PODERIA UM CAPÍTULO CONTER A SALVAÇÃO? (PARTE 2)

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Queremos só frisar antes de começar a escrever essa segunda parte de Romanos 1 que colocaremos alguns versículos aqui fora desse capítulo, mas esses versículos servirão apenas para reforçar o que está sendo tratado aqui. Porém todo o assunto aqui tratado foi retirado com base em uma análise ao 1° capítulo de Romanos, e como o outro artigo [“Poderia um capítulo conter a salvação? – Parte I”] o intuito é através de ambas as partes (I e II) demonstrar que podemos sim mostrar ao pecador todo o plano de salvação. Podemos pegar apenas esse capítulo como chave para conhecer ao D-us de Avraham, Yistz’chak e Ya’akov.

Na primeira parte vimos como D-us fez para resolver o problema do mal do ser humano, e de como Ele designou algumas peças chaves para anunciar aos que ainda não conhecem ou não se atentam que são inimigos de D-us por meio do pecado. Essa peças-chave eram denominados Apóstolos [Emissários] que andaram com o Cristo (Messias) enviado, ou que receberam o seu chamamento após Yeshua ter ressuscitado e subido aos céus, como foi o caso de Sha’ul

[Leia aqui a parte I desse artigo]

Nessa segunda parte vamos entender o porquê as pessoas precisam conhecer sobre essa mensagem diplomática mencionada na primeira parte do artigo, e entender qual é o risco de não aceitar essa mensagem, e porque D-us ainda deseja ver mensageiros que continuem a propagar essa mensagem que começou com os apóstolos.

Dando prosseguimento, encontramos a seguinte explanação a partir do versículo 18:

A ira de D-us foi revelada (apokalye – apokalypse) para toda a humanidade. A palavra “revelar” aqui está ligada ao sentido de tirar o véu, desvendar para Israel e para todas as nações quem era Aquele D-us que eles diziam prestar culto e servir; e isso foi visto aos olhos de todos os que estavam presentes na crucificação e ainda foi lavrado e selado pelo Espírito Santo nas escrituras. Quando o véu se rasgou de alto abaixo, o Eterno abriu para toda a humanidade a Sua majestosa obra executada em prol do pecador;  ao mesmo tempo, revelou a Sua santa Ira. E contra o que, ou contra quem se aplica essa ira? O próprio capítulo explica de maneira convicta de que essa ira foi desvendada aos olhos e ouvidos humanos por causa da prática desenfreada de todo o tipo de perversidade e impiedade. Continuar lendo

A pedra Magdala prova existência do Segundo Templo onde Jesus pregou

Pedra Magdala

Pedra Magdala

Muitas pessoas vêm a Israel querendo “andar por onde Jesus andou”, e, claro, você pode. Você pode visitar Cafarnaum, Nazaré, Belém e Jerusalém que todos têm locais mencionados nos relatos da vida de Yeshua, mesmo se a terra exata em que ele se encontrava agora esteja enterrada sob 2000 anos de solo e detritos acumulados, muito abaixo da superfície. Por exemplo, encontramos as ruínas de uma sinagoga do século III em Cafarnaum, que se pensa ter sido construído sobre as bases de uma que Yeshua teria ensinado, mas há sempre um pouco de debate e incerteza sobre se os locais são realmente a coisa real ou não, e é geralmente muito difícil de provar uma maneira ou de outra.

Mas há um ponto que foi descoberto recentemente que podemos ter a certeza que Yeshua estava, que foi recentemente encontrado (como estas coisas são muitas vezes) por acidente. Chama-se Magdala. Continuar lendo

PODERIA UM CAPÍTULO CONTER A SALVAÇÃO? (PARTE 1)

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Há uma pergunta interessante que pode ser feita a quem deseja estudar as Sagradas Escrituras:

– Poderia o plano de salvação e o evangelho está inserido em apenas um capítulo da bíblia?

Essa é uma pergunta muito providencial, pois se você pegar qualquer outro livro que foi escrito na face da terra, você nunca conseguirá entender o assunto que será tratado no livro apenas por ler um capítulo, ou jamais um capítulo de um livro seria chave para entendermos um assunto global que abrange todos os tipos de classe, raças, faixas etárias, orientações sexuais, orientações intelectuais, etc., porém isso podemos encontrar na bíblia, e isso a torna o livro mais importante já publicado. Mesmo se uma pessoa pegar a bíblia para estudar apenas como uma obra literária (mesmo que ainda não a considere como palavra de Deus) e estudar diligentemente, tal pessoa encontrará a resposta para todas as questões. Pode até ser que esse (a) não concorde com as respostas ali contidas, mas certamente essa pessoa encontrará uma resposta ali e será a resposta correta. Continuar lendo

​EVIDÊNCIA TALMÚDICA PARA O MESSIAS EM 30 d.C.


Nos séculos seguintes à destruição do Templo de Jerusalém (70 dC), o povo judeu começou a escrever duas versões do pensamento judaico, história religiosa e comentário. Um foi escrito na Judéia e ficou conhecido como o Talmud de Jerusalém (Yerushalmi). A outra foi escrito na Babilônia e era conhecido como o Talmud babilônico (ou Bavli).
Lemos no Talmud de Jerusalém:

“Quarenta anos antes da destruição do Templo, a luz central (da Menorah) se apagou, a fita vermelha permaneceu vermelha, e o sorteio para o Senhor sempre aparecia na mão esquerda. Eles fechavam as portas do Templo à noite e ao levantarem-se de manhã as encontravam bem abertas “(Jacob Neusner, The Yerushalmi, p.156-157). [O Templo foi destruído em 70 dC].
Uma passagem semelhante é declarada no Talmude Babilônico:
“Nossos rabinos ensinaram: Durante os últimos quarenta anos antes da destruição do Templo, o sorteio [ ‘Para o Senhor’] não veio mais para a mão direita; nem a fita vermelha se tornou branca; nem a luz central (da Menorah) brilhou, e as portas do Hekel [Templo] se abririam por si mesmas “(versão Soncino, Yoma 39b).
O que essas passagens estão falando? Uma vez que ambos Talmuds recontam a mesma informação, isso indica que o conhecimento desses eventos foi aceito por toda a comunidade judaica.
O Milagre do “SORTEIO”:

O primeiro desses milagres diz respeito a uma escolha aleatória, um “SORTEIO”, que era lançado no Dia da Expiação (Yom Kippur). “o Sorteado” escolhido determinaria qual das duas cabras seria “para o Senhor” e que cabra seria para “Azazel” ou “bode expiatório”. Durante os duzentos anos antes de 30 d.C, quando o Sumo Sacerdote pegava uma das duas pedras, mais uma vez esta seleção era guiada pelo “acaso”, e a cada ano, a sorte lançada deveria fornecer para o sacerdote uma pedra negra com a mesma frequência com que forneceria uma pedra branca. Mas por quarenta anos consecutivos, a partir de 30 dC, esta sorte lançada fazia com que o Sumo Sacerdote pegasse consecutivamente a pedra negra (nunca mais conseguiu pegar a pedra branca!!)! As chances de isso acontecer são astronômica (2 elevado à potência 40). Em outras palavras, as chances de isso acontecer é de 1 em cerca de 5.479.548.800 ou cerca de 5,5 bilhões para um! Em comparação, as suas chances de ganhar na loteria seriam muito mais favoráveis!
A sorte para Azazel, a pedra negra, ao contrário de todas as leis do acaso, surgiu 40 vezes seguidas e ininterruptas desde 30 dC até 70 dC! Isto foi considerado um evento terrível e indício de que algo significativo havia mudado fundamentalmente neste ritual de Yom Kippur. Este lançamento de sortes também é acompanhado por um outro milagre que é descrito a seguir.
O Milagre da Faixa Vermelha:

O segundo milagre refere-se à faixa vermelha ou pano amarrado ao bode para Azazel. Uma porção deste pano vermelho era também retirada do bode e ligada à porta do Templo. A cada ano o pano vermelho na porta do templo ficava branco, como que para significar a expiação de outro Yom Kippur era aceitável ao Senhor. Este evento anual aconteceu ininterruptamente até este mesmo ano 30 dC, quando o pano, em seguida, manteve-se vermelho a cada ano até  o tempo da destruição do Templo, quarenta anos depois. Isto, sem dúvida, causou muita agitação e consternação entre os judeus. Esta prática tradicional está ligada a Israel confessando seus pecados e cerimonialmente colocando o pecado desta nação sobre o bode para Azazel. O pecado era então removido pela morte de um dos bodes e o outro era lançado no deserto. O pecado era representado pela cor vermelha do pano (a cor do sangue). Mas o pano permaneceu vermelho isto é, os pecados de Israel não estavam sendo perdoados e “embranquecidos”.
Como Deus disse a Israel pelo profeta Isaías:

”Vem, vamos raciocinar juntos, diz o Senhor: ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata [vermelho], eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a [branco] lã ” (Isaías 1:18).
A indicação clara destes fenômenos é que toda a comunidade tinha perdido a atenção do Senhor em relação a algo que ocorreu em neste mesmo e misterioso ano de 30 dC. A expiação anual alcançada através da típica observância de Yom Kippur não estava sendo realizada como esperado. 
A Expiação aparentemente estava sendo adquirida de alguma outra forma. Quem ou o que proporcionaria a expiação por mais um ano?
Em relação à faixa vermelha, embora não seja mencionada nas Escrituras, e muito antes de 30 dC. durante os 40 anos em que Simão o Justo era Sumo Sacerdote, uma fita vermelha que era associada com a sua pessoa, sempre ficava branca quando ele entrava no mais interior do Santo dos Santos do Templo. As pessoas notaram isso. Além disso, eles observaram que “o sorteio do Senhor” (a pedra branca) sempre aparecia por 40 anos consecutivos durante o sacerdócio de Simon. Eles notaram que a “sorte” escolhida pelos sacerdotes após Simon, às vezes, eram pretas, e às vezes brancas, e que a fita vermelha, às vezes, ficavam brancas, e às vezes não. Os judeus passaram a acreditar que, se o traço vermelho tivesse se tornado branco, então Deus teria aprovado os rituais do Dia da Expiação e que Israel poderia ter certeza de que Deus perdoou seus pecados. Mas depois de 30 dC, a fita vermelha não ficou branca novamente durante os próximos 40 anos, até a destruição do Templo e a cessação de todos os rituais do Templo!
O que a liderança da nação judaica fez em 30 dC para merecer tal mudança no Yom Kippur? Segundo alguns relatos, em 5 de Abril, de 30 dC (isto é, no dia 14 de Nisan, o dia do sacrifício da Pessach), o Messias, Yeshua, foi cortado de Israel, o próprio sendo condenado à morte como um sacrifício pelo pecado. A partir deste evento há uma transferência da expiação, e esta já não era alcançada através dos dois bodes como oferecidos no Yom Kippur. Como um cordeiro de Pessach inocente, o Messias foi condenado à morte, embora nenhuma falha foi encontrada nele, conforme predisseram as profecias! Mas ao contrário dos sacrifícios do Templo ou dos eventos em Yom Kipur (conforme detalhado acima) onde o pecado era cobertos apenas ao longo de um tempo (um ano), o sacrifício do Messias vem com a promessa de perdão dos pecados através da misericórdia de Deus para aqueles que aceitam um relacionamento pessoal com Ele, o Eterno, através do Messias. Este é essencialmente um evento único para toda a vida de cada pessoa e não uma série contínua de sacrifícios de animais. O mecanismo de fornecimento de perdão do pecado mudou em 30 dC.
O Milagre das Portas do Templo

O próximo milagre, que as autoridades judaicas reconheceram, foi que as portas do Templo se abriram todas as noites e por sua própria vontade. Isso também ocorreu durante quarenta anos, com início em 30 dC. A autoridade judaica líder desse tempo, Yohanan ben Zakkai, declarou que isso era um sinal de morte iminente, que o próprio Templo seria destruído.
O Talmud de Jerusalem relata:

“Disse Rabban Yohanan ben Zakkai ao Templo, ‘Ó Templo, por que você nos assusta? Nós sabemos que você vai acabar destruído. Por isso foi dito,’ abram suas portas, ó Líbano, para que o fogo possa tragar seus cedros’ “(Zacarias 11: 1)’ (Sota 6: 3).
Yohanan ben Zakkai era o líder da comunidade judaica durante o tempo após a destruição do Templo em 70 dC, quando o governo judeu foi transferido para Jâmnia, umas trinta milhas a oeste de Jerusalém.
As portas podem ter sido abertas para significar também que todos agora podem entrar no Templo, através da intermediação do sacrifício do Messias, e que até mesmo em suas seções santas mais íntimas estavam disponíveis para aqueles que foram santificados por esta expiação. Este mesmo evento das portas está relacionado com o gigantesco Véu do Templo que foi rasgado naquele mesmo dia. O véu de separação fora rasgado, por iniciativa divina, indicando que um novo caminho de acesso ao Eterno havia sido consagrado através da morte expiatória do Messias. A evidência apoiada pelos milagres descritos acima sugere que a presença do Senhor se tinha retirado daquele Templo físico. Este não era mais apenas um lugar para os Sumo Sacerdotes apenas, mas as portas se abriram para que todos possam entrar na casa de culto do Eterno.
O Milagre da Menorah do Templo

O quarto milagre foi que a lâmpada mais importante da Menorah (candelabro de sete lâmpadas) no Templo, brilhou com a intensidade de um dia claro durante meia hora e depois se apagou para sempre para nunca mais brilhar. Durante todas as noites pelos próximos 40 anos (mais de 12.500 noites seguidas) a lâmpada principal do candelabro do Templo (Menorah) se apagou por sua própria vontade, e não importa o quanto se tentasse reacendê-la e nem nenhuma outra precaução que os sacerdotes tomassem para se proteger contra este evento! Eles jamais conseguiram reacendê-la.
Earnest Martin afirma:

“Na verdade, é-nos dito no Talmud que ao anoitecer as lâmpadas que estavam apagadas durante o dia (as quatro lâmpadas centrais permaneciam apagadas, enquanto as duas lâmpadas da direita normalmente permaneciam acesas durante o dia) precisavam ser reacendidas a partir das chamas da lâmpada central (que era uma lâmpada que deveria permanecer acesa o tempo todo era como a chama “eterna” que vemos hoje em alguns monumentos nacionais, e simbolizava a luz do Messias)…
“Esta “luz central” era para ser mantida acesa em todos os momentos. Por essa razão, os sacerdotes mantinham reservatórios extras de azeite e outros ingredientes sempre à mão, com pronta entrega, para se certificar de que a “luz central”(em todas as circunstâncias) iria ficar acesa. Mas o que aconteceu durante os quarenta anos desde o ano em que o Messias disse que o templo físico seria destruído? Toda noite durante estes quarenta anos a lâmpada central ficava APAGADA, e isto apesar dos sacerdotes todas as noites prepararem de tudo para tentar acender esta lâmpada central de uma maneira especial, de forma que ela pudesse se manter constantemente em chamas durante toda a noite! ” (O significado do Ano CE 30, Ernest Martin, Research Update, Abril de 1994, p.4).
Mais uma vez, as probabilidades contra a lâmpada se manter apagada continuamente durante estes 40 anos são astronômicas! Algo fora do comum estava acontecendo! A “luz” da Menorah  que representa o contato com Deus, Seu Espírito, e sua presença agora foi removida. Esta demonstração especial ocorreu a partir deste mesmo ano 30 dC, com a crucificação do Messias!
Deve ficar claro para qualquer mente razoável de que não há nenhuma maneira natural para explicar todos estes quatro sinais relacionados com o ano 30 dC. A única explicação possível tem de ser sobrenatural.
Depois de 30 dC, após morte do Messias Yeshua, grandes tribulações e impressionantes julgamentos começaram a descer sobre a nação judaica. Segundo os rabinos, após a morte de Mashiach Ben Yosef, Sua morte seria seguida por um período de grandes calamidades e tribulações para Israel (Chevlei Mashiach – Sanhedrin 97b). O mais curioso é que até mesmo Yeshua predisse isso. Quando Ele foi levado para ser crucificado, Yeshua advertiu as mulheres de Jerusalém:
“Mas Yeshua, voltando-se para elas, disse: “Filhas de Jerusalém, não choreis por mim, chorai antes por vós e por vossos filhos. Porque, na verdade vêm os dias em que se dirá:” Felizes as estéreis, ventres que não trouxe e os peitos que não amamentaram! ‘ Então começarão `a dizer aos montes:” Caí sobre nós! “, E às colinas:” Cobri-nos! “” “Para se fazer essas coisas na madeira verde, o que será feito no seco?” ( Lucas 23: 28-31).
Quando tomamos um olhar objetivo sobre os acontecimentos de 30 dC, quem pode duvidar de que era realmente o verdadeiro ano da crucificação e ressurreição do verdadeiro Messias enviado por Deus para Israel? Quem pode negar que Ele é o único e verdadeiro Messias? Quem mais tem cumprido todas as profecias da Tanach (Bìblia) – incluindo a incrível profecia de Daniel 9 e as ”70 semanas” que aconteceram exatamente no mesmo ano previsto para que o Messias aparecesse?
Mas tudo isso foi uma rejeição do Eterno ao povo judeu? DE FORMA NENHUMA! O Eterno repreende seu povo amado, que é a menina de seus olhos, para que o bem maior possa vir para a própria redenção futura de Israel e de todas as nações! Mas quando o Eterno completar esta redenção, Israel será restaurado plenamente e terá um posto acima de todas as nações da Terra, como uma verdadeira e redimida Nação Sacerdotal, já plenamente alinhada aos planos do Eterno e de seu Messias! E assim, quando o Messias voltar, um reino eterno se estabelecerá na terra, um Reino messiânico que jamais se acabará, (junto com Israel e a Igreja)!
(por Nicholas Federoff e editado por Dr. T. Peterson.)

Porque é matematicamente improvável que qualquer outra pessoa, além de JESUS, possa ser o Messias?

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Há pelo menos 456 referências proféticas no Antigo Testamento sobre uma pessoa que pudesse ser o Messias, e todas estas profecias foram cumpridas na vida de Yeshua (JESUS). O Professor Dr. Peter Stoner, professor emérito de ciência Westmont College e Pasadena City College, estima uma probabilidade razoável de que um homem possa ter cumprido apenas oito destas 456 profecias em sua vida seria uma chance em 10 elevado à potência 28!!! (uma chance em 10,000,000,000,000,000,000,000,000,000).
Em outro cálculo, Stoner utilizou 48 profecias e chegou à estimativa extremamente estonteante de que a probabilidade de 48 profecias serem realizadas em uma pessoa é o número incrível de 10 elevado à potência de 157!! (dez seguido de 157 zeros!!)
Este trabalho se tornou amplamente conhecido quando foi mencionado por Josh McDowell em seu “A prova de que Exige um Veredito”.
Grande parte dos dados de Stoner parecem ser tomados de George T. B. Davis, Profecias Cumpridas que provam a Bíblia (1931). Mas se, apenas considerássemos 8 profecias (dentre as 456 profecias que Yeshua cumpriu), teríamos o seguinte:

As profecias que ele considerou foram:

1. Yeshua nasceu em Belém ( Mq 5:2 e Mt 2:6);
2. Ter sua vinda precedida por um mensageiro (Is 40:3 e Mt3:3);
3. Entraria em Jerusalém montado em jumentinho ( Zc9:9 e Mt 21:5);
4. Ter sido traído por amigo e discípulo ( Sl 41:9 e Mt 10:4)
5. Ele seria traído pelo preço de 30 moedas de prata ( Zc 11:12 e Mt 26:15);
6. O dinheiro seria atirado na casa de D’us ( Zc11:13b e Mt 27:5a);
7. Ter ficado mudo frente aos seus acusadores ( Is 53:7 e Mt 27:12);
8. Teria seus pés e mãos transpassados ( Sl 22:16 e Lc 23:33)

Observem que Stoner tomou as mais diferenciadas do que outras como, ser descendente de Abraão, Isaque, Jacó; ser descendente da tribo de Judá; ter as suas vestes sorteadas; operaria milagres, etc.

Assim, Stoner relata em seu estudo das probabilidades que a chance de uma única pessoa ter cumprido em si mesmo as oito profecias mencionadas acima é de 1 em cada 10^28, isto é, 1 em 10 elevado à vigésima oitava potência. Isto seria 1 pessoa entre 10,000,000,000,000,000,000,000,000,000. Para poder compreender este resultado, Stoner citou o exemplo de se cobrir o Estado do Texas com moedas de um quarto de dólar (cerca de 100 quatrilhões de moedas, ou 10 elevado à 17 potência, o que é um numero cerca de 10 bilhões de vezes menor do que a probabilidade de apenas 8 profecias se cumprirem na mesma pessoa) imaginando alguém tomando uma moeda de um quarto de dólar (vinte e cinco centavos) na qual se pintaria uma marca vermelha. Depois espalharia no Estado do Texas 100 quatrilhões de moedas idênticas o que daria para cobrir toda a área do estado até uma altura de 60 cm, mais ou menos. Então, convidamos alguém com os olhos vendados e diríamos a esta pessoa: – agora procure a moeda marcada de vermelho e traga-a de volta. Qual seria a probabilidade dessa pessoa encontrar esta moeda? Seria a mesma chance que os profetas teriam de escrever essas oito profecias e ter todas elas cumpridas em um mesmo homem, desde os seus dias, até o tempo presente. Agora, imaginem que Stoner tomasse as 456 profecias mencionadas na Bíblia sobre o messias, como o messias seria cortado antes do ano 70, seria criado na cidade de Nazaré, seria descendente do tronco de Jessé, etc., etc. ? Se colocássemos todas estas 456 profecias que Yeshua cumpriu em sua vida nesse mesmo cálculo de probabilidade. esta probabilidade de qualquer outra pessoa além de Yeshua ter cumprido cada uma delas seria tão ínfima, mas tão ínfima, que está fora do alcance de uma mente humana conceber, e portanto pode ser considerada inexistente!! E o fato de Yeshua ter cumprido cada uma delas, faz dele e somente ele ser o único candidato a messias a ter satisfatoriamente cumprido todas elas.

Analisando a profecia continua no livro de Daniel 9:26 que diz que a cidade e ao santuário seriam destruídos pelo príncipe que viria depois de morto o ungido, o Messias de Israel.

Isto, sabemos, ocorreu no ano 70d.C. quando o Templo foi destruído pelo imperador Tito e seus legionários. Lembremos que a genealogia era de suma importância para o povo judeu e por isso, esta genealogia era guardada no Templo, segundo afirma Stan Telchin (48).Com a destruição do Templo, também se queimaram as genealogias, não permitindo a alguém provar que qualquer homem que se proclamasse o Messias pertenceria à Casa de Israel. E esta seria a prova real necessária para a sua aceitação como o Messias. Pois pelas Escrituras sabemos que o Messias deveria ser da semente de Abraão, Isaque e Jacó, ser da tribo de Judá, da família de Jessé e da Casa de Davi. Então, se ninguém podia provar a sua origem, nenhum Messias poderia ser provado mais. Este raciocínio deixa todos os que duvidam de Yeshua numa situação incômoda: ou as profecias sobre o Messias são incorretas e por conseguinte falsas; e o conceito de um Messias na vida do judeu não é nada mais do que um mito; e a Bíblia é nada mais do que um livro de estória do povo judeu, cheio de lendas; ou, então, o Messias veio antes do Templo ser destruído! Segundo eles, o Mashiach ben Yosef deveria vir e segundo os rabinos, todas as datas apontadas para sua vinda já passaram. Estes especialistas dizem que essa data seria cerca de uma geração antes da destruição do Templo, segundo a profecia de Daniel 9. Pelos cálculos dos rabinos, a primeira vinda está muito atrasada, conforme descrito primeiro pelo profeta Daniel 9:25-27; de acordo com Daniel Suas primeira aparição virá a ser realizada antes do Beit (Templo) ser destruído! O que colocaria Yeshua exatamente na data correta!!

E é por isso que os sábios escreveram:
“Todos os tempos designados para a Redenção já passaram” (Sanhedrin 97b). Rav Shila diz:
“…Tudo que precisamos é fazer teshuvá (arrependimento) para quando Mashiach vier, pois todas as datas predestinadas para a redenção já passaram”. (Sanhedrin 97b).

Como diz o tratado de Sanhedrin 97a:
“Convém que o mundo existia por seis mil anos. Nos primeiros dois mil houve desolação; mais dois mil anos, a Torá floresceu e os próximos dois mil anos é a era messiânica,”

Ou seja, mesmo sem compreender plenamente e sem enxergar Yeshua, eles apontam que a vinda do Mashiach já deveria ter acontecido há precisos 2.000 anos atrás!! Exatamente quando o Mashiach Yeshua veio!
O mesmo aconteceu com o Golden Gate, o portão Dourado por onde as profecias diziam que o Messias entraria montado num jumento, e que foi selada com um muro depois da vida de Yeshua, não permitindo que mais nenhum candidato a messias passe por ali.

Por isso, há tanto enganos entre aqueles que não crêem em Yeshua ao longo da história. Há pouco anos atrás os judeus ortodoxos de Nova Yorque e de outras localidades fora dos EUA declararam ser o rabino Menachem M. Schneerson, o Lubavitz, ser o Messias. Isto nos prova que após longos anos de Yeshiva (Escola Judaica onde se estuda o Talmude e prepara rabinos) ainda não perceberam que o Messias precisa ser descendente da tribo de Judá, da família de David, ter nascido em Belém, ter sido criado em Nazaré e muito e muito mais…. e nenhuma destas profecias foi cumprida pelo candidato deles a Messias. Isso não tira o mérito do Rebe de Lubavich ser um dos grandes sábios da atualidade, mas para que ele fosse o Messias, ele também precisaria cumprir satisfatoriamente todas as 456 profecias messiânicas da Tanach…

A título de ilustração vale a pena selecionar mais algumas profecias do Antigo Testamento ( além das oito selecionadas acima) e compara-las com seu cumprimento através do Novo Testamento.

1. PROFECIA: Filho de D’us:
“Proclamarei o decreto do Senhor: Ele me disse: Tu és meu filho, eu hoje te gerei” ( Sl 2:7; veja também Crônicas 17:11-14 e II Samuel 7:12-16

CUMPRIMENTO: “E eis uma voz dos céus, que dizia: este é meu filho amado em quem me comprazo.”( Mateus 3:17)

2. PROFECIA: Semente de Abraão
“Nela serão benditas todas as nações da terra: porquanto obedeceste à minha voz.”( Gênesis 22:18)

CUMPRIMENTO: “Livro da genealogia de Yeshua Hamashiach, filho de Davi, filho de Abraão.”( Mateus 1:1)

3. PROFECIA: Filho de Isaque e Jacó
“Disse D’us a Abraão:…porque por Isaque será chamada a tua descendência”…uma estrela procederá de Jacó, de Israel subirá um cetro que ferirá as têmporas de Moabe…”( Gênesis 21:12 e Números24:17)

CUMPRIMENTO: “Yeshua filho de Isaque…Jesus filho de Jacó…( Lucas 3:23 e 34)

4. PROFECIA: Da tribo de Judá
“O cetro não se arredará de Judá…até que venha Shilo, e a ele obedecerão os povos…”( Gênesis 49:10);

CUMPRIMENTO: “Yeshua…filho de Judá.( Lucas3:23 e 33)

5. PROFECIA: Da linha genealógica de Jessé
“do tronco de Jessé sairá um rebento, e das suas raízes um renovo.”( Isaías 11:1)

CUMPRIMENTO: “Yeshua… filho de Jessé” ( Lucas 3:23 e 32)

6. PROFECIA: Ele operará milagres
“Então se abrirão os olhos dos cegos, e se desimpedirão os ouvidos dos surdos; os coxos saltarão como cervos, e a língua dos mudos cantará…”( Isaías 35:5 e 6a)

CUMPRIMENTO: “e percorria Yeshua todas as cidades e povoados ensinando nas sinagogas, pregando o evangelho do reino e curando toda a sorte de doenças e enfermidades.”( Mateus 9:35)

7. PROFECIA: Ele seria ferido, moído, cuspido e escarnecido
Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões, e moído…e me cuspiam… ( Isaías 53:5 e 50:6)

CUMPRIMENTO: …”Pilatos lhes soltou Barrabás; e após haver açoitado a Yeshua…então, lhes cuspiram no rostos…( Mateus 27:26 e 26:67)

8. PROFECIA: Ele seria odiado por seu próprio povo
…”Era desprezado, e o mais rejeitado entre os homens… e dele nós (judeus) não fizemos caso dele…”( Isaías 53:3)

CUMPRIMENTO: “Pois nem mesmo os seus irmãos criam nele”…( João 7:5 e 48)

9. PROFECIA: dividiram suas vestes e lançaram sorte sobre elas
“Repartem entre si as minhas vestes, e sobre a minha túnica deitam sortes.”( salmos 22:18)

CUMPRIMENTO: “Os soldados, pois quando crucificaram a Yeshua, tomaram-lhe as vestes… não a rasguemos, mas lancemos sorte sobre ela… ( João 19:23-24)

10. PROFECIA: Seus ossos não foram quebrados
“Preserva-lhe todos os ossos, nem um deles sequer será quebrado.”( salmos 34:20)

CUMPRIMENTO: “Chegando-se porém Yeshua, como vissem que já estava morto,não lhe quebraram as pernas.”( João 19:33)

11. PROFECIA: Seu lado foi perfurado
”…olharão para mim por causa daquele a quem eles traspassaram…”( Zacarias 12;10)

CUMPRIMENTO: ..”mas um dos soldados lhe abriu o lado com uma lança…”( João 19:34)

12. Foi sepultado no túmulo de um homem rico
“Designaram-lhe a sepultura com os perversos, mas com o rico este na sua morte…”( Isaías 53:9)

CUMPRIMENTO: ”…veio um homem rico de Arimatéia, chamado José… e lhe pediu o corpo de Yeshua, envolveu-o num pano limpo de linho, e o depositou no seu túmulo novo…”( Mateus 27:57)

É importante ressaltar que existem ao todo mais de 456 profecias na Bíblia que referem ao Messias, incluindo também as messiânicas futuras, ou sejas, aquelas que ainda não se cumpriram e só se cumprirão por à medida que se aproxima da volta de Yeshua.

O REINO DOS CÉUS SEGUNDO A LEI DA SEMEADURA E DA COLHEITA

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O Reino dos céus está intrinsecamente ligado à lei da Colheita e à apresentação do fruto dos justos a Adonai, no grande dia em que Seu Filho aparecerá na nuvem dos céus. Todo o evangelho está contido nesses princípios, princípios que foram revelados como mistério ao povo hebreu em Êxodo 23, e para muitos (de todas as nações permanecem oculto, porque se fizeram tardios e duros para entender os mistérios celestes). Em Êxodo 23 está contido o mistério da salvação de toda a humanidade e de todas as eras, desde que Adonai revelou o Seu plano no 3° dia da criação [ver Gênesis 1:11-13] e depois somente no 6º dia foi criado o homem [ver Gênesis 1:26-31]. Porém o que se deve atentar é que as sementes só foram brotar depois do homem haver sido criado [ver Gênesis 2:2-9], então o que o Criador poderia estar nos ensinando com isso? É que as árvores e as plantas foram criadas, além de produzir alimentos, para ensinar o ser humano a lição de que, assim como Elohim criou as árvores para que o ser humano se alimentassem através da apresentação dos seus frutos (e tem sido assim desde a criação, pois o Criador mantém a Sua parte enviando chuva sobre a terra para que as árvores apresentem os seus renovos); assim também espera o Amado Filho de D’us o dia em que sua noiva O apresentará os frutos que um dia Ele plantou aqui neste mundo [ver Cantares 7:10-13].

E quais são os frutos que Ele espera encontrar? Falaremos disso um pouco mais tarde. Mas a princípio é importante entendermos sobre a videira de quem ela trata, e esse é um assunto muito complexo e contém mistérios celestes profundos.

A videira é o próprio Filho de Deus (João 15:1) onde o caráter e os princípios do Pai estão guardados, e essa mesma possui na sua essência o vinho (o Espírito Santo de Deus), por isso Ele teve que ser moído e esmagado [ver Isaías 53:5] para trazer para a humanidade o perfeito vinho, tal como o fruto da vinha é esmagado para trazer o vinho. Continuar lendo

CARTA ÀS IGREJAS – PONTO CHAVE

Cruz

Igreja de Cristo, atentem para as sete igrejas apresentadas no livro de Apocalipse nos capítulos 2 e 3. Ao visualizá-las segundo a narrativa do apóstolo João, do qual ele próprio recebeu conforme revelação entregue por Yeshua (Jesus Cristo) nas dependências celestiais, e ao contemplá-las conforme a ótica que o Espírito Santo nos concede, podemos perceber um ponto muito importante que é desapercebido ou negligenciado por muitos cristãos da atualidade.

Quando analisamos cautelosamente as palavras poderosas contidas nesses dois capítulos, podemos ver que o conteúdo explícito ali faz alusão à completude das igrejas nos últimos tempos presente aqui na terra, onde as mesmas são representadas pelo número 7 (levando assim a assinatura do que é Perfeito, o próprio YHWH). Quando analisamos a completude da igreja, não como instituições separadas e nem tão pouco como um fraccionamento celular, mas como um corpo completo de Yeshua (Jesus Cristo) com todos os seus organismos em pleno funcionamento; podemos então direcionar essas palavras de exortação (porém de vida) aos cristãos que um dia confessaram a fé em Cristo e ainda professam de tal fé, então verificamos que nessas mesma palavras há um conselho bastante contundente deixado por Yeshua (Jesus Cristo) para àqueles que estariam misturado no meio de comunidades repletas de doutrinas dos Nicolaítas, de Balaão, de Jezabel, de falsos apóstolos, de falsos judeus, etc.

E o conselho mais repetido para essas comunidades foi: ‪#‎arrependam‬-se dos seus pecados. Então é bom pegarem esse conselho, se quiserem desfrutar das promessas dadas para as igrejas dos quatro cantos da terra e entrarem nas chamadas bodas do Cordeiro.

Shalom!!!!

A Última Trombeta