MALDIÇÃO HEREDITÁRIA – PARTE 2

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O Brasil na década de 90 foi invadida por uma onda de livros com os temas de batalhas espirituais, que colocava o diabo em igualdade com Deus; comparando assim o mal com o bem como tendo o mesmo poder, o que faz com que as pessoas esqueçam que somente Deus é Onipotente e que satanás e seus anjos como qualquer outra criatura que Deus criou são limitados e agem de acordo com a permissão de Deus. Mas o que na verdade quero dizer foi que com a explosão desses temas voltados à batalha espiritual, também veio uma enxurrada de doutrinas loucas envolvendo o mundo espiritual e um deles é esse tópico de maldição hereditária que se alastrou no meio das igrejas (principalmente nas pentecostais e neo-pentecostais). Mas se formos ver a luz das escrituras, em toda a narrativa nunca houve nenhum caso em que os filhos herdaram maldições espirituais por causa do erro dos pais, o que a bíblia relata é as consequências do pecado de alguns, como no caso de Davi por causa do pecado do adultério e assassinato que ocasionou um grande desastre na família de Davi; mas não por causa de um espírito e sim por causa do coração dos próprios filhos de Davi. Porque se fosse seguir o padrão de “maldição hereditária” não haveria diferença entre Absalão, Amnon e Salomão por exemplo. Continuar lendo

Presente Diário: A Páscoa e a Ceia!

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✏ Leitura Bíblica: Lucas 22:15

“disse-lhes: Desejei ansiosamente comer esta Páscoa com vocês antes de sofrer.” (Lucas 22:15)

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Esta seria a última Páscoa que Jesus celebraria com os discípulos. De certa forma, também os discípulos mudariam seu modo de ver a festa a partir daquele momento. Foi a noite em que novos símbolos entrariam para a história – o pão e o vinho! Seria uma noite difícil, mas era o preço da redenção. A Páscoa seria suplantada pela Ceia do Senhor! O Cordeiro de Deus seria sacrificado.

A Ceia suplantaria a Páscoa porque nesta, uma nação foi liberta do cativeiro político. Mas a Ceia anunciava a libertação oferecida a todos as tribos, povos, línguas e nações! A Páscoa livrou os judeus do cativeiro egípcio mas não impediu que outros cativeiros chegassem e, exatamente naquele momento em que Jesus celebrava com seus discípulos a festa da libertação, os judeus estavam sob o cativeiro romano. Mas a Ceia anunciava uma libertação eterna. Como disse Paulo, uma ação de Deus que transportaria pecadores do reino das trevas para o Reino do Filho Amado. Jesus estava prestes a redimir os pecadores – redimir significa comprar de volta – e o preço seria sua vida. Como costumamos cantar, “foi pago um alto preço”.

O cordeiro pascal, levado para a morte sem poder resistir ao sacrifício, seria substituído pelo Cordeiro de Deus, que se entregou ao sacrifício e à morte embora pudesse resistir. E assim sofreu as agressões, as dores, os castigos e por fim a cruz. Tudo em substituição a cada ser humano, para que fossemos libertos. A Páscoa sem a Ceia não faz sentido algum para nós, pois não sabemos o significado de ser escravo no Egito, mas sabemos o significado de ser escravo do pecado. E na Ceia, não celebramos o fim do cativeiro, celebramos o Cordeiro que nos libertou, morrendo para que pudéssemos viver.

Por isso, adore o Cordeiro. Sua mais significativa adoração é viver seu dia livre do pecado – pois foi para isso que Jesus morreu por nós, para que, libertos do pecado, fossemos feitos servos da justiça (Rm 6.18). Ele já pagou o preço de sua redenção. Aceite o perdão e recuse-se a carregar a culpa, pois o Cordeiro de Deus entregou-se por nós.