“O difícil nós fazemos agora, o impossível leva um pouco mais de tempo.”

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O Norte do Negev há 50 anos e o Norte do Negev nos dias de hoje

Quem me conhece sabe que sou um sionista entusiasmado. Para mim, uma das coisas mais emocionantes quando estou em Israel é visitar o Negev. Já estive na Universidade Ben Gurion, já estive na casa do próprio Ben Gurion, já caminhei pelas ruas Beersheva com meus filhos, já andei pelo deserto e convivi com os moradores locais. É fantástico!

Quando afastou-se do cargo em 7 de Dezembro de 1953, David Ben Gurion, o fundador do Moderno Estado de Israel, mudou-se para o kibbutz de Sde Boker, uma área completamente degradada no Deserto de Negev. Ben Gurion tinha por objetivo que a sua atitude pessoal estimulasse outros imigrantes judeus a fazer o mesmo, ou seja, a ocupar e desenvolver a região.

Ben Gurion deixou uma Tel Aviv cosmopolita, abriu mão da comodidade de uma Jerusalém centralizada ou da promessa de uma aposentadoria tranquila numa paradisíaca praia de Eilat, para morar num dos lugares mais inóspitos da Terra Santa. Trocou a segurança do que havia conquistado pela aventura do começar de novo.

Há cerca de 50 anos, mais do que um desafio, o Deserto do Negev era exatamente isso, um deserto. Acompanhado da esposa Paula e de todos os seus sonhos, David Ben Gurion iniciou mais um daqueles milagres que só acontecem em Israel: fazer o deserto florescer.

Meio século depois, o “Deserto do Negev” está irreconhecível! E vem-nos à mente a icônica frase de Ben Gurion ao iniciar a sua fantástica aventura: “O difícil nós fazemos agora, o impossível leva um pouco mais de tempo.”

O impossível aconteceu!

Fonte: Noticias de Sião

Israel pode fechar em breve acordo de paz com palestinos

israel_palestina_video_okEsta semana dois grande eventos podem estar mudando o rumo da situação de tensão entre o Estado de Israel e a Autoridade palestina. Estaríamos bem próximos de um acordo de paz?

Dois eventos repentinos poderão estar influenciando mais do que nunca a aproximação entre israelenses e palestinos, o primeiro deles foi a viagem de Benjamin Netanyahu ao continente africano, visto que muitos dos países ali são de governos muçulmanos e segundo os meios de comunicação houve um encontro secreto do Primeiro Ministro de Israel com um chefe de estado islâmico.

Ainda esta semana, o Presidente do Egito em exercício, o Abdel Fattah el-Sisi que já tem se mostrado um excelente administrador do país e um homem comprometido com as forças moderadas enviou ao Estado de Israel nada menos do que o Ministro das Relações Exteriores do Egito, o Sr. Sameh Shoukry para re-atar as conversações para normalização com o Estado de Israel.

Same Showery trouxe ao Primeiro Ministro de Israel um convite de Abdel Fattah el-Sisi para visitar o país das pirâmides, o que poderá se tornar uma visita histórica. Ainda, segundo os meios de comunicação e especialistas políticos, o Presidente do Egito teria sugerido a Benjamin Netanyahu de participar de uma cerimônia histórica tripla com o Presidente do Egito e o Presidente da Autoridade Palestina.

Segundo especialistas políticos, o Primeiro Ministro do Estado de Israel, Sr. Benjamin Netanyahu demonstrou interesse em dar uma resposta positiva ao presidente do Egito, raramente os Primeiros Ministro de Israel se recusam a conversações de paz, mesmo que seja com os seus maiores inimigos, só não realizam conversações direitas com líderes de grupos terroristas como o Hamas e o Hezbollah.

Mediante as informações acima, parece que a bola está no campo do presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas ( Abu Mazen ) que já se mostrou temeroso diante de convites como este, afinal de contas, o medo de morrer pelas mãos de seus próprios conterrâneos é muito grande, palestinos confiam menos em palestinos do que em Israelenses. Mas se a pressão interna dos moderados aumentar e o tão conhecido orgulho árabe funcionar, ele pode acabar aceitando a proposta. Se assim for, esta poderá ser uma cerimônia surpresa de um podium para a PAZ no Oriente Médio, o último deste tipo ocorreu somente em 1999 em Camp David nos Estados Unidos. Naquele tempo, o fracasso das negociações levou ao mais sangrento conflito entre israelenses e árabes, a Segunda Intifada Palestina.

Se ambos os líderes agirem com sabedoria, podemos estar bem próximos de um acordo de paz, bem mais do que esperávamos.

“Pois que, quando disserem: Há paz e segurança, então lhes sobrevirá repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida, e de modo nenhum escaparão.” 1 Tessalonicenses 5:3

fonte: Cafetorah

“Temos 100 mísseis prontos e todos apontados para Israel” – afirma Irã

guarda-revolucionaria-iranianaNa declaração pública mais recente, o presidente Hassan Rohani afirmou que o acordo nuclear com os Estados Unidos no ano passado foi “a forma mais barata para atingir as metas do Irã”.

No sábado, após a quebra do jejum do Ramadã, Rohani incentivou os iranianos a aproveitar a nova atmosfera e lutar pelos “interesses nacionais mais do que antes”.

Na ocasião, o líder supremo do país, aiatolá Ali Khamenei, pediu que os estudantes muçulmanos de todo o mundo estabelecessem uma “frente unificada antissionista e anti-EUA”.

Para ele, eles deveriam “usar avançados meios de comunicação e o ciberespaço, para fazer oposição às políticas dos EUA e o regime sionista de Israel”. Na prática, ele voltou a convocar voluntários para atos de ciberterrorismo.

O 1º de julho foi marcado pelos protestos em solidariedade aos palestinos no “Dia de Al Quds” – nome dado a Jerusalém pelos islâmicos. A data foi proclamada em 1979 pelo aiatolá Khomeini, como um dever religioso para todos os muçulmanos na última sexta do Ramadã.

Como é feriado no Irã, as ruas de Teerã estavam cheias de muçulmanos devotos “comemorando” a data. Em 2015, ecoaram gritos de “morte a Israel”.

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Seguindo a tradição, foram queimadas bandeiras israelenses e americanas, e entoadas palavras de ordem contra a Grã-Bretanha e Arábia Saudita. Este ano, um alto funcionário da Guarda Revolucionária Islâmica explicou que eles identificaram “vulnerabilidades” no sistema antifoguetes de Israel, o Domo de Ferro.

Já o vice comandante da Guarda Revolucionária, general Hossein Salami, fez uma ameaça mais clara: “Graças a Alá, nossa capacidade de destruir o regime sionista é maior do que nunca. Só no Líbano, há 100.000 mísseis prontos para serem disparados”. Listou ainda que existem dezenas de milhares de mísseis de longo alcance que poderiam ser lançados de territórios islâmicos contra o “território ocupado” de Israel.

As bravatas vindas de Teerã são comuns. No passado, afirmaram que poderiam destruir o Estado Judeu em menos de 10 minutos. Essa é a segunda ameaça vinda de Teerã nos últimos meses.

O mais preocupante dessas declarações é que elas surgem quase como uma “resposta” às declarações de líderes militares de Israel que afirmaram estar preparados para a maior guerra de sua história.

Em junho, o general Herzi Halevi, que comanda a Inteligência Militar do IDF, sentenciou: “Não queremos uma guerra, mas estamos mais prontos do que nunca… Nossos inimigos não têm ideia de quão poderoso nós somos”.

Fonte: Jerusalém Post

Brasil volta a apoiar Israel

Sob orientação do Ministro José Serra, o Itamaraty começa e desfazer as besteiras aprovadas nos Governos Lula e Dilma.

José Serra e Shimon Peres
José Serra e o então Presidente de Israel Shimon Peres em 2009: amizade retomada.

Representantes da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) estão indignados com a postura do atual governo brasileiro, que resolveu revisar o voto dado contra Israel numa proposta condenatória apresentada na 199ª Sessão do Conselho Executivo da instituição.

A indignação acontece por conta do anúncio feito na noite desta quinta-feira, 9, pelo Ministro das Relações Exteriores, José Serra, informando que o país voltará atrás no voto dado pelo governo anterior numa condenação ao Estado de Israel.

Na votação, que aconteceu no dia 14 de Abril, o Brasil, juntamente com 32 outros países, votou contra Israel numa questão apresentada pelas representações árabes da Argélia, Egito, Líbano, Marrocos, Omã, Catar e Sudão.

O documento da Unesco, ao qual NOTÍCIAS DE SIÃO teve acesso, fala da “salvaguarda do patrimônio cultural da Palestina (sic) e do carácter distintivo de Jerusalém Oriental” usando um linguajar fortemente agressivo a Israel.

Ao longo de 40 tópicos, a Unesco condena até mesmo escavações arqueológicas, algo que é aceito com naturalidade em qualquer região histórica do mundo.

O tópico 5 do documento diz que a Unesco “lamenta profundamente o fracasso de Israel, a potência ocupante, a cessar as persistentes escavações em Jerusalém Oriental, particularmente em torno da Cidade Velha, e reitera o seu pedido a Israel, a potência ocupante, de proibir todas essas obras”.

Há décadas que os arqueólogos são proibidos de realizar escavações em certas regiões históricas da capital do Estado hebreu, pois a cada uma que acontece emergem evidências históricas da presença judaica em Jerusalém, algo que os árabes procuram, de todas as formas, negar.

O texto, aprovado pela diplomacia brasileira na época do Governo Dilma Rousseff, mais parece um panfleto antissionista do que um documento de uma agência internacional que, em tese, deveria zelar pela Educação, pela Ciência e pela Cultura de um povo.

O item 8, por exemplo, “condena firmemente as agressões israelenses e medidas ilegais contra a liberdade de culto e de acesso dos muçulmanos ao seu santo lugar, Al-Aqsa / Al-Haram Al Sharif” e solicita “que Israel, a potência ocupante, respeite o estatuto histórico [da área] e pare [com] estas medidas.”

Israeli boy and palestinian boy
Numa rua de Jerusalém, um jovem judeu respeita a livre manifestação palestina. Enquanto isso um jovem palestino, que visitou livremente o Muro das Lamentações, usa as redes sociais para debochar de Israel. Segundo a Unesco o intolerante é o judeu.

Ora, qualquer pessoa que conhece o mínimo que seja da realidade da Terra Santa sabe que em Israel “quase” todas as pessoas de “quase” todas as crenças podem visitar livremente os locais sagrados das suas religiões. Destacamos o “quase” porque, paradoxalmente, apenas os judeus não têm liberdade para visitar seus locais sagrados. E os não muçulmanos, sejam eles judeus, cristãos ou budistas, não têm liberdade alguma para visitar os locais sagrados islâmicos.

Qualquer homem ou mulher, adeptos de qualquer religião do mundo, podem aproximar-se do Muro das Lamentações e fazerem as rezas que quiserem, da forma que quiserem. Até mesmo uma muçulmana vestida com uma burca pode aproximar-se do Muro das Lamentações.

Ao defender esta liberdade, um velho judeu disse que, afinal, é a própria Bíblia quem ordena, pois em Isaías 56:6 o Senhor disse: “Porque a minha casa será chamada casa de oração para todos os povos.”

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Jovens muçulmanas caminham livremente diante do Muro das Lamentações

ÁRABES PODEM, JUDEUS NÃO, MAS A UNESCO CONDENA ISRAEL.

A realidade é completamente diferente nos locais sob controle da Autoridade Palestina. Os judeus não podem visitar livremente certas áreas, como o Monte do Templo ou o Túmulo dos Patriarcas. Para isso, a eles são reservadas apenas algumas datas no ano e as visitas são feitas sob severa vigilância.

Quando são autorizados a visitar o Monte do Templo, os judeus estão proibidos de realizar qualquer prece naquele que é considerado o local mais sagrado para o judaísmo. Um simples mover de lábios pode causar severas convulsões.

Turistas podem visitar a área, mas são proibidos de entrar no local portando Bíblias ou qualquer adereço que estampe a bandeira de Israel. O acesso é extremamente restrito e vigiado.

O acesso à mesquita é completamente vetado aos não muçulmanos e nem mesmo abrigar-se do sol sob uma cobertura que existe próximo da dela é possível. O turista que, inadvertidamente, ousar fazê-lo será repreendido aos gritos por seguranças extremamente grosseiros.

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No Monte do Templo a criança palestina carrega arma. Cristãos não podem levar nem Bíblias e símbolos judaicos ou a bandeira de Israel são terminantemente proibidos.

Ignorando completamente a realidade – que é de pleno conhecimento da Unesco – o item 9 do documento assinado pelo Governo Dilma Rousseff, acusa o Estado de Israel de “abusos provocativas que violam a santidade e a integridade” dos locais sagrados islâmico. E no item 10, a Unesco “exorta a potência ocupante a acabar com agressões e abusos que inflamam a tensão entre as religiões.”

Foi contra tudo isso que a atual diplomacia brasileira, sob comando do Ministro José Serra, resolveu revogar o apoio e o Itamaraty alterará o voto anteriormente dado.

De acordo com o Itamaraty, a decisão foi parcial: “O fato de que a decisão não faça referência expressa aos vínculos históricos do povo judeu com Jerusalém, particularmente o Muro Ocidental, santuário mais sagrado do judaísmo, é um erro, que torna o texto parcial e desequilibrado. O governo brasileiro reitera seu pleno reconhecimento desses vínculos e sua posição a favor do livre acesso dos fiéis das três religiões, cristianismo, islamismo e judaísmo, aos lugares santos da Cidade Velha de Jerusalém, bem como seu apoio aos acordos vigentes entre Israel e Jordânia para sua administração”.

O Brasil não é o primeiro país a voltar atrás neste voto, a França também o fez.

Por ocasião da votação, apenas 6 países defenderam Israel: Estados Unidos, Alemanha, Reino Unido, Holanda, Lituânia e Estônia.

Agora, o Brasil e a França juntam-se a este seleto e diminuto grupo.

Fonte: NOTÍCIAS DE SIÃO

Como Deus promoveu o retorno dos judeus à Israel

Aos que gostam de história e de observar as digitais do SENHOR movimentando-a, seguem algumas informações:

A partir do século 18, o SENHOR começou a enriquecer muitos judeus para promover o seu retorno; em 1750, a Rússia decretou tolerância aos judeus; em 1753, a Inglaterra naturalizou os judeus residentes como cidadãos; o que também ocorreu em 1780 na Áustria e em 1788 na França; em 1806 a Rússia chamou os judeus de volta, banidos por Pedro, o Grande; em 1806, a Itália emancipou os judeus e a Prússia, em 1813, reconheceu os seus direitos.

1200px-Judeus-20-9-15-1Em 1838 e 39, o The Times, de Londres, publicou as idéias do Lord Shaftes Bury sobre o retorno de Israel à sua terra, apelando para a Rainha Vitória para interceder a favor de suas teses.

Em 1860, a Aliança Hebraica foi fundada para promover a liberdade dos judeus em todos os países e colonizar a terra prometida. Assim, vemos os gentios, mais uma vez, de uma maneira indireta, patrocinando o retorno de Israel.

De repente … em 1867 a Turquia permite o retorno dos judeus. Na mesma ocasião espalhou-se a notícia em Londres que um industrial judeu, Sir Moses Montifiore, coloca uma fábrica de tecidos em Jerusalém, juntamente com um moinho de trigo e uma vila de casas, indo à falência logo após.judaicaamigração2

Em 1878, houve o primeiro encontro de Conferências Proféticas em Nova Iorque, na Igreja de Santa Trindade, com a presença de 49 pastores presbiterianos, 23 batistas e os restantes entre episcopais, luteranos e metodistas, ao todo eram 122. Houve um compromisso solene entre eles de ensinar a Segunda Vinda de Cristo e a restauração de Israel. A expectação do retorno do Senhor e de Israel aumentaram nos arraiais evangélicos.

Em 1879, um judeu crente, Adolfo Saphir, presbiteriano, realizava uma série de conferências sobre o tema: Israel e a Bíblia, em Londres. Mais tarde fundou uma entidade de Evangelismo aos judeus – Testemunho Hebreu-Cristão para Israel. Em 1889, John Wilkinson publicou um livro chamado “Israel, minha Glória”, um clássico mundial. Wilkinson também foi fundador de uma Missão de evangelismo aos judeus em 1876, em Londres, cujos resultados se fizeram sentir na França, Europa oriental, norte da África e até no Brasil, com a presença de Salomão Ginsburg, convertido pelo trabalho missionário desta entidade.

Entre 1860 a 1899, o evangelista Moody ganhou centenas de almas ao difundir em seus temas, nos sermões evangelísticos, a volta de Cristo e o retorno de Israel.

aliah_chofshit_leamenuEm 5 de março de 1891, o metodista Blackstone, missionário aos judeus, publicou um manifesto juntamente com mais 550 assinaturas de clérigos, homens de negócios e editores; o manifesto apelava ao secretário de Estado do presidente Harrison dos EUA, pedindo a interferência do presidente junto às nações para que desse de volta a Palestina para os judeus. Blackstone viajou para Israel e relatou com detalhes minuciosos a condições favoráveis para tornar a florescer a nação de Israel.

Em 1908, Blackstone escreveu um livro chamado: “Jesus está voltando” que foi traduzido para o português, cujos exemplares são raros; ali o autor defende a restauração literal de Israel conforme as Escrituras.

Em 1897, Teodoro Herlz realiza o 1º Congresso Sionista, onde profere a famosa profecia de que os judeus voltariam a ter a sua terra num prazo de até 50 anos (1 jubileu), o que veio a se comprovar em novembro de 1947.

judeEm 1917, Allemby conquista a Palestina dos Otomanos, entrando em Jerusalém, puxando o seu cavalo para não ser confundido com o Messias; Allemby, o general Inglês, se tornou o marco de retorno de Israel.

Em 2 de novembro de 1917, o governo Britânico reconhecia a necessidade do estabelecimento do Estado de Israel através da Declaração de Balfour.

Em 1920, o Reverendo Alfredo Borges Teixeira, da Igreja Presbiteriana Independente do Brasil, movido por grande expectação quanto à Segunda Vinda de Cristo e ao retorno de Israel, publicou um clássico da literatura evangélica brasileira: “Maranata, o Senhor vem”; republicado 50 anos mais tarde (1970).

Em 1933, Samuel Schor, um judeu crente, publicou nos EUA um livro com o título: “A Eternidade da Nação e a Volta do Rei”, já falando de Israel como uma nação restaurada.

De repente … o nazismo, a II Guerra Mundial e o seu término e … em 29 de Novembro de 1947 foi aprovado um Plano de Partilha da Palestina pela Assembleia Geral das Nações Unidas, através da sua Resolução 181. Em 14 de maio de 1948, na ONU, Israel é proclamado como Estado independente.

Enfim, é muito interessante ver os movimentos progressivos ao se observar os eventos antecedentes que culminaram nos momentos históricos de 1947 e 1948 com relação a Israel, sem esquecer todas as “ondas de imigração” (Aliyoth) de retorno dos judeus à sua terra antes desse tempo, conhecidas como “Aliyah”:

* 1ª Aliyah (1882-1903) : 25.000 judeus vindos da Rússia; 1.000 judeus vindos do Iêmen.
* 2ª Aliyah (1904-1914): 40.000 judeus, principalmente da Rússia, mas também da Polônia.
* 3ª Aliyah (1919-1923): 35.000, principalmente da Rússia (53%), mas também da Lituânia e Romênia (36%). Os demais vieram do Leste Europeu, com exceção de 800 imigrantes provenientes da Europa Ocidental.
* 4ª Aliyah (1924-1931): 80.000 da Polônia (50%) e da União Soviética, Lituânia e Romênia (50%).
* 5ª Aliyah (1932-1938): sob o governo de Hitler, 250.000 judeus, principalmente fugitivos de Alemanha, Polônia e Europa Central.
* 6ª Aliyah (1934-1947): os chamados imigrantes “ilegais”, antes, durante e após a II Guerra Mundial, apesar das barreiras britânicas.Nefesh

Fonte: Dionei Vieira

União Internacional de Cristãos e Judeus inicia atividades no Brasil

“Rabino Yechiel Ecsktein se encontrará com líderes religiosos brasileiros nas próximas semanas para marcar as atividades da organização no país”

A realidade vivida por judeus, em Israel, é muito diferente daquela imaginada pela maioria dos brasileiros. Pensamos em judeus como pessoas bem sucedidas e abastadas, porém, muitos judeus vivem em uma situação extremamente precária. Como o país vive em constante estado de alerta, os gastos com exército e tecnologias de defesa acabam roubando as verbas de programas sociais, o que deixa muitas famílias com grande dificuldade de subsistência, padecendo com a insegurança, fome, miséria, ausência de moradia e total falta de assistência do governo.

A União Internacional de Cristãos e Judeus (UICJ) oferece há 33 anos ajuda humanitária aos israelenses que vivem em situações adversas. A organização que já atua em diversos países, como EUA, Canadá, Inglaterra e Austrália, acaba de desembarcar no Brasil. Para marcar o início das atividades no país, o rabino Yechiel Eckstein, que é presidente mundial da organização, visitará diversos estados brasileiros, entre eles: Bahia, Pernambuco, Minas Gerais, São Paulo e Santa Catarina, palestrando sobre a real situação dos judeus e o trabalho desenvolvido pela UICJ ao redor do mundo.

“O povo de Israel há décadas é vítima de preconceito e intolerância, independente do país em que vive. Meu principal objetivo quando criei a UICJ era o de levantar a temática da perseguição que os israelenses, principalmente os judeus, sempre sofreram, através da discussão do tema pude gradativamente promover a conscientização de que o povo de Israel precisa de ajuda. Trinta e três anos depois do primeiro projeto olho para o passado com muita gratidão por todas as pessoas que se envolveram com a organização, especialmente os cristãos que entenderam e abraçaram nossa causa, irrestritamente”, explica o rabino Eckstein.

O trabalho da UICJ é todo focado em Israel e as ações humanitárias variam entre distribuição de: comida, roupas, remédios e, para aqueles que não possuem moradia, a organização fornece abrigo. Os judeus que vivem fora de Israel e que passam necessidades também são ajudados pela UICJ que providencia a volta da pessoa para Israel e auxilia no processo de reintegração no país de origem.

O objetivo da visita do rabino é estreitar os laços com líderes religiosos com a finalidade de estabelecer uma ponte de entendimento entre cristãos e judeus, além de  apresentar a organização que anualmente ajuda cerca de dois milhões de judeus. A primeira parada do rabino Yechiel Eckstein será em Salvador, seguida por: Recife, Belo Horizonte, Brusque, Balneário Camboriú, Florianópolis, e por fim São Paulo.

“Minha primeira visita ao Brasil foi em 2015. Na oportunidade, conversei com diversas autoridades políticas e religiosas que foram muito receptivas com a proposta da UICJ, o que nos permitiu expandir o projeto para o Brasil. Como o país tem um forte grupo de cristãos evangélicos e católicos estamos certos que a mobilização do povo brasileiro vai ser maciça e de importância ímpar na expansão da União Internacional de Cristãos e Judeus”, finaliza o rabino.

Rabbi Yechiel Eckstein serves food to needy people at the Mana Hama Soup Kitchen in Ashdod, Israel. RYE wearing a blue shirt and white apron packs up plastic containers of food next to a woman with blonde hair and sunglasses wearing a blue shirt and an elderly man in a brown plaid shirt

Rabbi Yechiel Eckstein serves food to needy people at the Mana Hama Soup Kitchen in Ashdod, Israel. RYE wearing a blue shirt and white apron packs up plastic containers of food next to a woman with blonde hair and sunglasses wearing a blue shirt and an elderly man in a brown plaid shirt

Festa de Purim e a 5ª Lua de Sangue

Teremos dia 23 um novo eclipse da Lua de Sangue… Sabemos que esse sinal é importante para o povo judeu.
Estamos em Março, e temos observado nos últimos dias um desenrolar frenético de confusões na Terra. Muitos eventos sociais, religiosos, políticos, mas principalmente proféticos se cumprindo.
Mas note uma coisa: este mês, no calendário hebreu correspondente em que estamos é o 13º mês, mês de Adar!! Já estaria algo grande e profético decretado no céu??!!! 

No dia 13 de Adar II é a FESTA DE PURIM no calendário religioso da nação israelita.

E exatamente neste dia de 2016 vai acontecer a quinta Lua de Sangue!!! Será agora no dia 23 de Março em nosso calendário!!!
Assim como Ester intercedeu ao rei Artaxerxes para que Hamã não cumprisse o seu intento, que era destruir o povo do Eterno, nestes dias temos o Irã (a mesma nação do rei Artaxerxes e do seu general Hamã – a Pérsia – hoje atual Irã) querendo também a aniquilação da nação, temos visto isso constantemente nas midias!!!  Esses dias estão a se repetir no contexto profético?
Seria possível que a intercessão e jejum do povo de Deus pudesse mudar o evento que o inimigo planeja para destruir totalmente Israel de Deus? O que pode vir a acontecer?
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E agora, somado a isso, temos os eventos desencadeados pelo cavalo vermelho atuando em nossos dias,  tirando a paz da terra, e nem precisamos ir longe para ver seu agir, veja nosso Brasil como está, na iminência de uma guerra civil!! Vivemos dias do fim, apocalípticos.
“E saiu outro cavalo, vermelho; e ao que estava assentado sobre ele foi dado que tirasse a paz da terra, e que se matassem uns aos outros; e foi-lhe dada uma grande espada.” Apocalipse 6:4 
Estamos diante de dias decisivos irmãos!!!! A chegada do Dia da Ira está entre nós!!!
Esteja recolhido em constante oração para que Deus guarde seu povo, suas familias.

Veja aqui sobre o Eclipse lunar penumbral em Março 23 2016 (Brasil)

“O sol se converterá em trevas, E a lua em sangue, Antes de chegar o grande e glorioso dia do Senhor;” Atos 2:20
VIGIAI. ORAI. ANUNCIAI QUE JESUS CRISTO VEM!!!

O juízo de Deus sobre a Venezuela

“Além disso, retive de vós a chuva quando ainda faltava três meses para a ceifa; e fiz que chovesse sobre uma cidade, e não chovesse sobre a outra cidade; sobre um campo choveu, mas o outro, sobre o qual não choveu, secou-se.”  Amós 4:7 

Se a questão do clima somada a uma situação caótica de um país pode ser considerada uma questão de juízo divino, então a Venezuela está experimentando fortes momentos, pois a represa de Guri, que é a fonte de 65% de toda a eletricidade da Venezuela, está a menos de quatro metros de atingir um nível onde a geração de energia será impossível, de acordo com especialistas entrevistados pela Latin American Herald Tribune.

A imagem mostra, pela seta azul, onde normalmente o nível da represa estaria e, pela imagem, percebe-se a considerável diferença com o nível atual. Os níveis de água da represa Guri estão em seus níveis mais baixos desde 2003, quando uma greve nacional contra Hugo Chávez reduziu a necessidade de energia, mascarando o problema.

Uma seca em todo o país está complicando tudo. A estação chuvosa começou, mas os níveis da barragem continuam caindo e os críticos alertam para o aumento de apagões e quedas em um país com serviço de energia elétrica já defeituoso.1555589_1259617510734922_3836535343183553672_n

Segundo a Bloomberg, a Venezuela está considerando “parar” por uma semana enquanto o governo luta contra uma crise de eletricidade que está se aprofundando.

Se alguém tinha dúvidas se a situação da Venezuela poderia deteriorar ainda mais, agora já pode ter certeza!

Sabemos que Deus controla o clima e portanto não há como evitar esse raciocínio. Leia mais aqui.

PAÍS AMALDIÇOADO?

Vale lembrar que o governo comunista do falecido Hugo Chaves ainda traz muita dor e sofrimento ao povo, através do seu sucessor, Nicolas Maduro. Mas a origem espiritual desse juízo, pode estar no vídeo abaixo:

Exatamente um ano depois de proferir esta maldição sobre Israel, o ditador anti-semita foi à TV revelar que sofria de um mal (doença) que lhe tinha surgido das entranhas. As mesmas entranhas de onde ele amaldiçoou Israel são agora as vítimas da sua própria maldição.
Com informações de Dionei Vieira e Shalom Israel.

Israel avisa Hezbollah: “A vingança pelo assassinato de Kuntar vai levar a guerra”

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Um alto funcionário israelense deixou claro ao Hezbollah que Israel iria responder com força a qualquer ação contra ele, mesmo ao custo de entrada no território do Líbano e da Síria.

Israel pode considerar uma guerra total contra o Líbano, a Síria eo Hezbollah. Este cenário aterrorizante pode entrar em gozo se Israel for atacado.

No início desta semana Israel eliminado Samir Kuntar. De acordo com fontes sírias vários mísseis atingiram um prédio no subúrbio de Jaramana de Damasco, onde ele estava hospedado, o Hezbollah prometeu vingar sua morte. Um jornal libanês que identifica com a organização terrorista xiita deu a entender que não haverá calma após a eliminação de Kuntar.

De acordo com a imprensa estrangeira, nos últimos meses, Kuntar trabalhou na Síria para estabelecer uma infra-estrutura de terror nas Colinas de Golã, que era suposto para realizar ataques terroristas dirigidos pelo Hezbollah, o Irã, eo regime de Assad.

Kuntar, um terrorista libanês, matou a família Haran e dois policiais na cidade do norte de Nahariya em 1979. Ele foi condenado a penas de prisão perpétua consecutivas 5, mas foi liberado em 2008 em troca dos corpos de soldados israelenses Eldad Regev e Ehud Goldwasser , que foram sequestrados e mortos em julho de 2006.

Após a sua libertação. Kuntar tornou-se um porta-voz do Hezbollah e um símbolo da luta armada contra Israel. Dois meses depois de sua libertação, ele afirmou que o Golan Heights voltará para as mãos sírias. Em outubro de 2011, disse que Kuntar soldado seqüestro é uma maneira eficaz para libertar prisioneiros e deve ser continuada.

FONTE: Jerusalem Online

Rei da Jordânia viola acordo com Israel sobre o Monte do Templo

12373228_10150614290859969_7009555401716292847_nAs notícias provenientes da Jordânia deixar claro que o governo da monarquia Hachemita continua a “demanda” de que Israel pare de permitir o acesso judeu ao Monte do Templo. Embora seja duvidoso que o rei Abdullah tem muito interesse pessoal sobre o Monte do Templo, suas demandas constantes para manter os judeus fora da Mount jogar bem para os islâmicos em seu governo e população, e ajuda a reforçar seu aperto um pouco tênue no poder. Ele também tem sido observado recentemente que Jordan parece ter chegar a um Continuar lendo