NATAL: Tempo de evangelizar

Nos últimos dias apresentamos na nossa fanpage do facebook o verdadeiro significados dos símbolos usados no Natal, e pudemos aprender como o paganismo que Deus rejeita hoje é tão assíduo dentro dos lares e das igrejas. Não devemos nos amoldar aos padrões desse mundo, conforme nos ensina a Palavra de Deus. Logo, expurgadas das nossas vidas, e das nossas celebrações, os símbolos e práticas pagãs, penso que, a exemplo da chamada “semana santa” em que as Igrejas sempre souberam aproveitar bem para evangelizar, podemos e devemos aproveitar a semana natalina para realizar cultos evangelísticos genuinamente cristãos, e anunciar ao mundo o verdadeiro sentido do nascimento e  vida de Cristo sobre a terra, que poderá até começar com a manjedoura, mas deverá incluir sempre a história da cruz!
Natal sem a cruz não é o verdadeiro natal de Jesus!
Não há mandamento ou instrução alguma na Bíblia para se celebrar o nascimento de Cristo! Somos orientados sim a lembrar da sua morte e ressurreição que nos proporcionou a Vida (I Cor. 11:24-26; Jo. 13:14-17).

Jesus disse: “E assim por causa da vossa tradição invalidastes a palavra de Deus.” (Mateus 15:6). Tenhamos zelo na observância da Palavra de Deus! Não olhemos para trás, mas como bons atalaias anunciemos ao mundo que Cristo em breve vem, e os olhos e esperança do mundo devem estar fitos nos céus, com uma vida rendida ao evangelho da salvação, e não para a terra e seus prazeres passageiros e maus.

A seguir apresentamos dois videos sobre o assunto! Assista!

“Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz.” (Isaías 9:6)

 

Para ouvir uma mensagem mais abrangente sobre o Natal, acesse o video abaixo.

“E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade.” (João 1.14)

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ESTUDO SOBRE NATAL

Disponibilizamos uma condensação de anotações sobre o tema: Natal, cristianismo ou paganismo? Este trabalho limita-se a relacionar de forma introdutória e sintética alguns contextos históricos que permeiam as origens desta festa pagã, que ardilosamente foi introduzida no seio do cristianismo pôr volta do século V da nossa era.

Sejam os cuidados de cada coração apresentados ao Espirito Santo de Deus através da sua eterna e soberana Palavra. Que sua revelação ilumine as mentes e almas, permitindo que jamais sejamos apenas frutos de sistemas religiosos, mas antes: autênticos e vivificados servos do Deus vivo, cuja Palavra não se dobra às convenções religiosas humanas.

Que estas simples anotações de aula, seja úteis à vossa transformação e edificação no poder de Jesus, o ressurrecto.

“Pelos teus mandamentos alcancei entendimento, pelo que aborreço todo o falso caminho. Desviei os meus pés de todo o caminho mau, para observar a tua Palavra.”
(Salmos 119:104,101).

“O que o pasto é para o rebanho, o arroio para o peixe, a penha para a cabra montes, a bússola para o peregrino, a Bíblia o é para as almas fiéis!” (Martinho Lutero)

“O homem pode tanto quanto sabe!” (Francis Bacon)

Introdução:

“Não meterás, pois, abominação em tua casa, para que não sejas amaldiçoado, assim como ela; de todo a detestarás e de todo a abominarás, porque maldita é [a abominação].”  (Deut. 7:26)

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A exiguidade de tempo e espaço nos limita a tratar este importante assunto nos limites introdutórios. Todavia, não podemos deixar de analisar os princípios básicos que norteiam a compreensão desta importante manifestação religiosa. Mundialmente conhecida.
A celebração do NATAL tem origem no paganismo e foi “cristianizada” por motivos políticos, sob os conflitos religiosos que marcaram o fim do Império Romano. E até hoje vem sendo reproduzida enaltecendo indiretamente, ou diretamente, a idolatria dos rituais pagãos; e , pôr isso, semeando a corrupção espiritual que marca os seus princípios.
Uma questão interessante é: por que os apóstolos jamais celebraram uma reunião de natal? Simples, porque seu fundamento era o Jesus Ressurrecto, e não as tradições antigas carregadas de adoração ao deus-sol e sua fecundidade sobras as colheitas. Conforme I Co 3:11 que diz: “Ninguém pode por outro fundamento, além do que já está posto, o qual é Jesus Cristo!”. Ou seja: os ensinos de Jesus e o poder de sua soberana Palavra eram muito mais importantes para os apóstolos do que as tradições religiosas de sua família, de seus amigos, e de sua sociedade.
Exatamente por isso, não havia qualquer celebração natalina durante o primeiro, o segundo e o terceiro século. Somente no fim do quarto século, com a obrigação dos pagãos em “converterem-se” ao cristianismo pelo Edito de Tessalonica, inúmeros sacerdotes pagãos vieram para as igrejas cristãs com suas práticas e tradições idólatras e satanistas. Esse fato, foi fundamental para o inicio da celebração de natal. Uma vez que nos primórdios do cristianismo celebrava-se apenas a santa ceia que é a “Páscoa” de nosso Senhor, anunciando sua morte, sua ressurreição e a promessa de sua volta, mas nunca se comemorava seu nascimento.
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