Erdogan pode receber título de Califa

MahdiuunAlguns dos principais líderes muçulmanos já vem discutindo sobre o ressurgimento do Califado, mas o assunto divide opiniões. Assim como os cristãos, os seguidores do Islã esperam que o fim dos tempos seja marcado por sinais muito claros, que foram revelados há centenas de anos.

 A mudança recente na situação da Turquia, incluindo a radicalização chancelada pelo governo, e o primeiro-ministro Recep Tayyip Erdoğan podendo se tornar um ditador –caso as mudanças pedidas por ele sejam aprovadas – o transformam no principal candidato a califa.

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Qual a relação entre as 70 nações contra Israel em Paris e a descendência de Noé?

shutterstock_112616936-1A conferência de Paris no domingo, em que representantes de 70 países se reuniram para assinar um acordo anti-Israel, reuniu muitos fatores, todos apontando para um confronto final que coloca os 70 filhos de Jaco contra as 70 nações sob Gog em uma guerra pré-messiânica.

À medida que as 70 nações reuniram-se em Paris , muitas pessoas estavam cientes de que o conceito de 70 nações tem sua origem na década de 70 quanto aos netos de Noé listados na Bíblia.

Estes três foram os filhos de Noé, e destes foi povoada toda a terra. Gênesis 9:19

Este conceito bíblico de 70 nações reaparece em antigas fontes judaicas como as 70 nações que se levantarão contra Israel no Fim dos Dias. O Talmud afirma que pela gematria (valor numérico das letras hebraicas) de Gog e Magog (גוג ומגוג) é 70. Gog e Magog são as nações que serão derrotados por Israel, dando início à era messiânica.

E lá eles devem enterrar Gog e toda a sua multidão; e lhe chamarão o vale de Hamon (multidão) – gog . Ezequiel 39:11

Este aspecto interno de 70 contido dentro de Israel tornou-se aparente enquanto as 70 nações se reuniam em Paris. No mesmo dia da conferência, os judeus de todo o mundo estavam lendo a seção específica da Torá no primeiro capítulo do Livro do Êxodo relatando como 70 almas, descendentes de Jacó, desceram para o Egito.

E todas as almas que saíram dos lombos de Yaakov , foram setenta; e Yosef estava no Egito já. Êxodo 1: 5

As 70 nações, unificados sob Gog , vão enfrentar Israel. Israel, embora apenas uma nação, é composto dos 70 filhos de Jacó, como um contraponto para as 70 nações sob Gog.

John Kerry , o secretário de Estado dos EUA, participou da conferência de Paris para proteger os interesses do presidente Obama. Embora ele só tenha mais cinco dias no cargo, Obama está desempenhando um papel central na unificação das 70 nações contra Israel.

 A capacidade de Obama para unificar é sugerida em numerologia. Joel Gallis e Dr. Robert Lobo , que escreveu extensivamente sobre Obama em seu blog, Redemption 5768 , observou a gematria de nome completo do presidente, Barack Hussein Obama (בּרק חוסיין אובּאמה), é 501, igual aos gematria da palavra ראש ( Cabeça ou líder). O tipo de líder que ele foi revelado através de outro cálculo: o primeiro mandato de Obama foi como o 44º presidente dos Estados Unidos, ea 44ª palavra na Torá é ולחשׁך (e para a escuridão).

“Os gematria de Barack Obama בּרק אובּאמה é 357, a apenas uma curta do 358, de Mashiach (palavra hebraica para Messias),” Gallis e Wolf observou. “Mas o que está faltando é Hashem, o Mestre do Universo que é um. Sem Deus ao seu lado, ele não passa de um falso messias. ”

Em contraste, poderia ser entendido que o presidente eleito Donald Trump (que tem 70 anos) está em justaposição direta para a conferência de Paris de 70 nações, que veio apenas cinco dias antes de ser juramentado como o 45º presidente dos Estados Unidos. A gematria do nome completo de Trump em hebraico (דונלד טראמפ) é 424, igual a ‘Messias da casa de David’ (משיח בן דוד).

Em uma entrevista antes das eleições, o rabino Yosef Berger , o rabino da tumba do rei David, no Monte Sião em Jerusalém, explicou que a gematria indica uma conexão entre Trump e o Messias, não que o próprio Trump é o Messias.

“Ele está conectado ao processo messiânico que está acontecendo agora”, disse Rabi Berger em novembro. “Quando ele prometeu para mover a embaixada americana para Jerusalém, ligou-se ao poder do Mashiach, que lhe deu o impulso que ele precisava.”

Isso também é sugerido pela escolha de Trump para embaixador em Israel: David Friedman , um forte defensor de Israel que defende a mover a embaixada dos EUA em Jerusalém. Numa coincidência notável, a gematria do nome de Friedman, דיוויד פרידמן, é também 424 e igual a “Messias da Casa ou David”.

O encontro em Paris vem depois de o Conselho de Segurança das Nações Unidas aprovou resolução 2334 , declarando-o ilegal para os judeus a viver na Judéia, Samaria, o Golan e Hebron. A resolução também concede um monopólio religioso sobre o Monte do Templo eo Muro das Lamentações ao Islã.

A verdadeira natureza da resolução da ONU também é sugerida pela numerologia. Somente Simchas , um site religioso, escreveu que 2334 em gematria é בגגד. Nas regras de gematria, uma letra repetida é para a ênfase, girando בגגד em um בגד enfático, que significa ‘trair’. Ao se abster, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, traiu sua aliança com Israel, pavimentando o caminho para a conferência em Paris.

Fonte: Breaking Israel

Homem clama pelo nome de Jesus e salva mulher de incêndio

Um homem salvou a vida de uma mulher que estava presa em um carro em chamas. “Em nome de Jesus“, disse ele no momento em que se lançava para resgatar a mulher.

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Scot Love, chamado pela imprensa local como “bom samaritano”, não pensou duas vezes quando viu Mishelle, 22 anos, que não podia sair de seu carro que estava em chamas em uma estrada em San Antonio, Texas.

Scot ouviu um barulho, e ao sair para ver o que era, encontrou um carro tragado pelo fogo. Ele ficou surpreso quando viu uma mulher que tenta sair do interior do carro, então ele imediatamente correu para ajudar.

“A frente do veículo estava totalmente envolvida pelas chamas e o combustível foi pulverizado em todo o carro. Então eu não podia abrir a porta do motorista“, disse Love.

“Toda vez que eu tentei abrir a porta foi impossível, se podia ouvir a menina gritando de dentro”.

Em meio a todas as chamas, ela conseguiu abrir a porta do carro, mais mesmo assim não conseguia sair. Então Scot rapidamente tomou a decisão de entrar no veículo e resgata-la.

“Ela estava gritando, ‘Você não pode me deixar, eu estou queimando, estou queimando!”. Naquele tempo as minhas palavras exatas, apenas saíram de minha boca, e não no pensamento: ‘Em nome de Jesus’, eu disse uma segunda vez: ‘Em nome de Jesus’, no momento em que eu disse pela segunda vez, ela gritou: “Minhas pernas estão livres”, então aproximei e agarrei-a pelos braços e ela deslizou para fora do carro, como a manteiga “, disse ele.

Scot disse que falou com o pai da menina, e disse que ela está se recuperando do acidente. O “herói” agora está de volta ao trabalho, em uma organização sem fins lucrativos, “Glasses for Missions” na Carolina do Norte e pretende conhecer a família da menina próxima vez que estiver em San Antonio para vender fogos de artifício para o feriado de  04 de julho, conforme publicou

Fonte: Ksat News.

PODERIA UM CAPÍTULO CONTER A SALVAÇÃO? (PARTE 2)

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Queremos só frisar antes de começar a escrever essa segunda parte de Romanos 1 que colocaremos alguns versículos aqui fora desse capítulo, mas esses versículos servirão apenas para reforçar o que está sendo tratado aqui. Porém todo o assunto aqui tratado foi retirado com base em uma análise ao 1° capítulo de Romanos, e como o outro artigo [“Poderia um capítulo conter a salvação? – Parte I”] o intuito é através de ambas as partes (I e II) demonstrar que podemos sim mostrar ao pecador todo o plano de salvação. Podemos pegar apenas esse capítulo como chave para conhecer ao D-us de Avraham, Yistz’chak e Ya’akov.

Na primeira parte vimos como D-us fez para resolver o problema do mal do ser humano, e de como Ele designou algumas peças chaves para anunciar aos que ainda não conhecem ou não se atentam que são inimigos de D-us por meio do pecado. Essa peças-chave eram denominados Apóstolos [Emissários] que andaram com o Cristo (Messias) enviado, ou que receberam o seu chamamento após Yeshua ter ressuscitado e subido aos céus, como foi o caso de Sha’ul

[Leia aqui a parte I desse artigo]

Nessa segunda parte vamos entender o porquê as pessoas precisam conhecer sobre essa mensagem diplomática mencionada na primeira parte do artigo, e entender qual é o risco de não aceitar essa mensagem, e porque D-us ainda deseja ver mensageiros que continuem a propagar essa mensagem que começou com os apóstolos.

Dando prosseguimento, encontramos a seguinte explanação a partir do versículo 18:

A ira de D-us foi revelada (apokalye – apokalypse) para toda a humanidade. A palavra “revelar” aqui está ligada ao sentido de tirar o véu, desvendar para Israel e para todas as nações quem era Aquele D-us que eles diziam prestar culto e servir; e isso foi visto aos olhos de todos os que estavam presentes na crucificação e ainda foi lavrado e selado pelo Espírito Santo nas escrituras. Quando o véu se rasgou de alto abaixo, o Eterno abriu para toda a humanidade a Sua majestosa obra executada em prol do pecador;  ao mesmo tempo, revelou a Sua santa Ira. E contra o que, ou contra quem se aplica essa ira? O próprio capítulo explica de maneira convicta de que essa ira foi desvendada aos olhos e ouvidos humanos por causa da prática desenfreada de todo o tipo de perversidade e impiedade. Continuar lendo

Uma Estranha Santidade

UMA ESTRANHA SANTIDADE
[Por Markus DaSilva, Th.D. (Semeadores da Palavra)]

Vivemos em cavernas. Sim, essa é a acusação que frequentemente recebemos dos inimigos da santidade. Segundo eles, os perdidos não podem ouvir de nós o evangelho porque vivemos separados do mundo. Falam que os descrentes fogem da nossa presença porque somos diferentes. Acreditam que um ministério, para ser eficaz, precisa consistir de pessoas que vivem entre os mundanos, fazendo aquilo que eles fazem. Acreditam que os ímpios precisam se identificar com os cristãos, se sentir à vontade na casa de Deus.

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É exatamente baseado nesta filosofia que cada vez mais se torna impossível distinguir os filhos da luz dos filhos das trevas (Mt 13:24-30). Possuem um linguajar semelhante, um vestuário semelhante; participam dos mesmos entretenimentos, dos mesmos prazeres; seguem em uma mesma direção, sonham os mesmos sonhos (Ef 4:17-18). É pensando assim, que em muitas igrejas, alguém que não está acostumado pode ficar na dúvida se entrou em uma casa de oração ou em um salão de festas.

Mas a quem estes cristãos estão enganando? Certamente que não a Deus! Enganam a si mesmos, mas não é um engano sem malícia, pois, conhecem a Palavra (Jo 9:41). Conhecem, mas não obedecem. Para justificar o amor que têm por este mundo, criaram uma estranha versão de santidade. Falam de santidade, escrevem nas camisetas, choram, levantam as mãos e cantam louvores falando dela, mas não a vivem (Mt 7:21). Defendem uma santidade sem separação: um paradoxo.

Qualquer estudante da bíblia sabe que ser santo significa ser separado, colocado à parte, consagrado (2Co 6:17). Quando se aproximava o dia que Jesus ia nos deixar fisicamente, ele orou ao Pai por mim e por você. Preocupou-se com a nossa situação neste mundo contaminado pelo mal. Gostaria que estivéssemos com ele no céu, mas reconheceu que, assim como ele, o nosso tempo neste mundo deve ser cumprido: “Não peço que os tires do mundo, mas que os livres do mal” (Jo 17:15). Aí está a cruz do verdadeiro seguidor de Cristo: viver no mundo, sem fazer parte dele (Jo 17:16). Como isso é possível? Como podemos nos manter distantes daquilo que tanto nos atrai? Através da verdade: “Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade” (Jo 17:17). Somos santificados, ou separados do mundo, pela verdade que encontramos na Palavra de Deus; verdade não apenas lida, mas obedecida (Tg 1:22). Quem não está disposto a obedecer à palavra de Cristo não o ama e não conhece a genuína santidade.

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Antes que alguém o diga, deixe-me esclarecer um ponto: sim, Jesus visitou e comeu com os pecadores, mas nunca ensinou os seus discípulos a serem como eles. Os pecadores não eram atraídos a Cristo porque se identificavam com ele, como se Jesus fosse igual a eles, mas sim porque viam nele o caminho da restauração. Procuravam alívio; desejavam descanso. A diferença, e não a semelhança, os fascinava (Mt 7:28-29; Jo 7:46). Espero te ver no céu. —Markus DaSilva.

Florida, USA. January, 2017
© Copyright 2012-2017 US Library of Congress by Markus DaSilva – All rights reserved worldwide.

Risco de conflitos no mundo é o maior desde a 2ª Guerra Mundial

“E ouvireis de guerras e de rumores de guerras … ” Mateus 24:6

Serviços secretos divulgam dados

Serviços secretos divulgam dados

O novo Governo dos EUA vai enfrentar um mundo onde o risco de conflito, crescimento econômico reduzido e pressões antidemocráticas é o maior desde a Segunda Guerra Mundial, refere um documento dos serviços secretos norte-americanos, divulgado esta terça-feira

A liderança dos EUA está em declínio perante as mudanças no poder econômico, político e tecnológico, que constituem profundas alterações no panorama internacional e “pressagiam um futuro próximo negro e difícil”, segundo o documento “Global Trends: Paradox of Progress” (“Tendências Globais: Paradoxos do Progresso”), do Conselho Nacional de Informações.

“Os próximos cinco anos vão ver o aumento de tensões dentro e entre países. Para o melhor e o pior, a emergente paisagem global está a desenhar o fim da era do domínio norte-americano que se seguiu à Guerra Fria, acrescentaram os autores do texto.

O Conselho Nacional de Informações (National Intelligence Council), um grupo de investigação dependente do diretor das Informações Nacionais (National Intelligence), divulga a sua avaliação global de quatro em quatro anos. Esta divulgação ocorre a 11 dias da tomada de posse de Trump.

O relatório apresenta um quadro com cores sombrias sobre os desafios subsequentes à ordem internacional característica do pós Segunda Guerra Mundial, incluindo disparidades econômicas extremas, deslocações tecnológicas, mudanças demográficas, os impactos das alterações climáticas e a intensificação dos conflitos identitários.

Acresce que as democracias ocidentais vão ter cada vez mais dificuldade em manterem-se fiéis aos seus princípios e evitarem ser separadas umas das outras.

“Vai ser cada vez mais difícil cooperar internacionalmente e governar da forma que o público espera”, acrescentou-se no texto.

Mais países vão ser capazes de “vetar” esforços de cooperação e a miríade de canais de comunicação global vão deixar grandes números e grupos de pessoas desinformados e divididos.

“As ‘câmaras de eco’ da informação vão reforçar as incontáveis realidades concorrentes”, preveem os autores do dossiê.

No documento, cujos autores incluem analistas das comunidades acadêmica e das informações, também se admitiu que o liberalismo que tem definido o Ocidente e os seus aliados desde a Segunda guerra Mundial está ameaçado pelo populismo, tanto à esquerda como à direita, devido à dificuldade crescente de governar países e sociedades.

“Os públicos vão querer que os governos lhes garantam segurança e prosperidade, mas rendimentos baixos, desconfiança, polarização e uma lista crescente de questões emergentes vão dificultar o desempenho dos governos”, especificou-se.

Estas tendências sublinham a necessidade de EUA escorarem as suas tradicionais amizades e alianças ocidentais, à medida que a Federação Russa e a China testarem a sua vontade de manterem a sua influência.

Fonte: Diário de Notícias

O que aprendemos de lições com a Igreja Perseguida?

29-india-memorialDoze lições que aprendemos com a Igreja Perseguida
“Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

Lição 1: A perseguição acelera o crescimento da igreja
Cristãos norte-coreanos afirmaram que Deus está presente mesmo no vale da sombra da morte. Do país que lidera há mais de uma década, no topo da Lista Mundial da Perseguição, chegam os mais incríveis relatos de verdadeiro cristianismo.

Lição 2: Nossas orações ultrapassam fronteiras
Infelizmente, nem todos os cristãos que são raptados por grupos extremistas islâmicos são resgatados ou encontrados com vida. Mas há alguns casos excepcionais onde a maioria consegue escapar. Esses cristãos perseguidos atribuem a liberdade como resposta de muitas orações.

Lição 3: Orar “com” alguém é mais eficaz do que orar “por” alguém
Essa afirmação veio de uma jovem síria que foi entrevistada por um colaborador da Portas Abertas que atua no país: “Não orem por nós, orem conosco, pois é isso o que nos dá força. Orem pela paz em nosso país e orem com muita fé, pois temos esperança de que tudo vai melhorar”. A jovem finalizou com essas palavras de fé “Eu sei que Deus não vai falhar”. Continuar lendo

TEOLOGIA DO COACHING – A SUBSTITUTA DA TEOLOGIA DA PROSPERIDADE

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A teologia da prosperidade já apanhou demais. Seus grandes ícones já foram expostos e desmascarados. Infelizmente ela ainda faz vítimas pela falta de conhecimento do povo, principalmente nas periferias, público alvo desse tipo de “teólogos”. Felizmente ela está cada vez mais marginalizada e ficando limitada a determinadas igrejas. Um bom número de crentes tem um grande repúdio por esse tipo de abordagem “evangélica”. Pois bem, eis que temos uma substituta para a tal da teologia da prosperidade (TP). Eu a chamo de teologia do coaching (TC). Usareis as siglas a partir de agora.

A Cultura do Coaching

Sou formado em administração. Cursei quatro anos de faculdade e fiz outros cursos na área. Na época o coaching não era tão conhecido como hoje. Sempre valorizei cursos com conteúdos práticos como finanças, marketing e recursos humanos. Nunca fomos ensinados que precisaríamos de pessoas nos acompanhando para ensinar, direcionar, motivar e cobrar. Nós mesmos faríamos isso. Então a cultura do coaching chegou. Vá a uma seção de administração e negócios de uma livraria hoje e você perceberá o que estou dizendo. Nunca me dei bem com ela para ser sincero. E quero explicar a razão usando duas citações do Instituto Brasileiro de Coaching. Primeiro, o que é o coaching?

“Um mix de recursos que utiliza técnicas, ferramentas e conhecimentos de diversas ciências como a administração, gestão de pessoas, psicologia, neurociência, linguagem ericksoniana, recursos humanos, planejamento estratégico, entre outras visando à conquista de grandes e efetivos resultados em qualquer contexto, seja pessoal, profissional, social, familiar, espiritual ou financeiro”

Agora pergunto: como o coaching acontece?

“Conduzido de maneira confidencial, o processo de Coaching é realizado através das chamadas sessões, onde um profissional chamado Coach tem a função de estimular, apoiar e despertar em seu cliente, também conhecido como coachee, o seu potencial infinito para que este conquiste tudo o que deseja”

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