MENORAH E ÓLEO PARA O TERCEIRO TEMPLO ESTÃO PRONTOS

Seguindo as especificações dadas por Deus ao povo hebreu em Sh’mot [Exôdo] 30: 23-31, está sendo preparado em Israel, o azeite segundo cada especificação na Torá, para ser utilizado na festa de Hanukkah (Festa das Luzes) que terá início após o pôr do sol do 24° dia do mês de Kislev do ano judaico 5777 (24 de Dezembro de 2016) percorrendo oito dias de festividades.

Esse acontecimento é de um significado muito impactante, pois demostra estar-se cada vez mais próximo a concretização da construção do terceiro templo, e tem um impacto muito profundo tanto para os judeus, como para nós cristãos. Porque através da aproximação da construção do terceiro cresce-se e avoluma a esperança da volta do nosso Glorioso Senhor Jesus (Yeshua Ha’Mashiach)

Então leia criteriosamente o artigo abaixo:

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Menorah de ouro em Jerusalém [Castiçal com 07 braços]

Um azeite especial, ritualmente puro, foi cuidadosamente preparado pelo Sinédrio para que o os sacerdotes possam acender a menorá – candelabro de 7 braços – caso o governo lhes dê permissão.

“O azeite está pronto, então se o governo permitir, estamos prontos para subir ao Monte do Templo e acender a menorá”, afirmou rabino Yaakov Savir, nomeado pelo Sinédrio para supervisionar o complexo processo de produção.

Ele explicou ao Breaking Israel News que a iluminação da menorah é considerada uma oferta ritual a Deus: “O azeite é queimado tal como um sacrifício de animais, sendo considerado uma das ofertas diárias do Templo”. Continuar lendo

​EVIDÊNCIA TALMÚDICA PARA O MESSIAS EM 30 d.C.


Nos séculos seguintes à destruição do Templo de Jerusalém (70 dC), o povo judeu começou a escrever duas versões do pensamento judaico, história religiosa e comentário. Um foi escrito na Judéia e ficou conhecido como o Talmud de Jerusalém (Yerushalmi). A outra foi escrito na Babilônia e era conhecido como o Talmud babilônico (ou Bavli).
Lemos no Talmud de Jerusalém:

“Quarenta anos antes da destruição do Templo, a luz central (da Menorah) se apagou, a fita vermelha permaneceu vermelha, e o sorteio para o Senhor sempre aparecia na mão esquerda. Eles fechavam as portas do Templo à noite e ao levantarem-se de manhã as encontravam bem abertas “(Jacob Neusner, The Yerushalmi, p.156-157). [O Templo foi destruído em 70 dC].
Uma passagem semelhante é declarada no Talmude Babilônico:
“Nossos rabinos ensinaram: Durante os últimos quarenta anos antes da destruição do Templo, o sorteio [ ‘Para o Senhor’] não veio mais para a mão direita; nem a fita vermelha se tornou branca; nem a luz central (da Menorah) brilhou, e as portas do Hekel [Templo] se abririam por si mesmas “(versão Soncino, Yoma 39b).
O que essas passagens estão falando? Uma vez que ambos Talmuds recontam a mesma informação, isso indica que o conhecimento desses eventos foi aceito por toda a comunidade judaica.
O Milagre do “SORTEIO”:

O primeiro desses milagres diz respeito a uma escolha aleatória, um “SORTEIO”, que era lançado no Dia da Expiação (Yom Kippur). “o Sorteado” escolhido determinaria qual das duas cabras seria “para o Senhor” e que cabra seria para “Azazel” ou “bode expiatório”. Durante os duzentos anos antes de 30 d.C, quando o Sumo Sacerdote pegava uma das duas pedras, mais uma vez esta seleção era guiada pelo “acaso”, e a cada ano, a sorte lançada deveria fornecer para o sacerdote uma pedra negra com a mesma frequência com que forneceria uma pedra branca. Mas por quarenta anos consecutivos, a partir de 30 dC, esta sorte lançada fazia com que o Sumo Sacerdote pegasse consecutivamente a pedra negra (nunca mais conseguiu pegar a pedra branca!!)! As chances de isso acontecer são astronômica (2 elevado à potência 40). Em outras palavras, as chances de isso acontecer é de 1 em cerca de 5.479.548.800 ou cerca de 5,5 bilhões para um! Em comparação, as suas chances de ganhar na loteria seriam muito mais favoráveis!
A sorte para Azazel, a pedra negra, ao contrário de todas as leis do acaso, surgiu 40 vezes seguidas e ininterruptas desde 30 dC até 70 dC! Isto foi considerado um evento terrível e indício de que algo significativo havia mudado fundamentalmente neste ritual de Yom Kippur. Este lançamento de sortes também é acompanhado por um outro milagre que é descrito a seguir.
O Milagre da Faixa Vermelha:

O segundo milagre refere-se à faixa vermelha ou pano amarrado ao bode para Azazel. Uma porção deste pano vermelho era também retirada do bode e ligada à porta do Templo. A cada ano o pano vermelho na porta do templo ficava branco, como que para significar a expiação de outro Yom Kippur era aceitável ao Senhor. Este evento anual aconteceu ininterruptamente até este mesmo ano 30 dC, quando o pano, em seguida, manteve-se vermelho a cada ano até  o tempo da destruição do Templo, quarenta anos depois. Isto, sem dúvida, causou muita agitação e consternação entre os judeus. Esta prática tradicional está ligada a Israel confessando seus pecados e cerimonialmente colocando o pecado desta nação sobre o bode para Azazel. O pecado era então removido pela morte de um dos bodes e o outro era lançado no deserto. O pecado era representado pela cor vermelha do pano (a cor do sangue). Mas o pano permaneceu vermelho isto é, os pecados de Israel não estavam sendo perdoados e “embranquecidos”.
Como Deus disse a Israel pelo profeta Isaías:

”Vem, vamos raciocinar juntos, diz o Senhor: ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata [vermelho], eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a [branco] lã ” (Isaías 1:18).
A indicação clara destes fenômenos é que toda a comunidade tinha perdido a atenção do Senhor em relação a algo que ocorreu em neste mesmo e misterioso ano de 30 dC. A expiação anual alcançada através da típica observância de Yom Kippur não estava sendo realizada como esperado. 
A Expiação aparentemente estava sendo adquirida de alguma outra forma. Quem ou o que proporcionaria a expiação por mais um ano?
Em relação à faixa vermelha, embora não seja mencionada nas Escrituras, e muito antes de 30 dC. durante os 40 anos em que Simão o Justo era Sumo Sacerdote, uma fita vermelha que era associada com a sua pessoa, sempre ficava branca quando ele entrava no mais interior do Santo dos Santos do Templo. As pessoas notaram isso. Além disso, eles observaram que “o sorteio do Senhor” (a pedra branca) sempre aparecia por 40 anos consecutivos durante o sacerdócio de Simon. Eles notaram que a “sorte” escolhida pelos sacerdotes após Simon, às vezes, eram pretas, e às vezes brancas, e que a fita vermelha, às vezes, ficavam brancas, e às vezes não. Os judeus passaram a acreditar que, se o traço vermelho tivesse se tornado branco, então Deus teria aprovado os rituais do Dia da Expiação e que Israel poderia ter certeza de que Deus perdoou seus pecados. Mas depois de 30 dC, a fita vermelha não ficou branca novamente durante os próximos 40 anos, até a destruição do Templo e a cessação de todos os rituais do Templo!
O que a liderança da nação judaica fez em 30 dC para merecer tal mudança no Yom Kippur? Segundo alguns relatos, em 5 de Abril, de 30 dC (isto é, no dia 14 de Nisan, o dia do sacrifício da Pessach), o Messias, Yeshua, foi cortado de Israel, o próprio sendo condenado à morte como um sacrifício pelo pecado. A partir deste evento há uma transferência da expiação, e esta já não era alcançada através dos dois bodes como oferecidos no Yom Kippur. Como um cordeiro de Pessach inocente, o Messias foi condenado à morte, embora nenhuma falha foi encontrada nele, conforme predisseram as profecias! Mas ao contrário dos sacrifícios do Templo ou dos eventos em Yom Kipur (conforme detalhado acima) onde o pecado era cobertos apenas ao longo de um tempo (um ano), o sacrifício do Messias vem com a promessa de perdão dos pecados através da misericórdia de Deus para aqueles que aceitam um relacionamento pessoal com Ele, o Eterno, através do Messias. Este é essencialmente um evento único para toda a vida de cada pessoa e não uma série contínua de sacrifícios de animais. O mecanismo de fornecimento de perdão do pecado mudou em 30 dC.
O Milagre das Portas do Templo

O próximo milagre, que as autoridades judaicas reconheceram, foi que as portas do Templo se abriram todas as noites e por sua própria vontade. Isso também ocorreu durante quarenta anos, com início em 30 dC. A autoridade judaica líder desse tempo, Yohanan ben Zakkai, declarou que isso era um sinal de morte iminente, que o próprio Templo seria destruído.
O Talmud de Jerusalem relata:

“Disse Rabban Yohanan ben Zakkai ao Templo, ‘Ó Templo, por que você nos assusta? Nós sabemos que você vai acabar destruído. Por isso foi dito,’ abram suas portas, ó Líbano, para que o fogo possa tragar seus cedros’ “(Zacarias 11: 1)’ (Sota 6: 3).
Yohanan ben Zakkai era o líder da comunidade judaica durante o tempo após a destruição do Templo em 70 dC, quando o governo judeu foi transferido para Jâmnia, umas trinta milhas a oeste de Jerusalém.
As portas podem ter sido abertas para significar também que todos agora podem entrar no Templo, através da intermediação do sacrifício do Messias, e que até mesmo em suas seções santas mais íntimas estavam disponíveis para aqueles que foram santificados por esta expiação. Este mesmo evento das portas está relacionado com o gigantesco Véu do Templo que foi rasgado naquele mesmo dia. O véu de separação fora rasgado, por iniciativa divina, indicando que um novo caminho de acesso ao Eterno havia sido consagrado através da morte expiatória do Messias. A evidência apoiada pelos milagres descritos acima sugere que a presença do Senhor se tinha retirado daquele Templo físico. Este não era mais apenas um lugar para os Sumo Sacerdotes apenas, mas as portas se abriram para que todos possam entrar na casa de culto do Eterno.
O Milagre da Menorah do Templo

O quarto milagre foi que a lâmpada mais importante da Menorah (candelabro de sete lâmpadas) no Templo, brilhou com a intensidade de um dia claro durante meia hora e depois se apagou para sempre para nunca mais brilhar. Durante todas as noites pelos próximos 40 anos (mais de 12.500 noites seguidas) a lâmpada principal do candelabro do Templo (Menorah) se apagou por sua própria vontade, e não importa o quanto se tentasse reacendê-la e nem nenhuma outra precaução que os sacerdotes tomassem para se proteger contra este evento! Eles jamais conseguiram reacendê-la.
Earnest Martin afirma:

“Na verdade, é-nos dito no Talmud que ao anoitecer as lâmpadas que estavam apagadas durante o dia (as quatro lâmpadas centrais permaneciam apagadas, enquanto as duas lâmpadas da direita normalmente permaneciam acesas durante o dia) precisavam ser reacendidas a partir das chamas da lâmpada central (que era uma lâmpada que deveria permanecer acesa o tempo todo era como a chama “eterna” que vemos hoje em alguns monumentos nacionais, e simbolizava a luz do Messias)…
“Esta “luz central” era para ser mantida acesa em todos os momentos. Por essa razão, os sacerdotes mantinham reservatórios extras de azeite e outros ingredientes sempre à mão, com pronta entrega, para se certificar de que a “luz central”(em todas as circunstâncias) iria ficar acesa. Mas o que aconteceu durante os quarenta anos desde o ano em que o Messias disse que o templo físico seria destruído? Toda noite durante estes quarenta anos a lâmpada central ficava APAGADA, e isto apesar dos sacerdotes todas as noites prepararem de tudo para tentar acender esta lâmpada central de uma maneira especial, de forma que ela pudesse se manter constantemente em chamas durante toda a noite! ” (O significado do Ano CE 30, Ernest Martin, Research Update, Abril de 1994, p.4).
Mais uma vez, as probabilidades contra a lâmpada se manter apagada continuamente durante estes 40 anos são astronômicas! Algo fora do comum estava acontecendo! A “luz” da Menorah  que representa o contato com Deus, Seu Espírito, e sua presença agora foi removida. Esta demonstração especial ocorreu a partir deste mesmo ano 30 dC, com a crucificação do Messias!
Deve ficar claro para qualquer mente razoável de que não há nenhuma maneira natural para explicar todos estes quatro sinais relacionados com o ano 30 dC. A única explicação possível tem de ser sobrenatural.
Depois de 30 dC, após morte do Messias Yeshua, grandes tribulações e impressionantes julgamentos começaram a descer sobre a nação judaica. Segundo os rabinos, após a morte de Mashiach Ben Yosef, Sua morte seria seguida por um período de grandes calamidades e tribulações para Israel (Chevlei Mashiach – Sanhedrin 97b). O mais curioso é que até mesmo Yeshua predisse isso. Quando Ele foi levado para ser crucificado, Yeshua advertiu as mulheres de Jerusalém:
“Mas Yeshua, voltando-se para elas, disse: “Filhas de Jerusalém, não choreis por mim, chorai antes por vós e por vossos filhos. Porque, na verdade vêm os dias em que se dirá:” Felizes as estéreis, ventres que não trouxe e os peitos que não amamentaram! ‘ Então começarão `a dizer aos montes:” Caí sobre nós! “, E às colinas:” Cobri-nos! “” “Para se fazer essas coisas na madeira verde, o que será feito no seco?” ( Lucas 23: 28-31).
Quando tomamos um olhar objetivo sobre os acontecimentos de 30 dC, quem pode duvidar de que era realmente o verdadeiro ano da crucificação e ressurreição do verdadeiro Messias enviado por Deus para Israel? Quem pode negar que Ele é o único e verdadeiro Messias? Quem mais tem cumprido todas as profecias da Tanach (Bìblia) – incluindo a incrível profecia de Daniel 9 e as ”70 semanas” que aconteceram exatamente no mesmo ano previsto para que o Messias aparecesse?
Mas tudo isso foi uma rejeição do Eterno ao povo judeu? DE FORMA NENHUMA! O Eterno repreende seu povo amado, que é a menina de seus olhos, para que o bem maior possa vir para a própria redenção futura de Israel e de todas as nações! Mas quando o Eterno completar esta redenção, Israel será restaurado plenamente e terá um posto acima de todas as nações da Terra, como uma verdadeira e redimida Nação Sacerdotal, já plenamente alinhada aos planos do Eterno e de seu Messias! E assim, quando o Messias voltar, um reino eterno se estabelecerá na terra, um Reino messiânico que jamais se acabará, (junto com Israel e a Igreja)!
(por Nicholas Federoff e editado por Dr. T. Peterson.)

CHANUKAH SAMEACH!: 1ª noite CHANUKAH: Construindo o MENORAH (Castiçal) num molde?

CHANUKAH SAMEACH!: 1ª noite CHANUKAH: Construindo o MENORAH (Castiçal) num molde?

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Entre os nossos sábios são aqueles que opinam que o menorah que foi construído no deserto do Sinai foi feito usando o método de fundição de ouro fundido. Um campo especial de forno foi construído. O ouro teria de ser aquecido até uma temperatura de cerca de 1000 graus Celsius. O ouro derretido foi então transferido para um molde preparado com antecedência por Betzalel, o artesão atribuído por D’us para supervisionar a criação de todos os recipientes do templo. Após o ouro resfriado, o molde seria quebrado e os moldes da menorah seriam retirados do sistema. Muito trabalho permaneceu para os artesãos, limpeza e refinação do molde da menorah, a fim de trazê-lo para um bom acabamento. A pintura retrata o processo descrito acima, uma vez que poderia ter olhado no deserto. A foto no canto superior esquerdo mostra um molde preparado para os sete navios que possuem o óleo e os pavios para as sete luzes menorah. Estes navios são peças separadas do menorah. Eles seriam retirados, limpos, recarregados e reacendeu a cada dia pelo kohanim, como vamos aprender mais tarde no mês.

As imagens e pesquisa utilizados em toda a nossa “Kislev: Mês do Menorah” característica todos vêm do livro “îðåøú AEA èäåø”, “Um Menorah de Ouro Puro”, escrito pelo rabino Yisrael Ariel, com base na pesquisa do Instituto do Templo. O livro, que aparece em hebraico somente, pode ser comprado em http://www.jerusalem-temple.com/… Continuar lendo

A história da Menorah do Terceiro Templo

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O acendimento da Menorá do templo, há um ano, na noite da sétima noite do Chanukah, (Rosh Chodesh Tevet), o Instituto do Templo realizado um treino do acendimento dos sete ramificada Menorah que fica no Templo Sagrado. O evento foi o clímax de uma operação de uma semana que tinha sido meticulosamente planejado com antecedência. Vários selecione produtores de azeite da Judéia e Samaria foram escolhidos para colher e processar as suas azeitonas de acordo com o halachot específica (leis) sobre a produção do azeite puro para o Templo Menorah.

Na terça-feira à noite os produtores se reuniram na entrada Zion Portão em cidade velha de Jerusalém. De lá, eles marcharam em Bairro Judeu da cidade velha, a Menorah Square, onde o Menorah dourado criado pelo Instituto do Templo fica, carregando potes contendo seu azeite produzido especialmente. Rabino Yisrael Ariel, fundador do Instituto do Templo, supervisionou a cerimônia de iluminação, explicando em detalhes o halachot de preparar e acender as sete lâmpadas Menorah. O Menorah foi aceso pelo sacerdote rabino Eliezer Goldschmidt, vestido com vestes sacerdotais. Deve-se notar que o Menorah que se acendeu não era o Menorah dourado criado pelo Instituto do Templo e pronto para uso no Templo Sagrado. Isso Menorah só pode ser acesa em seu lugar devidamente designado no interior do Templo Sagrado. Um segundo Menorah, feito especialmente para foi utilizado o compromisso da noite.

Os organizadores do evento já havia enviou convites para o ministro de Serviços Religiosos e do prefeito de Jerusalém para participar da prática de execução, pedindo sua autorização para realizar a cerimônia de iluminação no Monte do Templo, no local exacto onde o Menorah é destina-se a ficar de pé. Eles observaram que a cerimônia inteira poderia ocorrer com a prejudicar qualquer estrutura existente no Monte do Templo. Os convites não foram respondidos. Este ensaio foi mais um passo importante para a reconstrução do Templo Sagrado e uma expressão forte e clara do povo de desejo ardente de Israel para realizar o mandamento diária de acender a Menorah Temple e renovar o serviço Divino.

Fonte: The Temple Institute

Está chegando a Festa de Hanukkah 2014

Está chegando a Festa de Hanukkah 2014
A Festa de Hanukkah ou a Festa das Luzes começará este ano no dia 16 de Dezembro e se encerrará na véspera de Natal, no dia 24 de Dezembro de 2014.

A História de Hanukkah

Por volta de 200 antes de Cristo o governo Grego-Assírio inicia a tentativa de apagar a memória judaica do povo judeu desejando misturá-los e torná-los parte da cultura do helenismo grego.Para isso, Antioco declarou o cumprimento de leis judaicas e culto proibidos, incluindo nisso o próprio ensino da Torah, o que obteve um sucesso muito grande, pois um grande número de judeus, homens e mulheres se casaram com gregos e gregas, adotaram nomes gregos deixando a cultura judaica de lado.Em resposta a isso, Deus levantou um pequeno grupo de judeus das montanhas da Judah, da região de Modiin, que declararam publicamente uma revolução contra Antioco e seu madato, os quais eram fiéis a sua fé judaica.Seus líderes eram Mattitiahu, e seu filho Judah(Judas Macabeus). Que faziam pequenos incursões contra no exército Grego-Sírio. Mais tarde, Antioco enviou uma legião inteira de seu exército para sufocar a rebelião, mas um pequeno comando dos Maccabeus consegiu milagrosamente vencer a luta contra milhares de soldados até expulsá-los completamente das terras de Israel.

menorah_2O soldados de Israel conseguiram vencer a batalha e entrar em Jerusalem no mês de Kislev no ano 164 antes de Cristo, que neste tempo havia sido profanado pelos estrangeiros. Purificando-o e reenaugurando no Dia 25 do mês de Kislev(Entre Novembro e Dezembro). Na hora em que deveriam acender o candelabro do Templo(menorah), procuraram por óleo de oliva puro por todo o templo, mas somente conseguiram achar uma medida suficiente para um dia com o sêlo do Sumo Sacerdote, o que indicava a pureza e a validade do óleo.De forma sobrenatural, o óleo que era suficiente para um dia durou por mais de uma semana, tempo o suficiente para se preparar e trazer o novo e consagrado óleo para o grande candelabro do templo(Menorah).

Desde então, até os dias de hoje, comemora-se a multiplicação do azeite por oito dias.Em lembrança do milagre da vitória dos Maccabeus e do óleo que se multiplicou, Hanukka é comemorada por 8 dias. Desta forma comemoramos a festa, inicia-se acendendo o Shamash(Uma especie de “escravo”, a vela que acende as outras), e com esta se acende uma vela a mais a cada dia, iniciando no primeiro dia da festa. Em Hanukka também tem se o ábito de comer alimentos fritos em muito óleo, como sonhos(sufiganiot) e “corações de batata”. Costuma-se também jogar pião e dar mesadas de hanukka as crianças(dmei Hanukkah).Jerusalem nesta época se torna uma cidade muito especial para ser visitada, pois as três grandes religiões comemoram suas principais festas nestes dias, os Judeus comemoram Hanukkah, os Cristãos comemoram o Natal e os Muçulmanos comemoram Idel Fiter, muitas luzes, velas e um ambiente de festa durante todo o mês de Dezembro.Kidush É recitado no Sábado de Hanukah. Tefilin Usa-se o tefilin normalmente, menos no Sábado.TradiçõesAcender as velas da Hanukiah(Candelabro de 8 braços)Distribuir Hhanucá Guelt (dinheiro)Jogar Sevivon (pião)Comer Sugvaniot(sonhos).

Fonte: Noticias de Israel