Sinédrio pede a Trump e Putin a reconstrução do Templo

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Confesso que quando há uma hora atrás li esta notícia (de fonte segura), não acreditei. Pensei tratar-se de uma brincadeira relacionada com a recente eleição de Donald Trump. Só que a coisa é mais séria do que eu pensava, o que não quer dizer que se venha a concretizar já. Mas que é um sinal dos tempos que se aproximam, sem dúvida que é…
O “Sinédrio Nascente” lançou um apelo ao presidente russo Vladmir Putin e ao agora eleito presidente norte-americano Donald Trump para que juntem forças e cumpram os seus mandatos bíblicos de reconstruir o Templo de Jerusalém.
 
O porta-voz do Sinédrio, o rabi Hillel Weiss, contactou o site “Breaking Israel News”para anunciar que a eleição de Trump – que prometeu reconhecer Jerusalém como capital de Israel, a par do desejo expresso de Putin para a construção do Templo – levou a corte judaica a enviar uma carta aos dois líderes, oferecendo-lhes a oportunidade de se tornarem nos modernos “Ciros”:  Ciro foi o rei não judeu que reconheceu a importância de Jerusalém e do Templo.
Ciro o Grande, rei da Pérsia no 6º século a.C., anunciou no primeiro ano do seu reinado ter sido escolhido por Deus para fazer um decreto através do qual o Templo de Jerusalém teria de ser reconstruído:
“Assim diz Ciro, rei da Pérsia: o Senhor Deus dos céus me deu todos os reinos da terra, e me encarregou de Lhe edificar uma casa em Jerusalém, que está em Judá” – Esdras 1:2.
Ciro enviou de volta para Jerusalém os judeus que estavam sob o seu domínio, com uma considerável soma de dinheiro, com o qual deveriam reconstruir o Templo. O actual Sinédrio planeia agora apelar aos dois líderes mundiais para que tomem posse deste antigo decreto bíblico e apoiem o povo judeu na sua sagrada missão.
O rabi Weiss explicou que as eleições nos EUA tornaram o eterno sonho judaico numa possibilidade muito real.

rabi-weiss“Estamos preparados para construir o Templo. As condições políticas actuais, nas quais os dois mais importantes líderes mundiais apoiam o direito dos judeus a Jerusalém como sua herança espiritual, não tem precedentes históricos”
– afirmou Weiss.
RAZÕES PARA A VITÓRIA INESPERADA DE TRUMP
A carta do Sinédrio assinala que a inesperada vitória de Trump deveu-se ao seu apoio a Jerusalém, e lembra Trump da sua promessa eleitoral de deslocar a embaixada dos EUA de Tel Aviv para Jerusalém, reconhecendo assim efectivamente a cidade como a capital de Israel.
O “Acto da Embaixada de Jerusalém”, votado pelo congresso norte-americano em 1995, iniciou o processo de deslocação da embaixada, mas tem desde então sido vetado por todos os presidentes norte-americanos em exercício. O Sinédrio apela agora a Trump para que anule o veto assim que tomar posse como presidente.
 
O PAPEL CRUCIAL DE PUTIN
O Sinédrio recordou também na carta a ligação de Putin ao Templo. Durante a sua terceira visita a Jerusalém em 2012, Putin fez uma visita nocturna ao Kotel (Muro Ocidental). Quando chegou ao lugar sagrado para os judeus, o líder russo ficou em silêncio durante vários minutos, fazendo uma oração pessoal, tendo depois feito uma leitura dos Salmos a partir de um livro de orações em russo e hebraico.
Um transeunte israelita que ali se encontrava clamou em voz alta: “Bem vindo, presidente Putin!” O presidente russo aproximou-se então do homem, que lhe explicou a importância do Monte do Templo e do Templo judaico. O site de notícias judeu ortodoxo “Chadrei Charedim” relatou que Putin teria respondido: “É exactamente a razão por que vim aqui: orar para que o Templo volte a ser construído.”
Ainda que Putin não tenha respondido na altura ao apelo feito pelos judeus, o Sinédrio acredita que chegou a altura do presidente russo tomar um papel activo na reconstrução do Templo.
TRATADO DE SAN REMO
Para além dos pedidos relacionados com o Templo, o Sinédrio está também apelando a Putin e a Trump para que renovem a resolução da “Liga das Nações” feita em 1920, conhecida como “Tratado de San Remo”, que, na sua essência, possibilitou a criação de um estado judaico através da divisão do império otomano. O tratado incorporou a “Declaração de Balfour”, emitida pela Grã-Bretanha em 1917, e que deu o reconhecimento oficial e apoio para o estabelecimento do estado de Israel.
O presidente norte-americano Calvin Coolidge ratificou em 1925 o “Tratado de San Remo”, legalizando assim o reconhecimento de um estado judaico pelas leis americanas. O Sinédrio enfatizou que é agora imperativo fortalecer o compromisso histórico norte-americano com o estado de Israel, adoptando o documento, numa altura em que a “Autoridade Palestiniana” tenta reescrever a História mundial através de uma ridícula campanha contra a “Declaração de Balfour.”
O rabi Weiss enfatizou que o apoio à reivindicação judaica de Jerusalém traria benefícios à Rússia, aos EUA e até mesmo ao resto do mundo.
“Os líderes da Rússia e da América podem conduzir as nações do mundo à paz global através da construção do Templo, a fonte da paz” – explicou o rabi, acrescentando: “Isto anulará as pérfidas resoluções da UNESCO, que são a causa de raiz do aumento do terrorismo e da violência.”
Tudo se encaminha a passos largos para o cumprimento do GRANDE SINAL, que dará início aos últimos 7 anos antes da Vinda do Messias Jesus: o acordo do Anti-Cristo com a nação de Israel e “com muitos”, um falso acordo de paz, que será rompido pelo Anti-Cristo a meio dessa “semana profética”, e que incluirá a construção de um Templo para os judeus…
Pode estar mais próximo do que imaginamos…!
Fonte: Shalom, Israel
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Sinédrio: 2016 é o ano de início da contagem dos jubileus

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Após deliberações que se arrastaram por um ano inteiro, o “Sinédrio Nascente” declarou que este é o primeiro ano da contagem do ciclo dos 50 anos do Jubileu bíblico. Isso não apenas reitera um mandamento bíblico, mas tem implicações no estatuto de Israel como nação mandatada pela Bíblia, no retorno da terra para os judeus e o assegurar de que todo o judeu tem uma herança na Terra.
O Jubileu (Hayovel no hebraico) é um mandamento bíblico que é observado exclusivamente na Terra de Israel. É o quinquagésimo ano que surge depois de um período de 7 anos sabáticos (49 anos.)
O ano do Jubileu obriga ao cumprimento de vários mandamentos relacionados com direitos de propriedade e o retorno da Terra aos seus donos originais, os judeus, aos quais a mesma foi concedida por sortes. Nesse ano as dívidas terão de ser perdoadas e em tempos bíblicos, os escravos que se tivessem vendido para pagamento de dívidas eram libertos.
Devido às várias implicações temporais, o Jubileu não vinha sendo cumprido desde os dias do Segundo Templo, quando os judeus retornaram do exílio babilónico.
Ainda que esta decisão do Sinédrio venha a ter poucas implicações práticas na actualidade, a verdade e que esta é uma decisão revolucionária que terá tremendas consequências no futuro.
Segundo um dos rabinos membros do Sinédrio, “O Jubileu é um mitzvah (mandamento) nacional que requer a existência de uma nação judaica presente na Terra de Israel. O Sinédrio declarou que estamos agora de facto na profetizada terceira herança da terra, tendo a primeira ocorrido com Josué e a segunda após o exílio da Babilónia.”
E o rabino Weiss acrescenta: “É altura de começar-se a observar o mandamento positivo da contagem dos Jubileus. A maior parte dos judeus que não negam a sua identidade judaica vivem agora em Israel. Não há nação judaica fora da Terra de Israel. Têm de haver pelo menos 600.000 desses judeus, tal como o número que retornou do Egipto sob a liderança de Josué.”
E, clarificando: “Quando tais condições tiveram sido satisfeitas, como agora claramente acontece, as condições para se iniciar a contagem do Jubileu estão satisfeitas.”
Fonte: Shalom Israel