Cem pastores pentecostais se encontram com o Papa

NOTA: A PROVA DE QUE O ECUMENISMO ESTÁ ANDANDO A PASSOS LARGOS PARA FAZER A IGREJA DE LAODICEIA MAIS MORNA A CADA DIA.

Na quinta-feira 07 de maio  um grupo de cem pastores pentecostais pastor liderada pelo italiano Giovanni Traettino  reuniu em particular com o papa Francis para rezar juntos pela unidade.

papa-pastores-evangelicos-e1431356276412A reunião teve a participação de ministros de todo o mundo.  O Papa estava acompanhado pelo cardeal Kurt Koch, presidente do Conselho Pontifício para a Unidade dos Cristãos, que está empenhada em construir o diálogo entre cristãos de outras denominações fora da comunhão com a Igreja de Roma.

Durante sua visita a Caserta, no sul da Itália, no ano passado, o Papa Francisco pediu desculpas para a perseguição durante o tempo do fascismo contra os pentecostais, no qual ele reconheceu, alguns católicos participaram.

Após a visita ao Caserta, o Papa voltou à cidade para uma reunião privada com o pastor Giovanni Traettino , um amigo pessoal que já conhecia desde que ele era arcebispo de Buenos Aires; não cumprimentou a comunidade protestante na Igreja Pentecostal da Reconciliação.

A visita do grupo Pentecostal poderia ser uma troca de cortesia ao papa, que foi o primeiro papa a deixar o Vaticano para encontrar a Comunidade da Igreja Evangélica Pentecostal.


O diálogo ecumênico avança na Europa, como testemunha o trabalho conjunto do Conselho das Conferências Episcopais da Europa (CCEE) e do Comitê Conjunto das Igrejas Europeias (CEC), começado na década de 1970.

Na audiência concedida hoje de manhã pelo papa Francisco às duas organizações, o presidente do CCEE, o cardeal arcebispo de Budapeste Peter Erdo, recordou o longo caminho percorrido pelas várias igrejas europeias – 120 em total – para “rezar e trabalhar unidos pela unidade” como “parte integrante da identidade cristã”.

O cardeal Erdo também declarou que, “apesar das dificuldades de séculos de divisões, cresceu e cresce hoje a amizade entre os líderes de diferentes Igrejas”, que testemunha “ao mundo de hoje, especialmente à Europa secularizada, que Deus existe e nos ama e que, em Jesus Cristo, no qual se revelou para nós a face da misericórdia de Deus, todos nos sentimos incentivados a ir ao encontro de todos para levar a fé, a esperança e o amor que Jesus nos revela e do qual nos torna partícipes”.

Mencionando as perseguições e discriminações que os cristãos sofrem “em várias regiões da Terra”, incluindo os países europeus, o cardeal identificou nestes fenômenos o resultado da vontade de alguns de “anular a presença cristã na sociedade e de tornar a fé ausente da vida pública”.

No entanto, o “ecumenismo do sangue” mostra o “sacrifício com que o amor vence a morte e o ódio” e que é uma herança que não pode ser desperdiçada: “Queremos acolher o dom da vida de tantos cristãos na certeza de que isto nos torna mais unidos a Jesus Cristo e, n’Ele, entre nós”, disse o cardeal húngaro.

Erdo, em seguida, agradeceu ao papa pela sua atenção especial à Europa, em particular por ocasião da visita a Estrasburgo. “Obrigado pelos preciosos incentivos que nos deu para trabalharmos em circunstâncias de individualismo e pessimismo e dar testemunho de fé, solidariedade e comunidade, representada na sua forma autêntica pelas famílias”.

O reverendo Christopher Hill, presidente do CEC, sublinhou que a reunião conjunta com o CCEE está discutindo “a abordagem cristã à liberdade e às liberdades”, tema de particular importância especialmente após as “atrocidades de Paris”.

“A liberdade de expressão é essencial, mas devemos nos perguntar como usar a nossa liberdade não apenas como indivíduos, mas para o bem-estar de toda a comunidade”, prosseguiu Hill, elogiando as passagens da Evangelii Gaudium em que o Santo Padre condena a laicização, o relativismo moral e os ataques contra a liberdade religiosa (cfr. EV, 61-64). O presidente do CEC reconheceu em Bergoglio uma notável consciência da “atual situação europeia”, que estimula os cristãos de todas as confissões a “trabalharem com a graça de Deus para proclamar de novo o Evangelho a cada geração”.

Mesmo passados muitos anos desde o fim da Guerra Fria, continuou o prelado, a Europa corre o risco da “fragmentação e do conflito”, com urgentes questões como “a migração e os pedidos de asilo, a divisão da Ucrânia, a crescente disparidade econômica que gera injustiça”. Em seguida, Hill falou da “alegria evangélica ecumênica” que brotou do encontro com o bispo de Roma.

Fonte: M M Alabanza e Zenit

9 comentários em “Cem pastores pentecostais se encontram com o Papa

  1. que oremos para que deus nos de poder para dersenir o serto do errado.como a propria biblia diss que nos ultimos dias se possivel ate os escolhidos seriam enganados ,ta na hora de deixa de viver religiosidade e viver a jesus ,jesus se entrego e pago presso de sangue pra nos fazer livres ,pergunto sera que nao samos prisioneiros de custumes e de regras,sera que ja nao oramos porque temos que orar ,sera que ja ir pra igreja ja nao viro custume e nao nessesidade de sentir presenca de deus ,jesus ja fez essa ligacao dele com pai ,pode se unir 1000 igrejas mas nehuma garante salvacao ehhh so por jesus e ponto final,nao existe meio termo ,sim sim e nao nao ,nao podem andar duas pessoas em julgo desigual

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  2. Irmãos, eu estou em choque com essa e com as demais notícias! ECUMENISMO, CHIP 666, DIVISÃO e APOSTASIA na Igreja de Cristo! Eu fiquei dias sem vir aqui, estou passando por uma fase difícil, por favor, orem por mim!

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