Bíblia: É necessário conhecê-la

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Nós todos temos uma Bíblia. E é impossível viver a vida cristã sem a palavra de Deus. Podes escutar um monte de pregações e ter comunhão com os crentes todos os dias. Mas se você não lê a Bíblia, você não vai crescer. Não vai crescer se não estuda a Bíblia, nunca vai ser um cristão maduro.

Agora, te pergunto: Quanto tempo cada dia, você se dedica ao estudo das escrituras? Nunca vai crescer somente assistindo pregações ou indo a congressos, seminários, conferências ou aos cultos a cada domingo. Não vai crescer porque tem companheirismo com a igreja. Você não vai crescer simplesmente porque toca um instrumento ou canta louvores ao Senhor. Você vai crescer somente de acordo com o tempo que você passa na palavra de Deus.

A maioria das pessoas que se dizem cristãos não passam muito tempo na palavra. Escutam música cristã todo dia, o dia todo. Tem camisas cristãs com versículos atrás. Mas não dedicam nem meia hora na palavra de Deus. A Bíblia nos ensina claramente que é impossível, IMPOSSíVEL!

Crescer espiritualmente sem o conhecimento sobre a Palavra. Você canta que Jesus é Senhor, mas um Senhor tem autoridade, ele tem lei. Se você não sabe o que ele diz em sua lei, você não pode segui-lo e ele não pode ser seu senhor. Você diz que ama a Cristo com todo o seu coração, mas ama a Cristo com a sua mente? Com seus pensamentos? Pois eu digo que se você não ama a Deus com sua mente, é impossível que você o ame de todo seu coração. As pessoas dizem que odeiam a hipocrisia, odeiam a falsidade e odeiam o mal, mas você não se dedica a esse livro. Não estuda este livro. Não vai a este livro para encontrar as respostas às perguntas que você tem…

Hipocrisia? Você não pode viver uma vida cristã sem este livro. Então, quanto tempo você está estudando este livro diariamente?

~ Paul Washer

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Já leu sua bíblia hoje???

A parábola da denominação rejeitada

A parábola da denominação rejeitada 

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Um dia, Deus, o Todo Poderoso, o Pai de Jesus, decidiu dar um basta. Era hora do juízo. Jesus fizera uma afirmação enfática (“E este evangelho do reino será pregado no mundo inteiro, em testemunho a todas as nações, e então virá o fim” – Mt 24.15) e ele iria cumpri-la. Antes do juízo, haveria um grande avivamento, com seu povo proclamando ao mundo a salvação em Jesus. A obra missionária teria um avanço como nunca, em toda a história. Ele não tinha preferência por nenhuma denominação, pois aceitava a todas, mas achou que uma, bem estruturada, com séculos de existência, e com igrejas em todos os países do mundo, poderia ser a ponta de lança do movimento. No passado, ela tivera grandes evangelistas e missionários.
Ele enviou seus anjos a diversos segmentos desta denominação. Eles ficaram alvoroçados. Pregar o evangelho era algo que eles mesmos quiseram fazer e Deus não deixara, confiando a tarefa à igreja (1Pe 1.12). Eles deveriam ir a vários líderes desta denominação e lhes dizer o que Deus iria fazer e o que esperava deles. Que alarido! Por fim, as coisas iriam se ajeitar. Chegara a hora!

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Presente Diário: DUPLICIDADE

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✏ Leitura Bíblica: Apocalipse 3.14-21

Hoje invoco os céus e a terra como testemunhas contra vocês, de que coloquei diante de vocês a vida e a morte, a bênção e a maldição. Agora escolham a vida, para que vocês e os seus filhos vivam (Dt 30:19).

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O caminho mais comum é o da duplicidade. Uma vida de indecisão que hora escolhe um caminho depois outro inversamente diferente. Toma uma decisão de seguir a Deus depois age como se nem o conhecesse. Josué diante do povo faz um desafio dizendo: Escolham hoje a quem irão servir (Js 24.15a). Ele aponta para uma realidade importante. Não é possível servir a dois senhores. Ou servimos à vontade de Deus ou à vontade do pecado. Os verdadeiros discípulos de Jesus são aqueles que permanecem no seu caminho. Não basta apenas tomar algumas decisões certas, é preciso se afastar dos maus caminhos. Não basta ter aparência de bondade é preciso ser verdadeiramente bom.
A igreja de Laodicéia estava convencida de que tudo ia bem, que não precisava de nada. Mas é chamada de miserável, pobre, cega, nua. A grande critica é que ela nem era quente nem fria, era morna. Muitas pessoas são mornas. Não são frias a ponto de ser repreendidas , recuperadas e nem quentes o suficiente mostrando em suas ações coisas que mereçam verdadeiro destaque. O texto chega a dizer que é melhor ser frio do que morno. Quem é frio e percebe isso, tem mais esperança do que aquele que se esconde atrás de uma vida morna, sem sabor, sem energia.
O desafio que está diante de nós hoje é o mesmo. Vamos ser quentes ou frios, escolher o que é bom ou o que é mal? Seguir a Jesus ou abandonar os seus caminhos?
Quando muitos discípulos de Jesus deixaram de segui-lo, ele perguntou aos doze se eles também não queriam partir. Pedro respondeu: “Senhor, para quem iremos? Tu tens as palavras de vida eterna” (Jo 6.68). É preciso falar como Pedro, sabendo que somente com Deus temos um caminho seguro e um destino certo. Escolher a vida e não a morte, bênção no lugar da maldição. Escolha a verdade e ela te libertará.

Duplicidade é falsidade, aproxime-se Deus de verdade.

Uma vida com propósitos: Dia 21

Dia 21 –PROTEGENDO SUA IGREJA

✍ Vocês foram unidos na paz por meio do Espírito. Portanto façam todo o esforço para continuar dessa maneira. Efésios 4.3; NCV

✍  Acima de tudo, deixem que o amor dirija a vida de vocês, porque assim toda a igreja permanecerá unida em perfeita harmonia. Colossenses 3.14; RV

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É sua função proteger a unidade de sua igreja

A unidade da igreja é tão importante que o Novo Testamento dá mais importância a isso do que ao céu ou ao inferno. Deus deseja profundamente que experimentemos unidade e harmonia uns com os outros. A unidade é a alma da comunhão. Destrua-a, e estará rasgando o coração do corpo de Cristo. É a essência, o âmago de como Deus pretende que experimentemos a vida conjunta na igreja. Nosso modelo supremo de unidade é a Trindade. O Pai, o Filho e o Espírito Santo são totalmente unidos em um. O próprio Deus é o maior de todos os exemplos de amor sacrificial, altruísmo e harmonia perfeita. Assim como qualquer pai, nosso Pai celestial tem prazer em ver os filhos em harmonia uns com os outros. Em seus últimos momentos, antes de ser preso, Jesus orou apaixonadamente pela nossa unidade.(João 17.20-23)

Era nossa união que estava em primeiro lugar em sua mente naquelas horas agonizantes. Isso mostra a importância do assunto. Nada na terra é mais valioso para Deus que sua igreja. Ele pagou o mais alto preço por ela e a quer protegida, especialmente dos danos devastadores causados pelas divisões, conflitos e discordâncias. Se você é parte da família de Deus, é sua responsabilidade preservar a unidade no local em que você congrega. Você foi encarregado por Jesus de fazer todo o possível para preservar a unidade, proteger a comunhão e promover a harmonia na sua igreja e entre todos os crentes. A Bíblia diz: Façam todo o esforço para conservar a unidade do Espírito pelo vínculo da paz.(Efésios 4.3; NVI) Como podemos fazer isso? A Bíblia nos dá orientações práticas.

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Uma vida com propósitos: Dia 19

Dia 19 – CULTIVANDO A COMUNIDADE

✍ “Cada um de vocês é parte do corpo de Cristo, e vocês foram escolhidos para viver juntos em paz.”
Colossenses 3.15; CEV

✍ “Como é bom e agradável que o povo de Deus viva unido como se todos fossem irmãos!”
Salmos 133.1; NTLH 

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Comunidade exige comprometimento

Somente o Espírito Santo pode criar uma verdadeira comunhão entre crentes, mas ele processa isso através das escolhas e compromissos que fazemos. Paulo trata dessa dupla responsabilidade: Vocês estão unidos na paz por meio do Espírito. Esforcem-se, portanto, para continuar unidos desse modo.(Efésios 4.3; NCV.) É necessário tanto o poder de Deus quanto o nosso esforço para produzir uma comunidade cristã amorosa.
Infelizmente, muitas pessoas crescem em famílias com relacionamentos perniciosos, então carecem das habilidades relacionais necessárias à verdadeira comunhão. Elas devem ser ensinadas a lidar e se relacionar com as outras pessoas na família de Deus. Felizmente, o Novo Testamento é repleto de instruções sobre como partilhar uma vida. Paulo escreveu: Escrevo-lhe estas coisas, [para que] saiba como viver na família de Deus. Essa família é a igreja.(1Timóteo 3.14,15; NCV)
Se você está cansado de comunhão fajuta e gostaria de cultivar uma comunidade amorosa com uma comunhão verdadeira em seu grupo pequeno, classe de escola dominical ou igreja, será necessário fazer algumas escolhas difíceis e assumir alguns riscos.

Formar uma comunidade exige sinceridade

Você deverá ter uma grande dedicação a falar a verdade de forma carinhosa, mesmo quando preferir passar por cima de um problema ou desconsiderar um assunto. Embora seja muito mais fácil permanecer em silêncio enquanto os outros à sua volta prejudicam a si próprios e aos outros com alguma prática pecaminosa, essa não é a atitude de amor a ser tomada. Poucas pessoas podem contar com alguém que as ame o suficiente para dizer-lhes a verdade (mesmo quando a verdade machuca), então continuam em caminhos de autodestruição. Nós freqüentemente sabemos o que precisa ser dito a alguém, mas nossos temores nos impedem de dizer. Muitas comunidades são sabotadas pelo medo: ninguém tem coragem de falar em meio ao grupo, enquanto a vida de um membro desmorona.
A Bíblia nos manda falar a verdade em amor,(Efésios 4.15) porque não podemos ter uma comunidade sem sinceridade. Salomão disse: A resposta sincera é sinal de uma amizade verdadeira.(Provérbios 24.26; NTLH) Algumas vezes, isso significa importar-se a ponto de carinhosamente questionar aquele que estiver pecando ou sendo tentado a pecar. Paulo diz: Irmãos, se alguém for surpreendido em algum pecado, vocês, que são espirituais, deverão restaurá-lo com mansidão.(Gálatas 6.1,2; NCV)

Muitas comunidades e grupos pequenos permanecem superficiais por terem receio de conflitos. Toda vez que uma questão vem à tona e pode causar tensão ou desconforto, é imediatamente encoberta, a fim de preservar uma falsa sensação de paz. O Sr. Panos Quentes intervém e tenta aplacar os ânimos. O assunto nunca é resolvido, e todos vivem com uma frustração dissimulada. Todos sabem do problema, mas ninguém fala sobre ele abertamente. Isso cria um ambiente doentio de segredos, onde floresce a fofoca. A solução de Paulo era direta: Chega de mentiras, chega de fingimento. Fale a verdade ao seu próximo. Afinal, no corpo de Cristo, estamos todos ligados uns aos outros. Quando você mente para os outros, você acaba mentindo para si mesmo.(Efésios 4.3; Msg.)
A verdadeira comunhão, seja no casamento, seja na amizade, seja na sua igreja, depende da franqueza. Na verdade, o túnel do conflito é a travessia para a intimidade em qualquer relacionamento. Até que vocês se importem o suficiente para confrontar e solucionar os obstáculos encobertos, jamais ficarão íntimos uns dos outros. Quando um conflito é tratado corretamente, crescemos em intimidade uns com os outros ao enfrentar e resolver nossas diferenças. A Bíblia diz: No final, as pessoas valorizam a sinceridade mais que a bajulação.(Provérbios 28.23; NLT)
Franqueza não é uma licença para dizer o que você quer, onde quiser e sempre que quiser. Não é grosseria. A Bíblia diz que existe um tempo certo e um modo certo de fazer cada coisa.(Eclesiastes 8.6; NTLH) Palavras impensadas deixam feridas permanentes. Deus nos manda falar uns aos outros na igreja como carinhosos membros da mesma família: Não repreenda asperamente o homem idoso, mas exorte-o como se ele fosse seu pai; trate os jovens como a irmãos, as mulheres idosas como a mães, e as moças como a irmãs.(1Timóteo 5.1,2; GWT)

Lamentavelmente, milhares de comunidades foram destruídas por falta de honestidade. Paulo teve de repreender a igreja de Corinto pelo seu código de silêncio passivo, ao permitir a imoralidade em sua comunidade. Visto que ninguém tinha coragem de enfrentar o problema, ele disse: Vocês não podem simplesmente virar para o outro lado e esperar que isso vá embora por si mesmo. Exponham a situação e lidem com ela […] melhor a desolação e o constrangimento do que a condenação […] Vocês deixam isso passar como sendo algo pequeno, mas é tudo, menos pequeno […] Não deveriam agir como se tudo estivesse tranqüilo, quando um de seus companheiros cristãos é promíscuo ou delinqüente, é impertinente com Deus ou indelicado com os amigos, quando se embebeda ou se torna ganancioso e voraz. Vocês não podem simplesmente concordar com isso, agindo como se fosse um comportamento aceitável. Não sou responsável pelo que fazem os de fora, mas não teríamos alguma responsabilidade por aqueles de dentro de nossa comunidade?(1Coríntios 5.3-12; Msg.)

Formar uma comunidade exige humildade

A presunção, o convencimento e o orgulho obstinado destroem a comunhão mais rápido que qualquer outra coisa. O orgulho ergue muros entre as pessoas; a humildade ergue pontes. A humildade é o ungüento que acalma e suaviza as relações. É por isso que a Bíblia diz: Sejam todos humildes uns para com os outros.(1Pedro 5.5b; NVI) A vestimenta adequada à comunhão é a postura humilde. O resto do último versículo diz:… porque Deus se opõe aos orgulhosos, mas concede graça aos humildes.(1Pedro 5.5a; NVI) Essa é a outra razão pela qual precisamos ser humildes: o orgulho obstrui a graça de Deus em nossa vida, a qual devemos ter para crescer, nos transformar, ser sarados e ajudar os outros. Recebemos a graça de Deus ao admitir humildemente que precisamos dela. A Bíblia diz que, no momento em que somos arrogantes, vivemos em oposição a Deus! Essa é uma maneira tola e perigosa de viver. Você pode desenvolver a humildade de várias maneiras práticas: admitindo suas fraquezas, sendo paciente com as fraquezas dos outros, estando aberto para admoestações e pondo os outros em evidência. Paulo orientou: Tenham a mesma atitude uns para com os outros. Não sejam orgulhosos, mas estejam dispostos a associar-se a pessoas de posição inferior. Não sejam sábios aos seus próprios olhos.(Romanos 12.16; NLT) Aos cristãos em Filipos ele escreveu: Humildemente considerem os outros superiores a si mesmos. Cada um cuide, não somente dos seus interesses, mas também dos interesses dos outros.(Filipenses 2.3,4; NCV) Humildade não é pensar menos de si mesmo, mas pensar menos em si mesmo; humildade é pensar mais nos outros. Os humildes concentram-se de tal forma em servir os outros, que não pensam em si.

Formar uma comunidade exige cortesia

Somos corteses quando respeitamos nossas diferenças e somos cuidadosos com os sentimentos uns dos outros e pacientes com as pessoas que nos irritam. A Bíblia diz: É preciso carregar o fardo de termos consideração para com as dúvidas e temores de outras pessoas — daqueles que sentem que essas coisas estão erradas. Agrademos ao outro, e não a nós próprios, e façamos aquilo que é para o seu bem e assim o edificaremos no Senhor.(Romanos 15.2; BV) Paulo disse a Tito: O povo de Deus deve ser generoso e cortês.(Tito 3.2; Msg) Em toda igreja e em todo pequeno grupo, há sempre pelo menos uma pessoa difícil, e normalmente mais que uma. Essas pessoas podem ter carências emocionais, insegurança profunda, maneirismos irritantes e escassas habilidades sociais. Você deve chamá-las de pessoas NTE (Necessária Tolerância Extra). Deus pôs essas pessoas em nosso meio tanto para benefício delas quanto nosso. Elas são uma oportunidade para crescermos e um teste para a comunhão. Será que conseguiremos amá-las como irmãos e irmãs, tratando-as com dignidade?

Em uma família, a aceitação não se baseia em quanto você é esperto, bonito ou talentoso. Baseia-se no fato de pertencermos uns aos outros. Defendemos e protegemos a família. Um membro da família pode ser um pouco pateta, mas ainda assim é um de nós. Da mesma forma, a Bíblia diz: Sejam dedicados uns aos outros como uma família afetuosa. Aprimorem-se em demonstrar respeito uns para com os outros.(Romanos 12.10; GWT) A verdade é que todos temos excentricidades e traços de temperamento irritantes, mas comunidade não tem nada que ver com compatibilidade. O fundamento para termos comunhão é nosso relacionamento com Deus: somos uma família. Um segredo para a cortesia é saber de onde as pessoas estão vindo. Descubra o histórico delas. Quando você souber por que coisas passaram, certamente será mais compreensivo. Em vez de pensar na distância que elas ainda têm a percorrer, pense na distância que já percorreram apesar da dor que carregam. Outra parte da cortesia é não subestimar as dúvidas das outras pessoas. O fato de você não temer alguma coisa não torna esse sentimento inválido. A verdadeira comunidade se forma quando as pessoas sabem que é seguro partilhar seus medos e suas dúvidas sem serem julgadas.

Formar uma comunidade exige sigilo

Somente em um ambiente seguro, onde houver um acolhimento carinhoso e sigilo confiável, as pessoas se abrirão e compartilharão suas maiores mágoas, necessidades e erros. Sigilo não significa ficar em silêncio enquanto seu irmão ou irmã peca, e sim saber que aquilo que for comentado no grupo ficará restrito ao grupo. O grupo precisa conviver com isso e evitar a fofoca. Deus detesta a fofoca; principalmente quando é maldosamente disfarçada como pedido de oração a favor de alguém. Deus diz: Os maus provocam discussões, e quem fala mal dos outros separa os maiores amigos.(Provérbios 16.28; NTLH) A fofoca sempre causa mágoa e discórdia, e isso destrói amizades. Deus é claro quando nos orienta a advertir os que causam dissensão entre cristãos.(Tito 3.10; NVI) Eles podem se enfurecer e deixar seu grupo ou igreja ao serem enfrentados por causa de suas ações que semeiam a discórdia; mas a comunhão da igreja é mais importante que qualquer indivíduo.

Formar uma comunidade exige constância

Você deve manter um contato constante e regular com seu grupo, a fim de desenvolver a verdadeira comunhão. Relacionamentos exigem tempo. A Bíblia nos diz: Não abandonemos, como alguns estão fazendo, o costume de assistir às nossas reuniões. Pelo contrário, animemos uns aos outros.(Hebreus 10.25; NTLH) Devemos desenvolver o hábito de nos reunir. Hábito é algo que você faz com freqüência, e não uma vez ou outra. Você tem de passar tempo com as pessoas — muito tempo — para estabelecer relacionamentos íntimos. É por isso que a comunhão é tão superficial em muitas igrejas; não passamos tempo suficiente juntos, e o tempo que passamos é usado normalmente para ouvir uma única pessoa falar. Uma comunidade não é formada de acordo com nossa conveniência (Vamos nos reunir quando eu tiver vontade), mas na convicção de que ela é necessária para nossa saúde espiritual. Se você quiser cultivar uma comunhão verdadeira, isso significará reunir-se mesmo quando você não tenha vontade, porque você acredita que é importante. Os primeiros cristãos se reuniam todos os dias! Regularmente eles adoravam juntos no templo todos os dias, reuniam-se em grupos pequenos nas casas para a Comunhão, e participavam das suas refeições com grande alegria e gratidão.(Atos 2.46; BV) Viver em comunhão requer investimento de tempo.

Se você é membro de um grupo pequeno ou de uma classe de escola dominical, recomendo que se faça um pacto entre todos, o qual inclua as nove características da comunhão bíblica: Partilharemos nossos verdadeiros sentimentos (autenticidade), incentivaremos uns aos outros (reciprocidade), apoiaremos uns aos outros (compaixão), perdoaremos uns aos outros (misericórdia), falaremos a verdade com amor (sinceridade), admitiremos nossas fraquezas (humildade), respeitaremos nossas diferenças (cortesia), não fofocaremos (sigilo) e faremos do grupo uma prioridade (constância). Quando você olha a lista de características, torna-se evidente o motivo por que comunhão é tão rara. Ela significa desistir de nosso individualismo e independência para nos tornar interdependentes. Mas os benefícios de dividir a vida com os outros suplanta largamente os custos e nos prepara para o céu.

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DÉCIMO NONO DIA
PENSANDO SOBRE MEU PROPÓSITO

Um tema para reflexão: Comunidade exige comprometimento.

Um versículo para memorizar: Nós compreendemos o que é o amor quando descobrimos que Cristo deu sua vida por nós. Significa que temos de dar nossa vida pelos outros crentes (1 João 3.16; GWT).

Uma pergunta para meditar: Como posso hoje ajudar a criar as características de uma comunidade verdadeira em meu grupo pequeno e em minha igreja?

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Uma vida com propósitos: Dia 17

Dia 17 – UM LUGAR AO QUAL PERTENCER

✍ Agora vocês […] são […] membros da própria família de Deus e cidadãos do país de Deus, e pertencem à casa de Deus como todos os outros cristãos. (Efésios 2.19; BV)

✍  A família de Deus é a igreja do Deus vivo, coluna e fundamento da verdade. (1 Timóteo 3.15; GWT)

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Você é chamado para participar, não somente para crer.

Mesmo no mais perfeito e imaculado ambiente do Éden, Deus disse: Não é bom que o homem esteja só.(Gênesis 2.18.) Fomos criados para viver em comunidade, moldados para o companheirismo e formados para uma família; e nenhum de nós pode cumprir os propósitos de Deus sozinho e sem ajuda.
A Bíblia não apresenta nenhum santo solitário ou eremita espiritual que vivesse isolado dos outros crentes, privado de companhia. A Bíblia diz que fomos ajuntados, reunidos, juntamente edificados, juntamente tornados membros, juntamente feitos herdeiros, combinados, mantidos juntos e que seremos juntamente arrebatados.(Ver 1Coríntios 12.12; Efésios 2.21,22; 3.6; 4.16; Colossenses 2.19; 1Tessalonicenses 4.17.)  Você não está mais por conta própria.
Embora seu relacionamento com Cristo seja pessoal, Deus nunca quis que fosse particular. Na família de Deus, você está unido a todos os outros crentes, e faremos parte uns dos outros por toda a eternidade. A Bíblia diz: Em Cristo nós, que somos muitos, formamos um corpo, e cada membro está ligado a todos os outros. (Romanos 12.5; NVI.)
Seguir a Cristo inclui integrar, não apenas acreditar. Somos membros de seu corpo — a igreja. C. S. Lewis observou que a palavra membro é de origem cristã, mas foi esvaziada de seu significado original. Lojas oferecem descontos a membros, e os anunciantes usam os nomes desses membros para criar listas de mala-direta. Nas igrejas, tornar-se membro significa simplesmente adicionar o seu nome a uma lista, sem nenhum requisito ou expectativa.

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Presente Diário: POR QUE CAUSAR DOR?

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✏ Leitura Bíblica (Hebreus 13:17-19)

FEV 16.pngOs pastores são alvos fáceis de críticas. Todas as semanas estão expostos, explicando com cuidado a Palavra de Deus, nos desafiando a viver segundo os padrões de Cristo. Mas algumas vezes procuramos encontrar algo para criticar. É fácil negligenciar todas as coisas boas que um pastor faz e nos concentrarmos apenas em nossas opiniões pessoais.

Como todos nós, os nossos pastores são imperfeitos. Então não estou dizendo que deveríamos segui-los cegamente e nunca confrontar o erro da maneira correta. Mas algumas palavras do escritor do livro de Hebreus podem nos ajudar a encontrar a maneira certa de pensarmos em nossos líderes que nos apresentam a verdade de Deus sendo líderes exemplares com a atitude de servos. O escritor diz: “Obedecei aos vossos guias e sede submissos para com eles; pois velam por vossa alma, como quem deve prestar contas…” (13:17).

Pense nisso. Diante de Deus, o nosso pastor é responsável por nos guiar espiritualmente. Nós deveríamos querer que esse fardo seja motivo de alegria e não de opressão. Essa passagem indica que causar sofrimento ao pastor “…não aproveita a vós outros” (v.17).

Honramos a Deus e melhoramos a situação para a nossa igreja quando honramos quem Ele designou como nossos líderes. Sejamos agradecidos pela pessoa que Deus nos concedeu como pastor e vamos encorajar e apoiá-los em sua tarefa.

ઇઉ Os pastores que compartilham a Palavra de Deus precisam de uma boa palavra do povo de Deus.

Presente Diário: MANTER A UNIDADE

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✏ Leitura Bíblica (Efésios 4:1-6)
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Um homem perdido sozinho numa ilha finalmente foi resgatado. Seus resgatadores perguntaram-lhe sobre as três cabanas que viram ali. Ele as mostrou e disse: “Esta aqui é minha casa e aquela é minha igreja.” Ele então apontou para a terceira cabana: “Aquela outra era minha antiga igreja.” Ainda que possamos rir da simplicidade desta história, ela realça uma preocupação com a unidade entre os cristãos.

A igreja de Éfeso durante a época do apóstolo Paulo consistia de ricos e pobres, judeus e gentios, homens e mulheres, senhores e escravos. E onde existem diferenças, existem também os atritos. Uma preocupação sobre a qual Paulo escreveu era a questão da unidade. Mas observe o que Paulo disse sobre isso no livro de Efésios 4:3. Ele não lhes disse para serem “ávidos em produzir ou organizar a unidade.” Ele lhes disse que se esforçassem “…por preservar a unidade do Espírito no vínculo da paz”. A unidade já existe porque os cristãos compartilham de um corpo, um Espírito, uma esperança, um Senhor, uma fé, um batismo e um Deus e Pai de todos (vv.4-6).

De que maneira “mantemos a unidade”? Expressando as nossas opiniões e convicções diferentes com humildade, gentileza e paciência (v.2). O Espírito nos dará o poder para reagirmos com amor em relação àqueles de quem discordamos.

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Presente Diário: MAIS DO QUE SOBREVIVER

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✏ Leitura Bíblica (1 Tessalonissenses 2:17-3:7)

FEV 05.png…trazendo-nos boas notícias da vossa fé e do vosso amor… —1 Tessalonicenses 3:6

Os exércitos invasores de Mussolini forçaram todos os missionários que serviam na região de Walamo a fugirem da Etiópia em abril de 1937. Eles deixaram 48 cristãos convertidos para trás, e estes tinham pouco mais do que o evangelho de Marcos para alimentar o seu crescimento espiritual. Poucos sabiam ler. Mas, quatro anos depois, quando os missionários retornaram, a igreja não tinha simplesmente sobrevivido, mas tinha atingido o número de 10 mil pessoas!

Quando o apóstolo Paulo foi forçado a deixar Tessalônica (Atos 17:1-10), ele ansiava por saber sobre a sobrevivência do pequeno grupo de cristãos que havia deixado para trás (1 Tessalonicenses 2:17). Mais tarde, quando Timóteo visitou a igreja dos tessalonicenses, ele levou notícias a Paulo em Atenas sobre a “fé e o amor” do povo (1 Tessalonicenses 3:6). Eles tinham se tornado “exemplos” aos cristãos das regiões vizinhas na Macedônia e Acaia (1 Tessalonicenses 1:8).

Paulo nunca reivindicou o crédito por nenhum crescimento numérico em seu ministério nem o atribuiu a outra pessoa. Antes, deu o crédito a Deus. Ele escreveu: “Eu plantei, Apolo regou; mas o crescimento veio de Deus” (1 Coríntios 3:6).

As circunstâncias difíceis podem frustrar até mesmo as nossas melhores intenções, separando amigos por certo tempo. Mas Deus está aumentando os números de Sua igreja por meio de toda dificuldade. Precisamos apenas ser fiéis e deixar os resultados para Ele.

ઇઉ …edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela. —Jesus (Mateus 16:18)

O RELACIONAMENTO ENTRE O CRENTE E O MUNDO

Texto Bíblico: 1 João 2.15-17

“Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele. Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo. E o mundo passa, e a sua concupiscência; mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre.”

A palavra mundo (gr. Kosmos) frequentemente se refere ao vasto sistema de vida desta era, fermentado por Satanás e existente à parte de Deus. Consiste não somente nos prazeres obviamente malignos, imorais e pecaminosos do mundo, mas também se refere ao espírito de rebelião que nele age contra Deus, e de resistência ou indiferença a Ele e à sua revelação.

Captura de tela 2015-12-08 15.40.26Isso ocorre em todos os empreendimentos humanos que não estão sob o senhorio de Cristo. Na presente era, Satanás emprega as idéias mundanas de moralidade, das filosofias, psicologia, desejos, governos, cultura, educação, ciência, arte, medicina, música, sistemas econômicos, diversões, comunicação de massa, esporte, agricultura, etc, para opor-se a Deus, ao seu povo, à sua Palavra e aos seus padrões de retidão (veja Mt 16.26; 1Co 2.12; 3.19; Tt 2.12; 1Jo 2.15,16; Tg 4.4; Jo 7.7; 15.18,19; 17.14 ). Por exemplo, Satanás usa a profissão médica, para defender e promover a matança de seres humanos nascituros; a agricultura para produzir drogas destruidoras da vida, tais como o álcool e os narcóticos; a educação, para promover a filosofia ímpia humanista; e os meios de comunicação em massa, para destruir os padrões divinos de conduta. Os crentes devem estar conscientes de que, por trás de todos os empreendimentos meramente humanos, há um espírito, força ou poder maligno que atua contra Deus e a sua Palavra. Nalguns casos, essa ação maligna é menos intensa; noutros casos, é mais. Finalmente, o “mundo” também inclui todos os sistemas religiosos originados pelo homem, bem como todas as organizações e igrejas mundanas, ou mornas.

(1) Satanás (do gr. satan, significa adversário, criado perfeito, mas que se rebelou contra o Senhor) é o deus do presente sistema mundano (ver Jo 12.31 nota; 14.30; 16.11; 2Co 4.4; 5.19). Ele o controla juntamente com uma hoste de espíritos malignos, seus subordinados (Dn 10.13; Lc 4.5-7; Ef 6.12,13; )

(2) Satanás tem o mundo organizado em sistemas políticos, culturais, econômicos e religiosos que são inatamente hostis a Deus e ao seu povo (Jo 7.7; 15.18,19; 17.14; Tg 4.4; 2.16) e que se recusam a submeter-se à sua verdade, a qual revela a iniqüidade do mundo (Jo 7.7).

(3) O mundo e a igreja verdadeira são dois grupos distintos de povo. O mundo está sob o domínio de Satanás (Satanás ainda está ativo e atualmente e o governante ou príncipe deste mundo [Jo 14:30]; esse fato revela seu poder e autoridade neste mundo; ele usa as coisas do mundo contra Cristo e sua Igreja); a Igreja pertence exclusivamente a Deus (Ef 5.23,24; Ap 21.2;  Por isso, o crente deve separar-se do mundo com inimizade, através da santificação.

(4) No mundo, os crentes são forasteiros e peregrinos (Hb 11.13; 1Pe 2.11). (a) Não devem pertencer ao mundo (Jo 15.19), não se conformar com o mundo (Rm 12.2), não amar o mundo (2.15), vencer o mundo (5.4), odiar a iniqüidade do mundo (Hb 1.9 ), morrer para o mundo (Gl 6.14) e ser libertos do mundo (Cl 1.13; Gl 1.4). (b) Amar o mundo (cf. 2.15) corrompe nossa comunhão com Deus e leva à destruição espiritual. É impossível amar o mundo e ao Pai ao mesmo tempo (Mt 6.24; Lc 16.13; Tg 4.4). Amar o mundo significa estar em estreita comunhão com ele e dedicar-se aos seus valores, interesses, caminhos e prazeres. Significa ter prazer e satisfação naquilo que ofende a Deus e que se opõe a Ele (Lc 23.35). Note, é claro, que os termos “mundo” e “terra” não são sinônimos; Deus não proíbe o amor à terra criada, i.e., à natureza, às montanhas, às florestas, etc.

(5) De acordo com 2.16, três aspectos do mundo pecaminoso são abertamente hostis a Deus: (a) “A concupiscência da carne”, que inclui os desejos impuros e a busca de prazeres pecaminosos e a gratificação sensual (1Co 6.18; Fp 3.19; Tg 1.14). (b) “A concupiscência dos olhos”, que se refere à cobiça ou desejo descontrolado por coisas atraentes aos olhos, mas proibidas por Deus, inclusive o desejo de olhar para o que dá prazer pecaminoso (Êx 20.17; Rm 7.7). Nesta era moderna, isso inclui o desejo de divertir-se contemplando pornografia, violência, impiedade e imoralidade no teatro, na televisão, no cinema, ou em periódicos (Gn 3.6; Js 7.21; 2 Sm 11.2; Mt 5.28). (c) “A soberba da vida”, que significa o espírito de arrogância, orgulho e independência auto-suficiente, que não reconhece Deus como Senhor, nem a sua Palavra como autoridade suprema. Tal pessoa procura exaltar, glorificar e promover a si mesma, julgando não depender de ninguém (Tg 4.16).

12348205_555690307919316_530082403_n (1)(6) O crente não deve ter comunhão espiritual com aqueles que vivem o sistema iníquo do mundo (ver Mt 9.11; 2Co 6.14) deve reprovar abertamente o pecado deles (Jo 7.7; Ef 5.11), deve ser sal e luz do mundo para eles (Mt 5.13,14), deve amá-los (Jo 3.16), e deve procurar ganhá-los para Cristo (Mc 16.15; Jd 22,23).

(7) Da parte do mundo, o verdadeiro cristão terá tribulação (Jo 16.33), ódio (Jo 15.19), perseguição (Mt 5.10-12) e sofrimento em geral (Rm 8.22,23; 1Pe 2.19-21). Satanás, usando as atrações do mundo, faz um esforço incessante para destruir a vida de Deus dentro do cristão (2Co 11.3; 1Pe 5.8).

(8) O sistema deste mundo é temporário e será destruído por Deus (Dn 2.34,35, 44; 2Ts 1.7-10; 1Co 7.31; 2Pe 3.10; Ap 18.2).

Em suma

Três Verdades:

1- O mundo nos odeia. (Jo 17.14).

2- O mundo não nos conhece. (1Jo 3.1).

3- O mundo jaz no maligno. (1Jo 5.9).

Três Privilégios:

1- Não somos deste mundo. (Jo 17.16).

2- Somos a luz deste mundo. (Mt 5.14).

3- Maior é o que está em nós do que o que está no mundo. (1Jo 4.4b).

Três Requisitos:

1- Não sejais amigo do mundo. (Tg 4.4). “Amizade”

2- Não ameis o mundo. (1Jo 2.15). “Amor”

3- Não conformeis com o mundo. (Rm 12.2). “Conformidade”

A nossa Vitória sobre o mundo:

 (1Jo 5.4,5). “Porque todo o que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo, a nossa fé. Quem é que vence o mundo, senão aquele que crê que Jesus é o Filho de Deus?” 1 João 5:4,5

A nossa fé:

1- Na Palavra de Deus. (Sl 119.9,105; Pv 30.5; Ef 6.17).

2- Em Jesus. (Jo 10.10; Pv 21.31; 1Co15.57; 2Co 2.14; 1Jo 4.4; Ap 5.5; 19.16).

3- No Poder do Espírito Santo. (Lc 24.49; At 1.8; 2.1-4).

Resumo: “Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele. Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo. E o mundo passa, e a sua concupiscência; mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre.” (1 Jo 2.15-17).

“A conversão tira o cristão do mundo; a santificação tira o mundo do cristão.”  John Wesley

Fonte: Biblia de Estudo Pentecostal p. 1957