)…
“Esta “luz central” era para ser mantida acesa em todos os momentos. Por essa razão, os sacerdotes mantinham reservatórios extras de azeite e outros ingredientes sempre à mão, com pronta entrega, para se certificar de que a “luz central”(em todas as circunstâncias) iria ficar acesa. Mas o que aconteceu durante os quarenta anos desde o ano em que o Messias disse que o templo físico seria destruído? Toda noite durante estes quarenta anos a lâmpada central ficava APAGADA, e isto apesar dos sacerdotes todas as noites prepararem de tudo para tentar acender esta lâmpada central de uma maneira especial, de forma que ela pudesse se manter constantemente em chamas durante toda a noite! ” (O significado do Ano CE 30, Ernest Martin, Research Update, Abril de 1994, p.4).
Mais uma vez, as probabilidades contra a lâmpada se manter apagada continuamente durante estes 40 anos são astronômicas! Algo fora do comum estava acontecendo! A “luz” da Menorah  que representa o contato com Deus, Seu Espírito, e sua presença agora foi removida. Esta demonstração especial ocorreu a partir deste mesmo ano 30 dC, com a crucificação do Messias!
Deve ficar claro para qualquer mente razoável de que não há nenhuma maneira natural para explicar todos estes quatro sinais relacionados com o ano 30 dC. A única explicação possível tem de ser sobrenatural.
Depois de 30 dC, após morte do Messias Yeshua, grandes tribulações e impressionantes julgamentos começaram a descer sobre a nação judaica. Segundo os rabinos, após a morte de Mashiach Ben Yosef, Sua morte seria seguida por um período de grandes calamidades e tribulações para Israel (Chevlei Mashiach – Sanhedrin 97b). O mais curioso é que até mesmo Yeshua predisse isso. Quando Ele foi levado para ser crucificado, Yeshua advertiu as mulheres de Jerusalém:
“Mas Yeshua, voltando-se para elas, disse: “Filhas de Jerusalém, não choreis por mim, chorai antes por vós e por vossos filhos. Porque, na verdade vêm os dias em que se dirá:” Felizes as estéreis, ventres que não trouxe e os peitos que não amamentaram! ‘ Então começarão `a dizer aos montes:” Caí sobre nós! “, E às colinas:” Cobri-nos! “” “Para se fazer essas coisas na madeira verde, o que será feito no seco?” ( Lucas 23: 28-31).
Quando tomamos um olhar objetivo sobre os acontecimentos de 30 dC, quem pode duvidar de que era realmente o verdadeiro ano da crucificação e ressurreição do verdadeiro Messias enviado por Deus para Israel? Quem pode negar que Ele é o único e verdadeiro Messias? Quem mais tem cumprido todas as profecias da Tanach (Bìblia) – incluindo a incrível profecia de Daniel 9 e as ”70 semanas” que aconteceram exatamente no mesmo ano previsto para que o Messias aparecesse?
Mas tudo isso foi uma rejeição do Eterno ao povo judeu? DE FORMA NENHUMA! O Eterno repreende seu povo amado, que é a menina de seus olhos, para que o bem maior possa vir para a própria redenção futura de Israel e de todas as nações! Mas quando o Eterno completar esta redenção, Israel será restaurado plenamente e terá um posto acima de todas as nações da Terra, como uma verdadeira e redimida Nação Sacerdotal, já plenamente alinhada aos planos do Eterno e de seu Messias! E assim, quando o Messias voltar, um reino eterno se estabelecerá na terra, um Reino messiânico que jamais se acabará, (junto com Israel e a Igreja)!
(por Nicholas Federoff e editado por Dr. T. Peterson.)

Rabino aponta sinal da construção do Terceiro Templo

Indícios do Terceiro Templo serão apontados este ano em Israel, revela código bíblico
De acordo com o teólogo Jimmy De Young, a Bíblia aponta que dentro do cenário previsto para o fim dos tempos está a construção de um templo judaico, que estará erguido quando o Anticristo governar o mundo.

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Em um de seus estudos, o rabino Matityahu Glazerson, um dos principais especialistas do mundo sobre os Códigos da Bíblia, sugeriu acontecimentos que irão desencadear o Terceiro Templo estão marcados para este ano.

Em um vídeo, Glazerson aponta para um código bíblico que pode ser traduzido como “Deus irá informar, no dia 15 de Av [mês hebraico]”. Este ano, o dia 15 de Av corresponde ao dia 19 de agosto.

“Não sabemos exatamente ao que ele se refere, mas a implicação clara é que Deus irá nos notificar sobre algo importante no dia 15 de Av, que tem a ver com o templo”, afirmou o rabino.

Qual o significado do dia 15 de Av no calendário hebraico? Para explicar, Glazerson relembra uma citação do rabino do século 19, Sadoc ha-Kohen, que diz: ” dia 15 de Av é o momento para a construção do Beit HaMikdash (Templo Sagrado), uma vez que, nessa data, o pecado dos espiões foi apagado”.

O rabino Zadok ha-Kohen se refere ao grupo de doze homens enviados por Moisés para espiar a terra de Canaã antes da entrada dos israelitas (Números 13). Dentre os doze enviados para informar sobre a terra, dez voltaram com críticas.

Além disso, Glazerson demonstra um código que aponta que o templo será trazido do céu e outro que aponta uma referência ao ano hebraico atual, que terminará no anoitecer do dia 2 de outubro de 2016.

O rabino esclareceu que os sinais sobre o Terceiro Templo no Monte Moriá (local onde está construído o Monte do Templo, em Jerusalém) estão subordinados ao comportamento piedoso do povo judeu.

Fim dos tempos

De acordo com o teólogo Jimmy De Young, a Bíblia aponta que dentro do cenário previsto para o fim dos tempos está a construção de um templo judaico, que estará erguido quando o Anticristo governar o mundo. “Ele o profanará e o povo judeu será forçado novamente a deixar o Templo, porque se manterá fiel a Deus e se recusará a adorar o Anticristo (Dn 9.27)”, diz o estudioso no site Chamada.

No sermão no monte das Oliveiras (Mt 24-25), Jesus confirmou a profecia de Daniel. Ele chamou a profanação de “o abominável da desolação” e disse que ela ainda não havia acontecido (Mt 24.15).

“Algum dia, o Messias, Jesus, voltará para Jerusalém e construirá Seu Templo nesse pedaço de terra (Zc 1.16; Zc 6.12); e, a partir desse Templo do Milênio, Ele governará o mundo (Zc 6.13)”, afirma De Young.
Fonte: BREAKING ISRAEL NEWS